O cotidiano de uma empresa é desafiador e o empresário precisa de habilidades para solucionar diversas situações que surgem, algumas previsíveis, outras não.
O dia a dia demanda cuidado, atenção, estratégia e raciocínio para lidar com funcionários, clientes, fornecedores, consumidores, enfim, são infinidades de situações que podem ocorrer em um só dia, e em muitas dessas situações é preciso delegar funções para pessoas que possam solucionar, minimizar ou evitar futuros problemas.
A advocacia preventiva para empresas é uma das raízes do empreendimento por onde é transmitido a resolução de problemas já ocorridos ou futuros, com análises de situações que possam comprometer o financeiro e a imagem corporativa, além de mapear a situação geral da empresa e visualizar possíveis riscos jurídicos.
A burocracia brasileira é responsável pelo fechamento de 25% das empresas antes mesmo de completarem 2 anos de vida. Problemas fiscais, trabalhistas, contratuais, cobranças, etc, podem colocar em xeque a vida financeira da empresa, até mesmo aquelas que estão consolidadas no mercado.
Portanto, a consultoria jurídica é essencial para que o empresário possa trilhar o caminho legal correto, visando anular a chance de possíveis multas tributárias, processos trabalhistas, falhas ou desvantagens em contratos com fornecedores ou compradores e consumidores, entre outros. Ou seja, na advocacia preventiva a empresa estará um passo à frente de possíveis problemas jurídicos, de modo que não terá uma despesa com contratação pontual de advogado, gastos com custas processuais, inclusive sucumbência, além de juros e correção monetária que o processo pode causar à empresa.
A advocacia preventiva deve ser considerada como investimento, pois a assistência jurídica visa evitar todos os problemas já citados.
Por outro lado traz segurança, pois todos os atos empresariais serão amparados pela lei, evitando problemas futuros onde, seguindo as orientações jurídicas, ainda que sofra algum processo, sairá vencedor, não maculando a imagem frente ao mercado, tampouco sofrendo prejuízos financeiros que possam inviabilizar a competitividade empresarial.
Diante do investimento e segurança jurídica, fatalmente a empresa irá auferir lucros, pois evitar um problema jurídico é muito mais barato do que ter de solucioná-lo, pois a condenação judicial pode acarretar penhora de bens ou rendimentos da empresa, impossibilitando o pagamento de funcionários, fornecedores e tributos, transformando isso em uma “bola de neve”, além da demora pela liberação do que fora penhorado.
De hoje em diante, veja a advocacia preventiva através da visão lucrativa, de evitar dores de cabeça e saber que sua empresa está caminhando no rumo certo.