O ambientalismo sob a ótica conservacionista e os preservacionista

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CAVALCANTE, Elton Emanuel Brito

(UNIR, 2026, [email protected])

No final do século XIX, recrudescia o conflito intelectual entre as doutrinas espirituais e os princípios científicos: o niilismo de Nietzsche ostentava a morte de Deus; Darwin, por sua vez, colocava a natureza em antagonismo com os dogmas cristãos; Freud pregaria a liberação de tais dogmas, para ele, responsáveis por uma opressão do coletivo sobre o indivíduo; a hermenêutica punha em dúvida a autenticidade dos textos bíblicos (Cardozo, 1995) e a tendência marxista-realista, contrária a qualquer tipo de idealização, mostrava as desvantagens do capitalismo.

Ao mesmo tempo, porém, a Segunda Revolução Industrial obrigava um uso cada vez maior dos recursos naturais, causando impactos ao ambiente. Essa realidade já ameaçava a fauna e a flora dos Estados Unidos, país cuja mentalidade formou-se amparada no liberalismo econômico, defendendo, pois, o laissez-faire, o utilitarismo-desenvolvimentista e o direito absoluto à propriedade, garantindo-se com esta aos proprietários o livre arbítrio para explorar suas terras da forma como lhes aprouvesse (Hais, 1999). A figura 01 revela o grau de desmatamento norte-americano no final do século XIX:

Imagem 01: Virgin Forest in the USA through the years

By 1926—as depicted in these illustrative maps based on the original work of William. B. Greeley (chief of the U.S. Forest Service from 1920 to 1928)—nearly all of America’s virgin forest land had been cut-down. Online via the University of Michigan.

Esse tipo de liberalismo econômico está hoje representado por uma tendência conhecida como ambientalismo de mercado livre (Anderson; Leal, 1998), para a qual o capitalismo se auto-ajusta às crises, portanto as questões ecológicas devem ser deixadas exclusivamente a cargo do mercado; Logo, minimiza-se a crise ecológica e que os efeitos negativos podem ser revertidos sem grandes problemas: “Para os ambientalistas de mercado-livre, as previsões de graves tensões entre populações, recursos naturais e ambiente serão aliviadas pela capacidade humana de adaptação, de correção natural de seus rumos, pela reação econômica e científica aos problemas de escassez” (Neto, 2006, p. 34).

Por conseguinte, os direitos individuais não podem ser feridos em prol de um possível controle ambiental para proteger gerações futuras, sendo, pois, autoritarismo disfarçado de justiça social. Assim, para a corrente em tela, os interesses da humanidade terminam sendo interesses econômicos, e liberdade seria sinônimo de liberdade econômica: “É portanto central, para o ambientalismo de mercado-livre, que a solução para a crise ecológica não fira a liberdade individual, a liberdade de iniciativa econômica” (Neto, 2006, p. 35).

Consequentemente, o Estado deve ser mínimo e limitar-se a garantir o bom funcionamento do livre mercado, não devendo imiscuir-se em temas ecológicos, isso porque o Estado é formado por políticos e burocratas que não agem movidos pelos seus próprios interesses; já os técnicos, muitas vezes tomando decisões baseadas em superficialidades ou ideologias políticas, administram mal, são desmotivados e muitas vezes corruptos. Por esse prisma, as instituições democráticas não são confiáveis para intervir nas questões ambientais, pois aos eleitores pouco lhes interessa o debate ambiental, podendo facilmente ser tomados por propostas demagógicas.

O laissez-faire, todavia, passou a ser questionado nos Estados Unidos ante a iminência da destruição ambiental e a provável falta de matérias-primas para o abastecimento das indústrias de base. Disso surgiu o movimento ambientalista norte-americano, subdividido em duas correntes distintas (às vezes antagônicas): preservacionista e conservacionista. Nesta primeira parte, abordar-se-ão de forma panorâmica ambas correntes.

Preservacionismo e neopaganismo

Oposta absolutamente ao laissez-faire, aparece a tendência preservacionista, cujo escopo era a total preservação do meio ambiente. Nesse contexto, John Muir (1916), além da defesa da natureza e da crítica ao utilitarismo capitalista, aponta o cristianismo como um dos possíveis responsáveis pela devastação ambiental, lançando, pois, os prolegômenos de um neo-paganismo animista. De origem escocesa, nasceu em 1938 e emigrou, em 1849, para os Estados Unidos, onde morreria em 1914. Foi o responsável pela implementação do sistema estadunidense de reservas nacionais, sendo considerado um ícone para os defensores da vida silvestre (Worster, 2017).

Seu pensamento estava influenciado pelas diversas correntes socialistas, materialistas, evolucionistas e comunistas, especialmente o marxismo (Hais, 1999). De formação presbiteriana, interpretou os dogmas judaico-cristãos como arbitrários: a noção de uma divindade fora do espaço físico, atemporal e copartícipe do alavancamento do conceito de progresso material humano era-lhe desagradável. Intuía um deus imanente e indiferente à moral humana. Rechaçou, portanto, a tradição cristã para encontrar seu deus nos bosques californianos (Worster, 2017). Consequentemente, tornou-se acérrimo defensor da criação de unidades de preservação ambiental, nas quais a fauna, a flora e os ecossistemas teriam valor intrínseco, independentemente do quão útil ou não fossem para o ser humano (Santos, 2018).

Além disso, punha o utilitarismo e o desenvolvimentismo como resultado da vaidade consumista do laissez-faire (Muir, 2017), reprovando, sobremaneira, a ética religiosa do protestantismo, fomentadora do esforço individual, pilares do empreendedorismo burguês. Nesse quesito, ajuda a preparar a senda para o pensamento de Weber (2001), quem vê a Reforma Protestante como a força propulsora do capitalismo contemporâneo: no protestantismo haveria, como no judaísmo ortodoxo, um desapego individual aos prazeres materiais, embora houvesse o dogma do trabalho e acúmulo de riquezas como um fim em si mesmo.

Weber (2001, p. 26), para reforçar seu pensamento, usa as seguintes frases de Benjamin Franklin: “[...] O dinheiro pode gerar dinheiro e seu fruto pode gerar mais, e assim por diante; [...] Depois do trabalho árduo e da parcimônia, nada contribui mais para a criação de um jovem que a pontualidade e a justiça em todos os seus negócios; Guarda-te de pensar que tens tudo o que possuis e de viver de acordo com isso”.

Assim, a disciplina, o puritanismo, a pontualidade, a paciência e o trabalho árduo dos protestantes seriam o estímulo para o capitalismo industrial, suplantando o capitalismo meramente comercial da burguesia agrária, mas afim ao catolicismo. Em suma, o capitalismo protestante exaltaria o utilitarismo, “que é ganhar dinheiro cada vez mais, a partir de uma conduta racional e disciplinada” (Marinho, 2020, p. 01). No entanto, para Weber, Lutero não poderia enquadrar-se nesse espírito do capitalismo moderno, tal como está presente em Benjamin Franklin. Tal mentalidade seria desenvolvida especialmente por meio das igrejas batistas, das pietistas, das metodistas e, mais contundentemente, das calvinistas.

Em Muir já estão bem delimitadas essa crítica ao puritanismo calvinista. Para ele, em um sistema democrático, a ideia de um Deus severo e disciplinador contrastaria com a de igualdade entre indivíduos, por isso não entendia por que a cristandade consentia com o fato de que uma classe social, a burguesia, continuasse a oprimir a proletária: “Escribía como un hijo nativo de Escocia, donde —antes de emigrar con su familia hacia Estados Unidos— había sido criado despreciando a las damas y a los señores ingleses que gobernaban su país, los imperialistas olvidados, y luchando por los derechos humanos y de la naturaleza” (Worster, 2017, p. 94).

Worster (2017) advertiu, contudo, um paradoxo em Muir: este, durante a juventude, ainda pertencente à classe média, passava jornadas inteiras em meio à natureza, adorando-a e criticando a marcha desenvolvimentista sobre ela; quando, entretanto, em 1881, casou-se com Louisa Strentzel, filha de ricos fazendeiros californianos, deixou a solidão da vida bucólica para tornar-se um grande empreendedor, acatando, talvez inconscientemente, a ética protestante que ele tanto repudiara, embora mantivesse o panteísmo e, consequentemente, certo rechaço ao cristianismo.

Nesse aspecto, Muir pouco diferia dos demais burgueses: “Nunca mais cogitou em voltar para o que ele chamava de sua verdadeira casa, a selva. [...] Ficou em hotéis elegantes e em residências privadas de seu novo grupo de amigos, homens como Charles Sprague Sargent, diretor do Harvard's Arnold Arboretum, ou Jonh Hooker, um empresário de Los Angeles” (Worster, 2017, p. 91). Se por um lado, expandia seus negócios, por outro, fazia campanhas de proteção ambiental.

Os amigos de Muir atuavam semelhantemente aos literatos românticos, parnasianos e simbolistas do século XIX, os quais viviam em um contexto urbanizado e industrial, buscando na natureza uma forma de mitigar as tensões provocadas pelas rotinas laborais. Essa postura esconde um resquício do utilitarismo, pois o belo que a natureza produz deve continuar intacto não porque valha em si mesmo, senão pelo fato de satisfazer as necessidades artísticas e recreativas de determinado grupo social. Ademais, para proteger a natureza da ação humana, esse grupo criou ferrovias, estradas, hotéis, piscinas para que os humanos, que pudessem pagar, apreciassem tais cenários. Ou seja, o capitalismo de alguma forma estava utilizando-se do meio ambiente. Exemplo disso é o surgimento parque nacional de Yosemite Valley:

It was not until 1890 that John Muir led a successful movement which had Congress establish Yosemite Valley and its surrounding areas as a National Park. This helped pave the way for the National Park System. Yosemite draws about four million visitors each year, and most visitors spend the majority of their time in the seven square miles (18 km2) of Yosemite Valley. The park set a visitation record in 2016, surpassing five million visitors for the first time in its history. The park began requiring reservations to access the park during peak periods starting in 2020 as a response to the rise in visitors (apud Goldrush, 2017, p. 01).

Tal parque foi, e continua sendo, altamente rentável, afinal uma excursão individual de um único dia, saindo de São Francisco para o referido parque, pode custar 1.095,43 reais por adulto1. A figura 02 aponta o número elevado e crescente de visitantes ao Yosemite Valley:

Imagem 02.

Fonte: GoldRush

Lynn White: a expansão do preservacionismo

Em Muir, como se vê, o capitalismo e o cristianismo são diretamente responsáveis pelo achaque à natureza, apesar de, no fundo, o primeiro ser apenas aparentemente motivo de crítica. Entretanto, será com Lynn White que a relação entre crise ambiental e cristianismo tomará notoriedade: seus seguidores poriam o paganismo e o comunismo como a religião e o sistema econômico ideais para o Ocidente.

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Pela perspectiva de White, a causa superficial da devastação dos ecossistemas estaria na fusão entre técnica e ciência ocorrida em meados do século XIX, durante a Segunda Revolução Industrial, o que teria possibilitado o advento do crescimento urbano, da contaminação, do consumismo e da superexploração dos recursos naturais. Entretanto, essa fusão só teria sido possível graças a um conjunto de axiomas judaico-cristãos: a noção de progresso material, o tempo linear, o antropocentrismo e a permissão divina para subjugar a Terra (White, 1967).

Consoante tal autor, o capítulo 1:28-30 de Gênesis concederia à humanidade o domínio sobre a terra e todos os animais, dando-lhe o direito de usufruir deles ao bel-prazer,2 o que tornaria a religião cristã a mais antropocêntrica do mundo e, também, promotora de um dualismo entre o ser humano e o meio ambiente (White, 2007). Por esse motivo, o homem compartilharia a superioridade de Deus sobre a natureza.

O cristianismo, portanto, ao desestabilizar as religiões animistas do Ocidente europeu, teria sido o responsável por liberar as inibições em explorar a natureza: “Los espíritus en los objetos naturales, quienes en un principio habían protegido a la naturaleza de la acción del hombre, se esfumaron. El monopolio efectivo del hombre sobre el espíritu en este mundo fue confirmado y las antiguas inhibiciones para explotar la naturaleza desaparecieron” (White, 2007, pp. 80-84).

Por outro lado, as religiões pagãs europeias, por seus traços animistas3 e panteístas,4 seriam menos nocivas, porquanto colocavam o homem em igualdade com o ecossistema. Devy-Vareta (2002), na mesma linha, insinua que o cristianismo potencializou a prática da destruição das florestas para o plantio, o que gerou uma crescente produção agrícola, a qual, por sua vez, teria necessitado de avanços técnicos para garantir a sustentabilidade da economia medieval. Em nenhum outro rincão, os agricultores haviam desenvolvido algo parecido; portanto, a Baixa Idade Média ocidental, período de organização dos espaços agro-silvo-pastoris, deveria ser entendida, por conseguinte, como basilar para a degradação do ambiente em todo o Sul da Europa.

A ideia de defesa absoluta do meio ambiente preconizada por Muir deságua em muitos políticos do partido democrata norte-americano e em personalidades como Bill Gates, Greta Thunberg e o papa Francisco. No entanto, influencia também o que se conhece hoje como ambientalismo libertário radical, defendido principalmente por Manes (1998), quem preconiza a utilização da violência contra o Estado e as instituições privadas, pois acredita que somente pela discussão política não se conseguirá adequadamente defender o meio ambiente. Para Manes, a forma de enfrentamento das forças que ele considera antiecológicas são as seguintes: desobediência civil através de protestos, boicotes a produtos, fechamento de estradas e a destruição do patrimônio privado.

Nessa mesma linhagem, O’Connor (1998) considera que os movimentos ambientalistas devem reinterpretar Marx, não à luz de uma busca de melhores salários ou melhor condição para o trabalhador, mas estritamente voltadas para as questões ecológicas, pois o socialismo tradicional falhara ao não conseguir dar aquilo que havia prometido, criando, ao contrário, um Estado burocrático opressor, restringindo a questão da liberdade e pouco ou nada se importando com as questões ambientais, levando pobreza e penúria para as populações.

De-Shalit, entretanto, afirma que é imprescindível negar o liberalismo econômico em sua tese basilar: a de que o indivíduo, pensando apenas nos seus próprios interesses, trará as soluções para a crise ecológica. Para ele, o mercado possui estratégias contrárias à preservação do meio. Ele entende liberalismo econômico e liberalismo político como duas coisas distintas, e cita o exemplo do Estado norte-americano, que estaria dominado pelos interesses das grandes empresas, não possuindo autonomia para enfrentá-las, logo inexistiria ali democracia real, o que haveria seria uma plutocracia. Daí a importância de combate aos ricos, pois assim se quebraria o poder do Estado.

As ideias de Muir e de White fariam parte de uma longa batalha ideológica em desfavor do cristianismo, que se iniciou ainda na Idade Média ocidental. Ali, o culto à natureza foi suplantado pelo cristianismo, em muitos casos de forma sangrenta. As Cruzadas5 contribuíram bastante para reverter esse processo, pois o enorme fluxo de pessoas obrigou o surgimento de postos de abastecimentos em regiões antes desabitadas, fomentando, assim, o renascimento comercial (Hodgett, 1975); ademais, devido ao contato com outras civilizações, os cruzados perceberam que o dogma católico os deixava estagnados em relação às outras regiões do globo (Franco Jr, 1986). O culto ao progresso econômico renasceu e, com ele, surgiu uma corrente intelectual mais tolerante ao liberalismo greco-romano, conhecida como Humanismo6. Essas ideias entraram em choque com a moral católica, acelerando os dilemas intestinos da instituição, que levariam a cristandade ocidental a um novo cisma. Logo após este, católicos e protestantes enfrentaram-se em guerras religiosas, e, enquanto a cristandade se assolava mutuamente, o espírito liberal greco-romano espalhava-se, permitindo o regresso do paganismo.

Referências

DEVY-VARETA, Nicole. As matas medievais e a ‘coutada velha’ do rei” in: Para uma geografia histórica da floresta portuguesa. Revista da Faculdade de Letras-Geografia I série. Vol. I. Porto, 1985.

FRANCO Jr., Hilário. A Idade Média: o nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 1986.

GOLDRUSH. New visitation record in 2016 as over 5 million people visited Yosemite National Park. GoldRushCam.com, 2017, disponível em: https://goldrushcam.com/sierrasuntimes/index.php/news/local-news/8685-new-visitation-record-in-2016-as-over-5-million-people-visited-yosemite-national-park

HISTÓRIA DO MUNDO. História das Cruzadas. Site História do Mundo, 2023, disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/idade-media/as-cruzadas.htm

HODGETT, Gerald A. J. História Social e Econômica da Idade Média. Tradução de Mauro Roberto da C. Souza e Tayná Pinheiro da C. Souza. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.

KAUANE ELIAS. Humanismo na literatura: o que foi, escola literária, autores e mais. Estratégia, 2022, disonível em: https://vestibulares.estrategia.com/portal/materias/literatura/humanismo/

MARX, Karl. El manifiesto comunista. Babel, Santiago de Chile,

NETO, Leon Farhi. Concepções filosóficas ambientalistas: uma análise das diferentes perspectivas. Revista Éthica, Florianópolis, v.5, n. 3, p. 33-56, Jul, 2006. Disponível em: file:///C:/Users/elton/Downloads/24863-Texto%20do%20Artigo-81152-1-10-20120601.pdf

SANTOS, Leovigildo. Gifford Pinchot: o engenheiro florestal considerado o “pai” do movimento conservacionista.FlorestalBrasil, 2018, disponível em: https://florestalbrasil.com/2018/08/gifford-pinchot-e-o-conservacionismo/

THUNBERG, Greta. Speaking notes for a speech held in the European Parliament in Strasbourg at an extraordinary meeting of the Environment Committee, 2019, disponível em: https://www.europarl.europa.eu/resources/library/media/20190416RES41665/20190416RES41665.pdf

__________. Discurso de Greta Thunberg na COP24, em Katowice. 2018, disponível em: http://casacomum.pt/wp-content/uploads/2019/02/Greta-Thunberg-Discurso-na-COP24-em-Katowice.pdf

__________. Veja na íntegra o discurso de Greta Thunberg no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Sou Ecológico, 2020, disponível em: http://revistaecologico.com.br/sou-ecologico/veja-na-integra-o-discurso-de-greta-thunberg-no-forum-economico-mundial-em-davos-na-suica/

WHITE JUNIOR, Lynn. Raíces históricas de nuestra crisis ecológica. Revista Ambiente y Desarrollo, nº 23, pp. 78-86, Santiago, Chile, 2007. Disponível em: http://latinoamericana.org/2010/info/docs/WhiteRaicesDeLaCrisis.pdf

WORSTER, Donald. John Muir y la religión de la naturaleza. Revista de Ciencias Ambientales (Trop J Environ Sci). (Enero-Junio, 2017). ISSN: 2215-3896. Vol 51(1): 92-105.Disponível em: file:///C:/Users/elton/Downloads/Dialnet-JohnMuirYLaReligionDeLaNaturaleza-6057512.pdf

__________. Jonh Muir e a paixão moderna pela natureza. Traduzido por Jó Klanovickz e publicada na revista Esboços, nº 13, UFSC, publicado originalmente em Environmental History Review, volume 10, nº 01, 2005, disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/esbocos/article/view/209/9917


  1. Fonte: Tripadvisor. Disponível em: https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g61000-d489919-Reviews-Yosemite_Valley-Yosemite_National_Park_California.html

  2. “E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra” (Gênesis, 1:28-30).

  3. Animismo aqui deve ser entendido conforme o dicionário Oxford Languages: “Primeiro estágio da evolução religiosa da humanidade, no qual o homem primitivo crê que todas as formas identificáveis da natureza possuem uma alma e agem intencionalmente”

  4. “Doutrina filosófica caracterizada por uma extrema aproximação ou identificação total entre Deus e o universo, concebidos como realidades conexas ou como uma única realidade integrada” (Dicionário Oxford Languages).

  5. As Cruzadas são definidas como “todas as expedições militares organizadas pela Igreja Católica que aconteceram entre os séculos XI e XIII. O objetivo dessas expedições era conquistar a chamada Terra Santa (modo como os cristãos referem-se à Palestina) para que fossem criados reinos cristãos na região” (HISTÓRIA DO MUNDO, 2023, p. 01).

  6. “O humanismo é a nova forma de pensar que dominou o mundo na transição entre a Idade Média e a Idade Moderna. [...] O feudalismo estava em decadência, ao passo que cedia espaço para o desenvolvimento do capitalismo. Diante disso, havia uma nova classe social muito influente, os burgueses. A burguesia era emergente de um sistema feudal rígido e estabeleceu suas bases em torno do comércio, navegação e outras atividades. Com isso, gradualmente, a mentalidade social foi se transformando. O estereótipo do servo feudal, que também era submisso às ordens da igreja, passa a se quebrar. Aos poucos, questionamentos são levantados e novas teorias são formuladas” (KAUANE ELIAS, 2022, p. 01).

Sobre o autor
Elton Emanuel Brito Cavalcante

Doutor em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente - UNIR; Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Rondônia (2013); Licenciatura Plena e Bacharelado em Letras/Português pela Universidade Federal de Rondônia (2001); Bacharelado em Direito pela Universidade Federal de Rondônia (2015); Especialização em Filologia Espanhola pela Universidade Federal de Rondônia; Especialização em Metodologia e Didática do Ensino Superior pela UNIRON; Especialização em Direito - EMERON. Ex-professor da rede estadual de Rondônia; ex-professor do IFRO. Advogado licenciado (OAB: 8196/RO). Atualmente é professor do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Rondônia - UNIR.

Informações sobre o texto

Este texto foi publicado diretamente pelos autores. Sua divulgação não depende de prévia aprovação pelo conselho editorial do site. Quando selecionados, os textos são divulgados na Revista Jus Navigandi

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