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Psicografia no processo penal: a admissibilidade de carta psicografada como prova judicial lícita no direito processual penal brasileiro

Psicografia no processo penal: a admissibilidade de carta psicografada como prova judicial lícita no direito processual penal brasileiro

A psicografia não deve ser tachada em nosso sistema como uma prova ilegal. Deve ser analisada casuisticamente, seja em juízo comum, no qual o magistrado se utilizará da sua persuasão racional para a aceitação, seja nos tribunais do júri, pela íntima convicção do Conselho de Sentença, que não precisa de motivação para tanto.

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    Usuário descadastrado

    A psicografia principalmente 'carta psicografada" sem uma lei regulamentando ela pode ser uma arma de influencia psicologica,como tras as cartas as palavras"amor e perdão" 100% das cartas psicografadas influenciam a perdoar quem lhe fez o mal,mesmo o réu sendo culpado ele acaba absolvido ,como ja ocorreu onde essa prática correu ,a psicografia e uma arma para influenciar o juri e deixar a imparcialidade e os fatos de lado o estado é obrigado a punir seus criminosos e a psicografia impede que isso ocorra.

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    CLÁUDIO DE SANTA ANNA

    posso até aceitar que a prova não seja considerada ilícita, mas seu uso no Processo Penal, creio eu, ser inconstitucional, por ser o Brasil um Estado laico.

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    Marcelo Gatteli

    Psicografia não pode ser aceita como prova. Isso só abre caminho pra charlatães. Qualquer um produz uma carta "psicografada" e quem pode dizer que ela é real ou não? O Brasil é um país laico, muitas pessoas acham que psicografia ou é fraude ou é um engano, muitas pessoas são religiosas mas não são espiritas, e a psicografia é exclusiva da fé espírita (ou de quem "acredita em tudo"). Aceitar a psicografia como prova, em pleno século XXI, com toda a ciência que temos à disposição, é voltar à Idade Medieval e às práticas próprias da Inquisição.

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    serson

    Para aceitar isso só se todos nós acreditasse no espiritismo como este país é laico isso não é prova1

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