analise

Contabilidade de Custos Dentro da Contabilidade há os ramos da Contabilidade de Custos e da Contabilidade Financeira. Backer e Jacobsen (1976) pontuam que ambas estão correlacionadas e esclarecem que a Contabilidade Financeira busca o atendimento de dois objetivos principais: a) relatar a natureza e a situação do capital investido em uma empresa, e; b) medir as mudanças no capital, advindo da atividade operacional. A lucratividade ou resultado de uma empresa está intimamente ligado aos custos dos produtos e as receitas obtidas com sua venda. A Contabilidade de Custos é responsável por apurar o lucro de uma organização, e mais: a contabilização dos estoques é apropriada ao balanço patrimonial da empresa. Os registros relativos aos custos dos produtos são feitos, e o conjunto destas informações recebe o nome de Sistemas de Contabilidade de Custos. Proença et al. (2014) acrescenta que o Sistema de Contabilidade de Custos não é independente das contas financeiras. Ao contrário, ele representa unicamente um detalhamento do sistema contábil básico e está nele integrado. Através desses registros de custos, o contador de custos pode contribuir para um outro objetivo financeiro, ou seja, o controle sobre os recursos da empresa. O sistema de contabilidade de custos ocupa-se diretamente do controle dos estoques, dos ativos fixos da fábrica e dos fundos dispendidos em atividades funcionais. Objetivos da Contabilidade de Custos A Contabilidade de Custos ocupa-se da classificação, agrupamento, controle e atribuição dos custos. O profissional contábil classifica estes custos segundo padrões de comportamento, processos ou atividades com os quais eles estejam relacionados ou ainda a produtos aos quais eles se refiram, dependendo do tipo de medição desejados. Backer e Jacobsen (1976) indicam que os custos podem ser alocados por contas, ordens de produção, por processos, por produtos, ou ainda, de acordo com outros critérios operacionais. A partir do emprego destes critérios, o profissional contábil realiza os cálculos, relata e analisa os custos do desempenho de diferentes funções, desde de a operação de um processo ou ainda de fabricação de um produto. Proença et al. (2014) corrobora que tais profissionais confeccionam relatórios com dados capazes de contribuir para a tomada de decisão por parte da direção da empresa, a partir dos quais podem ser delineados planejamentos e alternativas. Proença et al. (2014) e Backer e Jacobsen (1976) concordam que, de uma maneira geral, o levantamento de custos tem três objetivos principais: Fornecer dados de custos para a medição dos lucros e a avaliação dos estoques (demonstração de superávit e déficit e balanço); Fornecer informações aos dirigentes para o controle das operações e atividades da empresa (relatórios de controle); Fornecer informações para o planejamento da direção e a tomada de decisões (análises e estudos especiais). O sistema formal de contabilidade de custos fornece, geralmente, os dados de custos e os relatórios para a realização das duas primeiras dessas finalidades. Entretanto, Proença et al. (2014) e Backer e Jacobsen (1976) alertam que para o planejamento estratégico e o processo decisório, estes dados, via de regra, precisam ser reclassificados, reorganizados e suplementados por outros dados econômicos e comerciais relevantes, que estão fora do sistema formal de contabilidade de custos. Classificação dos Custos Custos Diretos ou Primários Em relação aos produtos fabricados, os custos também se classificam em diretos. Proença et al (2014, p. 14) afirma que: São aqueles que podem ser diretamente apropriados aos produtos, bastando apenas que se tenha uma unidade de medida de consumo, como kg de matéria-prima por produto, ou unidades de embalagem utilizadas no produto, horas de mão de obra gastas no produto, etc. Ribeiro (2018, p. 24) contribui que os “custos diretos compreendem os gastos com materiais, mão de obra e gastos gerais de fabricação aplicados diretamente na fabricação dos produtos”. Como dito anteriormente, tem-se aqui os funcionários de frota, responsáveis pela efetiva distribuição do produto e efetivação da atividade fim da empresa. Custos Indiretos Retomando o ponto de vista dos produtos fabricados, os custos também podem ser indiretos. Quanto a eles, Ribeiro (2018, p. 24) versa que “compreendem os gastos com materiais, mão de obra e gastos gerais de fabricação plicados indiretamente na fabricação dos produtos”. Proença et al (2014, p. 14) informa que “não oferecem condição de uma medida objetiva e qualquer tentativa de alocação precisa ser feita de maneira estimada e, muitas vezes, arbitrária (como custos com supervisão, chefias, aluguel da fábrica)”. Custos Fixos Proença et al (2014, p. 15) afirma que “custos fixos são os custos que não variam no período independentemente da quantidade produzida. Estes têm natureza fixa, ou seja, se manterá o mesmo valor se a indústria produzir 100 ou 1.000 unidades”. Um custo fixo é uma despesa ou custo que não muda com um aumento ou diminuição no número de bens ou serviços produzidos ou vendidos. Custos fixos são despesas que devem ser pagas por uma empresa, independentemente de qualquer atividade comercial. É um dos dois componentes do custo total da administração de um negócio, sendo o outro um custo variável (ABRAÃO, 2013; IUDÍCIBUS, MARION, 1990). Custos Variáveis Proença et al (2014, p. 16) informa que “são os custos que guardam relação direta com a quantidade produzida. Assim, eles variam de acordo com a variação na produção, quando a produção aumenta, os custos variáveis aumentam, quando a produção diminui, os custos variáveis diminuem”. Um custo variável é o custo de uma empresa que está associado à quantidade de bens ou serviços que produz. O custo variável de uma empresa aumenta e diminui com o volume de produção (ABRAÃO, 2013; IUDÍCIBUS, MARION, 1990). Custo-padrão De acordo com Ribeiro (2018, p. 400) custo padrão é um custo estimado, ou seja, “calculado antes mesmo de iniciado o processo de fabricação, fundamentado sempre em custos de produções anteriormente realizadas”. Martins (2018, p. 297) acrescenta que: Muitas vezes é entendido como sendo o Custo Ideal de produção de um determinado bem ou serviço. Seria então o valor conseguido com o uso dos melhores materiais possíveis, com a mais eficiente mão de obra viável, a 100% da capacidade da empresa, sem nenhuma parada por qualquer motivo, a não ser as já programadas em função de uma perfeita manutenção preventiva, etc. Esta ideia de Custo Padrão Ideal, em franco desuso, nasceu da tentativa de se “fabricar” um custo “em laboratório”. Isto é, os estudos minuciosos de Tempos e Movimentos, com experiências usando o funcionário mais bem treinado e habilitado, sem se considerar sua produtividade oscilante durante o dia, mas aquela medida em um intervalo de tempo observado no teste. As perdas de material seriam apenas as mínimas admitidas como impossíveis de serem eliminadas pela Engenharia da Produção, e assim por diante. No final, Custo-padrão Ideal seria uma meta da empresa a longo prazo, e não a fixada para o próximo período ou para determinado mês. À luz de Martins (2018) observa-se que o emprego do Custo-padrão é de caráter excepcional, restrito a comparação anual quanto a evolução dos custos. Ribeiro (2018) discorda ao considerar o custo padrão importante instrumento de controle, e elenca como uma das vantagens de sua utilização o conhecimento antecipado do custo de fabricação, o que possibilitaria a fixação de preço de venda e ainda a otimização do processo produtivo a fim de maximizar o uso de recursos físicos, de mão de obra e financeiros. A classificação dos custos é importante para que sejam apurados adequadamente e apropriados a fim de compor com segurança a Margem de Contribuição. Método de Custeio Os sistemas de métodos de custeio têm como função a coleta de dados de custos, sua identificação e organização. Eles fornecem informações às necessidades gerenciais e, de uma forma geral, a Contabilidade de Custos utiliza desses diferentes métodos de custeio para apropriar seus custos. De acordo com Proença et al (2014), esses métodos são: Custeio por Absorção Sob a contabilidade de custos tradicional, todos os custos de produção são incluídos no custo de um produto para fins de custeio dos estoques e todos os custos não-fabris são excluídos. Este método de custeio é designado como custeio por absorção ou custeio pleno (PROENÇA et al., 2014). A distinção primordial, no custeio por absorção, é entre custos dos produtos e custos do período, isto é, entre custos fabris e não-fabris. Custeio Variável Em anos recentes, vem recebendo crescente apoio um método alternativo de custeio, chamado custeio direto. Sob o custeio direto, somente os custos variáveis de produção são atribuídos aos produtos elaborador. A principal distinção de custos no custeio direto, é entre os custos fixos e os variáveis. Segundo o raciocínio básico do custeio direto, os custos variáveis de produção são os únicos incorrido diretamente na elaboração de um produto. Os custos fixos representam a capacidade que existe, quer os produtos sejam elaborados ou não. Proença et al. (2014) e Santos (2013) indicam vantagens e desvantagens no custeio direito conforme quadro abaixo: Quadro 02: Vantagens e desvantagens do método de Custeio Direto Vantagens Desvantagens Permite que se conheça a margem de contribuição por produto ou linha de produtos; Facilita a realização de análises de custo-volume-lucros Facilita o processo de tomada de decisão A classificação dos custos fixo e variáveis não é muito fácil; A fixação do preço de venda não pode ser baseada no custo Não há um único custo unitário que possa ser usado como guia enquanto o volume de produção for variável; Para que o processo de tomada de decisão seja mais efetivo, o custo direto exige a participação de pessoas mais qualificadas do que o custeio total. Fonte: Elaboração própria (2019) Bruni (2004, p. 332) descreve o custo variável como “o incremento de custo correspondente à produção de uma unidade adicional de produto. Assim, corresponde aos custos que não seriam incorridos se um produto fosse eliminado ou não produzido”. Fernandes (2001, p. 82) define: O custeio variável se difere do por absorção pelo tratamento dado aos custos fixos de fabricação, pois, no custeamento variável tais gastos não são incluídos no custo dos produtos, serviços, clientes; compondo os estoques apenas os custos variáveis. Por este método, os custos fixos ficam separados, sendo tratados como do período, e levados diretamente para o resultado. No custeio variável os custos indiretos não são analisados para efeito de resultado dos produtos. O resultado dos produtos é avaliado pela margem de contribuição, o qual é o indicador da contribuição de cada produto na amortização dos custos fixos e na captação do resultado final da entidade contribuirá para a formação do preço de venda. Zart e Zanata (2017) indicam que os métodos de precificação baseado no custo e no baseado em demanda são os de maior relevância para o segmento de distribuição de alimentos. Valor Econômico Valor econômico se caracteriza por um conceito complexo, constituído por variáveis como taxas de juros, fluxo de benefícios, resultado, custo oportunidade e valor do dinheiro no tempo, o que confere a ele subjetividade, variando de perspectiva, uma vez que sua avaliação depende do mercado observado, dos consumidores e fornecedores, qualidade da informação consultada e segmento (CATELLI, 2007). Custo Oportunidade e Taxa de Atratividade O custo oportunidade não diz respeito a um valor absoluto, mas sim levantado frente a comparação de retorno que se espera da tomada de decisão pela melhor proposta de investimento, ou pela opção rejeitada, de custo de nível de risco igual. Desta feita, a economia de capital gerada pode ser fonte de investimento em outras áreas da empresa, ou ainda, aplicação em fundos de investimento, projetos ou ainda aquisição de novos equipamentos (ZART; ZANATA, 2017). Para escolher entre vários investimentos é necessário estipular uma Taxa Média de Atratividade (TMA), pois se só houvesse uma área de investimento, ou seja, se o empresário pudesse só investir na poupança, não havendo outras variáveis para este fazer um investimento essa seria a taxa mais atrativa para ele. Se um investidor tivesse várias possibilidades de onde aplicar seu capital, este deveria estipular uma Taxa Mínima (TMA), sendo esta, o investimento mais seguro que este poderia obter. A escolha de um investimento o investidor deve escolher um que tenha uma taxa superior a TMA, pois devido a ter um risco maior, o rendimento auferido também deve ser maior, um investimento só se tornará atrativo se o retorno obtido nesse seja maior que a TMA, pois se não for, não haverá lógica em investir-se dinheiro em um negócio mais ariscado e com taxa de retorno menor. Análise de Viabilidade Econômico-Financeira A Análise de Viabilidade Econômico Financeira constitui em estudar o desempenho, tanto econômico quanto financeiro, de produtos e serviços ofertados, visando optar pela mercadoria que apresentar um resultado mais viável diante o projeto. Já estimada desde o início do portfólio, com as informações disponíveis até então, a análise é base para a tomada de decisões, visto que serve para aferir os níveis do preço final do produto, cobrindo os custos envolvidos e possivelmente gerando renda, tornando o, assim, acessível. Para tal escolha utiliza-se de métodos financeiros tais como as previsões de retorno do investimento análise de suas características, VPL (Valor Presente Líquido), TIR (Taxa Interna de Retorno), Método Payback e o Fluxo de caixa aguardado com o produto. Ao longo do tempo é necessário que haja a revisão de tal produto escolhido para averiguar se ele continua economicamente viável ou não diante a atual situação. TAXAS EFETIVAS, NOMINAIS EQUIVALENTES COM CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA. Uma taxa de juros é definida como taxa de juros efetiva quando a unidade de expressão de tempo for igual a unidade de tempo do período de capitalização, ou seja, quando ambos compatibilizarem com aquela à qual a taxa está referida, por exemplo,75% ao mês com capitalização mensal. Já as Taxas de Juros Nominais são definidas quando o período de capitalização dos juros for inferior que a unidade temporal da taxa de juros, ou seja, quando nem o período nem a incorporação dos juros coincidirem com a taxa referida, como por exemplo 40% aa (ao ano) com capitalização trimestral. De antemão, as Taxas Equivalentes são assim denominadas quando duas taxas aplicadas ao mesmo capital, durante o mesmo período, e, com sistemas de capitalização distintos, produzem o mesmo montante (M). A expressão que a representa é: 1+ia=〖(1+im)〗^12 Onde: ia é a taxa anual im é a taxa mensal ESTUDO DE CASO Localizada em Formiga, distando 190km da capital mineira, Belo Horizonte, a TWG Madeira Imunizada é uma empresa voltada para o atendimento das necessidades de cada um de seus clientes na imunização de madeira originária do reflorestamento em autoclave e atua A empresa é uma opção a aqueles que se preocupam com a preservação de vegetação nativa, bem como com o uso racional dos recursos madeireiros provenientes do reflorestamento. A empresa é fornecedora de eucalipto tratado, das espécies Eucalyptus e Pinus, aos mais diversos setores (agropecuário, construção civil e mobiliário, por exemplo). Sua madeira é regularizada por órgãos competentes e sua aplicação se dá em escoras, estruturação de telhados, pergolados, paisagismo, playgrounds, porteiras, estacas, decks, postes, bancos. Do ponto de vista sustentável, a TWG fornece produtos de qualidade, visando atender às expectativas de seu mercado, considerando o menor impacto possível ao meio ambiente, empregando etapas sustentáveis em todo o processo produtivo. RESULTADOS Neste item será apresentado o estudo de caso feito para uma empresa TWG Madeira Imunizada interessada em comprar uma máquina auto carregável florestal. COLETA DE DADOS Depois de feita a cotação de orçamentos para a compra de uma máquina auto carregável florestal e obter informações importante sobre o custeio operacional junto ao fabricante da mesma, a TWG estabeleceu algumas premissas para a aprovação do projeto de compra. A empresa deseja alcançar uma Taxa Mínima de Atratividade (TMA) de 20% a.a. a recuperar o investimento em até cinco anos. A meta de vendas e produção da empresa considerou uma taxa de uso ou ocupação do equipamento de 80%, vendendo 309,76h/mês a R$ 275,00/hora máquina, em dois turnos, em jornada de trabalho de 8,8 horas, durante 22 dias. Dentro deste cenário, obteve-se o seguinte faturamento mensal: Horas/dia Dias/mês Nº. turnos Horas/mês Taxa ocupação Horas efetivas/mês Preço da hora Faturamento/mês Meses/ano Faturamento/ano 8,8 22 2 80% 309,76 275 85.184,00 12 12 1.022.208,00 Quadro 1: Expectativa de Produção e Vendas. Fonte: Elaboração própria (2019) Estima-se o custo total do projeto em R$ 1.799.932,55, com primeiro pagamento de R$ 506.969,67, frente a uma taxa de ocupação de 80% no 1º ano, 90% no segundo e de 100% no terceiro. Nos quatro anos iniciais, as receitas são menores que os anos posteriores, haja vista que na mesma fase em que ocorre os desembolsos de pagamento do financiamento. A fim de calcular o Valor Presente e Valor Futuro, utilizou-se a taxa de juros SELIC vigente que é de 5% a.a. e para a obtenção do Valor Presente Líquido, utilizou-se a TMA desejada pela TMG, de 20%. DESCRIÇÃO VALOR PRESENTE VALOR FUTURO VPL PAYBACK TIR INVESTIMENTYO -506.969,67 -506.969,67 -506.969,67 -506.969,67 (-) FCL Ano 1 84.144,52 104.141,99 78.008,98 -413.358,89 (-) FCL Ano 2 157.386,15 241.083,00 135.270,80 -218.568,94 (-) FCL Ano 3 207.691,67 393.748,76 165.491,39 67.400,18 (-) FCL Ano 4 206.103,09 483.598,18 152.250,80 383.107,44 (-) FCL Ano 5 388.031,19 1.126,851,87 265.742,19 1.044.359,04 (-) FCL Ano 6 348.792,08 1.253.622,71 221.451.82 1.705.610,63 (-) FCL Ano 7 313.520,97 1.394.655,26 184.543,18 2.366.862,23 (-) FCL Ano 8 281.816,60 1.551.553,98 153.785,99 3.028.113,82 (-) FCL Ano 9 253.318,29 1.726.103,80 128.154,99 3.689.365,41 (-) FCL Ano 10 227.701,84 1.920.290,48 106.795,82 4.350,617,01 SALDO 1.961.536,73 9,688,680,36 1.084.526,29 26,6% Quadro 2: Valor Presente, Valor Futuro e Valor Presente Líquido Fonte: Elaboração própria (2019) A partir dos resultados obtidos é possível concluir que a compra da auto recarregável florestal é atrativa, uma vez que tem viabilidade econômica, apontada pelo VPL superior a zero, e TIR em 26,6%, e a recuperação do investimento se darão fim do terceiro ano, caracterizando o projeto como economicamente viável. CONCLUSÃO A partir do presente estudo nota-se como é importante para uma empresa realizar um estudo sobre a oportunidade e realização de investimento na mesma. Sendo analisados critérios sobre, valor presente, valor presente líquido, retorno, custo, payback, taxa mínima de atratividade. Capacidade de pagamento e um dos quesitos mais importantes a serem observados, onde realizar este investimento. De fato, o setor industrial está cada vez mais competitivo e seu crescimento e manutenção mercadológicos dependem de investimento em inovação, o que inclui as máquinas de modo especial, a fim de entregar produtos de qualidade, bem como processos flexíveis a fim de atender o mercado, sempre considerando o menor custo de manutenção possível a fim de gerar lucro, atendendo assim, aos anseios de seus proprietários e investidores. O objetivo do estudo foi analisar a viabilidade econômica e financeira da TWG Madeira Imunizada adquirir um novo maquinário e, a partir da análise de investimento de compra, concluiu-se que é um projeto viável.


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