{C}[2]{C} MOORE, Christopher W. O Processo de Mediação - Estratégias Práticas para a Resolução de Conflitos. 2. ed. rev. por Marilene Marodin. Porto Alegre: Artmed, 1998. pg. 33.
{C}[3] Ibidem. pg. 32.
{C}[4] Ibidem. pg. 32.
[5] Ibidem. pg. 32.
{C}[6] MOORE. Op. cit. pg. 32.
{C}[7] Ibidem. pg. 33.
{C}[8] Ibidem. pg. 33.
[9] Ibidem. pg. 33.
{C}[10] MOORE. Op. cit. pg. 34.
{C}[11] Ibidem. pg. 41.
{C}[12]{C} TARTUCE, Fernanda. Mediação nos Conflitos Civis. 3 ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro: MÉTODO, 2016. pg. 181. 13 Ibidem. pg. 181.
{C}[13] TARTUCE. Op. cit. pg. 181.
{C}[14] Ibidem. pg. 181.
[15] Ibidem. pg. 187.
{C}[16] TARTUCE. Op. cit. pg. 188.
{C}[17] Ibidem. pg. 188.
{C}[18] Ibidem. pg. 189.
{C}[19] Ibidem. pg. 254.
[20] Ibidem. pg. 254.
{C}[21] TARTUCE. Op. cit. pg. 255.
{C}[22] Ibidem. pg. 255.
{C}[23] Disponível em: http://ccbc.org.br/default.asp?categoria=5&id=39 25 BARBOSA, Águida Arruda. apud TARTUCE, Fernanda. Ibidem. pg. 256. 26 Ibidem. pg. 256.
{C}[24] TARTUCE. op. cit. pg. 257. 28 Ibidem. pg. 258.
{C}[25] TARTUCE. op. cit. pg. 259.
{C}[26] Ibidem. pg. 260.
{C}[27] Ibidem. pg. 261.
{C}[28] Relatório NUPEMEC 2012. apud TARTUCE. op. cit. pg. 261 33 PELUSO, Cezar. apud. TARTUCE. Ibidem. pg. 261.
{C}[29] TARTUCE. op. cit. pg. 263.
{C}[30] Ibidem. pg. 258.
{C}[31] FERNANDES, Sônia Caetano. O novo modelo multiportas de solução dos conflitos e a novidade trazida pelo código de processo civil – Câmaras de mediação e conciliação. Disponível em: <https://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI257653,21048-O+novo+modelo+multiportas+de+ solucao+dos+conflitos+e+a+novidade>. Acesso em: 04 de dezembro de 2019.
{C}[32] Cf. YARN, Douglas E. apud AZEVEDO, André Gomma de (Org.). Estudos em Arbitragem, mediação e negociação. Vol. 3. Brasília: Ed. Grupos de Pesquisa, 2004. p. 313.
{C}[33] AZEVEDO, André Gomma de. (org.) 2012. Manual de Mediação Judicial (Brasília/DF: Ministério da Justiça e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD). pg. 28.
{C}[34] MOORE. Op. cit. pg. 28.
{C}[35] NAZARETH, Eliana Riberti. Psicanálise e Mediação - Meios Efetivos de Ação em Revista do Advogado. AASP - n. 62. São Paulo, março de 2001. pg. 55. 41 TARTUCE. Op. Cit. pg. 175.
{C}[36] TARTUCE. op. cit. pg. 176.
{C}[37] MOORE. Op. cit. O autor usa especificamente o termo empowerment para sinalizar que as partes ficam efetivamente mais capazes e portanto tem mais poder de tomada de decisão para guiarem seu conflito rumo à melhor solução possível para o mesmo.
{C}[38] AZEVEDO. 2012. Op. cit. pg. 44.
{C}[39] Ibidem. pg. 45.
[40] RHODE, Deborah L. Apud. AZEVEDO. Ibidem. pg. 45.
{C}[41] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm
[42] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13140.htm
{C}[43] TARTUCE. Op. Cit. pg. 189.
{C}[44] Ibidem. pg. 197.
[45] PELUSO, Cezar. apud. TARTUCE. Ibidem. pg. 201.
{C}[46] MOORE. Op. cit.
{C}[47] TARTUCE. op. cit. pg. 204.
{C}[48] Ibidem. pg. 207.
[49] GRINOVER, Ada Pellegrini. apud. TARTUCE. Ibidem. pg. 207.
{C}[50] CÂMARA, Alexandre Freitas. O Novo Processo Civil Brasileiro. 4 ed. rev. e atual. [2. Reimpr]. São Paulo: Atlas, 2018.
{C}[51] TARTUCE. Op. cit. pg. 214.
{C}[52] MOORE. Op. Cit.
[53] TARTUCE. Ibidem. pg. 215.
{C}[54] TARTUCE. op. cit. pg. 215.
{C}[55] Ibidem. pg. 190.
{C}[56] Ibidem. pg. 215.
[57] MORAES, Maria Celina Bodin de. apud. TARTUCE. Ibidem. pg. 192.
{C}[58] TARTUCE. op. cit. pg. 192.
{C}[59] Ibidem. pg. 192.
{C}[60] MOORE. Op. cit.
{C}[61]{C} PENTEADO, Luisa Vieira. A relação processual no Novo CPC - Sistema cooperativo/comparticipativo. Disponível em: <https://luisavieirap.jusbrasil.com.br/artigos/363695992/a-rela cao-processual-no-novo-cpc-sistema-cooperativo-comparticipativo>.
[62] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm
[63] CÂMARA. Op. cit. pg. 27.
{C}[64] CÂMARA. Op. cit. pg. 126.
{C}[65]{C} SOUZA, Ana Flávia de. Os Limites dos Negócios Processuais no Novo Código de Processo Civil. Disponível em: <https://juridicocerto.com/p/anasouza/artigos/os-limites-dos-negocios-processu ais-no-novo-codigo-de-processo-civil-4639>.
{C}[66]{C} DIDIER JR. Fredie. Princípio do Respeito ao Autorregramento da Vontade no Processo Civil. Extraído do Cap. 1 da Coleção Grandes Temas do Novo CPC, Vol 1 – Negócios Processuais. Salvador: JusPodivm. 2015. pg. 376. 73 CÂMARA. Ibidem. pg. 128.
[67] TARTUCE. Op. cit. p. 299
{C}[68] CÂMARA. Op. cit. pg. 206.
{C}[69] Ibidem. pg. 206.
{C}[70] TARTUCE. Op. Cit. pg. 299.
[71] LOPES, Dulce. PATRÃO, Afonso. apud. TARTUCE. Ibidem. pg. 300.
[72] NAZARETH. Op. cit. pg. 57.