Perguntas, Respostas e Comentários de Carlos Jorge

  • comentou em O sigilo advogado-cliente é sagrado, Moraes!

    Domingo, 08 de outubro de 2017, 10h48min

    Nada é absoluto perante a CF/88. Até o direito a vida é relativo. Dizer que o sigilo entre advogado e cliente é sagrado é muita pretensão ignóbil, para não dizer outros adjetivos. Nem todo advogado é honesto e trabalha de forma lícita, principalmente quando se atua na área criminal. A pressão por parte dos criminosos é muito grande e há há muito envolvimento, até pessoal entre advogado e o criminoso. Diante de um advogado coparticipante, subserviente e gananciosos esse sigilo deve ser quebrado, pois antes do direito individual deve prevalecer o direito e o interesse coletivo, mais ainda no Brasil de hoje. Advogado que conhece o seu mister de fato defende o seu cliente sem tangenciar pela ilegalidade, moralidade e honestidade. O sinônimo de advogado não é corrupto, ladrão, safado, como somos, normalmente, reconhecidos. Os bons advogados estão pagando pela fama dos maus "profissionais" do direito.

  • comentou em Brevíssima análise de uma decisão judicial à luz do princípio do in dubio pro reo

    Domingo, 24 de setembro de 2017, 9h38min

    Mais um metido a defensor de bandido e marginais que assaltam os cofres da nação brasileira. Se fosse Lula um João ninguém, um pé rapado, esse mesmo dito "promotor de justiça", caso a acusação fosse sua e a decisão de um juiz qualquer escreveria o artigo tecendo elogios infindáveis ao Juiz, pela notável decisão. Ora, se fôssemos desclassificar as testemunhas teriam que ser as dos dois lados, visto que as testemunhas arroladas pelo Sr. Lula não falaram a verdade. Aliás, para dizer a verdade, praticamente todas seguiram o princípio do Lula que sempre afirma que NADA SABE, NÃO TEM CONHECIMENTO E NUNCA OUVIU DIZER. As declarações das testemunhas de acusação, por sua vez, mesmo sendo de delatores que buscam benefícios pessoais, apontaram números, dias e as provas. LULA não foi condenado pelas testemunhas, mas pelas provas evidentes, circunstanciais e lógicas juntadas aos autos. E para quem tem um curriculum desse promotor, se for verdadeiro, não venha afirmar que o crime não existiu por inexistir provas ou que elas estão contaminadas. Se queria uma assinatura do Lula em documento, certamente, em nenhum de seus crimes vão encontrar. Ele é muito esperto para isso. Existem uma série de crimes no CP que não exigem provas materiais para que o autor seja condenado. Corrupção, calunia, estupro, difamação etc... sempre se condena com base em provas produzidas apenas por testemunhas.

  • comentou em Polícia Federal, carreira única e a manutenção de castas.

    Terça, 20 de maio de 2014, 11h56min

    A figura do DELEGADO de Policia Federal só apareceu em 1978. Até então delegado era apenas o chefe da delegacia, mas a sua função era INSPETOR DE POLICIA FEDERAL. As demais denominações funcionais eram as mesma de hoje. O conceito da palavra delegado não reflete a atividade dos presidente de inquérito policial, pois no IP ele seria um autoridade e delegado não é autoridade, mas age em nome de uma autoridade que lhe delegou para exercer uma determinada função durante um certo tempo e não vitalício. Delegado ou Xerife nos EUA são eleitor pelo povo para exercer durante um certo tempo a chefia de uma corporação policial. E não me venha com a lorota que o Estado delegou ao delegado de policia a função de fazer justiça ou ser parte do sistema judicial. A CF/88 quando quis fazê-lo o fez claramente - JUIZ, PROMOTORES E ADVOGADO e somente eles são donos da delegação de fazer justiça. POLICIA é uma atividade de ciclo completo, é CARREIRA ÚNICA- DELEGADO AGENTE PERITO ESCRIVÃO não são CARGOS mas FUNÇÕES ou ATIVIDADES de uma CARGO chamado POLICIAL. O cargo de POLICIAL tem a função primeira de garantir a segurança pública e de levantar as provas e indicar o possível autor de delitos praticados contra as normas de conduta social. Dentro desse CARGO ÚNICO OU CARREIRA ÚNICA COM CARGO ÚNICO tem as funções ou atividades especificas onde cada um faz um pouco para se chegar ao todo. O delegado jamais conseguiria atingir o objetivo de sua função sem os seus colaboradores (não subalternos) numa hierarquia FUNCIONAL ou seja de funções.

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