Na vida, temos resposta para tudo que possamos imaginar, até um silêncio é uma resposta. Mas, algumas vezes, em alguns momentos empacamos para perguntar sobre alguma coisa, algum assunto ou tema específico.
Por quê? Será medo?
Arrisco-me a dizer que sim! O medo é um sentimento que causa insegurança, síndrome do pânico e nos paralisa na hora de falar. Contudo, é um sentimento que convivemos em todas as fases do nosso desenvolvimento.
Por exemplo:
- Medo de irmos para a escola e não se adaptar;
- Medo de ficarmos sozinhos num ambiente e acontecer algo;
- Medo de conversarmos com pessoas estranhas e não saber o que dizer;
- Medo de fazermos perguntas para um colega ou professor(a) e sermos julgados;
- Medo de sair para trabalhar e não saber lidar com situações de conflitos;
- Medo de morar sozinho(a) e não conseguir o próprio sustento...
Nossa! Poderia elencar vários outros tipos de medo. Mas, o que estou propondo ajudar é o medo ao falar em público. Isto acontece, na maioria das vezes, pela falta de conhecimento do objeto/tema que temos interesse, ou seja, pela ausência de leitura sobre o que queremos investigar.
Desta forma, ficamos travados para perguntar, com medo de responder em público, por medo da opinião do outro sobre o nosso ponto de vista. E assim, as minhoquinhas vão sendo implantadas na nossa cabeça para nos deixar paralisados.
Daí, surge a síndrome do SE
- Se faço uma pergunta - vão achar que a pergunta é uma bobagem;
- Se não perguntar vão achar que é timidez, vergonha, burrice...;
- E por aí vai... se isso, se aquilo.
A boa notícia é que existe estratégia para sair desta zona de desconforto. Não se sintam sozinhos, pois não estão. Agora, há pessoas e pessoas que encontramos ao longo da vida, em que algumas querem nos ver bem mal, isto é verdade! Pessoas julgadoras, que se acham melhores que todo mundo.
Mas, a grande maioria, acreditem! Torce pelo nosso sucesso, pela realização dos nossos sonhos e pela nossa felicidade. Então, vamos seguir em frente e pensar positivo?
Vocês devem estar se perguntando: em que momento vamos vencer o medo de falar? Bem, aprendi a vencer o medo sozinha, não foi fácil! Mas, aos poucos, quando buscava por mais conhecimento sobre algum assunto/tema, ganhava autoridade sobre ele. Como assim?
Quando temos conhecimento profundo sobre algum assunto/tema, temos mais facilidade de questionar sobre ele, de fazer perguntas mais bem elaboradas. Para isto, a leitura é pré-requisito para que alcance esta finalidade. Que fique bem claro isso!
Por exemplo:
- Um fenômeno que se apresenta diante de nós, como um objeto a ser pesquisado, precisamos estudá-lo para conhecê-lo. Em virtude de aprofundar o olhar sobre o assunto/tema que será trabalhado;
- Ou seja, quando estamos bem preparados, bem fundamentados, passamos uma imagem para o outro de segurança e conhecimento de causa sobre o que estamos falando.
Podemos ir na vibe de: quem pergunta quer saber. Mas, não é o mesmo quando questionamos tendo leituras aprofundadas e plurais sobre o assunto/tema.
Às vezes, me questiono sobre: o que seria de nós se não fosse os questionamentos dos primeiros filósofos? Porque as perguntas geradas foram diante do querer/saber sobre a origem das coisas e do mundo.
Pensar, refletir, pesquisar não são tarefas fáceis, não era naquele contexto e hoje continua não sendo. Mas, para quem se propõem a sair da caixinha que se encontra. Vou compartilhar com você algumas estratégias que irá ajudar neste processo.
Você vai se sentir seguro em matéria de conhecimento, porque vai estar preparado para pesquisar, escrever e falar em público. Pois, se seguir o passo a passo destas estratégias irá ter organização para estudar e segurança para superar o medo ao falar.
Vamos lá? Estas são estratégias eficientes:
- Organizar o seu material de estudo separe tudo que for referente ao seu objeto ou tema de pesquisa;
- Ler o material separado comece a ler o que separou sobre o objeto ou tema da sua pesquisa;
- Fazer fichamentos à medida que for lendo o material, você vai fichando os pontos mais relevantes do seu tema e em seguida coloque o que entendeu sobre aquele recorte (citação), isso vai ser útil depois para os parágrafos autorais;
- Escrever esta é a parte mais inquietante, colocar no papel o que leu, o que fichou, o seu entendimento sobre o que estudou. Mas, a leitura consistente do assunto, mais os fichamentos com seus comentários, darão suporte à sua escrita autoral.
Após tudo isso, você verá que a escrita flui com mais facilidade, os questionamentos vêm naturalmente, o medo vai diminuindo porque passamos a ter segurança sobre o tema pesquisado. Desta forma, as minhoquinhas que nos paralisavam vão desaparecendo como num passe de mágica.
Para questionar, pesquisar, refletir e ter um pensamento crítico, temos que estudar profundamente o nosso objeto ou tema de pesquisa. Ou seja, para termos autoridade sobre qualquer tema específico, temos que nos dedicar à pesquisa sobre ele.
Com isso, vocês se sentirão emponderados a questionar, a responder e a falar em público sobre qualquer assunto que tenham conhecimento de causa. Pois, vos digo: o conhecimento é libertador!
Façam bom uso das estratégias de organização para estudar!