A violência doméstica e familiar contra a mulher é caracterizada por cinco formas de tratamento tais como violência sexual, física, moral, psicológica, institucional e patrimonial.
A mulher sofre violência sexual nos casos em que não consente com a relação, é obrigada a ver imagens pornográficas, a fazer sexo com outra (s) pessoa (s), impedida de prevenir a gravidez ou forçada a abortar.
No que tange à violência física, esta acontece quando a mulher é espancada, tem os cabelos puxados, recebe objetos em sua direção, é mordida, sacudida, torturada, atingida por arma de fogo ou arma branca;
A violência moral NÃO é menos grave que todas as outras e consiste em comentários ofensivos e situações vexatórias diante de outras pessoas bem como nas redes sociais, com o intuito de diminuir a vítima.
Em se tratando de violência psicológica vislumbram-se situações de xingamento, ameaça, intimidação, desvalorização, convencimento de que a vítima está louca deixando-a confusa, chantagem, privação da liberdade bem como controle de sua vida e das companhias que as cercam.
No que diz respeito à violência institucional a mulher recebe um tratamento constrangedor por parte de agentes de órgãos públicos prestadores de serviços que, ao contrário, deveriam protegê-la e reparar os danos já lhe causados. As formas de violência se dão por omissão de atendimento, comunicação inadequada, falta de empatia dentre outras.
Concluindo, na violência patrimonial a mulher tem seus objetos de valor pessoal, como instrumentos de trabalho, documentos pessoais retidos e/ou danificados, bem como seu dinheiro é controlado e retirada sua subsistência.
Contudo, vê-se que o sexo feminino, nesta sociedade, sofre muito pelo simples fato de ser mulher, mas a vítima PODE e DEVE requerer ajuda pelo 180 (Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência), que atende em qualquer parte do Brasil e em mais 16 países (Argentina, Bélgica, Espanha, EUA (São Francisco), França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela), 24 horas por dia, todos os dias da semana.Também estão à sua disposição locais de atendimento mais próximos como as Defensorias Públicas, Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam), Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referências e outros.