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  <title>Revista Jus Navigandi</title>
  <updated>2012-02-22T16:28:00-02:00</updated>
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    <title>Reflex&#245;es sobre a inconstitucional usucapi&#227;o institu&#237;da com as altera&#231;&#245;es do Programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221;</title>
    <description type="html">
      <p>A usucapi&#227;o familiar &#233; formalmente inconstitucional, por aus&#234;ncia de urg&#234;ncia e de conex&#227;o com o tema da medida provis&#243;ria, al&#233;m de inserir requisito inovador de car&#225;ter subjetivo, que &#233; o abandono do lar.</p>
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    <author>
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      <name>Leandro Ambros Gallon</name>
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      <title>Reflex&#245;es sobre a inconstitucional usucapi&#227;o institu&#237;da com as altera&#231;&#245;es do Programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221;</title>
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      <summary>A usucapi&#227;o familiar &#233; formalmente inconstitucional, por aus&#234;ncia de urg&#234;ncia e de conex&#227;o com o tema da medida provis&#243;ria, al&#233;m de inserir requisito inovador de car&#225;ter subjetivo, que &#233; o abandono do lar.</summary>
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    <updated>2012-02-22T15:58:00-02:00</updated>
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    <title>Mais algumas reflex&#245;es sobre a desaposenta&#231;&#227;o</title>
    <description type="html">
      <p>O artigo aponta alguns pontos normalmente esquecidos sobre o assunto e rebate certos lugares-comuns propagados pelos mais ferrenhos cr&#237;ticos da desaposenta&#231;&#227;o.</p>
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      <p>O artigo aponta alguns pontos normalmente esquecidos sobre o assunto e rebate certos lugares-comuns propagados pelos mais ferrenhos cr&#237;ticos da desaposenta&#231;&#227;o.</p>
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    <author>
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      <name>Julio Jos&#233; Araujo Junior</name>
    </author>
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      <id>21126</id>
      <title>Mais algumas reflex&#245;es sobre a desaposenta&#231;&#227;o</title>
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      <summary>O artigo aponta alguns pontos normalmente esquecidos sobre o assunto e rebate certos lugares-comuns propagados pelos mais ferrenhos cr&#237;ticos da desaposenta&#231;&#227;o.</summary>
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    <published>2012-02-22T15:56:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-22T15:56:00-02:00</updated>
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    <title>Investiga&#231;&#227;o policial controlada e temporalidade estatal</title>
    <description type="html">
      <p>A investiga&#231;&#227;o controlada &#233; ato decis&#243;rio pol&#237;tico estatal que suspende a normatividade vigente, por ela pr&#243;pria viabilizado, para ingressar na ordem s&#243;cio-econ&#244;mica espont&#226;neas, visando a cognoscibilidade de condutas instabilizadoras sociais.</p>
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    <author>
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      <name>Marcelo Elias Sanches</name>
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      <title>Investiga&#231;&#227;o policial controlada e temporalidade estatal</title>
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    <published>2012-02-22T10:03:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-22T10:03:00-02:00</updated>
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    <title>Redu&#231;&#227;o da maioridade penal: uma afronta &#224; Conven&#231;&#227;o sobre os Direitos das Crian&#231;as</title>
    <description type="html">
      <p>Apresenta-se uma singela proposta para tentar amenizar o problema da redu&#231;&#227;o da maioridade penal e a pr&#225;tica de atos infracionais por adolescentes em conflito com a Lei.</p>
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      <p>Apresenta-se uma singela proposta para tentar amenizar o problema da redu&#231;&#227;o da maioridade penal e a pr&#225;tica de atos infracionais por adolescentes em conflito com a Lei.</p>
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    <author>
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      <name>Marcos Jos&#233; Pinto</name>
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      <title>Redu&#231;&#227;o da maioridade penal: uma afronta &#224; Conven&#231;&#227;o sobre os Direitos das Crian&#231;as</title>
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      <summary>Apresenta-se uma singela proposta para tentar amenizar o problema da redu&#231;&#227;o da maioridade penal e a pr&#225;tica de atos infracionais por adolescentes em conflito com a Lei.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21138</id>
    <published>2012-02-22T09:55:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-22T09:55:00-02:00</updated>
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    <title>A terceiriza&#231;&#227;o, a S&#250;mula 331 do TST e a ADC 16. Breve discuss&#227;o do fen&#244;meno da terceiriza&#231;&#227;o, an&#225;lise da jurisprud&#234;ncia do Tribunal Superior do Trabalho e a (nova) incurs&#227;o do Supremo Tribunal Federal na mat&#233;ria trabalhista</title>
    <description type="html">
      <p>O STF, ao declarar constitucional o &#167;1&#186; do art. 71 da Lei de Licita&#231;&#245;es, nos autos da ADC 16, isentou o Poder P&#250;blico de se responsabilizar pelos direitos dos trabalhadores que lhe prestam servi&#231;o, ao talante de empresas terceirizantes por ele contratadas.</p>
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      <p>O STF, ao declarar constitucional o &#167;1&#186; do art. 71 da Lei de Licita&#231;&#245;es, nos autos da ADC 16, isentou o Poder P&#250;blico de se responsabilizar pelos direitos dos trabalhadores que lhe prestam servi&#231;o, ao talante de empresas terceirizantes por ele contratadas.</p>
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    <author>
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      <name>Alexandre Herculano Ver&#231;osa</name>
    </author>
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      <id>21138</id>
      <title>A terceiriza&#231;&#227;o, a S&#250;mula 331 do TST e a ADC 16.</title>
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      <summary>O STF, ao declarar constitucional o &#167;1&#186; do art. 71 da Lei de Licita&#231;&#245;es, nos autos da ADC 16, isentou o Poder P&#250;blico de se responsabilizar pelos direitos dos trabalhadores que lhe prestam servi&#231;o, ao talante de empresas terceirizantes por ele contratadas.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21114</id>
    <published>2012-02-21T16:26:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-21T16:26:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21114/shopping-center-o-contrato-entre-empreendedor-e-lojistas-natureza-juridica-e-clausulas-polemicas" rel="alternate"/>
    <title>Shopping center - o contrato entre empreendedor e lojistas: natureza jur&#237;dica e cl&#225;usulas pol&#234;micas</title>
    <description type="html">
      <p>As diversas cl&#225;usulas extravagantes de que se comp&#245;e o contrato de shopping center servem apenas para justificar ou garantir o fim econ&#244;mico almejado pelas partes. Tais cl&#225;usulas enquadram-se, portanto, ora no contrato de loca&#231;&#227;o, ora no de presta&#231;&#227;o de servi&#231;os.</p>
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      <name>Armindo de Castro J&#250;nior</name>
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      <title>Shopping center - o contrato entre empreendedor e lojistas: natureza jur&#237;dica e cl&#225;usulas pol&#234;micas</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21133</id>
    <published>2012-02-21T15:44:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-21T15:44:00-02:00</updated>
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    <title>Medidas de car&#225;ter execut&#243;rio e a denega&#231;&#227;o de exequatur</title>
    <description type="html">
      <p>Consagrou-se o posicionamento do STF pela denega&#231;&#227;o de todas as rogat&#243;rias de car&#225;ter execut&#243;rio, de forma a preservar a ordem p&#250;blica, pois sua concess&#227;o, segundo o entendimento, na &#233;poca, dominante, implicaria na execu&#231;&#227;o de ato que no Brasil dependia de autoriza&#231;&#227;o judicial fundamentada.</p>
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      <p>Consagrou-se o posicionamento do STF pela denega&#231;&#227;o de todas as rogat&#243;rias de car&#225;ter execut&#243;rio, de forma a preservar a ordem p&#250;blica, pois sua concess&#227;o, segundo o entendimento, na &#233;poca, dominante, implicaria na execu&#231;&#227;o de ato que no Brasil dependia de autoriza&#231;&#227;o judicial fundamentada.</p>
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    <author>
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      <name>M&#225;rcio Mateus Barbosa J&#250;nior</name>
    </author>
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      <id>21133</id>
      <title>Medidas de car&#225;ter execut&#243;rio e a denega&#231;&#227;o de exequatur</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21099</id>
    <published>2012-02-21T15:36:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-21T15:36:00-02:00</updated>
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    <title>Um olhar sobre o sistema prisional paulista</title>
    <description type="html">
      <p>A exig&#234;ncia de comprova&#231;&#227;o de endere&#231;o fixo e de trabalho formal a pessoas presas por crimes n&#227;o violentos (e que poderiam responder processo em liberdade) aprofunda a desigualdade social e o conflito de classes velado por argumentos jur&#237;dicos.</p>
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      <p>A exig&#234;ncia de comprova&#231;&#227;o de endere&#231;o fixo e de trabalho formal a pessoas presas por crimes n&#227;o violentos (e que poderiam responder processo em liberdade) aprofunda a desigualdade social e o conflito de classes velado por argumentos jur&#237;dicos.</p>
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    <author>
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      <name>Lucas Corr&#234;a Abrantes Pinheiro</name>
    </author>
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      <id>21099</id>
      <title>Um olhar sobre o sistema prisional paulista</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21125</id>
    <published>2012-02-21T09:33:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-21T09:33:00-02:00</updated>
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    <title>A responsabiliza&#231;&#227;o civil e penal por atos praticados na internet</title>
    <description type="html">
      <p>A conduta il&#237;cita praticada na internet tem o mesmo enquadramento jur&#237;dico da conduta il&#237;cita praticada no ambiente social f&#237;sico.</p>
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      <p>A conduta il&#237;cita praticada na internet tem o mesmo enquadramento jur&#237;dico da conduta il&#237;cita praticada no ambiente social f&#237;sico.</p>
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    <author>
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      <name>Luis Gustavo Freitas da Silva</name>
    </author>
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      <title>A responsabiliza&#231;&#227;o civil e penal por atos praticados na internet</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21108</id>
    <published>2012-02-21T08:55:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-21T08:55:00-02:00</updated>
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    <title>Usurpa&#231;&#227;o mineral e defesa do patrim&#244;nio p&#250;blico</title>
    <description type="html">
      <p>A extra&#231;&#227;o de min&#233;rio sem t&#237;tulo autorizativo &#233; atentat&#243;ria &#224; legalidade e lesiva ao patrim&#244;nio p&#250;blico. O extrator assenhora para si a riqueza mineral do Estado, ao inv&#233;s de promover a gera&#231;&#227;o de riquezas e desenvolvimento em favor de toda a nossa sociedade, devendo ressarcir a Uni&#227;o pelo preju&#237;zo causado.</p>
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      <p>A extra&#231;&#227;o de min&#233;rio sem t&#237;tulo autorizativo &#233; atentat&#243;ria &#224; legalidade e lesiva ao patrim&#244;nio p&#250;blico. O extrator assenhora para si a riqueza mineral do Estado, ao inv&#233;s de promover a gera&#231;&#227;o de riquezas e desenvolvimento em favor de toda a nossa sociedade, devendo ressarcir a Uni&#227;o pelo preju&#237;zo causado.</p>
    </content>
    <author>
      <name/>
      <name>Valkiria Silva Santos Martins</name>
    </author>
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      <id>21108</id>
      <title>Usurpa&#231;&#227;o mineral e defesa do patrim&#244;nio p&#250;blico</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21132</id>
    <published>2012-02-20T15:55:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-20T15:55:00-02:00</updated>
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    <title>A inefici&#234;ncia brasileira, o aux&#237;lio direto e as novas perspectivas da coopera&#231;&#227;o jur&#237;dica internacional no direito brasileiro</title>
    <description type="html">
      <p>Infelizmente, a resist&#234;ncia &#224; coopera&#231;&#227;o jur&#237;dica internacional n&#227;o se revela apenas na autoridade judici&#225;ria brasileira. As autoridades judici&#225;rias e os sistemas jur&#237;dicos internos de todo o mundo s&#227;o ainda muito avessos &#224; integra&#231;&#227;o internacional.</p>
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      <p>Infelizmente, a resist&#234;ncia &#224; coopera&#231;&#227;o jur&#237;dica internacional n&#227;o se revela apenas na autoridade judici&#225;ria brasileira. As autoridades judici&#225;rias e os sistemas jur&#237;dicos internos de todo o mundo s&#227;o ainda muito avessos &#224; integra&#231;&#227;o internacional.</p>
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    <author>
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      <name>M&#225;rcio Mateus Barbosa J&#250;nior</name>
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      <id>21132</id>
      <title>A inefici&#234;ncia brasileira, o aux&#237;lio direto e as novas perspectivas da coopera&#231;&#227;o jur&#237;dica internacional no direito brasileiro</title>
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      <summary>Infelizmente, a resist&#234;ncia &#224; coopera&#231;&#227;o jur&#237;dica internacional n&#227;o se revela apenas na autoridade judici&#225;ria brasileira. As autoridades judici&#225;rias e os sistemas jur&#237;dicos internos de todo o mundo s&#227;o ainda muito avessos &#224; integra&#231;&#227;o internacional.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21109</id>
    <published>2012-02-20T14:07:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-20T14:07:00-02:00</updated>
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    <title>C&#226;mara Municipal - Personalidade jur&#237;dica - Patrim&#244;nio pr&#243;prio - Reforma para instala&#231;&#227;o de sede - Licita&#231;&#227;o</title>
    <description type="html">
      <p>A C&#226;mara Municipal, em que pese n&#227;o possuir personalidade jur&#237;dica, re&#250;ne condi&#231;&#245;es para a aquisi&#231;&#227;o de im&#243;vel em seu nome, assim como para a constru&#231;&#227;o ou reforma de seu edif&#237;cio-sede.</p>
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    <author>
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      <name>Guilherme Luis da Silva Tambellini</name>
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      <id>21109</id>
      <title>C&#226;mara Municipal - Personalidade jur&#237;dica - Patrim&#244;nio pr&#243;prio - Reforma para instala&#231;&#227;o de sede - Licita&#231;&#227;o</title>
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      <summary>A C&#226;mara Municipal, em que pese n&#227;o possuir personalidade jur&#237;dica, re&#250;ne condi&#231;&#245;es para a aquisi&#231;&#227;o de im&#243;vel em seu nome, assim como para a constru&#231;&#227;o ou reforma de seu edif&#237;cio-sede.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21113</id>
    <published>2012-02-20T11:06:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-20T11:06:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21113/extracao-de-minerais-sob-o-regime-de-licenciamento" rel="alternate"/>
    <title>Extra&#231;&#227;o de minerais sob o regime de licenciamento</title>
    <description type="html">
      <p>O Departamento Nacional de Produ&#231;&#227;o Mineral promove seguidas altera&#231;&#245;es em suas normas, certamente com a inten&#231;&#227;o de aperfei&#231;oar o gerenciamento dos bens minerais do pa&#237;s. Contudo, os mineradores n&#227;o acompanham as mudan&#231;as e por vezes s&#227;o prejudicados por aus&#234;ncia de informa&#231;&#227;o.</p>
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    <author>
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      <name>Lidiane Bahiense Guio</name>
    </author>
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      <id>21113</id>
      <title>Extra&#231;&#227;o de minerais sob o regime de licenciamento</title>
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      <summary>O Departamento Nacional de Produ&#231;&#227;o Mineral promove seguidas altera&#231;&#245;es em suas normas, certamente com a inten&#231;&#227;o de aperfei&#231;oar o gerenciamento dos bens minerais do pa&#237;s. Contudo, os mineradores n&#227;o acompanham as mudan&#231;as e por vezes s&#227;o prejudicados por aus&#234;ncia de informa&#231;&#227;o.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21121</id>
    <published>2012-02-20T10:18:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-20T10:18:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21121/atividade-policial-no-ambito-federal-o-problema-da-ma-gestao-dos-recursos" rel="alternate"/>
    <title>Atividade policial no &#226;mbito federal: o problema da m&#225; gest&#227;o dos recursos</title>
    <description type="html">
      <p>A configura&#231;&#227;o log&#237;stica atual dos &#243;rg&#227;os federais de seguran&#231;a p&#250;blica mostra que n&#227;o h&#225; uma real igualdade na presta&#231;&#227;o dos servi&#231;os pelas pol&#237;cias federais. A m&#225; distribui&#231;&#227;o da atividade policial federal nos faz questionar se a defici&#234;ncia na presta&#231;&#227;o dos servi&#231;os por esses &#243;rg&#227;os &#233; resultado da uma gest&#227;o ineficiente ou de descaso pol&#237;tico.</p>
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    <author>
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      <name>Fabio Trevisan Moraes</name>
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      <id>21121</id>
      <title>Atividade policial no &#226;mbito federal: o problema da m&#225; gest&#227;o dos recursos</title>
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      <summary>A configura&#231;&#227;o log&#237;stica atual dos &#243;rg&#227;os federais de seguran&#231;a p&#250;blica mostra que n&#227;o h&#225; uma real igualdade na presta&#231;&#227;o dos servi&#231;os pelas pol&#237;cias federais. A m&#225; distribui&#231;&#227;o da atividade policial federal nos faz questionar se a defici&#234;ncia na presta&#231;&#227;o dos servi&#231;os por esses &#243;rg&#227;os &#233; resultado da uma gest&#227;o ineficiente ou de descaso pol&#237;tico.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21115</id>
    <published>2012-02-20T08:02:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-20T08:02:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21115/a-contribuicao-efetiva-da-lei-no-11-441-2007-na-vida-dos-jurisdicionados-da-comarca-de-rolandia-pr" rel="alternate"/>
    <title>A contribui&#231;&#227;o efetiva da Lei n&#186; 11.441/2007 na vida dos jurisdicionados da comarca de Rol&#226;ndia (PR)</title>
    <description type="html">
      <p>Os objetivos tra&#231;ados pela Lei 11.441/2007 foram plena e positivamente atingidos. Veio para facilitar o acesso &#224; justi&#231;a e desburocratizou os procedimentos de jurisdi&#231;&#227;o volunt&#225;ria (de separa&#231;&#227;o, div&#243;rcio, invent&#225;rio e partilha consensuais), eliminando etapas desnecess&#225;rias de um processo longo e desgastante.</p>
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    <author>
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      <name>Aline Sorprezo de Almeida</name>
    </author>
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      <id>21115</id>
      <title>A contribui&#231;&#227;o efetiva da Lei n&#186; 11.441/2007 na vida dos jurisdicionados da comarca de Rol&#226;ndia (PR)</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21103</id>
    <published>2012-02-19T16:07:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-19T16:07:00-02:00</updated>
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    <title>Foro por prerrogativa de fun&#231;&#227;o ou privilegiado</title>
    <description type="html">
      <p>Se a pretens&#227;o do legislador ao estabelecer foro por prerrogativa de fun&#231;&#227;o tinha a inten&#231;&#227;o de proteger a fun&#231;&#227;o e o exerc&#237;cio das atividades inerentes ao cargo, ocorre que, na pr&#225;tica, tornou-se foro privilegiado, constitucionalmente vedado, sin&#244;nimo de impunidade.</p>
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    </content>
    <author>
      <name/>
      <name>Raphael Narcizo</name>
    </author>
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      <id>21103</id>
      <title>Foro por prerrogativa de fun&#231;&#227;o ou privilegiado</title>
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      <summary>Se a pretens&#227;o do legislador ao estabelecer foro por prerrogativa de fun&#231;&#227;o tinha a inten&#231;&#227;o de proteger a fun&#231;&#227;o e o exerc&#237;cio das atividades inerentes ao cargo, ocorre que, na pr&#225;tica, tornou-se foro privilegiado, constitucionalmente vedado, sin&#244;nimo de impunidade.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21129</id>
    <published>2012-02-19T14:05:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-19T14:05:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21129/o-principio-da-funcao-social-do-contrato-enunciado-no-artigo-421-do-codigo-civil-brasileiro" rel="alternate"/>
    <title>O princ&#237;pio da fun&#231;&#227;o social do contrato enunciado no artigo 421 do C&#243;digo Civil brasileiro</title>
    <description type="html">
      <p>&#201; poss&#237;vel a revis&#227;o judicial dos contratos motivada pela fun&#231;&#227;o social, sempre que os efeitos externos do contrato prejudiquem injustamente os interesses da outra parte, da comunidade ou de terceiros, estranhos ao v&#237;nculo contratual.</p>
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    <author>
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      <name>Saul Jos&#233; Busnello</name>
    </author>
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      <id>21129</id>
      <title>O princ&#237;pio da fun&#231;&#227;o social do contrato enunciado no artigo 421 do C&#243;digo Civil brasileiro</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21122</id>
    <published>2012-02-19T11:10:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-19T11:10:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21122/dirigir-embriagado-uma-conduta-varias-consequencias" rel="alternate"/>
    <title>Dirigir embriagado: uma conduta, v&#225;rias consequ&#234;ncias. Breve saga hist&#243;rica</title>
    <description type="html">
      <p>Das reda&#231;&#245;es dos par&#225;grafos segundo e terceiro do artigo 277 do CTB, infere-se que o legislador se excedeu, incorrendo em verdadeiro bis in idem. Dever&#227;o os agentes e as autoridades de tr&#226;nsito dar uma interpreta&#231;&#227;o conforme para as normas, afastando as penalidades em not&#243;ria duplicidade.</p>
    </description>
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      <p>Das reda&#231;&#245;es dos par&#225;grafos segundo e terceiro do artigo 277 do CTB, infere-se que o legislador se excedeu, incorrendo em verdadeiro bis in idem. Dever&#227;o os agentes e as autoridades de tr&#226;nsito dar uma interpreta&#231;&#227;o conforme para as normas, afastando as penalidades em not&#243;ria duplicidade.</p>
    </content>
    <author>
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      <name>Valdenir Jo&#227;o Gulli</name>
    </author>
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      <id>21122</id>
      <title>Dirigir embriagado: uma conduta, v&#225;rias consequ&#234;ncias.</title>
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      <summary>Das reda&#231;&#245;es dos par&#225;grafos segundo e terceiro do artigo 277 do CTB, infere-se que o legislador se excedeu, incorrendo em verdadeiro bis in idem. Dever&#227;o os agentes e as autoridades de tr&#226;nsito dar uma interpreta&#231;&#227;o conforme para as normas, afastando as penalidades em not&#243;ria duplicidade.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21120</id>
    <published>2012-02-19T10:07:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-19T10:07:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21120/direito-e-musica-aproximacoes-para-uma-razao-sensivel" rel="alternate"/>
    <title>Direito e m&#250;sica: aproxima&#231;&#245;es para uma "raz&#227;o sens&#237;vel"</title>
    <description type="html">
      <p>Para se chegar &#224; justi&#231;a, a interpreta&#231;&#227;o/aplica&#231;&#227;o do direito carece de elementos pr&#243;prios da est&#233;tica, notadamente da sensibilidade, sob pena de fazer do direito e da justi&#231;a duas realidades diversas e inconcili&#225;veis.</p>
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    </content>
    <author>
      <name/>
      <name>Jos&#233; Ricardo Alvarez Vianna</name>
    </author>
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      <id>21120</id>
      <title>Direito e m&#250;sica: aproxima&#231;&#245;es para uma "raz&#227;o sens&#237;vel"</title>
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      <summary>Para se chegar &#224; justi&#231;a, a interpreta&#231;&#227;o/aplica&#231;&#227;o do direito carece de elementos pr&#243;prios da est&#233;tica, notadamente da sensibilidade, sob pena de fazer do direito e da justi&#231;a duas realidades diversas e inconcili&#225;veis.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21131</id>
    <published>2012-02-19T08:10:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-19T08:10:00-02:00</updated>
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    <title>O aux&#237;lio direto judicial e administrativo</title>
    <description type="html">
      <p>N&#227;o h&#225; raz&#245;es principiol&#243;gicas para manter a compet&#234;ncia em um &#250;nico &#243;rg&#227;o judicial para o reconhecimento ou deliba&#231;&#227;o de atos jurisdicionais estrangeiros, devendo haver urgente altera&#231;&#227;o constitucional, para consagrar, na plenitude, o aux&#237;lio direto entre ju&#237;zes de estados diversos.</p>
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      <p>N&#227;o h&#225; raz&#245;es principiol&#243;gicas para manter a compet&#234;ncia em um &#250;nico &#243;rg&#227;o judicial para o reconhecimento ou deliba&#231;&#227;o de atos jurisdicionais estrangeiros, devendo haver urgente altera&#231;&#227;o constitucional, para consagrar, na plenitude, o aux&#237;lio direto entre ju&#237;zes de estados diversos.</p>
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    <author>
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      <name>M&#225;rcio Mateus Barbosa J&#250;nior</name>
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      <id>21131</id>
      <title>O aux&#237;lio direto judicial e administrativo</title>
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      <summary>N&#227;o h&#225; raz&#245;es principiol&#243;gicas para manter a compet&#234;ncia em um &#250;nico &#243;rg&#227;o judicial para o reconhecimento ou deliba&#231;&#227;o de atos jurisdicionais estrangeiros, devendo haver urgente altera&#231;&#227;o constitucional, para consagrar, na plenitude, o aux&#237;lio direto entre ju&#237;zes de estados diversos.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21128</id>
    <published>2012-02-18T15:50:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-18T15:50:00-02:00</updated>
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    <title>Responsabilidade civil subjetiva do advogado profissional liberal</title>
    <description type="html">
      <p>Apesar do C&#243;digo Civil de 2002 estipular responsabilidade subjetiva quando a atividade normalmente desenvolvida pelo agente representar potencial risco de dano, a exemplo do exerc&#237;cio da advocacia, a responsabilidade civil do advogado manteve-se subjetiva.</p>
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      <p>Apesar do C&#243;digo Civil de 2002 estipular responsabilidade subjetiva quando a atividade normalmente desenvolvida pelo agente representar potencial risco de dano, a exemplo do exerc&#237;cio da advocacia, a responsabilidade civil do advogado manteve-se subjetiva.</p>
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    <author>
      <name/>
      <name>Saul Jos&#233; Busnello, Vitor Hugo Pasqualini</name>
    </author>
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      <id>21128</id>
      <title>Responsabilidade civil subjetiva do advogado profissional liberal</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21123</id>
    <published>2012-02-18T14:36:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-18T14:36:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21123/limites-da-defesa-escrita-nos-processos-administrativos-de-autuacoes-por-infracoes-de-transito" rel="alternate"/>
    <title>Limites da defesa escrita nos processos administrativos de autua&#231;&#245;es por infra&#231;&#245;es de tr&#226;nsito</title>
    <description type="html">
      <p>A informa&#231;&#227;o do site do DETRAN do Estado de S&#227;o Paulo leva o cidad&#227;o a um engano, pois restringe a prerrogativa constitucional de ampla defesa em quaisquer processos, dando a entender que apenas ser&#227;o recebidas as defesas pr&#233;vias que ataquem os v&#237;cios formais dos autos.</p>
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    <content type="html">
      <p>A informa&#231;&#227;o do site do DETRAN do Estado de S&#227;o Paulo leva o cidad&#227;o a um engano, pois restringe a prerrogativa constitucional de ampla defesa em quaisquer processos, dando a entender que apenas ser&#227;o recebidas as defesas pr&#233;vias que ataquem os v&#237;cios formais dos autos.</p>
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    <author>
      <name/>
      <name>Valdenir Jo&#227;o Gulli</name>
    </author>
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      <id>21123</id>
      <title>Limites da defesa escrita nos processos administrativos de autua&#231;&#245;es por infra&#231;&#245;es de tr&#226;nsito</title>
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      <summary>A informa&#231;&#227;o do site do DETRAN do Estado de S&#227;o Paulo leva o cidad&#227;o a um engano, pois restringe a prerrogativa constitucional de ampla defesa em quaisquer processos, dando a entender que apenas ser&#227;o recebidas as defesas pr&#233;vias que ataquem os v&#237;cios formais dos autos.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21124</id>
    <published>2012-02-18T11:11:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-18T11:11:00-02:00</updated>
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    <title>Democracia participativa: autoconvoca&#231;&#227;o de referendos e plebiscitos pela popula&#231;&#227;o. An&#225;lise do caso brasileiro</title>
    <description type="html">
      <p>Para que a utiliza&#231;&#227;o do plebiscito, do referendo e da iniciativa popular seja uma realidade cont&#237;nua, &#233; necess&#225;rio o fortalecimento de uma cultura democr&#225;tica participativa, fun&#231;&#227;o esta que tem na educa&#231;&#227;o um papel essencial. O Congresso Nacional teme perder prerrogativas com a aplica&#231;&#227;o dos mecanismos e busca refrear sua utiliza&#231;&#227;o.</p>
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    <author>
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      <name>Ruy Samuel Esp&#237;ndola</name>
    </author>
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      <id>21124</id>
      <title>Democracia participativa: autoconvoca&#231;&#227;o de referendos e plebiscitos pela popula&#231;&#227;o.</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21134</id>
    <published>2012-02-18T10:10:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-18T10:10:00-02:00</updated>
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    <title>O novo C&#243;digo de Processo Civil e o aux&#237;lio direto. Contexto do direito brasileiro contempor&#226;neo</title>
    <description type="html">
      <p>Defende-se o procedimento de aux&#237;lio direto na coopera&#231;&#227;o jur&#237;dica internacional, especialmente na viabiliza&#231;&#227;o de cumprimento de medidas cautelares (emergenciais) em mat&#233;ria civil, no &#226;mbito do substitutivo apresentado pelo Senador Valter Pereira, relator do Projeto do novo CPC.</p>
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      <p>Defende-se o procedimento de aux&#237;lio direto na coopera&#231;&#227;o jur&#237;dica internacional, especialmente na viabiliza&#231;&#227;o de cumprimento de medidas cautelares (emergenciais) em mat&#233;ria civil, no &#226;mbito do substitutivo apresentado pelo Senador Valter Pereira, relator do Projeto do novo CPC.</p>
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    <author>
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      <name>M&#225;rcio Mateus Barbosa J&#250;nior</name>
    </author>
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      <id>21134</id>
      <title>O novo C&#243;digo de Processo Civil e o aux&#237;lio direto.</title>
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      <summary>Defende-se o procedimento de aux&#237;lio direto na coopera&#231;&#227;o jur&#237;dica internacional, especialmente na viabiliza&#231;&#227;o de cumprimento de medidas cautelares (emergenciais) em mat&#233;ria civil, no &#226;mbito do substitutivo apresentado pelo Senador Valter Pereira, relator do Projeto do novo CPC.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21130</id>
    <published>2012-02-18T09:14:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-18T09:14:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21130/a-caracterizacao-da-justa-causa-baseada-na-pratica-constante-de-jogos-de-azar" rel="alternate"/>
    <title>A caracteriza&#231;&#227;o da justa causa baseada na pr&#225;tica constante de jogos de azar.</title>
    <description type="html">
      <p>Embora pouco se aborde esse tipo de justa causa, os jogos de azar t&#234;m muitas peculiaridades as quais acabam gerando muita diverg&#234;ncia.</p>
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      <p>Embora pouco se aborde esse tipo de justa causa, os jogos de azar t&#234;m muitas peculiaridades as quais acabam gerando muita diverg&#234;ncia.</p>
    </content>
    <author>
      <name/>
      <name>Mauricio Antonacci Krieger</name>
    </author>
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      <id>21130</id>
      <title>A caracteriza&#231;&#227;o da justa causa baseada na pr&#225;tica constante de jogos de azar.</title>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21119</id>
    <published>2012-02-17T16:55:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-17T16:55:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21119/comentarios-sobre-o-regime-diferenciado-de-contratacoes-publicas" rel="alternate"/>
    <title>Coment&#225;rios sobre o regime diferenciado de contrata&#231;&#245;es p&#250;blicas</title>
    <description type="html">
      <p>Ao se imaginar os procedimentos burocr&#225;ticos em todas as etapas at&#233; que obtenha uma arena esportiva nos padr&#245;es ol&#237;mpicos ou FIFA, ou ainda, ao se calcular o tempo necess&#225;rio ao correto planejamento e execu&#231;&#227;o dos procedimentos da licita&#231;&#227;o, recursos, contrata&#231;&#227;o e execu&#231;&#227;o, fiscaliza&#231;&#227;o etc, &#233; realmente dif&#237;cil crer que a lei do RDC possa ser efetiva.</p>
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    <author>
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      <name>Vitor Trigo Monteiro</name>
    </author>
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      <id>21119</id>
      <title>Coment&#225;rios sobre o regime diferenciado de contrata&#231;&#245;es p&#250;blicas</title>
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      <summary>Ao se imaginar os procedimentos burocr&#225;ticos em todas as etapas at&#233; que obtenha uma arena esportiva nos padr&#245;es ol&#237;mpicos ou FIFA, ou ainda, ao se calcular o tempo necess&#225;rio ao correto planejamento e execu&#231;&#227;o dos procedimentos da licita&#231;&#227;o, recursos, contrata&#231;&#227;o e execu&#231;&#227;o, fiscaliza&#231;&#227;o etc, &#233; realmente dif&#237;cil crer que a lei do RDC possa ser efetiva.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21118</id>
    <published>2012-02-17T16:41:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-17T16:41:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21118/a-inconstitucionalidade-da-nova-taxa-do-estado-de-minas-gerais-tfrm" rel="alternate"/>
    <title>A inconstitucionalidade da nova taxa do estado de Minas Gerais (TFRM)</title>
    <description type="html">
      <p>Nada obsta que os Estados participem da fiscaliza&#231;&#227;o da extra&#231;&#227;o mineral, mas do ponto de vista financeiro e econ&#244;mico a taxa n&#227;o possui fundamento de validade, diga-se, motiva&#231;&#227;o.</p>
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    </content>
    <author>
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      <name>Fernando Mota dos Santos</name>
    </author>
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      <id>21118</id>
      <title>A inconstitucionalidade da nova taxa do estado de Minas Gerais (TFRM)</title>
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      <summary>Nada obsta que os Estados participem da fiscaliza&#231;&#227;o da extra&#231;&#227;o mineral, mas do ponto de vista financeiro e econ&#244;mico a taxa n&#227;o possui fundamento de validade, diga-se, motiva&#231;&#227;o.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21117</id>
    <published>2012-02-17T15:16:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-17T15:16:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21117/prazo-prescricional-nos-tributos-lancados-por-homologacao" rel="alternate"/>
    <title>Prazo prescricional nos tributos lan&#231;ados por homologa&#231;&#227;o. Mudan&#231;a de entendimento dos tribunais superiores ap&#243;s a entrada em vigor da Lei Complementar n&#186; 118/2005: tese dos "cinco mais cinco"</title>
    <description type="html">
      <p>Nos tributos lan&#231;ados por homologa&#231;&#227;o, o prazo prescricional de 10 anos somente cabe quando o sujeito passivo, concomitantemente, tenha realizado o pagamento e ajuizado a respectiva a&#231;&#227;o de repeti&#231;&#227;o de ind&#233;bito at&#233; o dia 08/06/2005.</p>
    </description>
    <content type="html">
      <p>Nos tributos lan&#231;ados por homologa&#231;&#227;o, o prazo prescricional de 10 anos somente cabe quando o sujeito passivo, concomitantemente, tenha realizado o pagamento e ajuizado a respectiva a&#231;&#227;o de repeti&#231;&#227;o de ind&#233;bito at&#233; o dia 08/06/2005.</p>
    </content>
    <author>
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      <name>Tiago Barreto Casado</name>
    </author>
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      <id>21117</id>
      <title>Prazo prescricional nos tributos lan&#231;ados por homologa&#231;&#227;o.</title>
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      <summary>Nos tributos lan&#231;ados por homologa&#231;&#227;o, o prazo prescricional de 10 anos somente cabe quando o sujeito passivo, concomitantemente, tenha realizado o pagamento e ajuizado a respectiva a&#231;&#227;o de repeti&#231;&#227;o de ind&#233;bito at&#233; o dia 08/06/2005.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21116</id>
    <published>2012-02-17T14:55:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-17T14:55:00-02:00</updated>
    <link type="text/html" href="http://jus.com.br/revista/texto/21116/greve-na-policia-militar-legalidade-versus-legitimidade" rel="alternate"/>
    <title>Greve na Pol&#237;cia Militar: legalidade versus legitimidade</title>
    <description type="html">
      <p>A solu&#231;&#227;o que nos parece vi&#225;vel &#233; emendar a Constitui&#231;&#227;o para conceder o direito de sindicaliza&#231;&#227;o e de greve ao policial militar, cabendo &#224; legisla&#231;&#227;o ordin&#225;ria regulament&#225;-lo como atividade essencial. Aqueles grevistas que participarem do movimento portando armas, invadindo estabelecimentos e disseminando o p&#226;nico com atos de viol&#234;ncia devem ficar sujeitos &#224;s penas do C&#243;digo Penal Militar e no C&#243;digo Penal comum, sem a possibilidade de anistia.</p>
    </description>
    <content type="html">
      <p>A solu&#231;&#227;o que nos parece vi&#225;vel &#233; emendar a Constitui&#231;&#227;o para conceder o direito de sindicaliza&#231;&#227;o e de greve ao policial militar, cabendo &#224; legisla&#231;&#227;o ordin&#225;ria regulament&#225;-lo como atividade essencial. Aqueles grevistas que participarem do movimento portando armas, invadindo estabelecimentos e disseminando o p&#226;nico com atos de viol&#234;ncia devem ficar sujeitos &#224;s penas do C&#243;digo Penal Militar e no C&#243;digo Penal comum, sem a possibilidade de anistia.</p>
    </content>
    <author>
      <name/>
      <name>Marcelo Rodrigues Prata</name>
    </author>
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      <title>Greve na Pol&#237;cia Militar: legalidade versus legitimidade</title>
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      <summary>A solu&#231;&#227;o que nos parece vi&#225;vel &#233; emendar a Constitui&#231;&#227;o para conceder o direito de sindicaliza&#231;&#227;o e de greve ao policial militar, cabendo &#224; legisla&#231;&#227;o ordin&#225;ria regulament&#225;-lo como atividade essencial. Aqueles grevistas que participarem do movimento portando armas, invadindo estabelecimentos e disseminando o p&#226;nico com atos de viol&#234;ncia devem ficar sujeitos &#224;s penas do C&#243;digo Penal Militar e no C&#243;digo Penal comum, sem a possibilidade de anistia.</summary>
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    <id>tag:jus.com.br,2010:Article/21110</id>
    <published>2012-02-17T11:03:00-02:00</published>
    <updated>2012-02-17T11:03:00-02:00</updated>
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    <title>Cresce o n&#250;mero de sequestros rel&#226;mpagos e n&#227;o h&#225; solu&#231;&#227;o legislativa razo&#225;vel</title>
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      <p>N&#227;o &#233; por meio do rigor punitivo que se pode pretender combater a criminalidade. No caso de sequestro rel&#226;mpago, a experi&#234;ncia demonstra que o aumento do rigor incentiva o crescimento da pr&#225;tica de tais delitos.</p>
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      <p>N&#227;o &#233; por meio do rigor punitivo que se pode pretender combater a criminalidade. No caso de sequestro rel&#226;mpago, a experi&#234;ncia demonstra que o aumento do rigor incentiva o crescimento da pr&#225;tica de tais delitos.</p>
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      <name>Sidio Rosa de Mesquita J&#250;nior</name>
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      <id>21110</id>
      <title>Cresce o n&#250;mero de sequestros rel&#226;mpagos e n&#227;o h&#225; solu&#231;&#227;o legislativa razo&#225;vel</title>
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