Respostas

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    Gbs Quarta, 12 de junho de 2024, 20h26min

    Duvido que o juiz irá impedir essa viajem...dizer que não sabe ara onde o pai vai não serve para convencer o juiz a impedir a viajem.

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    Desconhecido Quarta, 12 de junho de 2024, 20h31min

    Então deixa eu reformular a pergunta minha filha tem apenas dois anos e a guarda é compartilhada e ele quer pegar ela15 dias nas férias e viajar só que eu não acho correto porque ele é solteiro foi uma pessoa que sofri todos os tipos de violência com ele super agressivo e sempre prometeu tirar minha filha de mim , gostaria de saber se teria como eu rever a guarda porque ela depende muito de mim e não acho essa viagem viável … tem a questão que ainda tenho receio dele deixar o Brasil e carregar ela

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    Gbs Quarta, 12 de junho de 2024, 20h39min

    Deixar o Brasil dificilmente ele conseguira. E a violência que vc alega ter sofrido não parece se estender à filha ou seja já deveria ter feito o pedido de regulamentação da visitas lá atrás.... dificilmente o juiz irá impedir a viajem ou alteração de visitas só com base no que postou.

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    Desconhecido Quarta, 12 de junho de 2024, 20h41min

    Entrei com a revisão de guarda tenho muito receio em quem vai cuidar dela da banho e etc ela depende muito de mim se fosse maiorzinha não diria nada .

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    Gbs Quarta, 12 de junho de 2024, 21h10min

    Nada mais a te responder.

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    fauve Quinta, 13 de junho de 2024, 7h15min

    O direito de convivência não se confunde com a guarda. Mesmo que você consiga a guarda unilateral o pai e a família paterna terão direito a conviver com a criança. E a partir de dois anos não são raras as visitas com pernoites e alternância de férias e feriados. Vocês já regulamentaram as visitas?

    Como já foi dito: pelas vias normais ele não sai do Brasil, se ele "meter o louco" e sumir com a criança você passará pela angustia da ação policial para localiza-la. O que não teria cabimento seria proibir que todos os homens convivam com os filhos apenas porque alguns realmente "metem o louco".

    Melhor caminho é o diálogo e com uma criança de dois anos vocês ainda têm mais 16 anos para dialogarem.