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Redes Sociais do Jus Navigandi

  1. copo de leite
    04/05/2012 11:14 | editado

    Quando eu tinha 7 sete anos o meu pai juntamente com um irmão dele me tiraram da minha mãe escondido dela levando para Paraíba minha mãe nunca teve coragem de denuncia-lo por medo do que ele faria,pois ela sempre apanhava dele,passados 13 anos fui morar com minha mãe,pois o período que fiquei com meu pai também fui maltratada e fugi de casa,mas nunca até hoje consegui ser feliz ou levar uma vida normal,esse 13 anos passados criou uma distancia da minha mãe físico e sentimental,hoje moro em Campinas,tenho 35 anos já passei por 2 casamentos(não no papel) tenho 3 filhas e carrego uma grande tristeza por não conseguir me sentir totalmente filha da minha mãe e também porque o meu pai me abandonou desde que sai de casa sentimentalmente e financeiramente,desenvolvi vários problemas de saúde,mas o maior deles é a tristeza que carrego e a falta de não ter com quem contar ,tanto o meu pai como o meu tio são homens ricos,enquanto eu vivo de aluguel,dependo do sus para ir ao médico e ainda estou vivendo de picos,pois não tenho quem cuide das minhas filhas para eu ir trabalhar,gostaria de saber se eu posso processar o meu pai e o meu tio por ter feito tanto mal a minha vida?
  2. Julianna Caroline
    04/05/2012 12:55

    Copo de leite.

    Vc viu a decisão judicial sobre abandono afetivo, em que a filha brigou por 10 anos na justiça por uma compensação financeira pelo abandono do pai?
    Se não viu, procure aqui no forum ou no google que vc vai achar.
    No mais, procure um advogado pessoalmente e conte sua história.
    A decisão divulgada essa semana abre precedentes para esse tipo de ação.
    Vai chover no judiciário, ações indenizatórias contra pais omissos.
    Vc pod inclusive, mover ação contra seu tio, mas terá que provar a participação dele nesse crime.
  3. copo de leite
    04/05/2012 22:33

    Se possível gostaria de mais uma opinião,quanto ao meu caso,obrigada.
  4. Adv. Antonio Gomes
    05/05/2012 01:27

    Sendo assim, segue minha orientação:

    Lhe assiste o direito exclusivamente de continuar sua vida e mo máximo procurar um analista. Colhemos exatamente o que plantamos via de regra. Se deseja realmente revirar o passado e gastar seu curtos $$$$ com honorários para advogados no final terá 99% de probabilidade de ter suas pretensões julgadas improcedentes.


    Por fim, vejamos segundo Leonardo Boff é autor de “Ecologia, Mundialização e Espiritualidade” pela Record, Rio de Janeiro:


    O sofrimento é a grande escola do aprendizado humano. Contém verdade, a frase atribuída a Hegel:”o ser humano aprende da história que não aprende nada da história, mas aprende tudo do sofrimento”. Prefiro a formulação de Santo Agostinho em suas Confissões:” o ser humano aprende do sofrimento mas muito mais do amor”.

    O amor fati (o amor à realidade crua e nua) dos antigos e retomado por Freud se impõe nos dias atuais em que a humanidade se vê assolada por grave crise de sentido, subjacente à crise econômico-financeira. Devemos reaprender a amar de forma desinteressada e incondicional a Terra, todos os seres, especialmente os humanos, os que sofrem, respeitá-los em sua diferença e em suas limitações. O amor é uma força cósmica que “move o céu e as estrelas” no dizer de Dante. Só quem ama, transforma e cria.

    Os grandes se reúnem, estão confusos e não sabem exatamente o que fazer. É que amam mais o dinheiro que a vida. Se amor houvesse, aprovariam o que está sendo proposto: uma “Declaração Universal do Bem Comum da Humanidade”, base para uma “Nova Ordem Global e Multilateral” contemplando toda a humanidade, a Terra incluída. Mas não. Perplexos, preferem repetir fundamentalmente, as fórmulas que não deram certo. Caberia, entretanto, perguntar: que capacidade possuem 20 governos de decidir em nome de 172? Onde estão os títulos de sua legitimidade? Apenas porque são os mais fortes?

    Mesmo assim vejo que se podem tirar algumas lições, úteis para as próximas crises que estão se anunciando.

    A primeira dela é que os governantes, para além de suas diferenças, podem se unir face a um perigo global. Mesmo que suas soluções não representem uma saída sustentável da crise, o fato de estarem juntos é significativo, pois dentro de pouco enfrentaremos uma crise muito pior: da insustentabilidade da Terra e dos efeitos perversos do aquecimento global. Este trará consigo a crise da água e da insegurança alimentar de milhões e milhões de pessoas. Tal situação forçará uma união dos povos e dos governos, maior do que essa dos G-20 em Londres, caso queiram sobreviver. Se grande será o perigo, maior será a chance de salvação, dizia um poeta alemão, mas desde que ocorra esta união. A solução virá somente de uma política mundial assentada na cooperação, na solidariedade, na responsabilidade global e no cuidado para com a Terra viva.

    A segunda lição é que não podemos mais prolongar o fundamentalismo do mercado, o pensamento único que arrogantemente anunciava não haver alternativas à ordem vigente, como se a história tivesse sido engessada a seu favor e destruído o princípio esperança. Nem podemos mais confiar na mera razão funcional, desvinculada da razão sensível e cordial, base do mundo das excelências e dos valores infinitos (Milton Santos, nosso grande geógrafo) como o amor, a cooperação, o respeito, a justiça e outros. Desta vez, ou elaboramos uma alternativa, vale dizer, um novo paradigma civilizatório, com outro modo de produção, respeitador dos ritmos da natureza e um novo padrão de consumo solidário e frugal ou então teremos que aceitar o risco do desaparecimento de nossa espécie e de uma grave lesão da biosfera. A Terra pode continuar sem nós. Nós não podemos viver sem a Terra.

    A terceira lição é constatar que a economia, feita eixo estruturador de toda a vida social, se torna hostil à vida e ao desenvolvimento integral dos povos. Ela deve ser reconduzida à sua verdadeira natureza, a de garantir a base material para a vida e para a sociedade.

    Vivemos tempos de grandes decisões que representam rupturas instauradores do novo. Bem notava Keynes:”a dificuldade não estriba tanto na formulação de novas idéias mas no sacudir as velhas”. As velhas se desmoralizaram. Só nos resta confiar nas novas. Nelas está um futuro melhor.
  5. copo de leite
    05/05/2012 09:41

    Desculpe Dr.Antonio se tomei o seu precioso tempo com minha pergunta,acredito que o senhor esqueceu de usar a educação,o profissionalismo e principalmente a ética em sua resposta,ou será que o assunto falta de afeto e amor pelos filhos te incômoda tanto?
  6. Adv. Antonio Gomes
    05/05/2012 13:20

    Boa tarde senhores!!!

    No exercicio da cidadania exerço advocacia expondo minhas convições sem nenhuma preocupação de agradar ou desagradar quem quer que seja, pois entre o cliente e a verdadeira justiça fico com a justiça.

    Por fim, os infelizes são ingratos, isso faz parte da infelicidade deles.E como sabemos todo o mundo é oportunista, mas nem todos sabem.

    Atenciosamente,

    Adv. Antonio Gomes
  7. Dr. Adriano Antunes
    05/05/2012 13:27

    Partindo do pressuposto que vc irá pedir os benefícios da justiça gratuita, e devido a nova decisão do STJ, entendo que vc não perde nada em requerer uma compensação na justiça pelo abandono afetivo do seu pai.

    Siga o conselho da nobre Dra. Julianna.

    Boa sorte Copo de Leite.
  8. Insula Ylhensi
    05/05/2012 13:32 | editado

    Usuário suspenso

    Copo de Leite, lamento por sua situação, imagino que deve ser chato tudo isso.

    Mas como todo mundo tem sua história, e que a maioria desconhece, cada um tende a sentir-se como o mais ou um dos mais sofridos do mundo. Como sofrer pelo desprezo do outros, pelas maldades dos outros, não nos leva a nada, sugiro que viva sua vida como se todos eles tivessem morrido. Eles estão mortos mesmo que ainda andem por ai.

    Dar atenção a esses sentimentos só vai fortalecer suas dores, e de nada vai adiantar na sua vida! Tá feito. Acabou. Nada fará mudar o passado nem recuperá-lo. Nem dinheiro.

    Sua mãe não consegue estabelecer com vc uma relação maternal por que ela talvez não tenha a capacidade que vc magina que ela deveria ter, como todos nós achamos que os pais, avós, tios, amores, presidentes, teriam de agir de determinada forma pois é aquilo no que acreditamos ser o certo de agir!

    Com os pais a cobrança é maior pois somos bombardeados diariamente com o marketing da família feliz, quando na verdade todos (quase todos) nós somos neuróticos!!! Temos manias, inseguranças, medos, valores diferentes, visão diferentes, e sobretudo somos falhos.

    Seu pai errou, seu tio errou, sua mãe errou, VC errou. Aceite e entenda. Toque a sua vida da melhor forma possivel pois todos os seus desafetos morreram, eles só vivem na sua memória.
  9. piuí surfista de trem
    05/05/2012 13:32 | editado

    Copo de leite ,tem direito a indenização por danos morais por tudo que sofreu ,contrate um advogado ,sem não tiver como pagar ,vá até a defensoria local.
    Um julgamento inédito recente no orgão máximo dos tribunais estaduais ,o STJ ,vai ajudar o seu advogado a embasar sua inicial ,veja que um simples abandono afetivo gerou indenização.
    Leia abaixo:
    03/05 - STJ: pai deve indenizar filha em R$ 200 mil por abandono afetivo

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    "Amar é faculdade, cuidar é dever." Com essa frase, da ministra Nancy Andrighi, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) asseverou ser possível exigir indenização por dano moral decorrente de abandono afetivo pelos pais. A decisão é inédita. Em 2005, a Quarta Turma do STJ, que também analisa o tema, havia rejeitado a possibilidade de ocorrência de dano moral por abandono afetivo.

    No caso mais recente, a autora entrou com ação contra o pai, após ter obtido reconhecimento judicial da paternidade, por ter sofrido abandono material e afetivo durante a infância e adolescência. Na primeira instância, o pedido foi julgado improcedente, tendo o juiz entendido que o distanciamento se deveu ao comportamento agressivo da mãe em relação ao pai.

    Ilícito não indenizável

    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), porém, reformou a sentença. Em apelação, afirmou que o pai era "abastado e próspero" e reconheceu o abandono afetivo. A compensação pelos danos morais foi fixada em R$ 415 mil.

    No STJ, o pai alegou violação a diversos dispositivos do Código Civil e divergência com outras decisões do tribunal. Ele afirmava não ter abandonado a filha. Além disso, mesmo que tivesse feito isso, não haveria ilícito indenizável. Para ele, a única punição possível pela falta com as obrigações paternas seria a perda do poder familiar.

    Dano familiar

    Para a ministra, porém, não há por que excluir os danos decorrentes das relações familiares dos ilícitos civis em geral. "Muitos, calcados em axiomas que se focam na existência de singularidades na relação familiar -sentimentos e emoções -, negam a possibilidade de se indenizar ou compensar os danos decorrentes do descumprimento das obrigações parentais a que estão sujeitos os genitores", afirmou.

    "Contudo, não existem restrições legais à aplicação das regras relativas à responsabilidade civil e o consequente dever de indenizar/compensar, no direito de família", completou a ministra Nancy. Segundo ela, a interpretação técnica e sistemática do Código Civil e da Constituição Federal apontam que o tema dos danos morais é tratado de forma ampla e irrestrita, regulando inclusive "os intrincados meandros das relações familiares".

    Liberdade e responsabilidade

    A ministra apontou que, nas relações familiares, o dano moral pode envolver questões extremamente subjetivas, como afetividade, mágoa, amor e outros. Isso tornaria bastante difícil a identificação dos elementos que tradicionalmente compõem o dano moral indenizável: dano, culpa do autor e nexo causal.

    Porém, ela entendeu que a par desses elementos intangíveis, existem relações que trazem vínculos objetivos, para os quais há previsões legais e constitucionais de obrigações mínimas. É o caso da paternidade.

    Segundo a ministra, o vínculo -biológico ou autoimposto, por adoção -decorre sempre de ato de vontade do agente, acarretando a quem contribuiu com o nascimento ou adoção a responsabilidade por suas ações e escolhas. À liberdade de exercício das ações humanas corresponde a responsabilidade do agente pelos ônus decorrentes, entendeu a relatora.

    Dever de cuidar

    "Sob esse aspecto, indiscutível o vínculo não apenas afetivo, mas também legal que une pais e filhos, sendo monótono o entendimento doutrinário de que, entre os deveres inerentes ao poder familiar, destacam-se o dever de convívio, de cuidado, de criação e educação dos filhos, vetores que, por óbvio, envolvem a necessária transmissão de atenção e o acompanhamento do desenvolvimento sócio-psicológico da criança", explicou.

    "E é esse vínculo que deve ser buscado e mensurado, para garantir a proteção do filho quando o sentimento for tão tênue a ponto de não sustentar, por si só, a manutenção física e psíquica do filho, por seus pais -biológicos ou não", acrescentou a ministra Nancy.

    Para a relatora, o cuidado é um valor jurídico apreciável e com repercussão no âmbito da responsabilidade civil, porque constitui fator essencial -e não acessório -no desenvolvimento da personalidade da criança. "Nessa linha de pensamento, é possível se afirmar que tanto pela concepção, quanto pela adoção, os pais assumem obrigações jurídicas em relação à sua prole, que vão além daquelas chamadas necessarium vitae ", asseverou.

    Alienação parental

    A ministra ressalvou que o ato ilícito deve ser demonstrado, assim como o dolo ou culpa do agente. Dessa forma, não bastaria o simples afastamento do pai ou mãe, decorrente de separação, reconhecimento de orientação sexual ou constituição de nova família. "Quem usa de um direito seu não causa dano a ninguém", ponderou.

    Conforme a relatora, algumas hipóteses trazem ainda impossibilidade prática de prestação do cuidado por um dos genitores: limitações financeiras, distâncias geográficas e mesmo alienação parental deveriam servir de excludentes de ilicitude civil.

    Ela destacou que cabe ao julgador, diante dos casos concretos, ponderar também no campo do dano moral, como ocorre no material, a necessidade do demandante e a possibilidade do réu na situação fática posta em juízo, mas sem nunca deixar de prestar efetividade à norma constitucional de proteção dos menores.

    "Apesar das inúmeras hipóteses que poderiam justificar a ausência de pleno cuidado de um dos genitores em relação à sua prole, não pode o julgador se olvidar que deve existir um núcleo mínimo de cuidados parentais com o menor que, para além do mero cumprimento da lei, garantam aos filhos, ao menos quanto à afetividade, condições para uma adequada formação psicológica e inserção social", concluiu.

    A Turma considerou apenas o valor fixado pelo TJSP elevado, mesmo diante do grau das agressões ao dever de cuidado presentes no caso, e reduziu a compensação para R$ 200 mil. Esse valor deve ser atualizado a partir de 26 de novembro de 2008, data do julgamento pelo tribunal paulista. No julgamento do STJ, ficou vencido o ministro Massami Uyeda, que divergiu da maioria.

    STJ

    Então ,busque seus direitos que já estão sendo reconhecidos pelos tribunais superiores.
    Boa Sorte ,e poste aqui novamente contando sobre sua vitória que é certa ,caso comprove
    tudo que alegou ,com testemunhas e documentos se for o caso.
  10. Adv. Antonio Gomes
    05/05/2012 13:58

    Muitas das circunstâncias da vida são criadas por três escolhas básicas: as disciplinas que você decide manter, as pessoas com quem você decide estar; e, as leis que você decide.

    Segundo Letícia Thompson, sobre o livre arbítrio:

    Ninguém melhor que você pode saber o que é bom para a sua vida. Ninguém, com suas experiências, por mais frutuosas que tenham sido, poderá ditar o que você deve ou não fazer.
    Quando estiver diante de uma escolha difícil... quando seu coração disser uma coisa e a razão, acompanhada de amigos, família, namorado ou namorada, disser outra, pense bem.
    Não se deixe levar por uma coisa, nem outra. O coração é facilmente levado por emoções e tem tendência a fazer com que percamos um pouco a nossa razão, ou a capacidade de raciocínio coerente. O coração é um romântico incorrigível!
    Mas a razão sozinha não poderá ditar as regras da sua vida. Nem tampouco os que convivem com você. É preciso levar em conta a suas necessidades de bem-estar. Fazer algo porque todo mundo acha que deve ser assim é absurdo. É muito importante não magoar e nem decepcionar os outros, mas isso não deve ser às custas do sacrifício da própria vontade e necessidade de ser feliz. Ninguém, por mais próximo que seja, poderá decidir o que você vai viver. É sua vida! E você só tem essa!
    É muito fácil dizer o que os outros devem ou não fazer. Não é por que se está de fora que vê-se melhor. A verdade é que decidindo por nós as pessoas tornam-se responsáveis pelas nossas escolhas. Mas isso, pode ter certeza, não passa pela cabeça delas. Se formos infelizes depois elas não vão dizer: "descanse, fique de fora que vou ser infeliz por você, pois a culpa foi minha." E, para falar a verdade, mesmo se fosse o caso, isso não seria possível. Ninguém, sofrendo nossas dores, faz com que dôa menos em nós.
    É digno e honesto cumprir promessas. Mas é desonesto cumpri-las somente por dever, sem que haja um real sentimento movendo essa decisão.
    Ser honesto com os outros é muito bom. Mas, antes, é fundamental ser honesto consigo mesmo.
    Por mais doloroso que seja, por mais difícil que possa parecer, libere-se do que pensam e dizem os outros. Pergunte-se: - o que eu quero para minha vida?
    Uma coisa é certa: talvez você não saiba exatamente o que você quer, mas sabe muito bem o que não quer.
    Quando seu coração estiver brigando com sua razão, tente pensar no que vai te fazer feliz a longo prazo.
    Mas, mais importante ainda, feche seus olhos e se entregue nas Mãos dAquele que nos conhece antes mesmos que fôssemos nós. Mas faça isso de verdade, com sua alma. Ele sabe do nosso amanhã. E Ele não vai decidir por nós, ou impôr, mas vai certamente nos colocar uma luz que vai clarear nosso caminho.
    E fique atento... os sinais aparecerão. E você saberá qual o caminho escolher. Talvez as pessoas mais próximas não entendam, se isso vier a contrariá-las. Mas eu aprendi que na vida habitua-se a tudo.
    Todo ser humano merece respeito. E os que te amam saberão entender.
    E eu digo: tente encontrar o equilíbrio entre o que diz seu coração e a razão. A sua escolha será certa!

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