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Lula candidato sim

Lula candidato sim

Analisa-se a requisição do Comitê de Direitos Humanos da ONU ao Estado brasileiro no caso da postulada candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.

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    Leonardo Bueno

    Me parece estranho esta confusão de poderes. Executivo querendo legislar. Judiciário querendo legislar. Em vários países, ditos primeiro mundo, o Sr. Lula jamais teria acesso ao STJ ou STF, mesmo com a intervenção direta da ONU! A lei brasileira é clara: NÃO PODE SE CANDIDATAR QUEM FOI JULGADO CULPADO EM SEGUNDA INSTÂNCIA. Agora o que assistimos é de 'falsos profetas' no âmbito jurídico, quererem se colocar acima da nossa Constituição. Os movimentos de esquerda, pararam de gritar 'FOI GOLPE!' Porque? Por que os movimentos de esquerda estão se aliando aos partidos que apoiaram o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef. O texto aqui escrito por Marcelo Uchôa, está POBRE e carece de respaldo legal. Parece um trabalho acadêmico do primeiro semestre da faculdade de direito. Está dando sua opinião pessoal, fazendo de conta que tem respaldo legal. Não tem. Lula é candidato sim. Por uma falha vergonhosa da nossa constituição. Mas todos sabemos que sua pessoa é inelegível. Sua única esperança é que algum candidato de esquerda se elege presidente, para pleitear um 'indulto'. Como foi concedido ao Sr. José Genoíno. É uma desgraça para nosso País e principalmente Universidades, profissionais do direito quererem relativizar aquilo que já está sacramentado. Caso alguém dissesse que a Lei que favorece as 'cotas' em Universidades e Concursos Públicos é uma lei arbitrária, uma vez que pressupõem que o racismo deva existir no País, ou seja, que é uma lei racista, o Sr. Uchôa provavelmente diria: você tem a obrigação de PAGAR por crimes cometidos a mais de 150 anos atrás! É o mesmo que dizer, que o povo brasileiro é obrigado a pagar os crimes cometidos por roubo pelos movimentos de esquerda nestes últimos 20 anos! Pelo simples fato, de todo brasileiro ter um parente de algum grau, envolvido na Lava Jato. É um absurdo.

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    Gabriel Henique Andrade

    Marxismo ideológico, puro e simples. Insurjo-me de forma inarredável, mais ainda ao visualizar que tal bacharel compõe o quadro universitário público. Para além do socialismo imperando: de fato, o comunismo travestido nas Universidades do nosso País.

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    Beto Oliveira

    Agora vamos realmente conhecer quais julgadores defendem o Estado Democrático de Direito. Todos os precedentes são favoráveis ao cumprimento da decisão da ONU. Os macunaímacos vão relativizar!

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    Scipião Neto

    “Impressionante a capacidade do interesse ideológico em interpretar Lei clara e cristalina na forma exatamente oposta à sua proposição originária!”
    “Por isso que o Brasil esta nessa draga. A Velha politica que é o câncer desse País.”
    Cada comentário que dispensa até ser visualizado! Velha política é citar o Sadenberg como sabio independente! Lula é candidato sim! E a título de informação, a Convenção Americana
    sobre Direito Humanos, datada de 22.11.1969, que fora ratificada pelo Brasil (Decreto n.º
    678, de 6.11.1992), assegura, no art. 8º, n. 2, h, a toda pessoa o “direito de recorrer da
    sentença para juiz ou tribunal superior”.

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    Valter Lopes

    Impressionante a capacidade do interesse ideológico em interpretar Lei clara e cristalina na forma exatamente oposta à sua proposição originária!

    Decididamente o Direito não é uma ciência exata! Infelizmente!

    Esta característica fica particularmente potencializada em países do terceiro mundo - como o nosso - onde a aplicação da norma se dá no estrito cumprimento dos conceitos basilares abaixo listados:

    Para os amigos, tudo;
    Para o inimigos nada;
    Para os indiferentes, a Lei.

    Pêsames ao autor do artigo que corrobora e ratifica, na íntegra, a aplicação da norma segundo a conveniência própria ou de terceiros unidos pelo mesmo propósito!

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    Ewerton Salles

    Por isso que o Brasil esta nessa draga. A Velha politica que é o câncer desse País.
    Artigo totalmente militante. Em prol de uma ideologia (que inclusive não da certo em lugar nenhum, olha a Venezuela).
    Olha só os Bacharéis em direito que o país esta formando? Soldados ideológicos, só pode.
    Sobre o Texto: Aqui esta a resposta:
    Carlos Alberto Sardenberg desmascarou o embuste da ONU, em que dois coleguinhas do advogado australiano de Lula apresentaram um relatório fake recomendando a candidatura fake do presidiário.

    “Fake News não são apenas mentiras deslavadas. Quer dizer, muitas são, mas facilmente desmentidas. As que produzem efeitos fortes são as fake mais elaboradas, com base em algumas verdades e muitas distorções (…).

    O comunicado é do Comitê de Direitos Humanos, um órgão formado por 18 ‘especialistas’ independentes – acadêmicos em geral – e que não tem nenhum poder decisório ou mandatório (…).

    Esse comunicado não foi divulgado oficialmente, mas saiu em matéria da BBC, na última sexta-feira. Um vazamento.

    Depois, saiu uma nota do Escritório de Direitos Humanos, no site oficial da ONU, com o título ‘Information note’ sobre o Comitê de Direitos Humanos. Ali se explica que não se deve confundir o Comitê com o Conselho de Direitos Humanos – este um órgão de alto nível, formado por representantes (diplomatas) de 47 países e que se reporta à Assembleia Geral da Nações Unidas, o órgão máximo da entidade. E este Conselho não decidiu absolutamente nada sobre esse caso.

    Vai daí que são fake todas as notícias do tipo: ONU manda, determina, exige que Lula participe da eleição; Conselho da ONU decide a favor de Lula, (forçando uma confusão do Comitê com o Conselho, por ignorância ou má fé); decisão do Comitê é obrigatória (…).

    A função do Comitê é supervisionar o cumprimento dos direitos humanos previstos nos diversos tratados patrocinados pela ONU.

    E em nenhum desses tratados está escrito que cumprir pena depois da segunda instância é uma violação de direitos humanos. Reparem: nenhum tratado internacional condena a execução da pena em segunda instância. Nem em primeira instância – como ocorre em grande parte dos países, assunto que nunca mereceu a atenção do Comitê de Direitos Humanos da ONU.”

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