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Taxa de juros nos contratos de financiamento veicular no Brasil – uma visão marxista sobre o assunto

Taxa de juros nos contratos de financiamento veicular no Brasil – uma visão marxista sobre o assunto

É preciso defender a função social do contrato, para que a expansão do capital seja aprimorada, sem abuso ao consumidor. Deve-se interromper a história da prática de juros como ela é no Brasil, evitando a catástrofe do desfalecimento da economia pela ausência de capacidade financeira da sociedade.

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    José Hugo

    Ronald Trummel, estou precisando URGENTE de um Advogado Especialista no assunto que seu pai resolveu, teria como vc me passar um contato desse adv.
    Meu e-mail é zehugo85@hotmail.com
    Aguardo

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    Josias Pereira Rosa

    Bom dia Aparecido. Parabéns pelo artigo. Realmente, é uma vergonha o que as instituições financeiras fazem com o consumidor brasileiro, sob o manto protetor do judiciário. Taxa média de juros no país é uma balela. Tarifas bancárias, serviços de terceiros, correspondentes não bancários etc etc etc são outra vergonha.
    Quem dera seu artigo chegasse até nossos ilustres Ministros do STJ, e de alguma forma os sensibilizasse quanto a isso.
    Peço seu apoio para assinar e divulgar a petição eletrônica abaixo, quanto ao julgamento repetitivo sobre as tarifas bancárias, ora em curso no STJ.
    Mais uma vez, parabéns, e um grande abraço

    http://www.peticaopublica.com.br/?pi=STJ

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    Ronald Trummel

    Essa técnica de contestar juros realmente funciona. Eu sou de são Jose dos Campos e meu pai estava quase perdendo o caminhão dele para a financeira. Foi quando resolvemos contratar um advogado especializado em contratos bancários em São Paulo.

    Esse advogado conseguiu uma liminar, paramos de pagar as parcelas enquanto o contrato era discutido. Resultado. De uma dívida de 174 mil, meu pai pagar somente 20 mil e de forma parcelada ainda. Veja o acordo que o advogado fez para nós abaixo.

    [...]

    Em São Paulo, aos 25 de junho de 2013, às 14:30 horas, na sala de audiências do Setor
    de Conciliação do Forum João Mendes, sob a condução do(a) Conciliador(a) Diná Tebet Dib, comigo
    Escrevente abaixo assinado, foi aberta a audiência de Tentativa de Conciliação, nos autos da ação e entre
    as partes supra referidas. Apregoadas as partes, compareceram os acima mencionados. Abertos os
    trabalhos restou FRUTÍFERA a conciliação nos seguintes termos: 1) o requerente reconhece dever o
    valor de R$ 174.488,33 (cento e setenta e quatro mil quatrocentos e oitenta e oito reais e trinta e três
    centavos), porém para fins de acordo, o requerido aceita receber o valor de R$ 20.200,00 (vinte mil e
    duzentos reais), para quitação do débito objeto da presente ação; 2) a importância será paga da seguinte
    forma: a) 6 parcelas iguais no valor de R$ 700,00 (setecentos reais), cada uma, totalizando R$ 4.200,00
    (quatro mil e duzentos reais), b) mais 6 (seis ) parcelas iguais no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), cada
    uma, totalizando R$ 6.000,00 (seis mil reais); c) e finalmente mais 05 (cinco) parcelas iguais no valor de
    R$ 2.000,00 (dois mil reais), cada uma, totalizando R$ 10.000,00 (dez mil reais); 3) O vencimento da
    primeira parcela será em 01/08/2013, e as demais no mesmo dia dos meses subseqüentes, mediante
    boletos bancários, que serão enviados para o autor. 4) na
    falta de pagamento de qualquer das parcelas, a dívida retornará ao valor original do contrato, conforme
    reconhecido no item 1, descontando-se os valores eventualmente pagos; 5) com o cumprimento integral
    do acordo, as partes dão entre si a mais ampla e geral quitação, para nada mais reclamarem uma da outra
    quanto ao objeto da presente ação; 6) cada parte arcará com os honorários advocatícios de seus
    respectivos patronos e com as custas que deram causa; 7) Consigna-se que a advogada do Requerido
    deverá juntar substabelecimento e carta de preposição no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, neste Setor
    de Conciliação Civel do Fórum João Mendes Júnior, 21º andar, sala 2109, a fim de que o presente
    acordo seja levado a homologação do MM Juiz Coordenador. Por fim requerem a homologação do
    presente acordo, desistindo do prazo para a interposição de todo e qualquer recurso. Pelo conciliador foi
    consignado o retorno dos autos à Vara de origem, após a homologação do presente acordo. Saem as
    partes intimadas. Nada mais. Lido e achado conforme, vai devidamente assinado. Eu, _____ (Fábio
    Minoru Missaki), digitei.

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