Direitos Humanos: veja como esses direitos surgiram
Conheça a evolução histórica dos Direitos Humanos
Direitos Humanos representam os direitos que todos os seres humanos possuem, por, simplesmente, serem seres humanos. É como você instintivamente espera e merece ser tratado como pessoa, como o direito de viver livre, falar o que pensa e ser tratado como igual.
Por conta disso, os Direitos Humanos são os únicos que se aplicam absolutamente a todos, em qualquer lugar, isto é, aplicam-se aos idosos, aos pobres, aos rappers, aos professores, aos africanos, aos brasileiros, aos judeus, aos ateus, ao seu vizinho e a você.
Todos têm exatamente os mesmos Direitos Humanos. Em outras palavras, eles são universais. Mas, a pergunta continua: o que eles são?
De acordo com as Nações Unidas, existem no total 30 artigos que os definem, todos contidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, que representa o documento mais aceito no mundo sobre esse assunto.
Contudo, no início dos tempos, não haviam Direitos Humanos. Basicamente, a lógica funcionava dessa forma: Se você estivesse do lado certo, estaria seguro, se não estivesse, não estaria.
Então, um homem, “Ciro - O Grande” decidiu mudar esse método de raciocínio. Depois de conquistar a Babilônia, Ciro fez algo completamente revolucionário, anunciou que todos os escravos eram livres. Ele
Da mesma forma, proclamou que as pessoas tinham o direito de escolher livremente suas religiões, não importando o grupo a qual pertenciam.
Dessa forma, registraram suas palavras em um tablete de barro, denominado como “Cilindro de Ciro”, indicando o início da germinação da semente dos Direitos Humanos.
Após um longo período histórico marcado por inúmeras tragédias e disputas territoriais, em 1945, diversos países se uniram e formaram as Nações Unidas.
Seu propósito básico era:
“Reafirmar a fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e valor da pessoa humana.”
Em razão disso e sob a supervisão de Eleanor Roosevelt, finalmente as nações unidas concordaram e aprovaram um conjunto de direitos que se aplicam, absolutamente, a todos, qual seja: A Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Por fim, resta evidente que esse aglomerado de direitos não se submete ao grau de instrução do indivíduo, ao país de origem, à cor da pele, ou seja, eles não se submetem a nada, eles dizem respeito a toda humanidade.
Eu gostaria de fazer a mesma pergunta que o Borges Pereira fez será que esses direitos humanos valem para todos, pois eu sou de nacionalidade Britânica, criada no Brasil por um casal de brasileiros e no dia 12 de outubro de 2012 eu fui tirada da casa da família que me criou em Chavantes e mandada embora da Comarca de Chavantes para nunca mais voltar naquela região onde eu trabalhei durante muitos anos para o governo do estado de São Paulo, quem me mandou se retirar da Comarca de Chavantes e nunca mais voltar foi o Major do Batalhão da Policia Militar do estado de são Paulo,me mandou embora da casa da família que me criou me dizendo que eu era filha do Dr. Bill Gates e que tinha que voltar a viver com o meu pai verdadeiro, pegar os meus documentos originais e viver como britânica e nunca mais bancar brasileira, mais nada disso aconteceu já se passaram 6 anos e não peguei os meus documentos originais com o meu nome verdadeiro que segundo o Major e testemunha é Geovanna Strassant Gates.
Quando isso aconteceu eu falei com um advogado criminalista de Ourinhos onde esta situado o batalhão da policia militar e perguntei se a conduta do Major era certa, o advogado me falou com que nome a Sra. esta ai em Campinas, eu falei Silvana Souza de Luna Freire, ele me falou a Sra. é morta nesses documentos o seu pai não lhe deu os seus documentos verdadeiros, eu falei não ele falou seus documentos como Silvana Souza de Luna Freire foi invalidado.
Hoje 6 anos passado eu vivo sem família e sem pai e mãe por causa desse fato horroroso onde outro advogado da comarca de Chavantes me disse que o meu pai o Dr. Bil Gates não me honrou por isso que eu não peguei os meus documentos verdadeiros e minha pensão.
Vivo praticamente sozinha e sem ninguém em Campinas, com um marido que não me trata bem, e não aceita a separação para mim ir embora.
Fui descriminada e até falaram da minha arcada britânica que não é igual a das brasileiras e do meu sotaque que ninguém entende o que é e da onde é.
Hoje vivo com o nome do Sr. Laércio de Souza nos meus documentos no lugar de pai, nome de uma pessoa que negou a minha paternidade e me disse que não sou nada da família dele.
Acredito que esse Major da policia militar do estado de são Paulo da cidade de Ourinhos não me respeitou como diz que o ser humano deve ser respeitado dentro dos direitos humanos, lá naquela Comarca não posso mais voltar, não me deixaram nenhum caminho para seguir.
Pois fecharam as portas da casa da família adota e não abriram as portas da casa do meu pai o Dr. Bil Gates.
Hoje eu não me encontro bem de saúde estou com uma infecção de ouvido que não sarou direito e esta me incomodando muito, não tenho convenio, não tenho dinheiro para médico, até que essa infecção sare.
Acredito que fui jogada na rua para viver sozinha, mais me prometeram uma pensão, e um pai maravilhoso que até o momento não me apresentaram.
Agora são 2:57 minutos estou acordada sozinha dentro do apto.
Isso é rotina na minha vida desde o fato ocorrido na comarca de Chavantes S.P.