Respostas

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  • Cleuza Cechin

    Não, não existe nenhum dspositivo legal que legitime a conduta de quem não permite um pai ver o filho enquanto este não tiver 03 anos. Quanto ao problema colocado deve ser esclarecido se houve o reconhecimento da paternidade.

  • Gil Braga de Castro Silva

    Pelo pouco que conheço em direito de família, não sei de nenhuma lei que proíba a visita do pai enquanto a criança for muito pequena.
    O que ele pode pleitear, não havendo acordo, é que as visitas sejam feitas na presença de alguém da família da mãe ou até na sua residência. Isto possibilitaria a convivência com seu filho, pois impedí-lo de ver a criança é um absurdo.

  • Paulo Roberto de Souza

    Olá colegas!

    Conquanto não seja minha especialidade o princípio que vigora é sempre o do melhor interesse da criança.

    Se existirem motivos reais que possam por em risco a criança entendo que podem haver restrições considerando não só a idade da criança, mas condições físicas ou psicológicas relevantes.

    A análise do caso concreto dirá o melhor caminho e a necessidade de intervenção judicial, mas o bom senso e entendimento entre os pais é sempre a melhor solução.

    Entretanto se o pai tem atitudes violentas e ameaçadoras é justo que a mãe possa pedir judicialmente que a criança não seja retirada e que a visita seja monitorada.

    O recém-nascido necessita ser amamentado, trocado, receber cuidados de higiene, entre tantos outros, e isto deve ser levado em consideração na fixação de horário de visita.

    Da mesma forma se o comportamento displicente do pai puser em risco a vida da criança. O alérgico grave exige atenção rigorosa e o pai tem a obrigação de dar assistência ao infante, inclusive com relação à sua saúde, mantendo-se informado sobre todos os cuidados necessários. Neste sentido, se com base em fatos concretos, o comportamento deste pai não assegura a integral proteção da criança, pode se justificar a restrição, que deverá ser levada ao Judiciário para que seja determinada judicialmente a melhor solução.

    O que prevalece é sempre o cuidado e proteção dos interesses da criança.

    É sabido que, do ponto de vista psicológico, o contato com ambos os genitores é benéfico para a criança, não tendo sentido se falar em proibição total de visita pelo pai.

    Mas esta não é a opinião de um especialista.

    Bos sorte a todos.

    Paulo

  • Paulo Roberto de Souza

    Olá Flor!

    Pelo que entendi, tem um advogado cuidando de sua defesa e que lhe dará suporte jurídico.

    Mas como a questão é ampla e envolve a saúde da criança, não como advogado, mas como também sou pai, acho que poderia ser muito bom que ele (seu ex-marido) fosse ao médico com o objetivo de conhecer os riscos que existem para a saúde da criança.

    Tenho um filho que, de forma semelhante, apresentou sintomas alérgicos crônicos, não relacionados diretamente a alimentos mas sim a pó, tintas, pólen e segundo os médicos muitas vezes a criança, com seu desenvolvimento desenvolve maior resistência.

    É compreensível sua aflição, mas independentemente do resultado do processo o pai precisa estar preparado para saber lidar com um alérgico, o que é uma árdua tarefa.

    Coração de mãe só se alivia quando o filho volta para casa; mas o melhor é, após tomar os cuidados necessários, entregar nas mãos de Deus e ver no final que tudo deu certo. ( Pelo menos penso que neste Fórum não seja proibido falar em Deus).

    Desejo-lhe boa sorte e que os profissionais que participam diretamente desta questão encontrem uma boa solução.

    Paulo

  • Vitória_1

    Preciso de uma orientação ou melhor de uma ajuda !!!
    Tenho uma filha de 1 ano e 9 meses de um relacionamento que durou apenas 1 ano e 3 meses, enfim...
    Trabalho, sou independente, porém tenho sofrido com ameças e perseguições do meu ex companheiro, devido essas atitudes da parte dele eu rompi um acordo q mantinhámos de minha filha passar final de semana na casa dos pais dele (onde ele reside), tenho uma ótima convivência com a família dele até hoje, porém infelizmente precisei privar minha filha do convivio dos avós paternos no intuito de proteger minha filha dos problemas causados por ele, como por exemplo: ele é alcolátra, e ex viciado, sofre de trantornos emocionais, hora está bem, hora está muito agressivo, não fala com a irmã, tem um péssimo convívio com a pr´´opria família, família essa q sempre me acolheu e me deu razão nos problemas que tenho desde q conheci ele.
    Ele me liga, faz ameaças, liga ra casa da minha tia pra chingar, fazer um série de escandalos e depois liga pedindo desculpas, enfim é um desequilibrado. Agora eu disse pra ele q só levaria minha filha comorem judicial, ele não quer entrar na justiça, mas continua infernizando a minha vida, já não consigo escutar toques de telefone, ando assustada e com medo, mas preciso me impor para defender minha filha da má influência dele.Como posso Agir, para ter amparo judicial com relação a essa situação? Eu entro na justiça ou deixo ele entrar? Por favor me ajudem, estou psicológicamente abalada e muito assustada, existe alguma lei q proiba ele de manter qualquer contato comigo? Me ajudem , por favor!

  • Paulo Roberto de Souza

    Olá Flor!

    Novamente, não como profissional, mas como alguém que fica muito satisfeito em colaborar, digo-lhe o seguinte: -Se você já passou todos estes fatos para seu advogado e o muniu de todas as informações e provas necessárias, confie nele e nos demais profissionais envolvidos, que são pessoas preparadas e qualificadas para encontrar a melhor solução para o bem estar da criança.

    Mas mantenha sempre contato com seu advogado. Acho que assim como ocorre na relação médico-paciente ou professor-aluno isso é muito importante.

    Quanto à sua última pergunta é algo difícil de responder, mas insisto na dica: Converse sempre que possível com seu advogado.

    Boa Sorte!

    Paulo