Este texto traz um breve relato sobre a situação hídrica em nosso país. De forma bem sintética, confesso que mais para testar a plataforma do presente site que disponibilizar conhecimento, este último qual faço compromisso de hodiernamente contribuir.

Com o avançar dos tempos a população é freneticamente cada vez maior. Com o crescimento populacional cresce também os problemas sociais a ser resolvidos. A educação que hoje vem sendo discutida para ser destacada cada vez mais pelos agentes do ensino, os professores, é a educação ambiental. A sociedade se vê diante do desrespeito aos meios fundamentais de existência, a água, o ar a terra. Diante desta preocupação devem-se gerar fontes com o intuito de sanar tais problemas.

Não obstante, é noticiado com frequência nos meios de comunicação catástrofes que abalam um ecossistema e o altera de forma violenta, ou ate de forma irreversível gerando o desequilíbrio biológico no ecossistema. São os derramamentos por embarcações, os derramamentos por esgoto urbano e diversos outros, onde estes veem a atingir um grande numero de consumidores. Consumidores estes obrigatórios. Obrigatórios? Obrigatórios, sim, porque ainda não contamos com nenhum outro meio que venha substituir a água com fonte de vida, é precisa e irrefutável sua existência, sua preservação e manutenção.

Ademais, a ilusão que os oceanos trazem de abundancia é extremamente prejudicial quando a questão é água potável. Os estudos trazem dados que assustam quando expressados em números. Sendo os cálculos feitos, analisados e sua visualização demonstra que o fim está próximo, caso não seja implantando uma eficiente e otimizada politica pública mundial de conscientização deste bem tão precioso.

Importante ressaltar que a Água potável, a que se pode utilizar, é menos de 2% de toda água do planeta. O que não falta são alertas: locais onde se pode ver o que acontece quando não há água. No Brasil, em São Paulo ocorre a agonia de um Reservatório antes visto como infinito. Reservatório do Sistema Cantareira em Bragança Paulista, este que, por falta de planejamento, organização e competência não foi capaz de amparar milhões de pessoas na época de estiagem das chuvas.

Sendo assim, cabe à sociedade buscar a resposta da pergunta: A educação seria capaz de reabastecer um reservatório quando aplicada aos cidadãos desde seu primeiro contato com a água? Quer dizer que, podem as politicas públicas ser satisfatórias e benéficas para sanar a situação, mas somente haverá a real solução quando o ensinamento vem de dentro de cada casa, dos pais para com os seus, com a conscientização sobre a utilização, preservação e manutenção da água, haja vista serão eles os possuidores e mantenedores da vida futura.


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Este texto traz um breve relato sobre a situação hídrica em nosso país. De forma bem sintética, confesso que mais para testar a plataforma do presente site que disponibilizar conhecimento, este último qual faço compromisso de hodiernamente contribuir.

Este texto foi publicado diretamente pelo autor. Sua divulgação não depende de prévia aprovação pelo conselho editorial do site. Quando selecionados, os textos são divulgados na Revista Jus Navigandi.

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