No Brasil, a maioria dos funcionários é contratada pelo sistema CLT. Portanto, a jornada máxima permitida por lei é de 8 horas diárias, ou seja, 44 horas semanais. No entanto, em alguns casos, é comum que os funcionários continuem trabalhando fora do horário padrão. É aqui que entram as horas extras. Este é um assunto que gera interesse porque envolve o pagamento de taxas extras aos trabalhadores. Além disso, vale ressaltar que as horas extras lideram no contencioso judicial, principalmente devido às diferenças entre empregados e empregadores no pagamento das dívidas. Confira tudo o que você precisa saber sobre trabalhar horas extras neste artigo e veja como conseguir o que merece.
Segundo a CLT, todos os profissionais podem fazer hora extra, exceto os menores - como os chamados jovens aprendizes. Os empregadores também podem permitir que os funcionários façam horas extras em emergências ou situações que possam causar danos à empresa. Alguns profissionais não podem trabalhar horas extras. São eles: funcionários que se envolvem em atividades externas que não cumpram os regulamentos de horário de trabalho, como pessoal de vendas externo, e aqueles que ocupam cargos de gerentes, diretores e chefes de departamento. Não há limite de horas extras por mês. Os trabalhadores têm restrições em suas horas extras semanais e diárias, exceto para certos tipos de contratos especiais que não sejam CLT, como funcionários que trabalham em navios.
Hoje, está estipulado que o horário de trabalho não deverá ultrapassar 8 horas diárias, e o horário de almoço será de, no mínimo, 1 hora. Trabalhe no máximo 44 horas semanais. As horas extraordinárias não passam de jornada de trabalho, hoje em dia (dentro da lei) é permitido trabalhar mais de 2 horas por dia. Até 10 horas de trabalho extra podem ser feitas por semana.
Os funcionários que excedem o horário normal de trabalho nem sempre têm direito ao pagamento de horas extras. Por exemplo, se houver um sistema de remuneração ou banco de horas de trabalho, as horas trabalhadas em um dia podem ser compensadas em outro. No entanto, se um desses dois sistemas não existir, as horas extras devem ser pagas. Se o empregador se recusar a pagar, o trabalhador terá que exigir o pagamento em juízo. Por este motivo, é importante compreender as provas que podem ser utilizadas em tribunal.
Se um trabalhador for ao tribunal pedir horas extras, a empresa tem a responsabilidade de comprovar as horas extras. Para fazer isso, você deve mostrar o cartão de ponto e a folha de pagamento do funcionário. O segundo documento prova que as horas de trabalho realizadas foram devidamente pagas.