DNA X Exame de infertilidade (congenita)
Ao responder a uma ação de investigação de paternidade, o suplicado aduziu como principal ponto de sua defesa o fato de ser ele considerado pelos médicos como um incapaz de produzir espermatózide.(infertilidade)
Inclusive, por nada temer, via extrajudical, pediu a autora que se fizesse o exame de DNA.
Uma vez feito o citado exame, o seu resultado, para supresa do requerido, saiu como positivo.
A par dessa situação, o requerido, por mais vez, foi até a um novo médico que pediu uma bateria de exames para que se pudesse apurar a sua fertilidade.
O resultado, como no princípio, saiu como se o requerido fosse um indíviduo infertil. E, essa infertilidade, foi considerada congenita.
E, agora, confia-se no exame de DNA ou nos exames que consideram o requerido como infértil.
Pede-se aos nobre colegas que nos envie matérias e susgestões sobre o tema altamente contraditório, verbi gratia, EXAME DE DNA X EXAME DE INFERTILIDADE, qual deles tem maior valor ?
A questão, no caso que se apresenta, revela-se intrinsicamente ligado a questão laboratorial. Pergunta-se : O índice de erro de um exame de (in)fertilidade seria menor que o exame de DNA? Aconselhável, já que se trata de controvérsia científica, dos métodos de reconhecimento da paternidade, averiguar se o exame de fertilidade masculina é tão conclusivo quanto o de DNA, cuja margem de erro, segundo especialistas, é de 0,02. Assim sendo, um exame que possui índice de acerto de 99,8% deve - pois não possuo o índice de acerto do exame de fertilidade - ter força probatória maior que qualquer outro. É a opinião, sujeita a melhor entendimento. Atenciosamente,
Roberto Nunes Morgado