A advocacia é considerada atividade essencial para a administração da justiça. Daí a importância do advogado na sociedade, pode deter a capacidade de postular os interesses das pessoas em juízo ou fora dele uma dessas formas as praticas colaborativas.

Resumo: A advocacia é considerada como uma das atividades essenciais para a administração da justiça. Daí a importância do advogado na sociedade, uma vez que ele detém a capacidade de postular os interesses das pessoas em juízo ou fora dele e também de prestar assessoria e consultoria. Surge nesse meio o papel do advogado como negociador, aquele capaz de solucionar conflitos de uma forma mais célere, antes mesmo de se formar um litígio.

Palavras-chave: Colaborativa. Litigio. Conciliação. Celeridade. Negociação.

Summary: Advocacy is considered to be one of the essential activities for the administration of justice. Hence the importance of the lawyer in society, since he has the ability to postulate the interests of people in court or out of court and also to provide advice and advice. The role of the lawyer as negotiator, the one capable of solving conflicts more quickly, even before litigation is formed.

Keywords: Collaborative. Litigation. Conciliation. Celerity. Negotiation.

Sumário: 1. Introdução. 2. O objeto na prática colaborativa. 3. Benefícios. Referências.

1. Introdução:

Pratica colaborativa na advocacia e um processo que se cria soluções compartilhadas reconhecendo as mais altas prioridades de todos os envolvidos, de forma que a resolução de disputas voluntária em que os partidos se contentar sem recorrer a processos judiciais.

Um profissional colaborativo, advogados na celebração de acordos entre as partes litigantes, antes mesmo de se levar tal conflito para o judiciário, ou seja, criando uma situação de cooperação, buscando com isso uma solução mais viável, e sem a perda de tempo, e ainda o que e mais importante, não sendo necessário ir ate o judiciário, que na atualidade esta inflamando com tantos litígios, que na visão deste novo meio de solução de conflitos, será favorável aos reais interessados na causa.

Diante disso podemos dizer que para ser um bom profissional colaborativo e preciso manter o sigilo sobre o acordo que fora tratado em momento oportuno, visto que esta e a principal idéia, com este acordo preliminar, entre os advogados, fazem com que os advogados litigantes deixem de ser uma ameaça mutua.

2. O objeto na prática colaborativa:

A advocacia colaborativa e eficiente aliado de pessoas físicas ejurídicas na solução de litígios.  As famílias já perceberam que processos demorados não precisa ser a primeira opção para a solução de litígios. Ideias de forma que as partes podemcontar com e profissionais  na área da saúde mental e financeira cujo engajamento desses profissionais venha da melhor forma  termina com a realização de qualquer contestação via processo judicial e começam a surgir como lampejos, em escritórios de advocacia e escritórios executivos corporativos.

As Práticas Colaborativas são um método não adversarial e extrajudicial de gestão de conflitos, que conta com uma equipe multidisciplinar nas Práticas Colaborativas os advogados de ambas as partes trabalham em parceria e assumem o compromisso de não recorrer ao Judiciário caso o acordo não seja alcançado. Para tanto, é assinado um termo de compromisso com cláusula específica de não litigância e confidencialidade.

Esta é mais inovadora ferramenta de solução pacífica de conflitos fora da Corte, assim como a mediação e a arbitragem, mais conhecidas no Brasil.

Advogados da área do direito de família vêm sendo incentivados ou orientados a mudar a forma de atuação nos casos de divórcio. A ideia é diminuir os litígios e investir em bom diálogo entre as partes, fazendo com que as pessoas envolvidas possam perceber o mal que fazem umas às outras, ao priorizar o conflito. 

3. Benefícios:

As Práticas Colaborativas no Direito de Família são regidas pela cooperação e não pela disputa de interesses, que visa preservar a harmonia do sistema familiar e a autonomia de seus membros, podendo contar com vários benefícios como celeridade, redução de custos, confidencialidade, preservação da autonomia, consideração da individualidade de cada pessoa envolvida, soluções de benefícios mútuos, amparo e desenvolvimento emocional de todos os envolvidos, soluções construídas em conjunto e foco no sistema familiar.

Referencias:

FÜRST, O. “Práticas Colaborativas no Direito de Família”. Anais do X Congresso Nacional de Direito de Família do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM. Belo Horizonte: 2015.

FÜRST, O. “Advocacia Colaborativa: um novo enfoque”. Revista Catarinense de Resolução de Conflitos. Florianópolis: 2015. Fürst, O. “Alternativa ao Litígio”. Jornal O Globo, 5 de maio de 2015.

 ARAUJO, N.; e FÜRST, O. “Um exemplo brasileiro do uso da mediação em eventos de grande impacto: o Programa de Indenização do Vôo Air France 447”. Revista de Direito do Consumidor – RDC, Ano 23, Vol. 91. Jan – Fev. 2014. Coord. Claudia Lima Marques.


Autores


Informações sobre o texto

Como Acadêmico de Direito na Faculdade Pitágoras Betim em semana Jurídica temos como desafios de estender um pouco os estudos sobre temas poucos conhecidos ou novos para elaboração e apresentação de um banner juntamente com a publicação de um artigo sobre o assunto Praticas Colaborativas em especial no direito de família.

Este texto foi publicado diretamente pelos autores. Sua divulgação não depende de prévia aprovação pelo conselho editorial do site. Quando selecionados, os textos são divulgados na Revista Jus Navigandi.

Comentários

0

Livraria