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Homossexualidade, homoafetividade e homofobia em face dos direitos humanos fundamentais

Homossexualidade, homoafetividade e homofobia em face dos direitos humanos fundamentais

Homossexualismo não é hereditário, não tem causa hormonal, e pode ser tratado, caso a pessoa queira e os resultados da reversão do estado homossexual tem efeito permanente.

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    ricardo

    Perplexo ao ler uma abordagem totalmente nociva sobre assunto tão delicado. Altamente tendencioso, já começando com a afirmação de que homossexualismo (sic) não tem base hormonal, hereditária e pode ser tratada. O autor estudou a fundo para ser tão preciso nessas conclusões? Porque, caso tivesse pesquisado, veria que a esmagadora maioria da comunidade científica corrobora ao fato que há indícios de que a homossexualidade (assim como a heterossexualidade) tem base genética, hereditária e hormonal. E o fato da OMS ter retirado a homossexualidade no quadro de doenças psíquicas não foi uma vitória da comunidade gay, mas o ápice de anos e anos de estudos cuja conclusão foi a que todos já desconfiavam, de que a homossexualidade é apenas uma variação da sexual da natureza. O tratamento que os pseudos-psicólogos cristãos (algo que nem deveria existir) estão propondo é apenas para dar base ao que eles pregam em suas Igrejas quando afirmam que existe tratamento para a homossexualidade. Só que eles esquecem de mencionar os inúmeros estudos que comprovam que tais tratamentos são nocivos à saúde de quem procura e, principalmente, que o objetivo lá não é fazer a pessoa ordenar sua identidade para a felicidade, mas para a satisfação da sociedade. Ou você realmente acha que isso aconteceria caso o preconceito não fosse tão forte contra os gays? Em relação à família, célula mater da sociedade, não existe a menor possibilidade dos gays a destruírem porque esse não é o objetivo ao se conquistar o casamento civil. Gays e lésbicas existem desde os primórdios e sempre irão existir, e o direito de protegerem sua afetividade e sua sociedade tem de ser garantido. E a união estável não dá margem para poligamia, pedofilia, zoofilia ou qualquer barbaridade que o autor queira colocar. Casa quem quer, com o consentimento de ambos e para a felicidade dos mesmos. É incrível como as pessoas conseguem ser tão cegas diante de tanto preconceito e discursos religiosos chulos e pobres. Nunca vi tanta desonestidade intelectual com um artigo tão vil e dotado de tamanha imbecilidade.

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    Jodiel Lima

    Pior que o posicionamento ideológico do texto são algumas pessoas alardearem elogios ao mesmo, demonstrando como o meio jurídico é repleto de pessoas legalistas. O equívoco do Sr. Leslei está em acreditar em uma orientação única para os afetos. Qualquer orientação sexual pode ser estimulada mediante intervenção de terceiro, seja a medicina com sua suposta "autoridade", seja por alguém que tenha dons persuasivos. Pergunto: haveria também tratamento para heteros que não conseguem relações homo? E quem segue a monogamia, seriam tratados, pois em apenas 1% da história humana se seguiu a monogamia. O patriarcalismo presente em religiões, seria tratado como natural ou também haveria acompanhamento médico? O texto do Sr. Leslei, antes de se preocupar com "direitos humanos", é, na verdade, um pretexto para perseguir estes mesmos direitos. Absurdo.

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    Celi V. S. Goldoni

    Olha! Fiquei simplesmente admirada, com tamanha sabedoria e conhecimento que o autor abordou esse assunto. Uma lisura quanto ao fato e veracidade ao que está hoje em comento. A sociedade precisa de homens e mulheres que os oriente e esclareça sobre assuntos de tamanha importância.
    Ao autor rendo minha homenagem e votos de continuar com publicações desse nível.

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    Amanda Cunha

    Chocada com o exposto no artigo e suas impljcações. O homossexuL não é portador de nenhuma doença, logo nã há que se falar em "tratamento". O que me deixa perplexa é essa obsessão em "curar" o homossexual. Por que o "doutor" não experimenta tratar sua heterossexualidade? Esse artigo é um retrocesso e está profundamente enraizado em crenças religiosas, mantidas de forma subliminar. Nós operadores do direito não devemos deixar que nossas crenças espirituais se integrem em nossos pareceres profissionais. Fiquei com vergonha da intolerância tácita do "artigo".

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    Lela

    Brilhante! Veja bem, não sou homofóbica, mas ando cansada de ouvir essa ladainha que tenta nos enfiar guela abaixo idéias que eu tenho todo o direito de discordar.

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    Daniel Sáthero

    Parabéns pelo texto, não vou fazer anotações ao sufixo ismo porque isso ainda não é pacífico, eu só discordo no seguinte ponto: O homossexualismo é uma posição sexual ( a pessoa a adota livremente) desse modo não é coerente ela querer se tratar de um posicionamento, ela simplesmente para de adotá-lo. A não ser que o tratamento se refira ao retorno ao físico anterior, ou seja, reverter todas as intervenções cirúrgicas e hormonais feitas (por exemplo o homossexual que toma remédios para mudar de voz, e os que colocam silicone), desse modo o tratamento médico seria em relação ao tratamento físico ou de apoio emocional e não tratamento ao homossexualismo / homossexualidade.

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    Victor Fritz Zelenka

    Gostei muito . O texto esclarece algumas diferenças, que muita gente ainda não entendeu,além de estar em harmonia com a Constituição Federal.

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