Direito à perversão: o risco do ius absurdum

18/08/2017 10:00Hugo Campitelli Zuan Esteves 1

Aceitar a existência de um direito à perversão implicaria em prejudicar a aparente intenção dos próprios adeptos do termo. Isto é, aquiescer com que o Estado regulamente a psique humana. Se hoje é direito, amanhã pode, tranquilamente, ser um não-direito.

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