Urge na modernidade, a cata de uma postura reiterada imperativamente, a indigência de se observar, se viver mais, está de fato correspondendo a um viver bem em um planeta que clama por ser reconhecido como o Ethos a ser Eticamente pensado; discutido.

Para que o discurso ético[1] ganhe proporção universal, onde se pense no quão é necessário rever posturas humanas desencadeadas em um transcurso secular de buscas, o qual tinha por objeto primeiro o avançar da técnica, e, esta sofrendo o aprimoramento cada vez mais acelerado, oportunizando a substituição do trabalho braçal no âmbito da forma; concedendo a seus criadores maior tempo livre, e um melhor desfrute do que de prazeroso lhes proporcionasse a vida; urge na modernidade, a cata de uma postura reiterada imperativamente, a indigência de se observar, se viver mais, está de fato correspondendo a um viver bem. A partir de então, faz imprescindível tomarmos consciência da real situação de que não estamos sós em um mundo e que por ventura, tenhamos sonhado estar este disposto ao bel prazer de uns, quando a razão – mesmo que a tempo – há de revelar a outrem o juízo de que os habitantes deste mesmo planeta, onde um mesmo meio ambiente é arrendado a todos e, com uma atmosfera que se destruída, todos perecerão conjuntamente; resta saber quem será o responsável por “apagar a luz antes que as cortinas se fechem.” Assim, como proposta para que haja um “mínimo de consenso entre os humanos,”[2] Leonardo Boff, em uma análise consubstanciada por uma trajetória própria de quem dedicou toda uma vida à compreensão dos “princípios norteadores” do “Ser” enquanto “Ser”, e deste, que persistentemente se percebe deambulando perenemente na busca por seu “Ethos precípuo”, deixa-se manifestar, - mesmo que de forma um tanto quanto distorcida de sua real significância -, mostrando-se, por ações diligenciadas em seus, e, por múltiplos agentes - homens-indivíduos. De uma forma antropológica, Boff resgata – não em linhas literalmente traçadas ao longo desse capitulo, mas suscita a aquele que lê, uma extensa reflexão histórica da compreendida filologia que abriga este “Ethos”, bem como suas variáveis interpretações enquanto um legitimador de ações e juízos, os quais fomentaram sistemas políticos, sobretudo no que concerne a religião, grande formadora da “moral” ou das muitas “Virtutes Moralis”; tais instituições, se arrogavam legitimadoras das ações a qual pertencia esta ou aquela cultura; se pensarmos um exemplo fidedigno do simbolismo a que se envolvia as inúmeras variáveis dadas ao entendimento deste “Ethos”, poderíamos resgatar os dizeres narrados em livros que tratam do cristianismo a partir do entender, todo próprio, de uma cultura repleta de signos e símbolos os quais discorrem sobre a  forma compreendida do princípio legitimador de virtudes a serem postas em prática. Algumas dessas lideranças identificavam em Jesus, o principio o meio e o fim; Paulo, na epistola aos Hebreus vai dizer: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre”.[3] A ideia de um Ethos que em tempo algum deixa de abrigar a “Substância” primeira, que o identifica e que como tal, devem corresponder as conseqüências de seus atos, ganha corpo através da figura de grandes vultos da humanidade. Outra afirmação a situar Jesus com um “Ethos Precípuo”, está na afirmação do apostolo Pedro em o livro dos Atos: “A pedra rejeitado pelos construtores, se tornara pedra angular; pedra de salvação”.[4]A menção feita de pedra angular, se faz isenta de toda e qualquer sentido apologético concernente a esta ou qualquer outra crença. Compete um pensar despretensioso que nos permita percebê-la, a partir de uma variável perfeitamente implementada do “Ethos”, personificada em um ou mais indivíduos, enquanto objeto que melhor define a sustentabilidade de uma estrutura, seja esta qual for, tendo por premissa, abrigar os que a ela se dirigem por se fazerem rogados da “morada”, da “casa”..., do Ethos”. Abrigo de todos os nossos princípios. Formador legitimante de nossas “virtudes Moralis”.[5]

            Como proposta, o texto de Boff, pede que se atente para um discurso que seja no mínimo universalista. Este há de ser capaz de formar um pensar igualitariamente ético, onde se guarde respeito a todos os povos. Anseia-se por resoluções de temáticas como as de cunhos socioeconômicos. E como se espera que a base desse discurso esteja solidificada pela comunhão de ideias e que estejam estas em comum a todos os povos, uma vez que se encontrem logrados em um mesmo meio, ou seja, o mesmo Orbe, faz-se promover a busca pelo consenso mínimo entre os muitos moradores deste. E que os mesmos depositem suas atenções à questão de suma importância: a ecológica. Sem pensar o meio ambiente, torna-se inviável a sobrevivência de todos em um futuro cada vez mais próximo.

            Se, espera-se criar um discurso universal, torna-se imperioso que este apresente uma coerente visão do “Ethos Mundial”. Sendo dispostas as formas substanciais de um agir ético, há que se coadunar as bases em que se delinearão formas universalmente pensadas, para um mesmo desdobrar de proposições que irão nortear as efetivas atuações. Devendo estas ter por caminho, a segura proposta de onde,o que se deseja, é o bem em igual proporção a todos.

            Uma vez que estivermos conscientes de que nos encontramos em um mesmo meio ambiente, embora transformado pelos avanços exploratórios, muita vezes de forma descabida, cumprindo anseios utilitaristas de pequenos grupos individualistas; seremos tomados de assalto pela moderna constatação de que esse é o único meio que possuímos, e, sem oportunas saídas para outro, visto não ser comprovada a sobrevivência da espécie homo, em nenhum “outro planeta.” Apercebe-se então, que é o momento de nos ater, de que, o juízo que até então fazíamos, dos problemas presentes, se fundamentavam a partir de uma ética teleológica, situando agora de que estamos na verdade em meio aos “fins”, os quais nos pede avaliar se estes de fato, são justificáveis pelos “meios”, outrora muitas das vezes, implementados sob uma óptica de uma ética deontológica. Assim, nos apercebemos do caminho que nos deixamos guiar, obscurecidos pela ética utilitarista sem considerar que precisávamos estabelecer uma regra que regulamentasse o “verdadeiramente” útil; afinal, sermos capazes de projetar o quanto uma prática, uma idéia, pode ou não ser boa, deve ser medida pela teleologia. Pois relembrando Shakespeare: “Se não há certeza de onde quer chegar, então qualquer lugar lhe apraz.” A incerteza ou a pseudo certeza de um discurso passional, sustentável desta ou daquela sociedade, não cabe dentro de uma proposta que vige a humanidade e tudo que a envolve. Aristóteles, em sua obra Ética a Nicômaco, nos diz em relação ao bem: “Se, por conseguinte, entre os fins das ações a serem levadas a cabo há um pelo qual ansiamos por causa de si próprio, e os outros fins são fins, mas apenas em vista desse; se, por outro lado, nem tudo é escolhido em vista de qualquer outra coisa (porque, desse modo, prosseguir-se-ia até ao infinito, de tal sorte que tal intenção seria vazia e vã), é evidente, então, que esse fim será o bem e, na verdade, o bem tem uma importância decisiva para a nossa vida?”[6]A começar pela terra. Se o que objetivarmos, abrigar o campo da justiça, do bem, - bem este que nos afirma Aristóteles, “que embora seja desejável atingir a finalidade apenas para um homem, é ainda mais nobilitante e mais divino atingi-lo para uma nação ou para as cidades.”[7],- então terá assegurado que nossas obras momentâneas seguem o mesmo curso. É o que se diz o utilitarismo da regra”.[8] A questão do utilitarismo tem por premissa, uma “justa”- justa em sabendo que todos temos o direito a de procurar aquilo que lhe ofereça contentamento - busca no ou do - prazer; distanciando por assim dizer, do projeto consensual. À medida que se propõe um discurso igualitário, é de se considerar que o útil e prazeroso, casa-se com a devida proporção enfática ao que se define em âmbitos do qualitativo, pois que no que tange a criar valores em torno de atender anseios ajuizados pela quantidade do que possuímos, ocorrerá na permanência do que até então se preponderou por séculos. Mesmo na universalidade de opções pelo prazer, o homem não pode retroagir na busca pelo excesso que o alicia, desconstruindo o humano que precisa resgatar sempre; o diferencial qualitativo é o que o determina acima dos demais animais, os quais ainda se movem por instintos. Como nos afirma Boff, este homem é “principalmente um ser de estética e ética”.[9]

            Assim, o discurso ético que se predispôs um pautar de efetivas ações em prol de uma sociedade mais justa, insta-se argumentar em meio a juízos que estabelecem certas concepções morais cuja permanência do que é prazeroso – quantitativo – prevaleça, dando seguimento a um pensar mais individualista, gerador do egoísmo social; em contra partida, há que se contra argumentar, em favor da vida que se realiza na constituição de uma ordem que estabelece o melhor, a partir de um viés, no qual o quantitativo, segue o Princípio Social; é preciso que se promova o melhor para um maior números de pessoas em igualdade, substanciada pela demanda do que é urgente em favor da vida, e que no tempo presente se encontra em permanente processo agonizante, por muito ser excluída; como esta, é eco-sistêmica, pendente do meio em que vive, não podemos pensar sua permanência com ações que destroem a natureza a sua volta. Por tal princípio, há que se entender toda a sociedade planetária: vegetação, animais, rios..., tudo em tudo de forma coerente com o que de fato nos é necessário.

            Cabe não nos equivocarmos quanto à importância de se valorizar a temática ecológica quando se propõe argumentos em favor da vida, concomitante à vida do planeta. O moderno pensamento reducionista e antropocêntrico de Jürgen Habermas[10] deixara de considerar esta ligação do indivíduo com o meio ambiente, exceto pelo pondo de vista relacional onde este se sente detentor do direito de tudo o que lhe é possível explorar. No entanto para que uma relação seja completa e satisfatória para todos os envolvidos, demanda constância e partilha. E em se tratando da nossa contribuição para com a manutenção de nossa casa, poderíamos afirmar que estamos completamente no vermelho. Não estamos dispondo de quase nada nessa troca.

            Não é de agora que se tem falado da relação homem/planeta. No entanto estamos apenas comentando e necessitamos buscar um discurso que se proponha a refletir de forma global os princípios argumentativos, que venha viabilizar ações que sejam efetivas. O pacto social precisa ser imperativo em sua proposta de estreitar a relação homem/natureza; todos os povos com suas doutrinas e ciências, precisam perceber a imprescindível indigência que este discurso, cuja meta é, em primeira mão reaproximar o individuo de sua mãe terra; não só aproximar, mas também aprender como se comunicar com esta, via as múltiplas experiências que a comunicação globalizada pode oferecer as nações que se comprometerem em um sistema que promoverá de forma coletiva, porém livre, por continuarem em suas especificidades regionalista, e ao mesmo tempo se tornando por meio da concessão de princípios comuns que consentiram a todos as nações, dos quatro cantos do planeta, se verem e se sentirem como de fato existe, ou seja: usufrutuários dessa herdade planetária. Mas até quando poderemos ostentar este título?

            Somente por meio de um diálogo-mundi, seremos capazes de perceber o colóquio com o “Ethos Precípuo” que embora esquecido, retornará a ser o legitimador das nossas relações com o cosmos. Será um novo descobrimento do “Ser” que busca os “Entes” das coisas que sempre estão a acenar, na ânsia por se comunicar com seu maior perscrutador. O retorno deste, em buscar de se comunicar com Phisis grega, tanto tempo relegada às prateleiras empoeiradas; homem e natureza se reconciliaram em busca do discurso universal. Discurso que estabelecerá mais uma vez a relação “Sofistica”, permitindo a ambos subsistirem – na permanente garantia do ter -, proporcionando de forma harmônica e unilateral a vida com sentido – plenificando a existência do ser; Pensar a plenitude do “Ser” é indubitavelmente pensar a experiência do outro; todavia, é preciso fazer a experiência de se chegar ao outro com os rostos que lhes compete ter. É fazer prevalecer a humanitas; é preciso fazer uso da linguagem, esse diferencial primoroso do homem estético e ético; para que restabeleça o diálogo em favor da vida. É relembrar códigos em favor da vida em sua plenitude; é fazê-los prevalecer com rigor -não matarás – sem exceção; não permitir que a adulteração seja valor a apresentar falsos significados, que possam sugerir uma dúbia perspectiva Ética; essa não pode ser a representação do Ethos, não se pode abrigar a humanidade em abrigos instáveis, reescrevendo e adequando pseudas verdades – não mais levantará falso testemunho; Tudo, e todo aquele que fere o humano, advoga contra a proposta de se lutar pela “Casa Mather” – terra; é preciso garantir, que a todos se financiem de forma digna, não as mínimas condições de sobrevivência, mas sim, plenas condições para que a vida seja vivida dentro de tudo o que a concretiza; esta se faz com conhecimento e este deve ser dentro dos moldes das melhores instituições que se fragmentam em pólos economicamente bem subsidiados, quando que na maioria dos continentes, há povos que se quer possuem uma estrutura física; requer estabeleçamos a saúde de nossas nações que sofrem por todo tipo de contaminações, via as péssimas condições de saneamento básico e falta de alimentos. E esta, também corrobora para nossa questão – que já fora abordada anteriormente - correlativa desse discurso em favor de se estabelecer formas universais de se constituir o Ethos Mundial: a constante questão que a todas as nações estão, aceitem ou não, envolvidas: a ecológica.

            A questão de se assumir comprometido com o regaste deste “Ethos Precípuo”, é a mais importante e audaciosa de todas as concepções que já se pensou. Objetivando a globalização de um discurso verdadeiramente em favor da vida, não cabe mais a desvalorização desta ou daquela nação em favor de outra. É, antes de tudo, um argumentar a serviço da “Potência Ato”; é discorrer para que perceba que a força motriz de todas as existências, clama por ser revigorada, limpa, tratada como a “caverna” do homem da antiguidade e que o supria segundo suas reais necessidades; é “casa” do homem moderno que se mecaniza, não por vontade própria e sim por atender aos anseios de se ter mais tempo enquanto se explora os prazeres descortinados pelo tecnicismo intelectualizado do ser que não dialoga com a Phisis; É o “Ethos”, desperto pela a inconteste realidade do ser homem, detentor da fala e que, no entanto, tem se isolado, criando guetos que excluem e ou promovem a exclusão. Neste contexto onde a comunicação em favor da universalização de argumentos que possam ser trazidos para o discurso mundial das formas e que visam debelar a degradação da vida, é que surge a Ética ecocentrada. Nos fala Boff, que “esta representa a cristalização até agora, mais bem-sucedida da nova consciência ecológica e planetária, na perspectiva consciente de um novo paradigma civilizatório”.[11]

            “Decididamente parte de uma visão ética integradora e holística, considerando as interdependências entre pobreza, degradação ambiental, injustiça social, conflitos étnicos, paz, democracia, ética e crise espiritual”[12].

            Somos obrigados a refletir sobre o pensamento de um grande estudioso das questões existencialistas da humanidade, a partir de uma óptica espiritista. Leon Denis, escritor de O Problema do Ser do Destino e da Dor, nos fala em seu prefácio: “que todos os males da sociedade, estão diretamente ligados à falta de saber e de aprimoramento moral”;[13]

            “Em 1945, um texto, constituído a partir de nichos discursivos em meio em meio às discussões da UNO, intitulado “A carta da Terra”; trás por proposta a segurança nacional, sedimentada em três questões: Os direitos humanos, a paz e o desenvolvimento socioeconômico;” somente alguns anos mais tarde, posterior a percepção do problema ecológico como fator preponderante na solução de problemas mundiais, é que toda a temática em torno do meio ambiente começa e ser percebida como fator de imprescindível relevância, na busca por soluções que venham viabilizar uma maior garantia a vida e que esta seja em sua plenitude. Nos anos que se seguiram, outros encontros foram sendo realizados e o problema concernente a sustentabilidade da vida ligada diretamente à vida eco-sistêmica, toma projeções a ponto de se estabelecer os “Princípios de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Sustentado: Resumo e Conhecimento”

            Todos os princípios se correlacionam com a valorização da vida como um todo. É um pensar coletivo que tem por base a tomada de consciência, estabelecendo no futuro mentes que já estejam voltadas para um sistema planetário, os quais possam não mais ignorar princípios que se perfazem em todas as eras sem perder sua Substância. Tais princípios consubstanciam o pensar refletido em ações verdadeiramente efetivas de formas habituais, legitimadas pelo “Ethos Mundial”. Agora compreendido como orientador e guia do pensar natural do homem que retroage a suas origens, sem deixar de fazer a evolução necessária ao aprimoramento de si, em meio ao cosmos revelador de quem somos nesse emaranhado de orbes a ser descobertos.

            Comecemos a pensar um habitat perfeitamente partilhado, onde não há um único herdeiro, e muitos ainda estão por vir...


[1] Ethos Mundial _ Leonardo Boff_pp 39

[2]Ethos Mundial _ Leonardo Boff

[3]Hebreu-13,8_Bíblia de Jerusalem_tradução de La bible de Jerusalem; Ed-1988_École biblique de Jerusalem_3ª impressão; Paulus-2002

[4]Atos 4_ Bíblia de Jerusalem_tradução de La bible de Jerusalem; Ed-1988_École biblique de Jerusalem_3ª impressão; Paulus-2002

[5]As virtudes Morais _ Questões disputadas sobre a virtude / Santo Tomás de Aquino; Tradução de Paulo Faitanin e Bernardo Veiga – Campinas, Sp: Ecclesiae, 2002

[6]Ética a Nicômaco – Aristóteles; tradução do grego de Antônio de Castro Caeiro_SP-altas 2009

[7]Ética a Nicômaco – Aristóteles; tradução do grego de Antônio de Castro Caeiro_SP-altas 2009

[8]Ethos Mundial – Leonardo Boff _ Rio de Janeiro : Sextante, 2003 _ Pg. 41

[9]Ethos Mundial – Leonardo Boff _ Rio de Janeiro : Sextante, 2003 _ Pg. 41

[10]Jürgen Habermas é um filósofo e sociólogo alemão, inserido na tradição da teoria crítica e do pragmatismo.

[11]Ethos Mundial – Leonardo Boff _ Rio de Janeiro : Sextante, 2003 _ Pg. 69

[12]Ethos Mundial – Leonardo Boff _ Rio de Janeiro : Sextante, 2003 _ Pg. 69

[13]O Problema do Ser do Destino e da Dor – Léon Denis – 23ª Ed. Federação Espírita Brasileira - 2000


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