Aprenda a como se comportar nas redes sociais

Embora o direito seja uma profissão muito tradicional e que pode parecer contrária a muitas inovações, a implementação de novas tecnologias pode dar uma enorme contribuição ao fluxo de trabalho.

Do ponto de vista das agências governamentais, o relacionamento entre lei e tecnologia também trouxe grandes mudanças. Desde o final de 2006, a Lei n.º 11.419 divulgou a implementação de procedimentos judiciais eletrônicos.

Dessa forma, advogados têm a possibilidade de acessar as plataformas e sites vinculados ao judiciário e executar os procedimentos necessários com praticidade, evitando a necessidade de viajar e a impressão desnecessária de documentos.

Todo o campo jurídico está passando por um processo de inovação, que exigirá que advogados com boa adaptabilidade e visão estratégica sigam ativamente as mudanças e transformem novas soluções tecnológicas em fortes aliados.

Com isso, entra as redes sociais, que são ferramentas complementares na estratégia usada para estabelecer e gerenciar relacionamentos. Se usadas corretamente, podem agregar valor à imagem e à reputação de um advogado, expandir sua rede de relacionamentos e criar efeitos residuais na atração de pessoas.

Tendo em mente que a advocacia se baseia em bons relacionamentos, podemos assumir que as redes sociais, podem colaborar efetivamente na construção de ‘marketing’ pessoal e oportunidades para atrair clientes. No entanto, essas operações nas mídias sociais devem sempre ser acompanhadas de postura profissional.

Para estabelecer um impacto no desempenho da empresa, o Provimento 94/2000 e o Código de Ética deixam muito claro que qualquer serviço relacionado a publicidade deve ser com prudência, cautela e puramente com o objetivo de fornecer informações.

Vale lembrar de nunca fornecer aconselhamento através de redes sociais, além da inconsistência com o conteúdo fornecido pelo Código de Ética, isso também tornará impossível para os advogados estabelecerem relação de profundidade adequada com os clientes.

É crescente a relação entre Direito e tecnologia. Implicando em uma boa relação jurídica sem esquecer de valorizar o profissional, que é a pessoa envolvida no caso concreto, humanizando todo o sistema.



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