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Redes Sociais do Jus Navigandi

  1. FRANCIS VALLEY
    28/02/2009 12:41

    Será que alguém pode me ajudar? A pessoa faz um empréstimo bancário paga algumas parcelas e não cumpre o contrato, ou seja, para de pagar as prestações. Depois de 5 anos essa dívida prescreve?
  2. Cláudio_1
    12/03/2009 11:06

    Gostaria de saber como a dívida adquirida atráves de emprestimos bancários e cheque especial há 3 anos pode me atingir, uma vez que não possuo bens...so uma honda Bis, adquirido depois dessas dividas .
  3. luiz fernando_1
    12/03/2009 19:58

    Dívida de banco depois de cinco anos prescreve?
  4. Arnaldo Cruz
    20/03/2009 22:32

    ATENÇÃO: SOU LEIGO NÃO SOU ADVOGADO!

    Francis e Luiz, estou passando por isso e sendo assessorado. Cinco anos é o prazo máximo que podem manter seu nome no SPC e afins em função de uma dívida específica. O credor continua com o direito de executar em juízo a dívida, a dívida não prescreve.

    Procurem um advogado.
    Abraços, Arnaldo
  5. FRANCIS VALLEY
    21/03/2009 07:51

    Arnaldo, como que não prescreve se até crime de homicidio prescreve em 20 anos, já que você está sendo assessorado, procura, por favor, saber para mim.
    Obrigado, Francis.
  6. Carlos R M
    21/03/2009 09:51

    Desculpe Francis, mas creio que o que o Arnaldo quis dizer é que seu nome é retirado dos registros do serviço de proteção ao crédito em cinco anos, mas a dívida (que não é eterna) continua existindo até que se decorra o prazo estabelecido pelo Novo Código Civil, que é de dez anos (art. 205).
  7. Juninho 2009
    21/03/2009 15:43

    Olá!!! Trabalho em um banco público, em especial na área de cobrança, e antes de responder sua pegunta vou fazer um complemento que acho cabível. Não sei como as pessoas tem a cara de pau de fazer uma dívida pensando na sua prescrição, é muita safadeza!!!!!! É incrível!!!
    Mas já retornando, é em cinco anos que seu CPF sairá de órgãos como SERASA, já que o SPC não é usado por bancos!!! De acordo com o novo código a prescrição ocorrerá também em cinco anos, mas não espere até lá não!!! Pois até esses cinco anos muitas coisas podem acontecer, como a dívida ser encaminhada para execução, e aí meu amigo, vai casa, vai carro, vai tudo!!!!!!!

    Abraços.
  8. Arnaldo Cruz
    23/03/2009 17:01

    Prezado “Juninho 2009”,

    Acredito que não sensato nem civilizado você ofender pessoas. Em especial sem saber dos fatos que as levaram a uma situação específica de inadimplência. Peço humildemente que reflita sobre isso.

    Arnaldo
  9. Arnaldo Cruz
    23/03/2009 17:03

    Francis e Eduardo, sobre a prescrição o que levantei é:

    Dívidas relativas a obrigações de pagamento que resultam de contratos (por exemplo, de compra e venda, financiamento de bens móveis e imóveis), cartões de crédito, compras a prazo, crédito direto ao consumidor, prestação de serviços e contratos bancários (limite especial): o prazo prescricional para cobrança é de cinco (5) anos.

    No o Código Civil permite a interrupção dessa prescrição, entre outros casos, por protesto cambial (ato formal que prova a inadimplência do devedor) e por qualquer ato que importe reconhecimento do direito do devedor. Parece que é o mesmo caso de quando há notificação extrajudicial.

    O ideal é procurar o credor para negociação. Mas faça isso acompanhada de um bom advogado. Tento retomar o pagamento de minha dívida desde 2004, só que não concordo com o Anatocismo praticado pelo banco.

    Abraços, Arnaldo
  10. FRANCIS VALLEY
    23/03/2009 17:10

    Arnaldo, voce respondeu muito bem para o Juninho, legal.......obrigado pelas considerações e orientações.
    Abraços Francis.
  11. Derlei Gomes
    23/03/2009 18:58

    Boa noite!! Este assunto me interessa, pois li os comentários e fiquei com uma dúvida e gostaria de saber se um de vcs poderiam saná-la: o fato é que um cheque foi emitido em jun/2000 e não foi compensado por falta de fundos. Na época, o banco fez a inclusão do CPF no SERASA e para minha surpresa, em fev/2007, o banco protestou tal cheque. 1º o banco poderia fazer tal protesto, uma vez que na época já havia negativado o CPF do titular da conta? 2º o novo Código Civil (Lei nº 10.406, de 10.01.2002 - DOU 1 de 11.01.2002) poderia abranger esse fato? 3º em caso de abuso do banco, quais seriam as providências a serem tomadas?
    Fico no aguardo e muito obrigado...
  12. Jùnior
    28/03/2009 22:34

    Caro "juninho 2009", com certeza você fala com a visão do banco onde trabalha. Gostaria que continuasse com esse pensamento caso venha a ter um problema grave de saúde na família e ter de se valer de empréstimos para manter a pessoa amada viva. Antes de emitir essa baboseiras lembre-se que a maioria da população rala para adquirir as coisas, não tem parentes influentes para arrumar emprego em orgãos públicos, incluindo-se bancos e uma hora ou outra, sem que se espere, passa por dificuldades.
  13. leandro_1
    29/03/2009 15:44

    Bom dia , meu nome é leandro e gostaria de tirar uma dúvida acerca de empréstimos bancários , recentemente negociei um apartamento e o mesmo tinha uma dívida com a caixa ; e na negociação ficou acertado a transferência da dívida ; gostaria de saber se eu mantiver o mesmo número de parcelas recentes haverá um possível aumento nas parcelas após a transferência da dívida.

    Cordialmente

    Leandro
  14. robson de morais
    30/03/2009 12:51

    olá,juninho 2009,tenho em vista que voce veste realmente a camisa do banco,mas falta dizer que hoje existe uma alternancia da vida social das pessoas.Um dia ela almoça carne de 1ª e janta ovo branco.Porém o que devemos dicutir hoje é sobre as enormes taxas que o bancos praticam no mercado brasileiro por exemplo:
    o limite do especial com todas as taxas fica em torno de + - 12% pessoa física e o excesso do limite ( quando ultrapassa o limite total ) é + - 17%. agora pensa ,qual pessoa que consegue pagar isso hoje aos bancos .
    Em geral porque os anjiotas perdem na justiça quando executam os cheques dos devedores,porque praticam juros de + - 10% e os bancos porque podem cobrar juros de + - 17%. Para mim isso é chamado de " roubo legalizado".
  15. luiz
    31/03/2009 12:22

    tenho uma empresa em meu nome e ele esta em divda com o banco ,colocaram a divida no meu CPF,o banco pode tomar algum bem meu sendo que não tenho nada em meu nome , oque eles podem fazer?
  16. Gervasio
    31/03/2009 14:22 | editado

    tenho uma empresa e fiz um emprestimo bancario em 2004 para capital d giro e não consegui pagar.consultei o CNPJ da minha empresa no SERASA E SPC ta linpo to querndo trabalhar novamente com minha empresa pois estou desempregado.tenho q me cadastra numa instituição e abri uma conta em outro banco para q eu possa trabalhar.gostaria de saber se finca alguma informação fora SPC e SERASA .E os bancos são interligados passando informação ums para outros .
  17. ROBERTO
    31/03/2009 16:23

    Robson de Morais, você iniciou uma tese da mais pura verdade sobre a legalização de furto (pois, a única coisa que não empregam é armar de fogo), porém, até de ameaças alguns utilizam (o que poderia sim chamarmos de roubo legalizado).
    Aí eu pergunto a todos os brasileiros. Cadê a tal (prevista) Lei Complementar para limitar os juros de 12% previsto na CF/88. Porque nunca a aprovaram?
    Resposta difícil né gente: lógico que o governo e nossos "representantes", não deixariam de proteger os poderosos banqueiros e multi empresários, para nos defender.
    Agora fato, é que realmente ninguém consegue saldar tais dívidas, com o abuso de juros praticados "legalmente" pelos bancos (visto que são protegido por normas legais).
    É (como se diz Boris Casoy), uma VERGONHA, nossos governantes fingirem que é normal os bancos usurparem do dinheiro alheio com a política de juros praticadas para tal fim. Simplesmente ridículo.
    O Lula, pelo amor de Deus, acorda ou pelo menos para de fingir que tudo está certo.

    Abraço a todos.
  18. MARCO AURÉLIO HENRIQUES PINTO
    03/04/2009 12:25

    Bom dia amigos;

    Tenho uma empresa, e adquiri um empréstimo(Capital Giro). Não paguei por motivos de força maior. Acontece que o banco incluiu o CNPJ e o meu CPF no SPC
    Serasa, e ainda executou judicialmente, e esta ação de execução também aparece
    no SERASA/SPC.Pergunto esta ação de execução pode ser inclusa no orgãos de
    proteção ao crédito, já que os valores protestados já aparecem?????
  19. Maria de Lourdes Fonseca
    03/04/2009 12:56

    Contrai um emprestimo consinado na cef, cuja fonte pagadora seria a prefeitura municipal em que trabalhava. As prestaçoes eram decontadas do meu salario. Em 2005 fui demitida, por se tratar de cargo de confiança e o prefeito havia sido derrotado nas eleiçoes. Foi descontado da minha recisao tudo o que por lei podiam, restando apenas 05 prestaçoes no valor de 175,00 cada, mas como estou desempregada ate hoje, nao pude pagar ainda. Gostaria de saber, ja que a prefeitura era a fonte qque me garantia, pois descontaram o maximo que podiam o banco pode estar me cobrando, me registrando no spc/serasa e a divida esta um horror de alta. Como posso fazer? Me ajudem por favor
  20. RODOLFO RAIMUNDO
    16/04/2009 00:49

    leandro1 apartir do momendo que voce entrar com seu novo financiamento ou seja passar para o seu nome vai aver 1 revisao no finan com sertesa vai aumentar a prestacao abracos

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