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  1. Lídia Verônica
    18/06/2009 14:02

    Boa tarde. Adquiri um veículo financiado em 48 meses pela Aymoré. Após pagar 22 parcelas tive problemas financeiros e parei de pagar, a financeira entrou com processo judicial e busca e apreensão do veículo. Como eu estava morando em outro estado eles não me localizaram. Assim que tive condições de fazer um acordo entrei em contato com a financeira via telefone que me orientou a ligar para uma empresa de cobrança, eles fizeram uma proposta de quitação a qual eu aceitei e realizei o pagamento quitando assim o veículo e fui informada que todas as pendências seriam retiradas por eles automaticamente. Após 30 dias, entrei em contato com um despachante para retirar o documento de porte obrigatório no DETRAN/SP, pois eu já havia pago o licenciamento referente, porém após consulta fui informada que ainda constava o gravame. Entrei em contato com a Aymoré e eles me disseram que após 20 dias seria retirado, após esse prazo entrei novamente em contato com o despachante que após consulta me informou que constava restrição judicial. Liguei para eles e depois de inúmeras informações desencontradas fui informada de que eu teria que descobrir em qual cartório estava o protesto, retirar uma certidão desse cartório, informá-los da posse dessa certidão e enviar a eles por fax, aguardar de cinco a dez dias para receber a carta de anuência pelos Correios e levar essa carta à 3º vara cível de Itaquera para então ter a restrição retirada. Acontece que hoje moro no estado de Rondônia e teria dificuldades para por em prática todos esses procedimentos, pedi a eles se não seria possível eles mesmos retirarem a restrição ao que me informaram que eles não tem mais nada a ver com isso. Já tem 4 meses que efetuei a quitação e não posso rodar com o veículo. Caberia um processo para solicitar a retirada da restrição e do protesto e o pedido de uma indenização? Desde já agradeço a atenção dispensada.

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