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O grande golpe dos bancos nos contratos de financiamento e a resistência do Judiciário, parte 2: nós, os revolucionários.

A demonstração do grande golpe

O grande golpe dos bancos nos contratos de financiamento e a resistência do Judiciário, parte 2: nós, os revolucionários. A demonstração do grande golpe

Alguns bancos vêm cobrando mais do que devem, mas disso você já desconfiava. Hoje você passa a contar com uma prova, o Grande Golpe dos Bancos. Em alguns contratos bancários, os números não batem. Veja agora a demonstração minuciosa do golpe.

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    Wilson de Almeida

    E assim vai, vamos sendo roubados dia a dia ano apos ano, infelizmente tudo de ruim nessa nação vem de cima, vem do governo, estamos numa terra de ninguem governados por bandidos corruptos...mas ate quando hein!??Acorda Brasil antes que seja tarde demais, ssera que isso que esta ai e realmente a democracia que tanto sonhamos? Enfim....

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    otávio barbosa côrtes freitas

    Dr. Kamel, eu concordo com o seu entendimento. No entanto, o golpe maior contra o consumidor é a capitalização mensal de juros proporcionada pela utilização da tabela Price. Este deve ser o foco das alegações da revisional, sem deixar de atacar o cálculo da prestação inicial, como na tese do Dr.

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    Wilson Gealh

    Kamel, vc parece mais um camelo do sisrema infame dos bancos - e SEM ÉTICA quando no titulo de seus alfarrabios induz o contrário - defender os bancos é fácoil porque voces tem o imperio financeiro/pai da corrupcáo no mundo inteiro.
    Ainda bem que o Judici[ario - a parte NÁO PODRE - decide seguindo a Justica/Concstituicao e náo apenas frias e erradas articulacoes que náo resistem aos mais singelos argumentos das sérias e seculares fórmulas da MATEMÁTICA FINANCEIRA.
    Seria de bom alvite ao doutor advogado do império do mal que financia a repressão ao seu povo, a revisão dos equivocados (ERRADOS) conceitos dos cálculos, e, continue defendendo suas FALÁCIAS SE APENAS DESEJAR O LUCRO FINANCEIRO, sem se importar com a ética, com a verdade, com a honestidade, e nunca mais use de termos mentirosos para induzir a erro o judiciário, AINDA BEM QUE A IMENSA MAIORIA DOS JUIZES NÃO CAEM EM SUAS FALSAS ALEGAÇÕES E GROSSEIROS ERROS DE CÁLCULOS.
    Meus respeitos ao Poder Judiciário sério, que ainda defende o Povo Brasileiro contra oa maus advogados.

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    Erivaldo Gonçalves Correia

    O caso fica pior quando a financeira inclui a famosa TAC (taxa de abertura de crédito) no financiamento, mesmo para aqueles que são correntistas. O artigo é esclarecedor e acompanho as conclusões do ilustre autor para acrescentar que não há financiamento a juro zero, conforme apregoado por algumas financeiras (leia-se automóveis).

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    Bruno Schettini

    Não sou advogado ainda, mas num processo contra uma administradora de cartão de crédito no JE consegui reverter a cobrança de juros abusivos do contrato, o juiz considerou 1%a.m. e 12% a.a., além de me devolver os valores cobrados indevidos. Acho que realmente é sorte de juiz para juiz mesmo. Em outro processo contra um banco que bloqueou meu salário integralmente por três meses seguidos um juiz nem sequer leu o processo e não concedeu danos morais.

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    João Paulo Pedroso Vengrus

    Parabéns Doutor, compartilho do mesmo entendimento. vejo que há uma disparidade para com o consumidor nessa esfera Revisional Bancária. O cerco cada vez mais se fecha e quem perde somos nós. Mas a luta continua e não podemos nos deixar abater, lutar pela JUSTIÇA é o que nos motiva abraço.

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    Rafael

    Você já se perguntou porque na constituição prega-se que qualquer pessoa física ou jurídica que atente contra a estabilidade econômica está atentando contra o país, mas que estranhamente ninguém questiona juros de especial acima dos 8% a.m. e juros de cartão de crédito na casa dos 12% a.m. e que nenhum país no mundo pratica tais cobranças de juros por se um fator que desestabilizaria qualquer país?
    Que países de ricos e de primeiro mundo, assim como países em ascensão cobram juros cada vez mais baixos indo em direção contrária ao Brasil?

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    Rafael

    Infelizmente o direito prático é diferente do direito teórico.
    Logo, juízes julgam não com a imparcialidade da justiça, mas com a visão do homem.
    Homem este passível de influencias e interesses, movimentos da sociedade e principalmente da influencia do capital.
    Se há quem mais amedronte o homem é o dinheiro. E este os bancos tem muito.

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