AJUDA

Envio de texto para publicação

Como publicar no Jus?

É muito simples! Basta clicar no link abaixo e seguir os passos indicados:

Publique seu artigo, peça processual ou notícia no Jus!

Ao enviar um conteúdo para publicação, você:

  • autoriza a publicação pelo Jus, em seu site e eventualmente em outros veículos de sua propriedade, em meio impresso ou digital;
  • assume que é o autor do trabalho enviado, ou tem permissão expressa do autor;
  • declara total responsabilidade pelo seu conteúdo;
  • concorda com a política de direitos autorais do site.

Em nenhuma hipótese haverá retribuição financeira pela publicação de textos, por qualquer das partes envolvidas.

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O que acontece depois do envio da colaboração?

Os artigos recebidos pelo sistema de publicação do Jus passam por duas etapas:

Validação formal: verificação preliminar dos requisitos mínimos para divulgação no Jus.

Os artigos que passam por essa fase são publicadas no Jus, aparecendo na página pessoal do usuário, bem como na na seção correspondente à sua categoria (Artigos, Petições, Pareceres, Jurisprudência ou Notícias).

Análise editorial: apreciação do conteúdo pelo conselho editorial para publicação na Revista Jus Navigandi.

Os artigos selecionados são destacados na Revista Jus Navigandi, que tem reconhecimento acadêmico, figurando também na página principal do Jus, nos boletins por e-mail e nas redes sociais.


Dependendo das circunstâncias, o período de tempo entre o recebimento e a análise editorial pode durar até 20 dias, em média. Excepcionalmente, este prazo pode se estender até por 60 dias, de acordo com o atendimento aos critérios editoriais, especialmente redação e gramática.

O colaborador receberá mensagens por e-mail assim que o texto for publicado e também se for selecionado.

Caso o texto não seja selecionado para publicação, não será enviada mensagem ao colaborador comunicando tal fato. Devido ao grande número de colaborações recebidas, infelizmente não é possível sempre prestar informações pessoais sobre o andamento da análise de cada trabalho recebido.

O Jus não atenderá a solicitações de privilégios no processo de análise, seleção, editoração e publicação, inclusive em relação a prazos ou critérios editoriais. O Jus se reserva o direito de recusar textos, sem justificar os motivos.

Os trabalhos selecionados permanecerão publicados por tempo indeterminado, somente sendo retirados do ar por motivos excepcionais (solicitação do autor ou denúncia de violação a direitos autorais, por exemplo).

Quais as exigências formais para publicação das colaborações?

O Jus publica textos teóricos (ensaios, artigos e monografias), textos práticos (petições, pareceres e jurisprudência) e notícias.

Recomenda-se, enfaticamente, que os textos sejam previamente submetidos a revisão gramatical.

São admitidos trabalhos elaborados por profissionais ou estudantes do Direito e de quaisquer áreas do conhecimento correlatas, desde que seu conteúdo atenda aos critérios editoriais do site.

Não há restrições quanto à extensão do trabalho, ao ineditismo ou à exclusividade na publicação.

As peças processuais devem omitir os nomes, endereços e telefones de pessoas envolvidas, sempre que isso possa comprometer a sua honra ou a sua privacidade.

O Jus se reserva o direito de recusar textos, sem justificar os motivos.

O Jus pode eventualmente editar o conteúdo do artigo, para adequações de gramática, redação e formatação. O Jus também pode elaborar chamadas e descrições para divulgação em outras páginas. Deve ser preservada a intenção do autor, com o objetivo de promover e aperfeiçoar o conteúdo.

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Quais os critérios para a seleção pela Revista Jus Navigandi?

Os textos enviados serão submetidos a análise editorial, que verificará, dentre outros critérios:

  • coerência científica,
  • profundidade do conteúdo,
  • originalidade do assunto e da abordagem,
  • clareza da exposição e
  • obediência à gramática.

A Revista Jus Navigandi é reconhecida?

A Revista Jus Navigandi é a publicação jurídica brasileira de maior repercussão no meio científico.

É reconhecida como publicação periódica pelo IBICT (ISSN 1518-4862).

É catalogada pelo Portal Periódicos e pelo Sistema Qualis da CAPES, e também pelo Latindex (Sistema Regional de Información en Línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal).

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A publicação vale como título em concurso ou pós-graduação?

A aceitação por bancas examinadoras de concursos públicos ou testes de admissão em cursos depende dos critérios adotados em cada edital.

Se o artigo for selecionado pelo conselho editorial e destacado na Revista Jus Navigandi, será disponibilizada na sua página de perfil no Jus uma declaração eletrônica de publicação, à qual o autor terá acesso poderá acessar e imprimir.

A declaração será assinada eletronicamente e indicará um link pelo qual o destinatário poderá conferir a autenticidade.

Após a emissão do documento, caso algum dos artigos relacionados seja retirado do ar, a assinatura eletrônica será invalidada, sendo necessária a emissão de uma nova declaração.

Não serão certificados artigos publicados diretamente pelo autor, que não tenham sido selecionados pelo conselho editorial.

O Jus não atenderá a solicitações de privilégios no processo de análise, seleção, editoração e publicação, inclusive em relação a prazos ou critérios editoriais.

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A Revista Jus Navigandi possui conselho editorial?

Sim. Atualmente o conselho editorial da Revista Jus Navigandi é composto pelos seguintes membros:

  • Paulo Gustavo Sampaio Andrade

    Especialista em Direito Constitucional pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).

  • Rodrigo Chaves de Freitas

    Especialista em Direito Administrativo pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Doutorando em direito público pela Aix-Marseille Université (França).

  • José dos Santos Carvalho Filho

    Doutorando em Direito Público no Institut d'Études Politiques d'Aix-en-Provence (Sciences-PO Aix) / Aix-Marseille Université (França). Mestre em Direito Constitucional. Especialista em Direito Público e em Direito Constitucional. Professor das disciplinas Direito Constitucional e Direito Processual Civil.

  • José Guilherme Tanure Bacelar

    Bacharel em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB). Participante do grupo de pesquisa Núcleo de Estudos Constitucionais. Servidor do Departamento de Estudos Econômicos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

  • Ingridy Sá das Chagas Feitosa

    Bacharela em Direito pelo Centro de Ensino Unificado de Teresina (CEUT).

  • Bruno Amâncio Martins Vial

    Mestrando em Educação pelo Centro de Estudos Comparados das Américas e Cairbe na Universidade de Brasília, Advogado, Membro Fundador da ONG Universitários Vão à Escola

  • Teresa Maria Rodrigues Silva

    Graduanda em Direito no Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB). Bolsista de Iniciação Científica.

  • Alanny Mavignier Mendes

    Oficiala do Exército Brasileiro (1º Tenente - Direito). Assessora de Apoio para Assuntos Jurídicos. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Especialista em Direito Eleitoral pelo Instituto Luiz Flávio Gomes (LFG). Pós-Graduada em CIências Militares Aplicadas pela Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) de Salvador. Pós-Graduanda em Direito Penal Militar pela Verbo Jurídico.


Membros honorários

  • Marcos Antônio Cardoso de Souza

    Especialista em Direito Empresarial pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR).

  • Ariana Cronemberger de Negreiros Barjud

    Mestra em Direito Penal pela Universidade São Francisco (USF). Coordenadora do Curso de Especialização em Processo Penal do Instituto Camillo Filho (ICF).

  • Bruna Letícia Teixeira Ibiapina

    Especialista em Direito Administrativo pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Especialista em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pelo Centro Unificado de Ensino de Teresina (CEUT).

  • Jamilla Dantas Sales

    Bacharel em Direito pelo Instituto Camillo Filho (ICF). Advogada em São Paulo (SP).

  • Gustavo Carneiro

    Mestre em Políticas Públicas pelo Hertie School of Governance (Berlim, Alemanha). Bacharel em Direito pela Universidade de Brasília (UnB). Ex-Assistente Internacional do Ministro Herman Benjamin - STJ. Ex-estagiário no Gabinete do Ministro Gilmar Mendes - STF.

  • Olívia da Costa Teixeira

    Advogada, Servidora do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí.

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