Origem do Estado à luz da teoria matriarcal

Resumo:


  • A teoria matriarcal defendida por autores como Lewis Henry Morgan e Friedrich Engels sugere que a primeira organização familiar foi baseada na autoridade materna.

  • A pesquisa sobre a formação do Estado a partir das famílias primitivas fornece informações relevantes para estudos acadêmicos e sociedade em geral.

  • O surgimento do patriarcado, a transição do matriarcado e a luta das mulheres ao longo da história refletem a evolução dos direitos e papéis femininos na sociedade.

Resumo criado por JUSTICIA, o assistente de inteligência artificial do Jus.

O presente artigo tem por objetivo, descrever a trajetória da mulher desde o surgimento das primeiras civilizações até a idade contemporânea. Relatando as lutas, conquistas e convívio, além das opressões sofridas ao longo do tempo.

INTRODUÇÃO

 

Existe uma série de teorias que buscam explicar o surgimento do Estado. A teoria matriarcal defendida por grandes autores como: Lewis Henry Morgan, Bachofen maior defensor dessa teoria, Friedrich Engels dentre outros. De acordo com essa corrente teórica a primeira organização familiar teria sido formada na autoridade da mãe, desde então esse antigo modelo de família veio a ser o fundamento da sociedade civil.

A importância dessa pesquisa está embasada na necessidade de rebuscar na história como se deu a formação do Estado. Este projeto ainda retrata o convívio e os moldes das famílias primitivas, tidas como responsáveis pela formação das primeiras civilizações da humanidade desde o povo nômade até a idade contemporânea.

As informações contidas nessa pesquisa poderão ser consultadas para fins de estudos, análise ou para sanar dúvidas tanto para a sociedade quanto para o meio acadêmico, esse projeto poderá ser utilizado como fonte de estudo para alunos dos cursos de humanas, professores e demais profissionais da área.

FUNDAMENTAÇÃO

             Devido a inerente promiscuidade sexual das primitivas sociedades humanas, que resultou na colocação da mulher como superior ao homem dentro das primeiras civilizações onde era o acasalamento quem dominava e imperava o comportamento da comunidade, sendo que não havia regras  nem compromissos estabelecidos para as mulheres. Sendo que os homens tinham apenas o papel de serem reprodutores não havendo nenhum vínculo ou sentimentos afetivos, deixando assim a mulher como única responsável por determinar quem era o pai. De acordo com historiador Augusto César Buonicore, a sucessão era compreendida da seguinte forma:

Na sociedade primitiva a descendência “contava apenas pela linha feminina”. Os filhos não pertenciam a gene paterna e sim a gene materna. “Com a morte do proprietário de rebanhos estes teriam de passar primeiramente para seus irmãos e irmãs e aos filhos destes últimos, ou aos descendentes das irmãs de sua mãe. Quanto aos seus próprios filhos, eram deserdados”.  (Buonicore, 2011).

Percebe-se que diante desta maneira de sucessão da herança era impossível que os filhos passassem a serem donos das riquezas após o falecimento do suposto pai, uma vez que era improvável comprovar a paternidade nessa época. O alemão Friedrich Engels vai dizer que de acordo com o aumento das riquezas fazia-se com que o homem passasse a ter uma maior importância no âmbito familiar se comparado com a mulher, Por outro lado surgia nele o desejo de que fosse revertida essa situação em benefícios para os filhos através da sucessão tradicional. Porém isso não era possível enquanto vigorava a filiação segundo o direito materno. 

 Uma estatua foi encontrada no continente europeu por volta do século XIX, supostamente sendo a imagem de uma mãe, fez reforçar as teorias antropológicas que direcionava para a existência do matriarcalísmo como a mais provável forma de organização social já conhecida.  Segundo o antropólogo Lewis Henry Morgan as sociedades humanas em seus primórdios eram seguramente sociedades matriarcais, as mulheres asseguravam e dominavam o mundo, no seu ponto de vista sobre a relação de parentesco eram dadas pelas mulheres e confirmava para ele como sendo matriz das sociedades.

Na era nômade a história revela que as mulheres ocupavam um lugar de extrema importância, pois eram as mulheres as principais responsáveis pelo crescimento do grupo, na comunidade as mulheres não viviam “fechadas dentro do lar”, pois nesse período ainda não havia casas individuais para cada família. Entre as tarefas cabiam a elas cuidar das crianças e também era dela o papel de gerar os filhos que dariam continuidade e sucessão a linha familiar.

 Já na antiguidade clássica, período da história compreendido do século VIII A.C. até o século V  D.C. nossos antepassados deixam de viver em grupos que não tinham residências fixas e então surgem os primeiros núcleos de pessoas vivendo juntas formaram as primeiras tribos ou aldeias fechadas da humanidade os chamados clãs.

Os clãs eram constituídos por pessoas unidas pelo parentesco e linhagem da qual era definida pela descendência de um ancestral comum, o homem cuidava das terras e rebanhos as mulheres cuidavam dos deveres familiares e educavam as crianças, para manter a descendência  na historia ou seja, passar o nome e a honra aos descendentes. O homem precisava de uma esposa fértil que pudesse gerar filhos, confirmando assim a importância da mulher na estrutura familiar e dando inicio a um novo modelo de família bastante diferente e evoluído se comparado ao modelo familiar da antiguidade.

Essa nova estruturação psíquica e social trouxe para cada membro um lugar seguido de uma função no seio familiar, lugar do pai, da mãe e lugar dos filhos, essa estrutura familiar deu origem ao modelo de família que veio a ser restruturado na idade média após a implantação de outro modelo instituído pela igreja católica. O aspecto mais significativo dessas civilizações foi à edificação do lar e todos trabalhavam em prol do sustento da família, passaram a cultivar cereais, uvas, oliveiras e criavam cabras, ovelhas e porcos, evoluindo assim com a necessidade das trocas de mercadorias, com o tempo a sociedade passou a ser constituída por uma poderosa aristocracia rural.

 

 

 

             Na idade média a mulher manteve a sua participação ativa, tornando-se peça importante na Igreja católica, desenvolvendo o dom artístico musical, instrumental, vocal, também contribuiu na arte da pintura e nas arquiteturas religiosas. As mulheres também administravam pequenos negócios, tais feitos usando a imagem do homem. Nesta mesma época a Igreja católica já conquistava o poder “império da fé” e dominava grandes territórios, então foi implantado o sistema patriarcal, onde defendia que a esposa devia obediência ao marido e pregava um novo modelo de família que segundo os dogmas, foi criando por Deus: José, Maria e Jesus; e esse deveria ser o tradicional e único modelo familiar a ser seguido. Ainda nesse contexto é instituído o casamento monogâmico que proíbe de vez a poligamia, impedindo a mulher de se relacionar com vários homens e obtendo total domínio sobre eles através da promiscuidade sexual que era um ato de acasalamento natural e espontâneo.

“A monogamia, assim, “não apareceria de modo algum, na história, como um acordo entre o homem e a mulher e muito menos como a forma mais elevada de casamento”“. “Ao contrário, ela aparece sob a forma de escravidão de um sexo pelo outro, como a proclamação de um conflito entre os sexos até então desconhecido em toda a pré-história”. (Buonicore, 2007).

             A decadência social da mulher deriva de uma um necessidade histórica da época, conclui-se que a passagem do matriarcado para o patriarcado tem uma forte ligação com o surgimento da propriedade privada que por sua vez despertou o interesse da mulher por dois principais motivos: o interesse de que seu filho herdasse as riquezas do pai e o segundo motivo seria o possível conforto adquirido através do casamento monogâmico, onde seria possível definir a linhagem paterna. De acordo com Engels houve o consentimento da mulher nesta mudança por causa destes dois grandes interesses, vale ressaltar que ainda que as mulheres consentissem tal mudanças não puderam prever que  haveriam grandes  consequências o futuro.

“O desmoronamento do direito materno foi a grande derrota histórica do sexo feminino em todo o mundo. O homem apoderou-se também da direção da casa; a mulher viu-se degradada, convertida em servidora, em escrava da luxúria do homem, em simples instrumento de reprodução. Essa baixa condição da mulher, manifestada sobretudo entre os gregos dos tempos heróicos e, ainda mais, entre os dos tempos clássicos, tem sido gradualmente retocada, dissimulada e, em certos lugares, até revestida de formas de maior suavidade, mas de maneira alguma suprimida.”.(ENGELS;1884).

Percebe-se que essa aceitação das mulheres para que ocorresse essa mudança de sistema que predominava nas civilizações da época pode ser  considerado como o maior fracasso do sexo feminino, pois foi-lhes tirado o direito que lhes garantiam o papel de peça fundamental para o desenvolvimento da sociedade, o direito materno. Com a perda do direito maternal tornou-se muito fácil o controle e a autoridade do homem sobre a mulher e o desenvolvimento do sistema patriarcal.

            Mesmo sabendo da necessidade que o homem tinha de ter uma boa esposa em casa, a Igreja Católica implantou o patriarcado onde acarretou numa espécie de “escravização” das mulheres em seus lares sendo submissa ao seu marido, inferiorizando as mulheres acreditando que estariam protegendo a mulher que é uma dos seres mais importante do estado, sendo assim, a Igreja teria controle sobre as mulheres, alcançava mais fiéis, controlava os costumes da sociedade e consequentemente aumentava o patrimônio da igreja Católica.

Na idade média, a tarefa da mulher se restringia as atividades domesticas e artesanais, predominando a estrutura patriarcal apesar de a mulher ter sido educada para obedecer notasse neste período a importância da participação da mulher na economia local. Todavia, como mostra:

 (MACEDO apud FRANÇA; SCHIMANSKI 1997, p.35), “participantes de inúmeras atividades, conhecedoras de muitos ofícios, sua presença nas corporações, nas associações de mestres e profissionais, foi insignificante”.

É notória a desvalorização da mão de obra feminina neste período, mesmo que desenvolvesse algum trabalho fora de casa elas eram consideradas principiantes tanto quanto na oficina da corporação quanto ao lar, era sempre representada pelo conjunto de caracteres exteriores representadas pelo pai ou marido. O grande fator que dividia o trabalho entre homens e mulheres eram as diferenças físico-biológicas como aponta:

“as atividades desempenhadas pelos homens têm a representação do perigo e às desempenhadas pelas mulheres, da fragilidade, por causa unicamente de sua capacidade reprodutiva”. (HIRATA; KERGOAT apud OLIVEIRA, 1988, p. 26).

           Pode-se dizer que devido a “escravidão” feminina surgiu o termo machismo, onde predominava a vontade do homem criando uma imagem do “homem todo poderoso”, mas no meado dos anos de (1914 -1918) primeira guerra mundial e (1939-1945) segunda guerra mundial, deram início as grandes mudanças, os homens foram para as guerras deixando seus lares frágeis, com a necessidade de manter a família e sustentar seus filhos as mulheres se sentiram obrigadas a trabalharem nas fábricas e indústrias, contribuindo para o sistema econômico.

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Elas não podiam andar por aí desacompanhadas, não podiam trabalhar se fossem casadas, mal estudavam e passavam boa parte da vida em casa, cozinhando e cuidando dos filhos. Isso não faz muito tempo e é difícil imaginar que assim viviam as mulheres ocidentais no início do século passado: carreira, dinheiro e poder eram exclusividade masculina. O homem sustentava uma imagem de "herói" onipotente, mas dois eventos devastadores, as Guerras Mundiais, fizeram ruir este modelo. Tão impressionantes quanto o número de vidas perdidas e os horrores que a Primeira (1914-1918) e a Segunda Guerra (1939-1945) produziram são as mudanças de comportamento irreversíveis que elas provocaram. (FUJITA, 2015).

             Tempos depois de a mulher ter sua “liberdade” limitada e seus direitos modificados pelo sistema patriarcal, elas voltaram a ser destaque e deu início a uma nova fase na história através de suas lutas diárias em busca da sobrevivência, que consequentemente contribuía para o avanço social, político e econômico do meio em que vivia. O que cooperou para a quebra deste sistema foi às mulheres pobres que por ausência de seus companheiros se viam sem outra opção que não fosse ir à busca de uma renda capaz de manter o sustento, a criação, educação de seus filhos e fazer papel de pai e mãe ao mesmo tempo. A mulher também foi centro das atenções com sua participação na I e II Guerra Mundial, segundo OLIVEIRA (2006):

É sabido que a I e II Grandes Guerras determinaram maior participação das mulheres nas atividades produtivas, em vista da mobilização dos homens para as frentes de combate. E desde então, e cada vez mais, as mulheres abandonaram o galope de cavaleiros andantes de um ideal meio lírico de libertação, vendedor de ilusões, posicionando-se lado a lado com os homens, na estrada da grande aventura impregnada de desventuras, que desejamos nos leve um dia ao fim da escravidão do mais fraco pelo mais forte.

              A mulher bravamente recupera seu posto perante a sociedade, mostra que além de esposa, dona de casa e mãe, pode também ter voz, voto respeitado, pode escolher uma profissão para exercer, sendo ela doméstica, comerciante ou até mesmo ajudante de pedreiro, retoma seu lugar na sociedade e com participação cada vez mais constante.

              É importante ressaltar que a luta para um lugar na sociedade sem preconceito, ainda é constante, e há lugares no mundo em que esta conquista ainda é muito dolorosa e a evolução quase não notável um exemplo compreensível é o Afeganistão onde as mulheres são impedidas de estudar e trabalhar pelo governo, se encontra em situação digna de tristeza, se queimam com o intuito de um silencioso movimento das mulheres afegãs.

               A mulher dentre a suas lutas reivindicou seu direito ao voto, ao divórcio e à educação, já em meios a década de 1960, obtiverão um grande avanço, a liberação das relações sexuais após o aumento dos contraceptivos; na década de 1970 a principal grande luta de caráter sindical, conquistando cada vez mais seu espaço na sociedade, citando inicialmente pelo cargo de presidente da República já ocupado pela mulher, reino comandado por uma rainha, deputadas estaduais e federais, senadora, desembargadora dentre outros cargos de auto escalão.

               Através das lutas, e pedidos aflitos de socorro que as mulheres obtiveram novamente seu reconhecimento, hoje em pleno século XXI, mesmo ainda com muito preconceito, seu espaço se amplia, com sua inserção no mercado de trabalho, sua liberdade sexual e reprodutiva, a conquista da independência financeira e dos direitos políticos. Hoje com sua grande conquista do direito de escolha, obteve  livre arbítrio de decidir a hora de casar e com quem quer casar, a hora de ter filhos e quantos filhos irá ter, em escolher o representante político, da profissão que quer exercer, concluir o ensino superior dentre outros direitos.

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 Consta em meios as informações ao longo deste projeto acadêmico, que a mulher sempre foi a peça fundamental para o desenvolvimento da família, da sociedade e do Estado. Tanto o homem quanto a Igreja Católica perceberam a sua importância que tentaram protege-la, através do sistema patriarcado, tendo o total controle de suas ações, mas não perceberam era que este sistema estava escravizando cada vez mais a mulher, e ao longo dos anos surgiu o termo machismo, o homem deixou de ter a mulher como peça fundamental em sua vida para rotula-la como propriedade, exclusivamente.

 A história relata que quando surgiu a  oportunidade  no período da 1ª e 2ª guerra mundial, ela aproveitou  para trava uma batalha reivindicando espaço na sociedade, obtendo grandes conquistas, mas por um outro lado as famílias ficaram vulneráveis, pela falta da mulher no lar em busca constante pelos seus direitos e liberdade, a mulher passou ater que estudar mais que o homem trabalhar mais que o homem, sem mencionar as lutas contra os preconceitos, com tal opressão matriarcal chega o efeito colateral aos dias de hoje, onde as famílias são destruídas, por meios da criminalidade, drogas, pela disputa serrada entre homem e  mulher , a mulher em busca de seus direitos e o homem querendo mantê-la dentro do sistema patriarcado com grande sombra do machismo, deixando assim pela trajetória da  história  os valores, bons costumes e a responsabilidade de manter a família forte e unida.

Em meio deste empasse o estado passa a pagar pela sua má administração, onde não criou condições favoráveis a mulher, somente ao homem, mesmo tendo grande dívida para com a mulher que foi um dos propulsores para criação do estado.

Sem sombra de dúvidas seria tempo de criar um novo sistema harmonizando o patriarcado e matriarcado, dando direitos iguais a todos os cidadãos independentes do sexo, onde os direitos e deveres da família e sociedade fossem divididos por igual naturalmente, sem especificação de quem limpa a casa ou de quem paga as contas, o importante é manter a família em segurança e ao mesmo tempo o estado estará seguro e confiável.     

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BUONICORE, César. Engels e a origem da opressão da mulher. In: Revista Adriano Nascimento, 13 de out. 2011. Disponível em: https://adrianonascimento.webnode.com.br/news/buonicore%3A%20engels%20e%20a%20origem%20da%20opress%C3%A3o%20da%20mulher/ Acesso em: 12 de out. 2018..

ENGELS, Friedrich. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. In: O marxismo e a origem da opressão feminina. Movimento Feminino Popular  Ano XVI, nº 207 - 1ª quinzena de Abril de 2018. Disponível em: https://anovademocracia.com.br/no-207/8497-o-marxismo-e-a-origem-da-opressao-feminina. Acesso em: 16 de Out. 2018.

FRANÇA, Ana Letícia; SCHIMANSKI Édina. Mulher, trabalho e família: uma análise sobre a dupla jornada feminina e seus reflexos no âmbito familiar. Revista Emancipação v. 9, n. 1 2009 disponível em http://www.revistas2.uepg.br/index.php/emancipacao/article/view/687/641. Acesso em 15 de Out. 2018.

FUJITA, Gabriela. Guerra destruiu figura do "homem herói" e consagrou mulher no trabalho. Uol Notícias Internacional São Paulo; 08 de mai. 2015  Disponível em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/05/08/guerra-destruiu-figura-do-homem-heroi-e-consagrou-mulher-no-trabalho.htm  acesso em: 17 de out. 2018.

NASCIMENTO, Maria Filomena Ser Mulher na Idade Media pag.04.1997 Disponível em: http://periodicos.unb.br/index.php/textos/article/viewFile/5807/4813.  Acesso em: 12 de out. 2018

OLIVEIRA, Thais. A mulher e a sua importância para a construção de Sociedades Sustentáveis. In: Centro Nacional De ensino à Distância, 23 de jun. 2006. Disponível em: http://www.cenedcursos.com.br/meio-ambiente/a-mulher-e-a-sua-importancia-para-a-construcao-de-sociedades-sustentaveis/. Acesso em: 15 de Out. 2018.

Sobre os autores
SAMUEL SANTANA DE ALMEIDA

Acadêmico em Direto

Informações sobre o texto

Este texto foi publicado diretamente pelos autores. Sua divulgação não depende de prévia aprovação pelo conselho editorial do site. Quando selecionados, os textos são divulgados na Revista Jus Navigandi

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