abre a porta do carro e outro bate, quem tem razão????

olá...

atendi dias atrás um acidente em que um veículo seguia normalmente pela via, quando o condutor de um outro veículo que já estava estacionado foi descer e abriu a porta de seu carro, vindo o primeiro veículo citado a colidir com a tal porta...

confeccionei o boletim de ocorrencia de acordo com as declarações dos condutores, sendo que o condutor do veículo que estava em movimento ainda relatou que na outra mão de direção vinha uma bicicleta e o mesmo não teve como desviar da porta que fora aberta pois iria atiri o ciclista... POIS BEM... como sempre acontece ficaram me perguntando o que iria acontecer e tal, quem tinha razão...

no momento da ocorrencia eu me abstive de opnar, claro, pra manter a imparcialidade...

mas na minha opnião o errado foi o condutor que abriu a porta, pois acho que o outro condutor não tinha como advinhar que o cara iria abrir a porta de seu veículo logo quando ele estava passando...

mas gostaria aqui que opnassem a respeito...

Respostas

13

  • Fernando (www.sigarecursos.com.br)

    Olá Reinaldo!

    Sua resposta está no Artigo 49 do CTB. Observe:

    "Art. 49. O condutor e os passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixá-la aberta ou descer do veículo sem antes se certificarem de que isso não constitui perigo para eles e para outros usuários da via.
    Parágrafo único. O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto para o condutor."

    Atenciosamente,

    Fernando.

    MSN e e-mail: recursodemultasp@hotmail.com


    .

  • RCM ASSESSORIA

    Olá Reinaldo,
    Seu questionamento é pertinente.

    Nesse caso em referencia, não tem realmente como vc opinar pq vc não presenciou o ocorrido.

    O historico está com base em declarações dos envolvidos.

    Para decidir a culpabilidade será necessário a intervenção do poder judiciário se nenhuma das partes reconhecerem o erro, que pela dinamica do texto aparenta ser a pessoa envolvida que estava com o veículo parado.

    Mas isso deve ter uma analise.

    Em relação ao texto do Fernando essa é a linha de raciocínio.

  • RCM ASSESSORIA

    Olá Reinaldo,
    Seu questionamento é pertinente.

    Nesse caso em referencia, não tem realmente como vc opinar pq vc não presenciou o ocorrido.

    O historico está com base em declarações dos envolvidos.

    Para decidir a culpabilidade será necessário a intervenção do poder judiciário se nenhuma das partes reconhecerem o erro, que pela dinamica do texto aparenta ser a pessoa envolvida que estava com o veículo parado.

    Mas isso deve ter uma analise.

    Em relação ao texto do Fernando essa é a linha de raciocínio.

  • RCM ASSESSORIA

    Olá Reinaldo,
    Seu questionamento é pertinente.

    Nesse caso em referencia, não tem realmente como vc opinar pq vc não presenciou o ocorrido.

    O historico está com base em declarações dos envolvidos.

    Para decidir a culpabilidade será necessário a intervenção do poder judiciário se nenhuma das partes reconhecerem o erro, que pela dinamica do texto aparenta ser a pessoa envolvida que estava com o veículo parado.

    Mas isso deve ter uma analise.

    Em relação ao texto do Fernando essa é a linha de raciocínio.

  • Reinaldo_1

    é sempre bom falar com pessoas esclarecidas e que realmente sabem o que falam...

    Agradeço os esclarecimentos aqui postados...

  • Fernando (www.sigarecursos.com.br)

    Olá Reinaldo!

    Obrigado pelo respeito e gratidão.

    Parabéns pela sua profissão e sua postura no desenrolar da ocorrência.

    Atenciosamente,

    Fernando.

    MSN e e-mail: recursodemultasp@hotmail.com


    .

  • Marlon Bibano

    No dia 01/12/2009, estacionei em frente a escolinha da minha filha , e quando começei a abrir aprota do carro, uma ambulancia da prefeitura bateu na minha porta , a miha porta travao não abria mais de 40 cm e nem fechava. a ambulancia amassou a frente do lado direito e fex um risco com a cor do caro na lateral.

    Cusrto R$ 1000 no meu e R$ 1900 no da ambulancia.

    A prefeitura vai me acionar dizendo que a culpa e minha, e eu pretendo recuperar meus custos com o meu carro. alegando culpa do motorista da ambulancia por estar trafegando muito colado aos autos em uma area de escola de crianças.
    Eu estava dentro da faixa branca de estacionamento, eu abri só um pouco a porta, A ambulancia estava andando colada aos carros. acho até que eu seria o responsável caso tivesse abrido a porta e passado da faixa branca , mas a porta travou no local da batida 30 a 40 cm. Gostaria de saber a opinião , quanto as minhas chanves em uma disputa judicial, se há possibilidade de ganhar responsabilade 70% de um 30 % de outro ou meio a meio.

  • Flávio Ávila

    O condutor sendo abordado em uma blitz, estando com a documentação em dia, porém não portando o CRLV, terá seu veiculo removido? Sendo que o mesmo não terá tempo hábil de traze-lo. A minha pergunta objetiva é se o veiculo pode ser removido por não portar o Crlv art. 232, e se pode, o que regulamenta essa remoção.

  • ale morais

    Marlon Bibano, independentemente de ter aberto a porta muito ou pouco (foi suficiente para bater) abriu a porta sem antes se certificar que vinha veiculo, se sua porta estivesse fechada isso não aconteceria certo? esta bem claro conforme esclareceu amigo Fernando

    Sua resposta está no Artigo 49 do CTB. Observe:

    "Art. 49. O condutor e os passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixá-la aberta ou descer do veículo sem antes se certificarem de que isso não constitui perigo para eles e para outros usuários da via.
    Parágrafo único. O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto para o condutor."

  • Marlon Bibano

    Obrigado por responder.

    Gostaria de pergutar quanto ao artigo 29 do ctb II, não colocaria o caso como culpa concorrente , por não haver guardado distancia laeral segura

    29 O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:

    II condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais veículos, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e as condições climáticas;