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Olá. Eu me chamo Priscila. Eu vim morar em Búzios e morava na casa de parentes, comprei um cachorro de pequeno porte para ser minha companhia, pois estava com forte depressão depois que minha mãe faleceu. Meu pai e eu nos mudamos de uma hora para outra após o ocorrido, pois precisávamos mudar de ares. Só que na casa da minha vó ficou difícil e eu tive que morar com uma amiga. Depois a amiga não aceitou mais o meu cachorro na casa dela e eu tive que arranjar um novo lar para gente. Meu pai nesse meio tempo arranjou uma casa para gente morar só que a dona precisava fazer reparos e no meio da obra ficou sem condições, sem ter onde deixar meu cachorro um advogado amigo do meu primo se dispôs a tomar conta dele até eu ter um lugar fixo. Ele perguntou se eu depois deixaria ele ver o Guerrero também e eu disse que claro. E que ele poderia tomar conta desde que fosse possível eu ver o Guerrero e pegar ele às vezes para passar o final de semana comigo. Mas sempre que eu ia na casa dele ele dava a desculpa de que os outros cachorros iriam fazer bagunça se deixasse eu entrar e as vezes ele deixava eu segurar o Guerrero, mas logo pegava dizendo que por ser advogado estava ocupado lendo processos e etc. As vezes ele me atendia da varanda do segundo andar. Eu não achei estranho até porque estava cuidando de uma suspeita de síndrome do pânico e minha pressão estava indo a 20. Depois meu pai foi diagnosticado com câncer. Enfim esses dias eu achei o cachorro do vizinho deles na rua e fui levar em casa quando vi a esposa do advogado saindo de casa e reclamando do barulho dos latidos dos atuais cães que eles têm em torno de 5 cães e 2 ou 3 gatos e ela dizendo: que inferno de barulho, cala a boca. Aí eu fui e chamei ela e disse que queria pegar o guerrero para tosar e passar o final de semana comigo. Ela perguntou se eu traria de volta. Eu disse que sim. Ela disse que poderia pegar a hora que eu quisesse. Aí eu fui ontem e chamei e os cães que ficam na varanda minúscula estavam latindo muito e alguém abriu a fresta da porta, mas não saiu, eu continuei chamando até que ele o advogado saiu e perguntou o que eu queria eu falei e ele se fingiu de surdo e me fez repetir e depois disse que ia tosar ele e por isso eu não poderia levar. Eu disse que já tinha combinado com a esposa dele que eu ia tosar, ele então disse que só deixaria se a esposa fosse junto e levasse de volta para casa dele depois da tosa. Eu disse que não que eu tinha direito e ele disse que eu não iria mais ter meu cachorro de volta. Quando entreguei o Guerrero para ele expliquei que ia buscar quando tivesse lugar fixo, deixei os remédios porque eu tinha uma farmácinha de colírio para limpar os olhos, vitaminas, remédio para quando come algo que pode ser venenoso, remédio de pulga, o sabonete que mata pulga e carrapato com cheiro de rosas e etc. Falei que se precisasse de remédio era só me falar. Dei a ração que eu tinha e falei que iria enviar todo mês e ele disse que não precisava de ração porque já comprava um saco grande e o Guerrero sendo pequeno não ia fazer diferença. E agora ele me apronta essa eu estou tão triste, não consigo comer, nem dormir. Por favor alguém me ajuda. Só de imaginar que não vou ver ele novamente eu nem sei... Eu só deixei ele com esse advogado porque não tinha mais como deixar na casa dessa amiga e eu também não tinha como voltar para casa da minha vó porque meu primo levou os filhos para morar lá. Então ou eu deixava esse moço tomar conta ou ia o Guerrero e eu para rua. No momento não tenho como arcar com despesas de processo, porque moro de aluguel, estou construindo minha casa no terreno da minha vó. Depois disso tudo a dona da casa onde moro deixou que eu traga o Guerrero para ficar de vez comigo.

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