O nunca sem fim chegou, mas o ponto de partida é (dadas as linhas que seguem), a liberdade de expressão. Era uma vez... não, ainda é! O tempo passou, não passaram as práticas, embora com esmero nos sofisticados retoques. Equivale ao que foi na época do descobrimento do Brasil que até o século XIX era definida pela oportunidade, e não pela moralidade,[1] com as naus mercantes, silvícolas manipulados/esquartejados, Garantias Fundamentais violadas; hoje, nalgum picadeiro que se diz fiscal do Ministério Público Brasileiro, corte em que para eles, pessoa humana são apenas eles.[2] Todavia, desde já, pela psicologia do assunto, baseio-me nas linhas sucintas, agora em primeira pessoa, por mérito de obra que tem aplicação psicológica[3] e focada na Teoria da Inteligência Multifocal.[4] Aliás, bem guardado o presente da então Amada. Até aqui se vê que [s]er politicamente correto muitas vezes encerra um alto preço pessoal.[5]

Poder e brigas banais... Melhor se fossem mesmo banais. Pouco a pouco eu te perdia, dever. Fez-me perder quase tudo, mas a paixão é enlouquecedora, sendo apenas o dever (a razão) do agente público. Está árdua a missão de cumprir um dever. Como negar essa fidelidade? Fácil qual uma traição, mas poucos, portanto, são fiéis, e os corações não são iguais. Nesse caminho de escolhas entre o dever e a omissão, não desboto a saudade herdada do meu velho (pai, professor) galgando, no trilhar de pedras, o conhecimento da vida precisou omitir o dever para garantir o pão da família, precisou omitir, com vergonha, para não perder a dignidade. Sabotado pela manipulação, em que as elites dominadoras vão tentando conformar as massas populares a seus objetivos..[6] Meu pai deixa sinais, deixa fortunas rotas, ainda que no solo entrincheirado da psique e das pontes que hoje me encontro. Devo dizer, então, que aqui as palavras não amarelam com o tempo, mas caçoaram do fiel com o dever, e ele (eu) reage mesmo no circuito de chaves erradas.[7]

Distraído do que não sei o porquê, cônscio estou de que minha luta contra a corrupção na Administração Pública também está matando minha família (já dilacerou outros relacionamentos), dedico este texto ao mero mortal que omite ambicionando a dignidade de cada dia, ou a aparência dela. Omite se enganando, almejando ter uma relação íntima e de comprometimento com a ética. Assim, defendendo a corrupção, a improbidade etc., o Estado-fiscal trai um sonho para sonhar, até mesmo o olhar atento do apaixonado agente público, ainda vivo, mas desprotegendo-o, registrando isso em acórdãos e pedidos de socorro que o CNMP ignora fundamentando a mera formalidade do prazo à negação da saúde.[8]

Enfim, por que eu deveria estar feliz hoje nesse desabafo depressivo ascético? Seria por que sem a depressão eu não encontraria as respostas para a omissão que agiganta a corrupção no país? como que criando uma sensação de segurança em um mundo cheio de ameaças.[9] Já me seria suficiente o medo, a insônia, a ansiedade, relações acabadas etc. para silenciar tudo o que descobri, afinal, todos sabem o que fazer quando se percebe um trivial ato corrupto. Questão complexa que nem a maior idade ou o PGR mesmo, na fiscalização dos seus pares, consegue solucionar. Há Postes que sustentam a luz, outro, a discriminação de denunciantes, eventualmente palhaços (habeas corpus resolverão?). Relação não desejada de amor e ódio pelo fiscal do Fiscal da Ordem Jurídica. Não se aceitará, de antemão alerto, quiçá por não quererem ou não poderem aceitar as críticas e a denúncia que fazemos da situação opressora, situação em que os opressores se gratificam.[10]

Bem se lembrou da relação diametral entre perdas e escolhas: estas implicam perdas. Quem não estiver preparado para perder o trivial não é digno de conquistar o essencial. E, se formos amigos da sabedoria, descobriremos que o essencial são as pessoas que amamos.[11] Não é por menos que

É preciso escolher bem as palavras ao escrever sobre o Procurador-Geral da República, Augusto Aras. Entre tantas qualidades e realizações acadêmicas, seu currículo traz um item perigoso: o costume de entrar na Justiça contra quem o critica. [...]

É possível, no entanto, fazer uma simples constatação lógica: o PGR tem um conceito bastante flexível da aplicação das leis. Dizer que ele é um poste, segundo Aras, configura calúnia e difamação. Ameaçar a vida de um juiz da Suprema Corte do País, para o mesmo Aras, é liberdade de expressão.[12]

Dei minha palavra provada na mais elevada Casa de Fiscalização junto ao Ministério Público brasileiro, agora zombeteiam minha vida, desguarnecendo-me e me acovardando em pleno processo ansioso-depressivo, cujas janelas traumáticas que contêm ciúme, timidez, fobias, insegurança e sentimento de incapacidade[13] e que, cujo volume de tensão pode bloquear milhares de outras janelas;[14] ou seja, fiz-me denunciante, que não escolhe seus inimigos, agora os inimigos surgem e têm poder. Vulgo Poder de autoridade reinante, porque alguns são mais iguais do que os outros.[15]

Falsa a atual artimanha parquetiana com a tendenciosa liberdade de expressão. No fim de contas, [a] força do direito reside no sentimento, assim como a força do amor, mas quando o sentimento está ausente, impossível substituí-lo pelo conhecimento e pela inteligência,[16] o ressurgir da tirania deve ser arrancado do presente. A falsidade se enlaça a uma metamorfose ambulante, e

uma debilitada fé nos homens não pode gerar confiança. A confiança implica o testemunho que um sujeito dá aos outros de suas reais e concretas intenções. Não pode existir, se a palavra, descaracterizada, não coincide com os atos. Dizer uma coisa e fazer outra, não levando a palavra a sério, não pode ser estímulo à confiança..[17]

Justificamos na mente o que decidimos no coração,[18] levando a outra concepção mais evoluída, de que [a] construção de pensamentos não é unifocal, mas multifocal, não dependendo apenas da vontade consciente, ou seja, do Eu, mas de fenômenos inconscientes.[19] Por isso e por outras razões, a mágoa do palhaço denunciante, a culpa baseada no medo só faz escondê-la..[20] Ainda assim, o vício de ver omissões me tornava carrasco de mim e, embora descortinasse para [mim] um futuro profissional brilhante se continuasse a calar-[me] ante as injustiças que presenciava,[21] tornaria a perceber a tríade da ansiedade, depressão e corrupção também como mal do século. Fato sentido na própria carne!

Quando a gente ama alguém de verdade / Esse amor não se esquece,[22] canta o rei Roberto Carlos; já o Estado-rei não erra nunca,[23] porque alguns são mais iguais do que os outros.[24] Até as ventanias ainda carregam naus peculiares em Brasília, com ventos que abafam em redemoinhos de cegueira deliberada, pois, negando a ciência em detrimento do vulnerável, limitados na [autoritária] capacidade de perceber as coisas que estão bem diante [da própria autoridade beneficiada].[25]

Somos tão complexos, que, quando não temos problemas, nós os criamos.[26] Nesse cárcere psicossomático, em que insiste o denunciante (serve ao público) em seu dever, disputando sua vida de dor o porta-voz de denúncias , há um único benefício em lutar contra a corrupção: salvar as vidas que se perdem pelo jeito no jeitinho. Amanhã ele, o denunciante, esquivando-se de uma omissão ou outra por medo da autoridade opressora como uma necessidade imperiosa das elites dominadoras[27] , perguntar-se-á: devia ter denunciado mais? Omitido mais? Ou escolhido a liberdade de calar e de ver (livre de si) o sol se pôr. Seria mais cômodo andar distraído como o pleno do Conselho Nacional do Ministério Público demonstrou ao mundo todo, ao vivo.[28]

Não sendo ingenuamente romântico com a omissão Dançamos a dança da vida / No palco do tempo teatro de Deus[29] e estou empatado no amor e no dever, porquanto ainda amo a instituição que denunciei, com direito à retirada de voz na tribuna,[30] mas com minhas denúncias registradas em acórdãos, apenas formais acórdãos[31]-[32], entre outros. Todos eles, o ementado a seguir:

RECURSO INTERNO EM NOTÍCIA DE FATO.  INCONFORMISMO ACERCA DA DECISÃO DE ARQUIVAMENTO DE PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS, ROFERIDA POR CONSELHEIRO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO. IMPUTAÇÃO DE PRÁTICA DE FALSIDADE IDEOLÓGICA PARA FINS DE BENEFICIAMENTO DE MEMBRO REPRESENTADO. OBSTÁCULO NA INSINDICABILIDADE DA ESFERA DISCIPLINAR DOS CONSELHEIROS DO CNMP. JURISPRUDÊNCIA PACÍFICA DO CNMP E DO STF. INVIABILIDADE DE PROSSEGUIMENTO DA PRESENTE NOTÍCIA DE FATO. INEXISTÊNCIA DE INFRAÇÃO DISCIPLINAR OU ILÍCITO PENAL. ALEGAÇÕES GENÉRICAS. INCONFORMISMO COM ENTENDIMENTO ADOTADO PELO CONSELHEIRO NOTICIADO NO REGULAR EXERCÍCIO DAS SUAS FUNÇÕES CONSTITUCIONAIS. INDEFERIMENTO DA NOTÍCIA DE FATO. ARTIGO 73-A, § 2º, III E IV, DO REGIMENTO INTERNO DO CNMP. DESPROVIMENTO.

E especialmente esta ementa subsequente, que, ao contrário do palhaço denunciante, está sem a malandragem emepeista. Quem sabe ainda sou um garotinho, esperando o ônibus da escola, sozinho, rezando baixo pelos cantos do quarto, mas, testemunha do amor que vivo com o MP, tive outro pesadelo. Estou com medo, e eu também moro com meus pais. Bobeira, diria outro, é não viver a realidade de omissões. Ou quem ama não sente medo de contar os seus segredos? Enquanto isso, aprendo arapongagens com os arautos da fiscalização e, por tempo remanescente da costumeira insônia, ainda tenho momento para escrever (catarse) com a luz espiritual que me guia vez outra.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO INTERNO EM NOTÍCIA DE FATO. ART. 156, § 1°, DO RICNMP. PRAZO DE CINCO DIAS. ATESTADO MÉDICO. NÃO COMPROVAÇÃO DE JUSTA CAUSA PARA DEVOLUÇÃO DO PRAZO. JURISPRUDÊNCIA DO STJ. INTEMPESTIVIDADE. CERTIFICAÇÃO DO TRÂNSITO EM JULGADO. NÃO CONHECIMENTO. ARQUIVAMENTO DEFINITIVO. 1. Trata-se de petição subscrita pelo Sr. Elton Ronei Baron com o objetivo de embargar decisão plenária na qual não foram conhecidos Embargos de Declaração nos Embargos de Declaração no Recurso Interno em Notícia de Fato. Esclareceu o embargante que o documento consubstancia novos embargos (Terceiros Embargos de Declaração). 2. Nos termos do art. 156 do RICNMP, são cabíveis embargos de declaração das decisões do Plenário quando houver obscuridade, omissão, contradição ou erro material. Uma vez não demonstrados tais hipóteses, o não conhecimento dos embargos é medida que se impõe. 3. Não conhecimento. Considerando que foi certificado o trânsito em julgado deste expediente pelo Plenário deste Conselho, remeta-se o feito em referência à Secretaria Processual para arquivamento definitivo.[33]

Omissão de representação ao Senado Federal declarada a contragosto de argumentos e pedidos feitos pelo embargante, o presente autor autodeclarado enfermo, usurpador de função pública e denunciado, imediatamente, à Polícia Federal, pela boca de Sua Excelência Augusto Aras. Comemorar um quê de dor que não sara? Honra violada e liberdade de expressão punida, devo me entregar a alguns homens [que] negam às maiorias o direito de ser.?[34] A ferida, afigurada nas denúncias (até de conselheiros), não cicatrizou! Os dados estão rolando e, em todos os acórdãos, na prática manipulando com as argumentações de denunciante (feito de palhaço) adoecido e sem representação técnica (disparidade de armas) não apresentei aos Fiscais da Ordem Jurídica uma metralhadora cheia de mágoas, foi um recheio de provas , negam o que está provado a olhos vistos em autodeclarada usurpação de função pública (as 455 laudas). Como diria a canção Eu quis dizer / Você não quis escutar.[35] E então CNMP, vai apelar para a manipulação via acovardamento?

Um agente corrupto compra falsidade, inclusive à unanimidade, compra seguros, mas não o seguro emocional.,[36] tampouco o seguro emocional que motiva o palhaço denunciante a pedir por sua garantia de liberdade física, na chance de tentar viver sem dor e de escapar de riscos mortais (quiçá da tortura de uma prisão), ante a representação do PGR, por quem foi acusado pasme, futuro denunciante quando apenas almejava denunciar atos vergonhosos de estatal gaúcha que perde milhões em passivo trabalhista. Vultoso/milionário passivo alimentando o lucro de advogados (às custas de grandiosa verba pública), visto que a estatal gaúcha presta prova pública de que veio sendo administrada como se fosse uma empresa de ninguém.[37]

Pedindo-se vênia para verticalizar o romance em que me sinto só, mas de que até os loucos sabem, em momento vindouro, as breves linhas acima escritas de um futuro de grandes novidades que repetem o passado , cá é tempestivo o convite, Estado-rei, para vosso aprimoramento institucional, como antanho bem fizera Maquiavel.

OBS.: haverá, logo, artigo (e habeas corpus) acerca do Poste-geral e do palhaço denunciante.

Direitos autorais da imagem: Felipe Machado. Disponível em: https://istoe.com.br/senadores-rejeitem-o-nome-de-augusto-aras/. Acesso em: 31 out. 2021.


[1] ELTIS, David; RICHARDSON, David. Atlas of the Transatlantic Slave Trade. New Haven & Londres: Yale University Press. 2010, p. 21.

[2] FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013, A situação concreta de opressão e os opressores. E-book.

[3] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 7. E-book.

[4] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 7. E-book.

[5] BAKER, Mark W. Jesus, o maior psicólogo que já existiu. Rio de Janeiro: Sextante. 2001, p. 157.

[6] FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013, Manipulação. E-book.

[7] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 48. E-book.

[8] BRASIL. Conselho Nacional do Ministério Público. Embargos de Declaração em Embargos de Declaração em Embargos de Declaração em Recurso Interno em Notícia de Fato nº 1.00223/2021-27. Notícia de Fato. Conselheiro do CNMP. Apurar suposta irregularidade na atuação funcional. Relatora Conselheira Fernanda Marinela de Sousa Santos. Data do julgamento: 18 out. 2021. Disponível em: https://elo.cnmp.mp.br/pages/resultadoConsulta.seam. Acesso em: 31 out. 2021.

[9] BAKER, Mark W. Jesus, o maior psicólogo que já existiu. Rio de Janeiro: Sextante. 2001, p. 165.

[10] FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013, primeiras palavras do autor. E-book.

[11] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 5. E-book.

[12] MACHADO, Felipe. Senadores: rejeitem o nome de Augusto Aras. Revista ISTOÉ, São Paulo, 20 ago. 2021. Disponível em: https://istoe.com.br/senadores-rejeitem-o-nome-de-augusto-aras/. Acesso em: 31 out. 2021.

[13] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 10. E-book.

[14] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 10. E-book.

[15] ORWELL, George. A revolução dos bichos: um conto de fadas. Tradução de Heitor Aquino Ferreira. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 106.

[16] JHERING, Rudolf von et al. A luta pelo direito. Do contrato social. O príncipe. Dos delitos e das penas. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2018, p. 64.

[17] FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013, Educação dialógica e diálogo. E-book.

[18] BAKER, Mark W. Jesus, o maior psicólogo que já existiu. Rio de Janeiro: Sextante. 2001, p. 123.

[19] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 21. E-book.

[20] BAKER, Mark W. Jesus, o maior psicólogo que já existiu. Rio de Janeiro: Sextante. 2001, p. 71.

[21] BAKER, Mark W. Jesus, o maior psicólogo que já existiu. Rio de Janeiro: Sextante. 2001, p. 158.

[22] CARLOS, Erasmo; CARLOS, Roberto. Amor sem limite. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/roberto-carlos/amor-sem-limite.html. Acesso em: 31 out. 2021.

[23] No primeiro momento da história, no direito comparado, aplicava-se para o Estado a Teoria da Irresponsabilidade do Estado. Nesse momento, o dirigente era quem ditava a verdade, que dizia o certo e o errado, portanto jamais ele iria admitir uma falha, agindo segundo a máxima americana the king do not wrong (o rei não erra nunca). Assim, o Estado se desenvolveu por muitos anos. [...] Mas o Estado evoluiu... (MARINELA, Fernanda. Direito Administrativo. 12. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2018, p. 1052. E-book.)

[24] ORWELL, George. A revolução dos bichos: um conto de fadas. Tradução de Heitor Aquino Ferreira. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 106.

[25] BAKER, Mark W. Jesus, o maior psicólogo que já existiu. Rio de Janeiro: Sextante. 2001, p. 13.

[26] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 10. E-book.

[27] FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013, Manipulação. E-book.

[28] CNMP. 9ª Sessão Ordinária de 2021. In: Conselho Nacional do Ministério Público CNMP, 8 jun. 2021. (9 h 37 min e 33 s). Disponível em: https://youtu.be/eF2BCvasQs8. Acesso em: 12 jun. 2021.

[29] AIRES, Malu; VIANA. Marcus; ORKESTRA, Transfônica. O Clone - Sob o Sol. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/marcus-viana/sob-o-sol.html. Acesso em: 31 out. 2021.

[30] SUSTENTAÇÃO oral no Plenário do CNMP fica privativa a advogados e membros do Ministério Público. Secretaria de Comunicação Social - CNMP. Brasília, 10 ago. 2021. Disponível em: https://www.cnmp.mp.br/portal/todas-as-noticias/14525-sustentacao-oral-no-plenario-do-cnmp-fica-privativa-a-advogados-e-membros-do-ministerio-publico. Acesso em: 03 set. 2021.

[31] BRASIL. Conselho Nacional do Ministério Público. Despacho no Pedido de Providências n° 1.00780/2020-20. Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul. Atuação. Promoção de arquivamento. Apuração de irregularidades e denúncias de corrupção no âmbito da Companhia Riograndense de Saneamento - CORSAN. Notícia de Fato nº 01623.000.858/2019. Relator Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho. Recorrente Elton Ronei Baron. Data da intimação: 12 fev. 2021. Disponível em: https://elo.cnmp.mp.br/pages/resultadoConsulta.seam. Acesso em: 12 fev. 2021.

[32] BRASIL. Conselho Nacional do Ministério Público. Recurso Interno em Notícia de Fato nº 1.00223/2021-27. Notícia de Fato. Conselheiro do CNMP. Apurar suposta irregularidade na atuação funcional. Relatora Conselheira Fernanda Marinela de Sousa Santos. Data do julgamento: 8 jun. 2021. Disponível em: https://elo.cnmp.mp.br/pages/resultadoConsulta.seam. Acesso em: 12 jun. 2021.            

[33] BRASIL. Conselho Nacional do Ministério Público. Embargos de Declaração em Embargos de Declaração em Embargos de Declaração em Recurso Interno em Notícia de Fato nº 1.00223/2021-27. Notícia de Fato. Conselheiro do CNMP. Apurar suposta irregularidade na atuação funcional. Relatora Conselheira Fernanda Marinela de Sousa Santos. Data do julgamento: 18 out. 2021. Disponível em: https://elo.cnmp.mp.br/pages/resultadoConsulta.seam. Acesso em: 31 out. 2021.

[34] FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013, A contradição opressores-oprimidos. Sua superação. E-book.

[35] OS PARALAMAS DO SUCESSO. Meu erro. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/paralamas-do-sucesso/meu-erro-letras.html. Acesso em: 31 out. 2021.

[36] CURY, Augusto. Ansiedade: como superar o mal do século: a síndrome do pensamento acelerado: como e por que a humanidade adoeceu coletivamente, das crianças aos idosos. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 8. E-book.

[37] ERTEL, Débora. Leite anuncia privatização da Corsan. Jornal NH, Novo Hamburgo, 18 mar. 2021. Disponível em: https://www.jornalnh.com.br/noticias/rio_grande_do_sul/2021/03/18/leite-anuncia-privatizacao-da-corsan.html. Acesso em: 12 jun. 2021.


Autor

  • Elton Rockenbach Baron

    Bacharelando em Direito, Empregado Público Estadual e aspirante a Promotor de Justiça.

    Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. J. C.

    A vida tem sentido quando a investimos na vida dos outros, ou quando encarnamos a luta dos outros como se ela fosse nossa, a luta do coletivo. Eis meu escopo: despender esforços pela construção contínua da justiça social, a transformação, com justiça, da realidade social, máxime quando os beneficiados são idosos, deficientes, crianças e adolescentes. O desafio vem sendo o esmero na renhida luta em busca do bem comum, não dando tréguas àqueles que se desviam dos ditames constitucionais e legais, com os olhos voltados à concretização da Justiça, sobretudo contra crimes hediondos, crimes políticos e o abandono e maus tratos a animais. Contate-me sobre os supracitados temas: [email protected]

    “Não é o crítico que importa nem aquele que mostra como o homem forte tropeça, ou onde o realizador das proezas poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que se encontra na arena, com o rosto manchado de poeira, suor e sangue; que luta com valentia; que erra e tenta de novo e de novo; […] que conhece os grandes entusiasmos e as grandes devoções; que se sacrifica por uma causa nobre; que ao menos conhece, no final, o triunfo de uma grande realização; e que, na pior das hipóteses, se fracassar, pelo menos fracassou ousando grandes coisas; e por isso o seu lugar não pode ser junto àquelas almas tímidas e frias que não conhecem nem vitórias nem derrotas.” (Theodore Roosevelt)

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