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Carreira policial: estudo comparativo entre a estrutura da polícia federal brasileira e norte-americana

Carreira policial: estudo comparativo entre a estrutura da polícia federal brasileira e norte-americana

Não são raras as afirmações de que a polícia federal brasileira deveria se espelhar em um alegado modelo de "carreira única com progressão vertical entre os cargos" nos moldes existentes na polícia federal norte-americana.

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    Lucas

    O texto é cheio de erros e conclusões equivocadas. O mais gritante é concluir que o ingresso no FBI se dá por processos seletivos separados...Uma pesquisa simples no site do FBI já indica justo o contrário, após passar pela academia, os Special Agents, além de não precisarem ser formados em Direito (Excrescência), mas em qualquer curso superior, são direcionados para cinco áreas. Entram todos iguais, os Special Agents são os Agentes.

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    Cesar Linas

    Artigo tendencioso e CLASSISTA, do começo ao fim. Chega ao absurdo de afirmar que os outros cargos da PF (que não o do autor) seriam "nível médio", quando a própria Lei da policial federal as qualifica como NÍVEL SUPERIOR (tanto em requisitos, como em atribuições). O autor também MENTIU ao discorrer sobre os cargos do FBI. Uma rápida consulta ao site da instituição norte americana é suficiente para verificar isso.

    O Jusnavigandi deveria fazer uma melhor seleção, a fim de filtrar artigos que propalem mentiras desse naipe.

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    alex ernesaks

    Uma mulher comandando a INTERPOL !
    Deve ser "incompetente" rsrssrrs, pois não é formada em direito ... Higher Education degrees (Bachelor of Arts in Classics and Masters Degree in Greek and Latin)


    http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/pela-primeira-vez-uma-mulher-sera-a-diretora-da-interpol

    http://www.interpol.int/About-INTERPOL/Structure-and-governance/Mireille-Ballestrazzi

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    alex ernesaks

    jus pode publicar a COLABORAÇÃO DE HÉLIO BICUDO , EMINENTE JURISTA, DEMOCRATA E PROMOTOR DE JUSTIÇA :

    21/10/2008

    "Em qualquer país do mundo as polícias se constituem através de uma carreira única" »



    O recente confronto entre a Polícia Militar e a Polícia Civil durante a greve dos policiais civis paulistas, as operações da Polícia Federal, a atuação da PM no episódio do seqüestro de duas meninas em Santo André, na Grande São Paulo, tem trazido a público a discussão sobre o papel das polícias no Brasil. O advogado, ex-deputado e presidente da Fundação Interamericana de Direitos Humanos, Hélio Bicudo defende reformulação dos aparatos policiais.

    Em entrevista à Rádio CBN o Bicudo defendeu não só a unificação das polícias civis e militares como a carreira única para os policiais. Segundo ele, tanto nas polícias civis, quanto na militar há um ponto na carreira em que um abismo é criado. “O Investigador, o escrivão jamais chegarão a delegado se não fizerem um curso de direito e isso não é mais possível”.

    Bicudo disse que em qualquer país do mundo os policiais entram na base da carreira e vão fazendo cursos e galgando postos dentro da carreira podendo chegar a chefe de polícia.
    LEIA TRECHOS DA ENTREVISTA DEGRAVADA PELA AGÊNCIA FENAPEF

    CBN - O senhor acha que chegou ao ponto de se discutir a unificação das polícias?

    Hélio Bicudo - Há muito tempo que essa discussão já devia ter tido lugar. Quando eu fui deputado federal em 91 eu apresentei uma proposta de unificação das polícias e criação de uma carreira única do policial. O problema não é só a unificação. O problema da carreira única, porque tanto na Polícia Civil, quanto na PM há um abismo a partir de um determinado instante, que não pode transposto pelos policiais que estão abaixo. O investigador ou o escrivão jamais irão chegar ao cargo de delegado se não fizerem o curso de direito, e se não fizer a escola de polícia o que não é possível para essas pessoas que ocupam os cargos menos importantes. Na Polícia Militar é a mesma coisa. Os praças, o sargento jamais chegarão a oficiais a não ser que façam a escola de Barro Branco. Então isso cria um problema.

    Em qualquer país do mundo as polícias se constituem através de uma carreira única. O policial entra por meio de concurso, vai fazendo cursos durante a sua permanência na polícia, vai se aperfeiçoando, vai galgando as posições, e pode chegar a chefe de polícia.

    CBN - Como juntar mentalidades tão diferentes?

    Hélio Bicudo - Quando eu apresentei o projeto, primeiro eu senti o apoio dos policiais mais subalternos, porque a carreira única é um ponto importante pra qualquer funcionário público. Em segundo lugar, os policiais civis, na sua grande maioria eram favoráveis a reforma que se propunha que era de uma polícia só, civil, com ramo uniformizado, evidentemente para o policiamento ostensivo e um ramo para investigação e a polícia científica.

    CBN - Parece que há uma simpatia maior da população para com os policiais militares?

    Hélio Bicudo - Mas é lógico, porque eles estão na rua e são visíveis. Os policiais civis não são visíveis. O policial que está na rua cria um sentimento para população de que ele está trabalhando para o cidadão. Eu acho que isso é normal, acredito que isso aconteça e acho até natural. Agora eu acho que o treinamento militar não tem cabimento para o policial. O problema da disciplina e hierarquia NÃO É APENAS UMA QUALIFICAÇÃO DO MILITAR é uma qualificação do funcionário civil também.

    CBN - Quando o senhor propõe uma unificação das polícias isso significa um estudo do que deve ser o treinamento de um policial?

    Hélio Bicudo - Exatamente. Você tem um concurso de ingresso, uma escola de formação, cursos de aperfeiçoamento. Por exemplo, muitos policiais que estão nas ruas querem continuar na rua e muitos que estão na rua querem passar para a Polícia científica, para a polícia de investigação. Se você tem um organismo só, pode fazer esse intercâmbio com facilidade. Hoje é impossível. Até porque a constituição determina que o trabalho da PM acaba na porta da delegacia de polícia.

    ...Eu acho que tantos os policiais militares quanto os policiais civis, não têm condições de sobreviver com o que recebem. Há uma diferença muito grande entre os salários destes e o dos promotores de justiça e direito. São carreiras que desembocam na mesma finalidade na distribuição da justiça e são remuneradas de uma maneira muito pouco razoável, do ponto de vista da eficiência dessas carreiras.

    CBN - Ou seja, não há valorização da carreira e há possibilidade que esse aparato policial esteja trabalhando pela metade porque há possibilidade desse policial estar fazendo bico pra se sustentar?

    Hélio Bicudo - Exatamente. Eu acho que tem que se sacrificar algumas áreas de investimento e investir na pessoa. Isso é fundamental porque, sem pessoas você não consegue organizar uma luta civilizada contra a criminalidade, porque você não tem meios pra chegar a esse fim.

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    Jus.com.br

    O Jus Navigandi é um espaço democrático para as diferentes correntes doutrinárias, desde que atendam aos critérios editoriais. Contribuições podem ser enviadas pelo formulário em jus.com.br/colaboracao

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    alex ernesaks

    Quando Jus fará um texto versando sobre a "função de delegado de polícia em outros países do mundo" ?
    será um texto mais ou menos assim




















    FIM

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    Julio

    Não existe nenhuma revisão por parte da Jus antes de publicar tal absurdo?
    De onde o autor tirou essas conclusões??????
    Realmente lamentável.

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    alex ernesaks

    se concurso de delegado fosse meritocracia , ASSIM SERIA EM ALGUM LUGAR DO UNIVERSO ...

    Mas NÃO É !

    polícia é MULTIDISCIPLINAR

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