Felizmente cada um tem aquilo que merece, aqui se faz e aqui mesmo se paga. Fui maltratada nesse fórum por algumas pessoas, sei que lata de lixo não vê e nem ouve, e que mau, no sentido da palavra seria com l " mal ". Mas não questiono e não escreverei aqui o que penso, o silêncio e os fatos falam por si só. Deus escreve certo por linhas certas. Sem me conhecer me esculacha, imagina com quem a pessoa conviveu ou convive aff!!! Criarei um tópico sim. " Nem tudo acontece como gostaríamos que acontecesse ". Boa noite a todos.
Um dia, o lobo teve a idéia de mudar sua aparência para conseguir comida de uma forma mais fácil. Então, vestiu uma pele de cordeiro e saiu para pastar com o resto do rebanho, despistando totalmente o pastor. Para sua sorte, ao entardecer, foi levado junto com todo o rebanho para um celeiro. Durante a noite, o pastor foi buscar um pouco de carne para o dia seguinte. Chegando no celeiro, puxou a primeira ovelha que encontrou. Era o lobo fingindo ser um cordeiro.
Meus amigos
Infelizmente nem a justiça reconhece meu direito de pai, de conviver com meus filhos. No laudo psico-social, a Assistente Social "não vê possibilidade de manter um contato entre pai e filhos". A prefeitura de minha cidade negou um espaço para que eu pudesse ver minhas crianças num local público na presença de um guarda municipal. O juiz criminal rejeitou a queixa-crime contra minha ex mulher dizendo que a mesma não cumpria a ordem judicial "pois estava resguardando a integridade das crianças".
É muito triste ser acusado de agressor, de violento e agressivo quando não se é. Sei que minha ex-mulher está, após a contestação da alienação parental, acompanhando este fórum e gostaria de deixar uma mensagem para ela:
"INFELIZEMENTE TUDO O QUE VC FEZ NESTE ANO FOI USAR AS CRIANÇAS PARA ME ATINGIR. CRIOU SITUAÇÕES DE VEXAME E ME AFASTOU DAS PESSOAS QUE MAIS AMO NA VIDA. A CULPA DE NOSSA SEPARAÇÃO É DE SEUS PAIS, QUE QUISERAM NOS PRESENTEAR COM UM BELO APARTAMENTO QUE NUNCA PEDIMOS. ESPERO QUE VC TENHA CONSCIÊNCIA DO MAL QUE ESTÁ FAZENDO PARA AS CRIANÇAS, NOSSAS CRIANÇAS, QUE FIZEMOS DE FORMA PLANEJADA COM TANTO AMOR E CARINHO. AMO MEUS FILHOS DE PAIXÃO E VC NÃO TINHA O DIREITO DE FAZER TUDO ISSO CONTRA MIM, USAR AS CRANÇAS CONTRA MIM. ELAS TÊM UM PAI E PRECISAM DELE".
Quero desejar a todos um Feliz Natal e òtimo 2011. O meu? Vai ser sozinho de novo, revendo fotos e chorando a saudade dos meus filhos, vítima de uma morte inventada por aqueles que só fazem o mal, mentem e mascaram a verdade.
Abraços
PAI
Olá, Li hoje sua história toda do início ao fim! E confesso que fiquei muito emocionada! Me cadastrei no fórum há uns 15 dias, por motivos muito parecidos com os seus. Sou MADRASTA de um garotinho maravilhoso, de 4 anos, e vi o meu marido passar por provações muito semelhantes, e só me cadastrei pra aprender como protegê los (pai e filho) da mesma monstra que te assombra!! E eu PRECISO te dizer, encontre forças, as crianças crescem!! E por mais que lhes contem histórias, elas enxergam muito bem a realidade! E particularmente eu não entendo o que passa na cabeça dessas mulheres... as vezes eu tenho vergonha por elas! Pq infelizmente há generalizações de que "todas as mulheres são assim" !!! Por favor não acredite nunca nisso!! MUIITA CORAGEM!!
Só tenho a lhe dizer, como das outras vezes. Jamais ela será feliz fazendo isto.Jamais a consciência, vai deixá-la em paz.Ao se deitar, vai ficar pensando nisto e cada pedaço de pão deve estar sendo amargo para ela. Seus filhos vão crescer e conhecerão a verdade. Quanto a você, fique em paz.O tempo sempre será senhor da razão.Quem está com a verdade, vai vencer. Deus há de recompensá-lo de alguma forma.Estamos orando por ti. Um abraço
OS TRÊS DEGRAUS DA DEPRESSÃO
No começo do ano, minha depressão não tinha sido diagnosticada pois sentia que aquilo tudo era parte do processo da separação (quem saiu de casa fui eu). Depois de diagnosticada, o psiquiatra usou a expressão "andando no vermelho há mais de 06 meses", ou seja, eu já estava muito mal, sem forças para continuar minha labuta diária.
Mudei de psiquiatra e iniciei o tratamento contra a depressão. A guerra é inglória, após 03 meses de medicação diária (só tenho 34 anos), os sinais de melhora começam a aparecer. Antes, quando lembrava de minha crianças e do que estou passando, eu literalmente "desmontava" em qualquer lugar, era até chato pois estava numa fila de banco, num restaurante ou no carro e começava a chorar compulsivamente. Essa fase do primeiro degrau, graças a Deus, passou.
O segundo degrau da depressão é aprender a lidar com as memórias de tudo o que passamos juntos, dos passeios, das brincadeiras, da convivência 24h por dia, do buscar na escola, dar banho, dar janta, dar toddy e colocar para dormir. Essa falta de "rotina familiar" também dói, é como se fosse uma dor que queima por dentro, que persegue e corrói e coloca a gente num dilema: será que não devia ter me separado? será que devia ter continuado e vivido um casamento de aparências sem amor, sem carinho, sem paixão, e o pior de tudo, sem confiança? Este degrau também está sendo superado com a ajuda de amigos, psicólogos, parentes e demais pessoas que se identificam com meu problema.
O terceiro degrau da depressão é o mais difícil e se chama: rotina diária. Ainda não consigo nem pensar em viajar para certos lugares, ir ao shopping center parece que se tornou um pesadelo, com a possibilidade de encontrar meus filhos e minha ex-posa lá e ela começar um outro escândalo. Se vou a shopping, corro, como pela boca e pelo nariz, com medo de encontrá-los, vejam, estou falando de encontrar MEUS FILHOS!!!!
Este degrau, no qual me encontro, me faz pensar em deixar minha cidade, ir embora, buscar recomeçar em outra cidade, estado ou país. A lembrança de minhas crianças sempre estarão em minha mente, onde quer que eu vá. Os sentimentos e memórias estão num local bem guardado, pronto para serem acessados a qualquer momento, num encontro casual, num desenho de tv do canal Discovery Kids, numa animação de buffet infantil.
A tortura diária de passar quase que diariamente em frente ao prédio onde moram, pois tudo fica daquele lado, é que ainda não consigo lidar. Às vezes, passo a questionar: cadê este Deus que não mostra o caminho, que faz a gente sofrer?
Questionar a própria fé a ponto de achar que a esperança se parece como uma vela acesa num dia de tempestade, querendo apagar. O terceiro degrau da depressão é o maior, o mais alto e o mais difícil de ser vencido.
PAI
Pensando esses dias cheguei a conclusão de que o hábito de se fazer de vítima, coitadinho, algoz é uma das piores coisas que uma pessoa pode fazer a ela mesma. A auto-piedade gera uma cegueira descomunal nas pessoas, a pessoa praticamente se anula.
Quando não conseguimos enxergar nossas próprias sombras e damos um jeito de ficar colocando a culpa em várias outras coisas ou pessoas, perdemos a chance de enxergar em nós mesmos aquilo que estamos fazendo de errado, e aí perdemos a chance de crescer.
Você não deve se culpar sempre por tudo, pois isso também é péssimo, mas sempre que ocorrer algo ruim, por pior que seja, pare e reflita: qual é a minha parcela de culpa nisso tudo?
Conviver com pessoas que se fazem de vítima é extremamente difícil, pelo menos para mim. Acredito que muito desse comportamento vem da criação que a pessoa teve. Conheço pessoas assim e geralmente o comportamento dos pais dessas pessoas é muito similar. Os pais muitas vezes super-protegem esses filhos, acham que eles nunca estão errrados e sempre tentam poupá-lo de tudo. Com certeza esses são pais que criam seus filhos para eles mesmos, ao invés de criar seus filhos para o mundo.
Muito se fala em deixar um mundo melhor para os nossos filhos, mas pouco se fala em deixar filhos melhores para o nosso mundo. (Autor desconhecido)
Se você quer um mundo melhor, tome cuidado e preocupe-se em deixar filhos melhores para o ele. Agora, tirando a parcela de culpa que é dos pais, esse filho não pode culpar seus pais para sempre por ser assim. O primeiro passo é assumir esse comportamento e aceitar que ele realmente o pratica, mas esse é apenas metade do caminho. A outra metade seja talvez mais difícil, que é justamente trabalhar para não repetir esse comportamento.
Todo aprendizado possui 4 níveis:
1º) Inconsciente - Incompetente 2º) Consciente - Incompetente 3º) Consciente - Competente 4º) Inconsciente - Competente
Quer ver como funciona? Lembre-se de quando você era criança e não fazia a mínima idéia de que era importante saber ler, você estava no primeiro nível. Quando passou a entender que se não soubesse ler, você não poderia ler o jogo de tabuleiros e assim não poderia brincar com seus primos, a partir desse momento você tomou conhecimento dessa importância, mas ainda era incompetente. E então passou a ir à escola e a estudar e finalmente aprendeu a ler, pronto! Você já era Consciente e Competente. E hoje você está lendo este blog e nem percebe que está lendo pois se tornou um processo natural, após muito treino.
Assim funciona com todos os nossos comportamentos. Por isso o primeiro passo para a vítima é reconhecer sua culpa e para de culpar os outros por seus erros.
Uma pessoa que se faz de vítima nunca vai conseguir extrair o seu máximo, nunca encontrará seu poder pessoal, ao menos que um dia assuma essa sombra e trabalhe para ser uma pessoa melhor.
Fonte: http://blog.relacionando.com.br/2009/05/voce-se-faz-de-vitima-cuidado.html
Acredito que todos concordam comigo, que pelos próprios fantasmas internos que insistimos em carregar pela vida afora, na maioria das vezes é extremamente difícil para um grande número de pessoas, concretizar a necessidade de mudança.
Mas sabemos também que em algumas situações, o mais saudável, é realizarmos as mudanças que se fazem necessárias, mesmo que para isso, tenhamos que nos esforçar muito.
Por outro lado, existe um número cada vez mais crescente de pessoas que apresentam uma imensa dificuldade e quase intransponível resistencia, diante da possibilidade e até mesmo da necessidade de mudar. Esta dificuldade se faz presente nas mais variadas situações, e a resistencia aparece de inúmeras formas: algumas quase imperceptíveis, e outras, incrivelmente claras.
Muitas vezes, por exemplo, a pessoa se recusa a concretizar uma mudança, e viver melhor, pelo simples e aparentemente estranho hábito que adquire, de sempre se apresentar insatisfeita, como se a insatisfação demonstrada exteriormente significasse na verdade, por mais descabido que nos possa parecer, uma plena satisfação interior. Ou seja, o "estar insatisfeito" se enraíza no dia a dia destas pessoas de tal forma, que passa a fazer parte delas.
Este tipo de situação é facilmente perceptível em pessoas que se posicionam na vida sempre como vítimas, "coitadas", necessitadas de serem amparadas e merecedoras de serem ajudadas pelo outro. Ou melhor ainda, por todos os que se relacionam com ela.
Costumam gastar uma energia imensa, para sempre permanecerem no centro das atenções. Aliás, para ser mais exata, como centro das preocupações.
É muito fácil identificar estas pessoas, pois constantemente relatam com riquezas de detalhes incontestáveis, motivos completamente justificáveis para estarem reclamando de alguma situação ou de alguém.
É um comportamento característico de pessoas com baixa auto estima, pois desenvolvem a necessidade de sempre apresentarem problemas na vida, como se acreditassem que só assim conseguirão ter atenção e aceitação das pessoas que as rodeiam.
É interessante constatar também, que estes "coitados" nunca nem ao menos tentam se fazerem gostados e aceitos por qualidades ou capacidades que possam ter, pois chegam a ponto de camuflar e até mesmo anular estas qualidades, tamanho o hábito que adquirem de sempre serem vítimas. Coitados!
Assim, passam a vida inteira sempre se envolvendo em situações problemáticas, ou seja, constantemente tendo motivos aparentemente aceitáveis para reclamarem. Aliás, ao que parece, é justamente isso que lhes proporciona imenso prazer, ou seja, reclamar, reclamar...
Dificilmente conseguem assumir as rédeas do seu destino, pois, "coitadas" sempre são "vítimas" de alguma "injustiça", e é lógico que sempre provocada por alguém.
Nunca conseguem assumir responsabilidade pelas intempéries das quais se sentem vítimas, não fazem nada para resolver os seus problemas, já que isto foge a sua vontade e capacidade.
Vai aí uma dica para essas pessoas: ser admirado é muito mais agradável do que ser coitado! Que tal extinguir o hábito de reclamar e tomar a decisão de resolver?
Fonte:http://www.artigonal.com/relacoes-amorosas-artigos/vitima-por-opcao-2131825.html
O QUE FAZER PARA SAIR DA POSTURA DE VÍTIMA, INFERIOR AOS OUTROS?
É comum encontrar pessoas que assumiram na vida, uma postura de vítima, uma coitada, uma desamparada... Geralmente, a pessoa apresenta um comportamento reprimido e sem iniciativa, refletindo uma dificuldade de lidar com o mundo externo, em especial com as pessoas.
"Vítima" é a pessoa que se sente inferior à realidade, vê as situações apenas nos seus aspectos negativos, transferindo para as outras pessoas os seus problemas e a responsabilidade pelo que lhe acontece. Não percebe que ela própria é responsável pela sua vida, nos seus altos e baixos, nas alegrias ou tristezas, no bom ou ruim de sua vida.
Uma pessoa na postura de vítima sente-se uma coitada e sofredora porque condiciona a sua felicidade, a sua paz interior ou o seu comportamento, à ação dos outros, sejam eles amigos, familiares, cônjuge, filhos, pais ou colegas de trabalho ou ainda quaisquer outras pessoas com quem se relacione. E como as pessoas não agem segundo um padrão que "ela" ( a vítima) quer, ela se sente coitada face às pessoas. E usa isso como bode expiatório para sua acomodação no sofrimento, transformando a sua vida em uma grande lista de reclamações, opção mais cômoda do que fazer alguma coisa para solucionar ou resolver a situação.
A pessoa nessa postura de vítima joga o "jogo da infelicidade": sofre e gosta de fazer os outros sofrerem com o sofrimento dela. É a co-dependência do sofrimento: ela sofre e obriga com sentimentalismos e suas emoções, todos os que convivem com ela, a também sofrem junto. É um lobo em pele de cordeiro pois a vítima usa o próprio sofrimento para controlar o sentimento dos outros, para que os outros tenham pena dela e fiquem cuidando dela. Coloca-se como dominada, fraca, uma coitada, mas na realidade ela é dominadora e se sente forte agindo assim. Isso porque uma pessoa agindo como vítima tende a ser orgulhosa, mas com uma capa de humildade. Orgulhosa porque sofre de perfeccionismo, acha-se perfeita e "os outros", ah, os outros é que têm que mudar, ela não! A vítima cria um mundo próprio e tenta enquadrar todo mundo nele.
Uma pessoa não nasce com essa postura de vítima, ela a desenvolve, por condicionamento social. O sentimento de vítima geralmente se instala antes de a pessoa se tornar adulta, em especial na infância.
Esses são alguns aspectos do comportamento de vítima. Agora que tal você fazer a prova dos nove e ver se você age ou não, como vítima. Se constatar que você age como vítima, procure mudar, transformando a sua vida em algo mais significativo, desenvolvendo atitudes mais realistas frente às situações da vida, agindo com mais espontaneidade e naturalidade.
Esse desenvolvimento é uma tarefa individual, pessoal, sua. Procure ajudar você mesma para tornar-se mais disponível para a a vida, para a felicidade e harmonia e para a realização em cada momento. Você é o único responsável pelo seu próprio aprendizado e desenvolvimento como pessoa.
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Caso deseje aprofundar o assunto, conhecendo mais sobre a postura de vítima, de sofredora e inferiorizada e em especial, aprender O QUE FAZER PARA MUDAR para uma postura mais equilibrada, poderá encontrar boas informações no livro "Criança Feliz, Adulto Feliz", de Antonio de Andrade, livro encontrado apenas pelo site www.editora-opcao.com.br
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Faça o teste a seguir, que mostra 9 situações típicas, todas de ocorrência comum na vida, com duas maneiras alternativas de reagir. A 1ª é a Reação de Vítima. A 2ª é a de "Não-vítima". Verifique como normalmente você age ou agiria nessas situações. A lista não é critério de medição precisa de coisa alguma. É mais um modo de lhe dar uma pequena relação de atitudes de vítima e ajudá-lo a refletir sobre o assunto.
PROVA DOS 9
(Autoria desconhecida)
- Você nota que um amigo tenta arrastá-lo para a fossa e a tristeza em que ele/a se encontra.
1.1. Reação de vítima: Você ouve as queixas do amigo/a e, no fim, sente-se tão deprimido como ele/a.
1.2. Reação de não-vítima: Você ouve um pouquinho e pede licença e vai embora. Ou diz que no momento não está interessado em ficar ouvindo assuntos tristes.
- Morreu um parente distante e você não quer ir ao enterro.
2.1. Reação de vítima: Você vai de má vontade e fica aborrecido por perder tempo dessa maneira.
2.2. Reação de não-vítima: Você não vai.
- Alguém que você não quer beijar "socialmente" (beijinho no rosto), estende-lhe o rosto num cumprimento, esperando que você corresponda.
3.1. Reação de vítima: Você a beija no rosto e sente que foi usado.
3.2. Reação de não-vítima: Você estende a mão e simplesmente se recusa a beijar a pessoa.
- Alguém está fumando ao seu lado e joga fumaça em cima de você.
4.1. Reação de vítima: Você continua no mesmo lugar e agüenta, mesmo detestando o cheiro de cigarro que fica em seus cabelos e roupa.
4.2. Reação de não-vítima: Você pede delicadamente à pessoa para não jogar a fumaça em cima de você, ou para ela fumar em outro lugar ou ainda, você se retira ou muda de lugar.
- Alguém passa a sua frente numa fila.
5.1. Reação de vítima: Você nada diz, deixa a pessoa passar a sua frente e sente raiva interna, fica tensa e nervosa.
5.2. Reação de não-vítima: Você diz à pessoa: - Por favor, espere a sua vez. Respeite os outros da fila.
- Alguém lhe pediu dinheiro emprestado e se esquece de pagar.
6.1. Reação de vítima: Você sofre, fica nervosa com essa desatenção e irresponsabilidade e fica calado.
6.2. Reação de não-vítima: Você diz firmemente à pessoa que espera receber seu dinheiro de volta.
- Você é convidado para um acontecimento social ao qual não quer comparecer e espera-se que dê um presente, mesmo se não for.
7.1. Reação de vítima: Você sai, compra um presente e o envia, e sente-se manipulado.
7.2. Reação de não-vítima: Delicadamente, desculpa-se por não comparecer e não compra presente algum.
- Você enfrenta o dilema de enviar ou não cartões de boas-festas no Natal, quando preferiria não fazer isso.
8.1. Reação de vítima: Você compra os cartões, endereça os envelopes, põe no Correio e odeia cada minuto de tudo isso.
8.2. Reação de não-vítima: Você não compra e não envia cartão algum e nem dá explicações para ninguém.
- Alguém está se metendo em sua vida particular, usando táticas como "Bem, talvez eu não deva perguntar, mas...".
9.1. Reação de vítima: Você lhe dá a informação particular, porque não lhe quer magoar os sentimentos.
9.2. Reação de não-vítima: Você diz a ele/a que está sendo abelhudo/a, que a informação é pessoal e confidencial e vai continuar sendo.
Fonte:http://www.editora-opcao.com.br/ada217.htm
Parábola da Indecisão:
Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele: - Ei, desce do muro agora... Vem pra cá!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás: - O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
- É porque o muro é MEU.
Não existe meio termo. O muro já tem dono.
Caro Adv./RJ - Antonio Gomes,
Obrigado pelo CTRL C, CTRL V.
É incrível como falta, às vezes, uma coisa que se chama empatia, ou seja, se colocar no lugar do outro.
Não me faço de vítima, ao contrário de V. Exa, que copia e cola o que acha interessante, eu apenas mantenho o fórum atualizado com a minha luta.
Atenciosamente
PAI
Pai, ninguem sabe, além de você, o sofrimento que esta situação causa. Convivo com um familiar que está passando pelo mesmo que vc, porém filhos maiores. Mas foi injustiçado, tratado como bandido, criminoso, responde a processos até o fim da vida, de tantos que fizeram.E o pior de tudo, é totalmente inocente. Até agora, ganhou todas na justiça, e vai ganhar mais ainda. Por isto te disse, seja firme. Evite ficar só. Trabalhe, trabalhe, trabalhe.Assim ocupa o tempo e verá o quanto é capaz de superar. Não te conheço, mas apoio você da forma que apoio este meu familiar.Solidarizo com sua causa, pois só quem sente na pele, pode realmente ter a dimensão , o alcance desta situação. Um abraço
Pai,
estou acompanhando de longe sua luta.......
tenho o mesmo problema que o seu, fiquei dez meses sem ver minha filha e hoje estou conseguindo graças a tutela antecipada da regulamentação de visitas. Mas meus problemas apenas estão comecando, tenho muita luta pela frente como minha filhinha de 02 anos e 2 meses não me chama de pai porque a mae apresentou seu companhereiro como seu pai, a mãe inventa doenças para que eu não retire minha filha. Vejo sua luta e compartilho sua dor e com ela me força para lutar. é só oque eu posso dizer a você que estamos no mesmo barco e não desista nunca de seus filhos.
Obrigado, a sua luta é força para outros que tem o mesmo problema.
Ricardo Alves de Souza