Há inúmeras maneiras de compreender o aspecto religioso da vivência da sociedade-pessoa. Alguns conhecimentos são produzidos da palavra mesmo dos textos sagrados. A este conhecimento e reconhecimento do divino para o homem e em sentido contrário, é dado o nome de Teologia.
Há hoje, na humanidade várias maneiras, como eu disse, de interpretar esse conhecimento. O que acontece, é que há uma infiltração de idéias perniciosas e corruptas. Isso acontece por conta da época em que vivemos. Algumas profecias revelam muito saber sobre issso. O livro de Isaias é um livro paradgmático. Realmente explica muito do que vivemos.
O que eu digo aqui eu digo de uma maneira universal. Explica muito do que existe de cultura religiosa. E outras aspectos da Teologia.
As ideologias cristãs, a maneira pela qual o pregador forma sua consciência, em especial, é permeada de algumas idéias que não são verdadeiramente cristãs.
As filosofias que se formaram no século XX em torno das interpretações da Palavra de Deus, em especial os Evangelhos, numa mistura de psicologia, idolatria, apostasia, dinheiro e poder. Predominou a chamada Teologia Nova em detrimento até da verdade, cuja negação sempre implicou no maior vício dentro das comunidades reliogiosas, e até na sociedade. Falarei mais à frente sobre a hipocrisia.
Assim, mesmo na fé, vimos doutrinação ideológica, e o pior que essa doutrinação contrária ao próprio objeto da fé, a Palavra de Deus.
Fenômeno típico dos nossos tempos, algumas ideologias invadiram a consciência das pessoas num movimento que chegou quase que o fim de algumas igrejas e a revelação de outras seitas de homens que visavam a doutrinação de fiéis e a sua extrosão dos seus dividendos, numa teologia capitalista desprovida de qualquer interesse social ou altruísta.
Muito se deve à mentalidade atual da humanidade corrompida e imatura. Pouco sábia e sem motivação para viver nem mesmo dentro do seus templos. Uma vez que mais hipócrita que nunca, algumas pessoas vão aos sesu templos por motivos até mesmo indecente.
Essas "Igrejas" funcionavam como meios de dominação de alguns "magnatas" da fé. Coisa que se chamou de uma falsa teologia, chamada de próspera. Mas que não passava de uma enganação com propósitos de poder, fama ou financeiros.
Assim, mercantilizou-se a fé. Ainda mais do que venda de indulgências, as igrejas vendiam milagres, curas, um absurdo sem tamanho. Por isso, hoje professamos uma idéia de verdade de fé. Algo que seja o que nunca foi visto nem experimentado por nós. Uma liberdade indescritível. A paz que vem da libertação que a verdade ela traz.
A hipocrisia é a mãe das improbidades. Quando a fé tem essa mácula, toda a sociedade é atingida. Pois uma fé fingida, sem verdade, não é fé. É um arremedo de fé.
Portanto, verdade é o caminho inicial de uma marcha teológica que ruma, verdadeiramente, a um novo patamar de ligação do homem com o divino. Mas para que isso aconteça é necessário distinguir o que é importante. Se é a fé verdadeira, pura, simples, da fé interesseira, coisa que infelizmente há.
Portanto a relação daquele que lê a palavra para o que ouve deve ser uma relação de confiança. Deve voltar a ser uma relação de confiança.
Pois a fé é uma coisa muito delicada. A verdade é uma idéias apenas que visa a superar uma mácula muito difícil que a nossa comunidade humana se envolveu: a hipocrisia. Muita gente, infelizmente diz que uma vez hipócrita, sempre hipócrita, eu prefiro achar que não.