Que o brasileiro sonha com a casa própria, isso não é novidade pra ninguém. Mas que a pandemia pode ter aproximado a realização desse sonho, isso sim é novidade!
A pandemia do Covid-19 surgiu no final de 2019, porém no Brasil ganhou maior intensidade a partir do segundo trimestre de 2020, se estendendo até 2021, sem, todavia previsão efetiva de acabarem os estragos por ela causados (mesmo com o avanço da vacinação em todo país). O resultado do estado pandêmico foi, e ainda é, devastador para diversos setores da economia, afetando diretamente a saúde, o emprego e a renda.
Com o advento da pandemia e a perda de incontáveis posições no mercado de trabalho, a tão sonhada casa própria ficou mais distante. Em contra partida, a queda da taxa de juros reabriu o sonho para outras tantas famílias, que conseguiram se manter, e até mesmo poupar mais, devido ao fechamento do comércio, que impossibilitou gastos com viagens e restaurantes, por exemplo.
Esse cenário de isolamento social trouxe uma nova e forte tendência de home Office, que promete se firmar mesmo após o término da crise de saúde, dando novo significado à moradia e à necessidade que o brasileiro tem de possuir um “lar doce lar”, pra chamar de seu, seja ele alugado ou próprio.
Até mesmo as aulas escolares das crianças passaram a ser transmitidas via internet para os lares, reforçando ainda mais essa sensação de reavaliar as reais necessidades relativas ao espaço onde se vive.
Essa mudança repentina na rotina fez com que o brasileiro parasse para refletir sobre a possibilidade de uma residência melhor, maior e mais confortável para viver. Mas como isso é possível em meio a uma pandemia onde a economia está fragilizada, o emprego em perigo e a renda cada vez mais comprometida?
Este cenário não se vislumbra na mesma intensidade para a construção civil, eis que muito embora vários lançamentos imobiliários tenham sido postergados, a venda de novas unidades mostrou números satisfatórios no segundo semestre de 2020; e, para 2021, há a previsão de crescimento de 3,8%, segundo o Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-SP).
Isto também se deve à queda dos valores dos imóveis à venda, ou seja, muitas pessoas necessitando vender seus imóveis e outras tantas buscando para comprá-los sob um novo olhar seja uma residência maior, menor, mais perto do trabalho, mais afastado dos grandes centros, enfim, uma adequação aos novos tempos deixados pela experiência do atual momento, que parece ter se firmado no “morar e viver bem”.
Assim, o mercado imobiliário iniciou o ano de 2021 bem aquecido, e com forte propensão de maior crescimento que o esperado, em virtude dessa nova tendência de se buscar um ambiente misto, casa/trabalho, aliando praticidade, conforto e, sobretudo, qualidade de vida.
Se adquirir um imóvel for um de seus planos, este pode ser um excelente momento!