Financiamento imobiliário PREVI/CARIM-promessa liquidação não cumprida
Sou ex-funci do BB desde fev/98. Após 20 anos decidi aderir ao desligamento PAQ. Esta decisão foi somente após sondar nas informações oferecidas pela rede do Banco BBnet de que a Reserva Matemática da poupança PREVI seria suficiente para liquidar o financiamento. Dois meses após o desligamento contatei a Previ, que respondeu estar operacionalizando o sistema, e em junho/98 novamente indaguei quando liquidariam e para minha felicidade, recebi expediente da PREVI/GESOP onde dizia: "em atenção a sua correspondencia de 9julho98, informamos que seu financiamento deverá ser liquidado, com a devolução da reserva matematica, já no próximo mes de agosto/98. A partir do corrente mes não será mais emitido boleto de cobrança". Este é o teor. Era tudo que almejava, pois não podia estar desempregado e com uma prestação mensal de quase 500 reais. Contudo, apenas amortizaram e passaram a enviar cartas de cobrança e ligações. Em 2003 fiz carta pedindo baixa da hipoteca e não responderam, por duas vezes. A minha questão é que somente saí do BB pois o valor era compatível com a liquidação do financiamento, e no entanto o que restou foi uma dívida impagável. Nunca tomei nenhuma iniciativa, uma das razões é a PREVI ser um gigante e nós ex-funcis não dispomos de recursos, e fui deixando, mas agora gostaria que alguém desse uma opinião sobre o que fazer, agradeceria muito, pois nestes dez anos, apesar de não ter notícia de leilão do imóvel ou coisa semelhante, só recebi ligações e algumas cartinhas, passei momentos muito angustiantes, terríveis mesmo, mas agora quem sabe poderei ver a questão sob outro ângulo.
Obrigado Roberto Luiz Nunes
Tenho uma situação semelhante com financiamento PREVI. Financiei R$ 57.000, já paguei 3 vêzes este valor, ainda devo 3 vêzes este valor, e pago R$ 2.550 de prestação. Entrei com ação em 2002, até agora não consegui ter uma sentença de primeira instância. Quem cuida das ações contra PREVI, são escritórios de advocatícia terceirizados. Vejo que o interesse é tentar ao máximo protelar uma decisão, pois no meu caso a prestação é descontada da minha aposentadoria. Se quiser trocar informações escreva: [email protected]
Retorno o assunto, na esperança de que a colega Vera ou outro que se assemelhe o caso, desligados pós 97, para informar que: No meu caso, a previ havia prometido liquidar, etc, não o fez. Estou até satisfeito com a situação, pois a mesma está em fase de penhora, e vou tomar as providencias cabíveis;
Em outro caso, de um colega de MG, o mesmo desligou-se em 1999, devia digamos 160.000, a DRM amortizou 90.000 e um expediente da Previ o informava que determinações da Previ/carim concedia um desconto de quase 36pc, e o mesmo ficaria devendo apenas 13.000 para liquidar. Esta carta ficou retida no BB mais de 10 anos, quando tomou conhecimento, em 2010, a previ insistentemente cobrava e continua a cobrar mais de 200.000, ignorando aquela concessão aos desligados com o novo estatuto.
Outra funcionária aqui de Maceio, fez aditivo em 1999 para reduzir a dívida, de 140 mil para 80 mil, quando foi desligada em 2002 cobraram a dívida desconsiderando a redução concedida, cujas provas ela demonstrou através da redução da prestação e outros, pois não dispunha do aditivo. Quando foi desligada, tres anos após a redução da dívida, fizeram cobrança de mais de 240 mil, incompatível com o valor reduzido em 1999. A justiça em primeiro grau mandou a previ liquidar o contrato.
Resumindo, aos demitidos pós 1997 novo estatuto, foram enganados com a promessa de redução ou liquidação do financiamento imobiliário.
Fui demitido do Banco do Brasil em 05/06/1998 na agência de Guarapuava (PR), após ter prestado serviços desde 17/03/1977. Deixei de pagar as prestações do meu financiamento em outubro/1998. Quando da minha saída, já estava em vigor o Estatuto Previ de 31/12/1997 que previa o resgate de 80% da Patronal, depois de liquidado todas as dívidas existentes para com a PREVI. Tenha comigo cópia de correspondência enviada pela PREVI, meses antes de minha saída, com os saldos apresentados, tanto do Saldo Devedor da Carim, como o Saldo da Poupança Matemática (Patronal), já com 80%. Na dificuldade em que me encontro, decidi em efetuar a venda de minha casa, mandei um carta para a PREVI / CARIM, solicitando a baixa da hipoteca, e a PREVI / GECOB respondeu que meu caso estava com um escritório de advocacia em Curitiba (PR) e que tinham repassado minha correspondência para que o escritório fizesse contato. Até o momento não fui contatado. Precisando de uma Certidão Negativa, uma surpresa, percebi constar um Ação de Execução da PREVI / CARIM, contra eu e minha esposa. Esta ação já está correndo desde março/2012, sob o nº 0003274-38.2012.8.16.0031 no 1º Cartório de Ação Cível de Guarapuava (PR). Eles alegam que me notificaram em 10/03/2011, a correspondência enviada por AR foi recebida em 23/03/2011 por alguém de nome Adrieli Foggiatto, que eu desconheço quem seja. Estou residindo em Joinville (SC) desde Abril/2010. Agora que conseguiram meu endereço estarão me citando através de carta precatória. Na Escritura Pública de Compra e Venda, na sua Cláusula Vigésima, item "a" prevê que a dívida será considerada vencida antecipadamente após a falta de pagamento de 3 (três) prestações consecutivas. Acredito que me encaixo em duas situações: Liquidação através do Saldo da Reserva Matemática (Patronal), e no Código de Defesa do Consumidor. Se alguém souber de algum escritório de advocacia no Paraná que tenha conhecimento desta causa, me informem.
Oscar Orlando Cavallin Ex funci matricula 7.870.260-7
(47) 9911-6866 Tim / (47) 9212-5959 Vivo
Fui demitido do Banco do Brasil em 05/06/1998 na agência de Guarapuava (PR), após ter prestado serviços desde 17/03/1977. Deixei de pagar as prestações do meu financiamento em outubro/1998. Quando da minha saída, já estava em vigor o Estatuto Previ de 31/12/1997 que previa o resgate de 80% da Patronal, depois de liquidado todas as dívidas existentes para com a PREVI. Tenha comigo cópia de correspondência enviada pela PREVI, meses antes de minha saída, com os saldos apresentados, tanto do Saldo Devedor da Carim, como o Saldo da Poupança Matemática (Patronal), já com 80%. Na dificuldade em que me encontro, decidi em efetuar a venda de minha casa, mandei um carta para a PREVI / CARIM, solicitando a baixa da hipoteca, e a PREVI / GECOB respondeu que meu caso estava com um escritório de advocacia em Curitiba (PR) e que tinham repassado minha correspondência para que o escritório fizesse contato. Até o momento não fui contatado. Precisando de uma Certidão Negativa, uma surpresa, percebi constar um Ação de Execução da PREVI / CARIM, contra eu e minha esposa. Esta ação já está correndo desde março/2012, sob o nº 0003274-38.2012.8.16.0031 no 1º Cartório de Ação Cível de Guarapuava (PR). Eles alegam que me notificaram em 10/03/2011, a correspondência enviada por AR foi recebida em 23/03/2011 por alguém de nome Adrieli Foggiatto, que eu desconheço quem seja. Estou residindo em Joinville (SC) desde Abril/2010. Agora que conseguiram meu endereço estarão me citando através de carta precatória. Na Escritura Pública de Compra e Venda, na sua Cláusula Vigésima, item "a" prevê que a dívida será considerada vencida antecipadamente após a falta de pagamento de 3 (três) prestações consecutivas. Acredito que me encaixo em duas situações: Liquidação através do Saldo da Reserva Matemática (Patronal), e no Código de Defesa do Consumidor. Se alguém souber de algum escritório de advocacia no Paraná que tenha conhecimento desta causa, me informem.
Oscar Orlando Cavallin Ex funci matricula 7.870.260-7
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