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Homossexualidade, homoafetividade e homofobia em face dos direitos humanos fundamentais

Homossexualidade, homoafetividade e homofobia em face dos direitos humanos fundamentais

Homossexualismo não é hereditário, não tem causa hormonal, e pode ser tratado, caso a pessoa queira e os resultados da reversão do estado homossexual tem efeito permanente.

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    Andre Caobianco

    Sinceramente, demorou pra aparecer uma pérola dessas.. achei o artigo de um esmero jurisdicialesco enorme, conseguiu travestir o fundamentalismo religioso em fala jurídica com brilhantismo e modesta singeleza... cá entre nós, advogados sérios, da mesmo pra engolir essa verborragia preconceituosa?? o termo "homossexualismo" deixou de ser termo médico desde 1974, não há provas de geneticidade nem do determinismo homossexual ate hoje no mundo e o nobre colega escreve como se inspirado por algum dogma... onde esta o distanciamento e a imparcialidade cientifica desse LIXO de texto??? eu como coordenador da comissão de diversidade sexual e direitos humanos da minha cidade fiquei com náuseas...

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    vivian_vivi27@hotmail.com

    1. não acredito que seja uma escolha ou "opção sexual" como corriqueiramente se fala, pois se assim fosse ninguem escolheria se submeter a preconceitos ou a se indispor com a familia,
      2. admitir a união estável entre duas pessoas do mesmo sexo não deixa campo aberto a relaçoes de poligamia, poliandria (pois esbarraria no crime de bigamia) ou relações com animais o q nem precisa comentar ne? os animais nao possuem personalidade jurídica no nosso ordenamento (o que é diferente de ter tutela juridica) e por isso nem que vc queira vc pode ter uniao estavel, casar, divorciar, ou deixar herança p o seu animal de estimação. Fora que a zoofilia é um maltrato aos animais!
      3. dizer que os tribunais têm exagerado na garantia de liberdade de expressão e de locomoção dos gays? uma coisa não tem nada a ver com a outra! não é o tribunal que estabelece se dois homens podem andar de maos dadas ou se beijarem em público, isso é uma questão do casal! existem casais homossexuais indiscretos, assim como existem casais heterossexuais indiscretos. Acho que as carícias em publico são, em ambos os casos, inconvenientes.
      4. reconhecer direito dos homossexuais não tem qualquer implicancia sobre taxas de natalidade ou coisas do tipo. Ou voce acha que se o Estado reconhecer o casamento gay por exemplo, todo mundo vai virar gay e nao havera mais procriação, por que no fundo todo mundo tinha mesmo era vontade de sair do armario? nada a ver ne?
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    Lucas Michajlak

    O mais importante é que nessa Federação nós gays também decidimos! Não só nessa mas em toda América e Europa Ocidental, mas gostei do texto só acho que ele seria mais popular em lugares com economia frágil, que são terreno fértil para todo tipo de visionário maluco como o autor. Enfim, sugiro que o autor mude para uganda, crie a igreja do cordeiro de Deus, esse tipo de assunto pode ser legal lá

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    Maks Marks

    Puxa, quantos COMO. Ser Gay pode não ser uma opção, mas é algo diferente d'quilo que era para ser (é como andar em uma estrada, na contramão). Concordam? Se ser GAY, provocasse dores ou sofrimentos, eles não seriam tantos. E se ser GAY, provoca dor ou sofrimento, algo deve ser feito para amenizar o sofrimento. Que tal um tratamento?

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    Alberto Abreu Santana

    Nunca consegui compreender exatamente os motivos para a opinião de que a expansão da tutela jurídica das relações homoafetivas causará a irreparável desagregação das instituições familiares, como se milhões de homens e mulheres fossem deixar de desejar ligar-se a parceiros do sexo oposto porque o mundo está cheio de homossexuais que vivem suas vidas de acordo com suas preferências. Se algo assim fosse possível de acontecer, como é que poderíamos explicar o fato de HAVER milhões de pessoas com preferências homossexuais se todas elas nasceram de um pai e de uma mãe, são e foram habituadas a verem casais do sexo oposto comportarem-se como tal em público desde crianças e são saturadas de imagens de relações heterossexuais na mídia de diversos veículos, televisiva, literária, cinematográfica e musical??? QUANTOS casais de homem e mulher existem para cada casal homossexual presente nas novelas, nos livros, no filmes, nas músicas, nos parques, nos shopping centers, nas famílias, nas ruas, nas festas, no carnaval e ad infinitum?? Agora, se tivermos, digamos, DEZ POR CENTO de casais de dois homens ou duas mulheres com visibilidade, TODO MUNDO DE REPENTE vai virar gay e lésbica, de um hora pra otra? Isso é o mesmo que dizer que as pessoas precisam ser "ensinadas" a serem heterossexuais e "protegidas" em sua "delicada opção", se não, pobrezinhas, a diabólica propaganda gay irá "ENVIADÁ-LAS". Que idéia cretina.

    "Ai, mas eu me sinto tão INCOMODADO, CHOCADO e ESCANDALIZADO quando percebo dois homens ou duas mulheres agindo reciprocamente como parceiros românticos". Pessoas racistas também ficam INCOMODADAS quando veem casais interraciais e pessoas conservadoras também ficam INCOMODADAS quando notam casais com grandes diferenças de idade. Grande droga, o que exatamente essas pessoas esperam que os gays e lésbicas façam? Privem-se de exercer a sua igualdade como cidadão da mesma maneira que pessoas hetero fazem, só pra não "desagradá-las"? É muita megalomania e cara-de-pau!

    "Ai, mas eu NÃO QUERO que os meus inocentes e angelicais filhinhos testemunhem tal sem-vergonhice, COMO vou explicar pra eles que existem homens que gostam de homens e mulheres que gostam de mulheres? Vai que eles se tornem gays e lésbicas também porque viram esses casais de tarados andando de mãozinha dada ou trocando um selinho?" E isso é lá problema dos gays e das lésbicas??? As pessoas dizem a seus filhos o que querem dizer, COMO você vai explicar a seus filhos que existe o crime organizado, o abuso sexual infantil e as crises da economia mundial?? COMO você vai explicar a seus filhos que existem doenças venéreas, más companhias, violência policial, COMO você vai explicar a seus filhos que Papai Noel e Coelhinho da Páscoa não existem, COMO você vai explicar a seus filhos que sua família segue uma determinada doutrina religiosa e as famílias de outros seguem outra, COMO você vai explicar a seus filhos que os bebês não são trazidos pela cegonha, etc, COMO você vai explicar a seus filhos que o mundo é como o mundo é, isso não é problema dos gays e das lésbicas. É pro-ble-ma seu, o estado tem mais o que fazer do que ajudar você a fazer o que depende EXCLUSIVAMENTE DE VOCÊ como pai e como mãe. Se vira!!! Agora, se você acha que seus filhos vão se tornar gays e lésbicas ao saberem que existem gays e lésbicas satisfeitos e felizes, o problema está na sua incompetência em sua posição de pai e mãe, com uma auto-imagem tão tênue e insegura que é absolutamente vulnerável a medos imaginários e paranóias. Tsc, tsc, coitadinhos! Agora, é impressionante o cinismo de quem se queixa da “violação aos bons costumes” e do “exercício irrefreável de paixões animais” em público, como se homens e mulheres homossexuais andassem no meio da rua fazendo sexo oral, anal e vaginal, masturbando-se, ejaculando e penetrando-se uns aos outros com genitais e dedos na frente de todo mundo num frenesi animalesco de lascívia. ATÉ ONDE EU SAIBA, condutas assim seriam reprimidas independentemente da sexualidade de quem porventura as praticar então essa discussão nem sentido faz.

    “Ai, mas se passarmos a tutelar da mesma maneira as relações homoafetivas e as relações heteroativas, obviamente as pessoas irão passar a querer ver reconhecidas as uniões poligâmicas, as uniões com animais e quem sabe até as uniões com bonecos infláveis e vibradores e nós NÃO PODEMOS permitir algo tão absurdo, podemos?” Se fôssemos seguir esse raciocínio idiota, coitados dos concubinos e das famílias havidas fora do casamento. Dá até pra ouvir há décadas atrás alguém dizendo “ai, mas se passarmos a reconhecer os direitos das mulheres ligadas a homens já casados e dos filhos BASTARDOS, vamos ASSASSINAR A FAMÍLIA BRASILEIRA e CHAMAR A DESGRAÇA DO PAÍS”. Dã! Sem contar que há diversos países ao redor do mundo que tutelam a poligamia e se utilizam do conceito de família POLIGÂMICA para fins de reconhecimento e tutelas de direito. Simplesmente porque não dispomos por aí de numerosos exemplos em nosso convívio social ocidental, não significa que instituições familiares alternativas sejam as piores coisas já criadas pela humanidade, na verdade parece ser mais uma questão simplesmente de como as diversas culturas humanas evoluíram.

    Eu não sei exatamente porque os defensores de idéias como as expostas no artigo não vociferam também contra a possibilidade de pessoas solteiras poderem adotar. Será que isso também não vai DESTRUIR O CONCEITO DE FAMÍLIA e nos lançar num irremediável caos de libertinagem onipresente, arruinando assim toda a nossa sociedade? Afinal, as crianças irão crescer sem um pai OU uma mãe, o que fatalmente, de acordo com essa linha de pensamento, irá causar o colapso das instituições e extinção da civilização como a conhecemos. Me poupem.

    Agora, num ponto eu tendo a concordar em relação às posições defendidas no artigo. Quer deixar de ser gay ou lésbica? Se sente amargo, frustrado, desolado, incomodado, não se sente realizado, à vontade consigo mesmo, não se sente feliz? Acha que o problema é a sua atração sexual pelas pessoas do mesmo sexo? Quer fazer “tratamento”? Ué, faça. Vá, faça seu “tratamento”, consulte os profissionais que desejar, se submeta a qualquer terapia que quiser, se você for maior e capaz, VÁ. FAÇA. Nisso eu realmente concordo que os indivíduos devem ser livres pra escolherem. Tanta gente por aí se deforma com cirurgias plásticas, faz dietas alimentares agressivas, tatua palavras e imagens na pele do corpo, bebe até cair, se enche de drogas, se penitencia até fazerem as costas sangrarem na Semana Santa, etc, cada um sabe de si, né? O que os outros tem a ver com isso? Se quer fazer “tratamento” pra deixar de ser gay ou lésbica, então faça, ué. A cada um, as consequências de suas escolhas. Eu só assisto e dou risada!

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    Alexandre Medeiros

    Então o autor acha que ser gay é uma escolha? Que o cara não nasceu com a orientação homossexual e em determinado da vida ele escolheu ser homossexual? Então eu pergunto: vocês se lembram quando foi que escolheram ser héteros?

    Outra dúvida: como alguém pode escolher ser gay num mundo de preconceituosos homofóbicos e intolerantes? Ser gay não é uma escolha, amigos. Ser gay é um dentro muitos aspectos do espectro da sexualidade humana. Não só humana, mas entre animais também, sobretudo entre mamíferos e aves.

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    Leandro Hüttl Dias

    "...Se somente o afeto que importa, então qualquer união pode ser validada pela lei civil (dois homens e uma mulher, três mulheres e um homem, e por aí vai...)."

    Não se espantem se (quando) isso acontecer no Brasil do "futuro". E, se assim for, até o afeto erótico por um animal vai valer?

    Tomar decisões legais com base nos "laços" do coração é errar feio para um jurista.

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    André Guerreiro

    Parabéns pelo artigo e pela fundamentação.
    Ainda que o texto não agrade a todos, agradeço pela exposição fundamentada de suas opiniões, pedindo licença aos comentários contrários para que não sejam preconceituosos (criticando sem fundamentos científicos), mas que embasem seus comentários com fontes aprofundadas de estudos como feito pelo Dr. Leslei, mantendo um diálogo sadio e respeitoso, isento de paixões desenfreadas.

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