Jesus, o Cristo, o Filho de Deus

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JESUS, O CRISTO, O FILHO DE DEUS

Nenhum cientista, historiador, pesquisador, estudante, doutor ou qualquer ser humano vivo ou morto pode duvidar da existência literal de Jesus, o Cristo.

A vida e a morte de Jesus são fatos incontestes, fatos incontroversos que não se admite prova em contrário.

Algumas pessoas duvidam da existência de DEUS pelo simples fato que nenhum homem jamais viu a DEUS, mas viram o CRISTO.

CURIOSIDADES A RESPEITO DE CRISTO

Onde e quando JESUS nasceu?

Jesus nasceu em Belém, próximo a Jerusalém, onde hoje e o estado de Israel.

Na época este lugar era governado pelo Imperador Romano Caio Júlio César Otávio Augusto, primeiro Imperador de Roma.

Por ocasião do nascimento de Jesus, pastores pastoreavam seu rebanho a noite (era quente em Belém – possivelmente de agosto a outubro, porque dezembro é frio e chuvoso, as vezes neva).

Outro fato que corrobora o nascimento de Cristo de agosto a outubro é que seria muito improvável que o Imperador Romano exigisse que o povo fizesse uma longa viagem para se registrar em pleno inverno, dado fato que o povo estava descontente com o Imperador.

Ninguém sabe o dia certo do nascimento de Jesus, pelo simples fato que o próprio Jesus deu uma ordem para comemorar a sua morte e não seu nascimento.

O próprio JESUS admoesta seus discípulos a comemorarem sua morte.

JESUS CRISTO MORREU NA PÁSCOA

Páscoa significa o dia em que o povo israelita foi liberto da escravidão do Egito.

Os judeus tinham obrigação de comemorar a Páscoa. JESUS também comemorou a Páscoa porque era Judeu.

Exôdo:

40: O tempo de morada dos israelitas, que moraram no Egito, foi de 430 anos.

41: No dia em que se completaram os 430 anos, todas as multidões de Jeová saíram da terra do Egito.

42: Essa é uma noite em que celebrarão o fato de que Jeová os tirou da terra do Egito. É uma noite que todo o povo de Israel deve celebrar para Jeová, por todas as suas gerações.

43: Jeová disse a Moisés e a Arão: “Esta é a lei referente à Páscoa....

47: Toda a assembleia de Israel deve celebrar a Páscoa.

PAIXÃO E MORTE DE CRISTO

A respeito da morte de Jesus Cristo, há relevante debate histórico e teológico quanto ao instrumento de execução utilizado pelo Império Romano.

Tradicionalmente, consolidou-se na cultura cristã a ideia de que Jesus teria sido crucificado em uma cruz no formato †. Contudo, estudos linguísticos e históricos apontam uma interpretação distinta.

O termo grego utilizado nas Escrituras para descrever o instrumento da execução é “staurós” (σταυρός), que originalmente significava “estaca”, “poste” ou “madeiro vertical”. Outro termo utilizado é “xýlon” (ξύλον), que pode ser traduzido como “madeira” ou “tronco”.

Nesse sentido, há entendimento de que Jesus Cristo não teria sido executado em uma cruz tradicional, mas sim em um madeiro simples, o que se coaduna com o fato de que os condenados à morte romana carregavam apenas parte do instrumento de execução.

Do ponto de vista histórico, é amplamente aceito que os condenados carregavam apenas a trave transversal, enquanto o poste vertical permanecia fixo no local da execução, prática comum no Império Romano.

Autores antigos como Sêneca relatam que as formas de execução variavam significativamente, podendo ocorrer em diferentes formatos, não havendo um padrão único.

Assim, embora não haja consenso absoluto quanto ao formato exato do instrumento utilizado na execução de Jesus, há fundamentos históricos e linguísticos que sustentam a tese de que sua morte ocorreu em um madeiro, e não necessariamente em uma cruz conforme tradicionalmente representada

QUE DIA JESUS MORREU?

Jesus morreu no dia 14 de nissan (nisã) calendário judaico, data da primeira festividade da Páscoa comemorada pelos judeus enquanto ainda eram escravos no Egito.

Quando Jesus morreu, Tibério Claudio Nero César, conhecido como Tibério era Imperador de Roma (de 14 dC a 37 dC).

Lucas:

22: Aproximava-se então a Festividade dos Pães sem Fermento, chamada Páscoa.

7: Chegou o dia da Festividade dos Pães sem Fermento, em que se tem de oferecer o sacrifício pascoal;

8: então Jesus enviou Pedro e João, dizendo: “Vão e aprontem a refeição pascoal para que a comamos.”

A SENTENÇA DE CRISTO POR PÔNCIO PILATOS

A condenação de Jesus Cristo ocorreu sob autoridade do governador romano da Judeia, Pôncio Pilatos, durante o governo do imperador Tibério.

Os relatos evangélicos indicam que, embora não encontrasse culpa em Jesus, Pilatos cedeu à pressão popular para sua execução.

Conforme registrado no Evangelho de Lucas:

“Então Pilatos convocou os principais sacerdotes, os governantes e o povo, e disse-lhes: ‘Vocês me trouxeram este homem como alguém que incita o povo à rebelião. Eu o interroguei diante de vocês e não achei nele nenhuma base para as acusações que fazem contra ele.’” (Lucas 23:13-14)

Ainda assim, a pressão popular prevaleceu:

“Mas eles continuaram a gritar: ‘Crucifica-o! Crucifica-o!’” (Lucas 23:21)

No Evangelho de João, Pilatos declara:

“Eu não acho nele motivo algum de acusação.” (João 18:38)

Mesmo reconhecendo a ausência de culpa, Pilatos autorizou a execução, em um ato que demonstra a prevalência de interesses políticos sobre a justiça.

O letreiro colocado sobre Jesus — conhecido pela inscrição INRI (Iesus Nazarenus Rex Iudaeorum) — indicava formalmente a acusação: “Jesus Nazareno, Rei dos Judeus”, conforme prática romana de explicitar o motivo da condenação.

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DA SENTENÇA DE CRISTO

Há documentos tradicionalmente atribuídos a Pôncio Pilatos que descrevem a sentença de Jesus Cristo.
Contudo, tais textos são considerados pela historiografia como apócrifos, não havendo comprovação de sua autenticidade como registro oficial romano.

Cópia da sentença final assinada por Pilatos condenando Jesus por questões políticas.

Tradução da sentença final da condenação de Jesus Cristo, documento encontrado em 1820, todavia traduzido com muita dificuldade no final do século XX.

(https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-cultura/6543839?utm_source=chatgpt.com)

Autores como Tácito (um dos principais historiadores do Império Romano) e Flávio Josefo (importante cronista da Judeia do século I) corroboram a existência histórica de Jesus e sua execução sob autoridade romana.

O NOME DE JESUS, O CRISTO E O NOME DO DEUS ALTÍSSIMO

A Bíblia originalmente foi escrita em Hebraico, partes em Aramaico e depois em Grego.

A língua hebraica não usa vogais e é lida da direita para a esquerda

O povo hebreu diferentemente dos assírios, os egípcios e babilônicos era monoteísta.

Portanto tem-se que os hebreus, acreditavam em um único DEUS e seu nome era escrito na Bíblia pelo que chamamos de Tetragrama – quatro letras ou símbolos – YHWH ou YHVH

Yod - י

He - ה

Vav - ו

He - ה

As traduções mais usadas para o nome de Deus colocando-se as vogais são:

YEHOVAH – King James Version

JE – HO – VAH – Versão padrão Americana

JEHOVÁ – Versão João Ferreira de Almeida

JEOVÁ – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas

JEOVÁ – Tradução Brasileira da Bíblia

JAVÉ – Edições Paulinas

YESHUA, O NOME DE JESUS

Outro conhecido tetragrama – I N R I – em latim, está relacionado ao nome de Jesus

I – Iesus ou Ieshua

N - Nazarenus

R - Rex

I – Iudaeorum

Então, como dito alhures, ninguém dúvida da existência de JESUS, o Cristo ou Salvador, apenas existe divergência quanto a seu nascimento, vida e morte, mas não sua existência.

A filosofia, a história, a geografia, a ciência política, os cientistas, os pesquisadores, os historiadores corroboram a vida, a morte e a existência de JESUS, tornando isso fato público e notório, tal como registrado nas Escrituras Sagradas.

CIENTISTAS QUE ACREDITAVAM NA EXISTÊNCIA DE DEUS

Nicolau Copérnico (astrônomo e matemático, pai da teoria heliocêntrica do Sistema Solar)

Galileu Galiei (pai da astronomia observacional, pai da física moderna, pai do método científico e pai da ciência moderna)

René Descartes (pai da Filosofia moderna)

Isaac Neewton (um dos cientistas mais influentes de todos os tempos)

Albert Einstein (E=mc2 – uma das mentes mais brilhantes da ciência)

Gregor Mendel (fundamentos matemáticos da genética, pai da teoria Mendeliana)

Tácito (um dos mais importantes historiadores romanos, autor de Anais, obra fundamental para o estudo do Império Romano)

Flávio Josefo (historiador judeu do século I, uma das principais fontes históricas sobre o contexto da Judeia no período romano)

CIENTISTAS QUE NÃO ACREDITAVAM EM DEUS

Charles Darwin (pai do Darwinismo – seleção natural)

Stephen Hopkins (um dos mais renomados cientistas do século)

Caxias do Sul, 3 de dezembro de 2023.

Rescrito em 12 de abril de 2026.

Everson Alexandre de Assumpção

Em tudo que faço dou graças e louvor a meu Criador!

Fontes:

https://www.jw.org/pt/biblioteca/biblia/biblia-de-estudo/livros/%C3%8Axodo/12/#v2012042

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pessach

https://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/24/cultura/1458814917_248555.html

https://brasilescola.uol.com.br/pascoa/pascoa-judaica.htm#:~:text=A%20P%C3%A1scoa%20judaica%20%C3%A9%20comemorada,escravid%C3%A3o%20dos%20hebreus%20no%20Egito

https://www.jw.org/pt/biblioteca/livros/jesus/antes-do-ministerio-de-jesus/onde-quando-nasce/

https://www.monergismo.com/textos/apologetica/cientistas_famosos.htm

https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-cultura/6543839?utm_source=chatgpt.com

Sobre o autor
Everson Alexandre de Assumpção

Everson Alexandre de Assumpção Prospective Harvard Student Harvard Business Review Advisory Council Membership opt-in Postgraduate Laws - University of London Estudante de Medicina Estudante de Engenharia Civil Estudante de Engenharia Ambiental e Sanitária Estudante de Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho Pós Doutor em Ciências Econômicas pela Universidad Nacional de Córdoba Doutor em Direito pela Universidad Argentina J.F.Kennedy Mestre em Seguridade Social pela Universidad de Alcalá Estudou Inglês Upper - Advanced em Oxford University Estudou Espanhol na Univerdad Nacional de Rosario Conciliador pelo Conselho de Justiça Federal Arbitro em Direito Registrado na Ordem da Justiça Arbitral no Brasil OJAB/0744 Estudou Google Project Management 2 Especializações em Direito Previdenciário Especialista em Direito Penal e Processual Penal Especialista em Direito Direito Civil Especialista em Direito Processual Civil Especialista em Conciliação Mediação e Arbitragem Especialista em Direito e Processo do Trabalho Especialista em Direito de Família e Sucessões Especialização em Serviços Sociais Especialista em Ciência Política MBA em Comércio Exterior Especialista em Filosofia e Sociologia Especialista em Psicologia Jurídica Especialista em Direito Público Especialista em Direito Imobiliário Especialista em Direito Penal Especialista em Direito do Trabalho Estuda Inglês no Conselho Britânico Bacharel em Direito Project Management na Cardoso e Assumpção Gerente do Grupo de debates sobre Direito Previdenciário no LinkedIn Gerente do Grupo de debates sobre Câmaras de Arbitragem 10 Prêmios Internacionais de Produção Acadêmico Científica Falo Inglês e Espanhol

Informações sobre o texto

Este texto foi publicado diretamente pelos autores. Sua divulgação não depende de prévia aprovação pelo conselho editorial do site. Quando selecionados, os textos são divulgados na Revista Jus Navigandi

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