INOBERVÂNCIA DAS REGRAS DA FOLHA DE ROSTO
Prezados,
Sou apenas mais um que cometeu o "deslize" de não ler as instruções da 2ª capa, podemos assim dizer, posto que, acredito eu, se não lemos foi porque já tínhamos lido as instruções da 1ª capa (caderno de rascunhos) e induzimos tratar da mesma coisa. Mas, enfim, criei essa "discussão" para investigar os reais efeitos da inobservância destas regras. Se alguém sabe alguma coisa ou vivenciou algo similar (em exames da OAB, pois se fosse um concurso público com VAGAS, estaríamos eliminados de imediato), por favor, postem para que possamos, pelo menos, nos acalmar (ou não) até o dia 11/11/08.
Uma boa notícia enviada por um colega deste forum...
http://blogexamedeordem.blogspot.com/
Pulando linha:
Se procede aquele comando da prova prática, de que não era permitido pular linhas, nós teremos a maior reprovação da história do Exame de Ordem. Não seria exagero imaginar que tal reprovação ficaria em torno de 90% (ou mais) dos candidatos.
Sejamos razoáveis. O Cespe e a OAB não vão fazer isso. A pressão sobre ambos seria desmedida, e teriam de rever o posicionamento.
Portanto, RELAXEM!! Ninguém vai perder nada em função de ter pulado linhas. Não há razoabilidade nisso.
Postado por Maurício Gieseler de Assis.
Obrigado, Dr. Maurício!
Estou pilhado com essa estória do "tracinho"! Com relação a saltar linhas, acho isso ridículo. Não poder saltar linhas é absurso. Penso que a Cesp não anular prova por causa disso. Até porque certamente teria que anular 90% das provas e a Casp não iria querer uma confusão dessa tamanho.
Estou preocupado mesmo é com o tracinho, pois no endereçamento usei traço antes da vara e do local. Fiz curso no CPC Marcatto e o professor ensinou a usar o bendito tracinho! Isso virou um pesadelo! Espero q tenhamos uma resposta concreta sobre isso o quanto antes! Ou o tempo será eterno ate o dia 11/11.
Mais uma boa notícia dada por outra colega deste forum:
"Oi gente! Para os desatentos como eu que colocaram o local e a data de verdade, mas não identificaram a prova, colocando "Advogado..., OAB...", tenho uma notícia boa. Conversei com um professor da faculdade, que foi da banca da OAB, e ele disse que isso não identifica a prova. Apenas aquelas marcas de identificação bem óbvias é que dão margem à anulação.
Faço estágio do MPF e todo semestre recebemos inúmeros mandados de segurança contra as provas da OAB. Por isso, conversei com o Procurador com quem trabalho e ele me informou que, dependendo da fundamentação utilizada pela OAB para anular, ou até mesmo tirar pontos das provas, se não houver razoabilidade, é possível impugnar a anulação por meio de MS."
Parece que estamos quase aprovados!!!! Heaheahea!!! Espero que as preocupações nossas sejam definitivamente infundadas... Até mais!
Realmente olha o que estava escrito na folha de rosto do caderno de respostas:
"Para tanto, utilize o nome do dado seguido de reticencias, conforme o seguinte exemplo: “Município..., Data..., Advogado..., OAB...”. Além disso, não utilize linhas em branco para separar partes e (ou) parágrafos do seu texto".
Foi a primeira vez que a CESPE fez esta recomendação, se levarem isso ao pé da letra geral vai ficar reprovado!
Não podemos aceitar isso passivamente!!!!!!!!!!!!
Colegas, Assim como vocês, também deixei uma linha em branco antes de cada tópico da peça, e acho um absurdo ter minha prova anulada por essa razão. Eles jogam a responsabilidade das fraudes toda em nossas costas. Se há fraudes eles devem evitá-las e apurar as responsabilidades, mas não prejudicar os candidatos que, como eu, leu as isntruções do caderno de rascunho e ao começar a ler as instruções do caderno de questões achou que se "tratava da mesma coisa", e não leu até o fim. Além do mais, se eles inovaram nesse aspecto, os fiscais de sala deveriam ter avisado, pois na minha sala, a fiscal leu várias recomendações, mas nada sobre essa novidade. Tanto é novidade que tive uma aula com o professor Marcelo Paiva (Português Jurídico), no domingo que antecedeu a prova e ele disse que podíamos deixar linhas em branco, desde que fosse possível redigir a peça sem precisar de todas as linhas disponíveis. Certamente, no próximo concurso ele já não falará mais isso... Gostaria de ficar tranquila como alguns colegas e acreditar que eles não irão anular a prova, mas não consigo ter tanta certeza assim e já comecei a rascunhar um mandado de segurança, pois como disse o Eduardo "Não podemos aceitar isso passivamente!!!!!!!!!"