Quero o meu filho de volta
Conheci o pai do meu filho quando tinha 13 anos, namoramos quatro anos, quando engravidei, quando estava com seis meses de gestação arrumando a casa para morarmos ele me largou, sofri muito e só hoje vejo a ajuda que a mãe dele deu para que isso acontecesse pois ela estava insatisfeita de usarmos o andar de cima da sua casa, e fez com que ele desistisse de reformar a casa e como sogrinha boazinha disse para ele se afastar de mim que ele me deixava nervosa, logo em seguida ela alugou a casa porém quando o meu filho estava com 4 meses de nascido, voltamos e moramos juntos em outro lugar bem precário por sinal, por sete meses e separamos. Mudei de lá, e o meu filho ficava aos cuidados enquanto eu trabalhava, de uma ótima família, quando ele tinha dois anos conheci uma pessoa e fomos morar juntos, e mudamos novamente para perto da família do pai do meu filho, nesse tempo ele ficou na escolinha quando ele estava com quatro anos entrei com processo de investigação de paternidade cumulada c/ pensão, pois o pai dele não o registrou e não ajudava em nada, mas sempre o levava o meu filho para a avó ver, independente disso. mas o meu filho era uma criança rebelde, carente, desde novinho, acho que pelo nervoso que passei na gravidez, foi quando a avó paterna, pediu p/ olhar o menino já com seis anos que ele acalmaria com ela, como eu trabalhava e não podia dar a atenção que ele precisava concordei, estava cansada de lutar contra, meu filho em suas rebeldias sempre dizia que queria ficar com a avó, eu não percebia que desde aquela época ela já manipulava a cabeça dele contra mim, pois fazia de minha mãezinha, Eu sei que pensando no melhor para o meu filho, e também porque ele passaria estudar meio período e não tinha outra pessoa que pudesse olhar ele, acabei aceitando meio contra minha própria vontade, portanto pagava por mês e pegava recibo dela e assumia as despesas de tudo (roupas, calçados, remédios, material escolar, médico etc, até chinelo eles não comprava para ele usar lá ... ao qual tenho alguns recibos, exames que comprovam que eu que o levava no médico) ela olhava ele como se fosse qualquer estranha, enquanto o pai mesmo ele estando na avó nunca ajudava em nada, ou talvez até ajudava, mais desconfio que a mãe dele se aproveitava de mim e dele, ele estava com outra mulher e a mãe dele mesmo o protegeu dos oficiais de Justiça quando eles foram lá na casa dela o intimar na época, só depois vim descobrir isso.(o meu advogado juntou isso no processo) Sei que tentei separar a relação do processo, avó, pai, a avó mesmo dizia que não entrometeria no assunto do processo que isso era problema meu e do pai dele. Um pouco depois de deixar meu filho lá, ele foi reconhecido como filho dele através de testemunhas pois ele não foi fazer o DNA. (isso também foi juntado no processo) Um ano após sair a pensão coloquei para descontar do salário dele, poderia ter feito ele ir preso, mas pensando q meu filho sofreria com isso, só coloquei p/ descontar do salário, o que até mesmo falar para o menino que iria me matar ele falou, foi quando eu mudei de lá novamente até mesmo porque já havia percebido que lá não era um ambiente saudável ao meu filho, ao fato deles serem pessoas não só largadas, sem educação, higiene, mais um dos tios dele estava envolvido com drogas e a avó dele abriu duas lan house, o que além dele estar convivendo com todo tipo de pessoas, também estava se viciando em jogos, pois a avó não colocava limites, tirei o meu filho de lá ( ao todo o meu filho foi cuidado pela avó por dois anos e pouco) conversei com meu marido que me apoiou e sai do serviço para ficar com ele, mudei ele de escola, e de vez em quando o levava para a família do pai o ver pois eles não vinham atrás e o meu filho cobrava de ver a avó, e em uma dessa vez que levei o meu filho lá, quando o fui buscar o pai dele me entregou uma publicação de que a tutela era dele.
No outro dia fui no fórum ver o processo, aonde ele alegou que o meu filho estava aos cuidados dele desde os três anos de idade, juntamente com uma declaração da mãe dele dizendo que sempre cuidou do meu filho, que meu filho estava doente comigo e por isso ela o pegou para cuidar dele, e outra mentiras mais, mais uma declaração da atual mulher dele dizendo ser vizinha, e de uma pessoa desconhecida, alegou que eu o retirei para visita em fevereiro 2010 e não devolvi o menino que estava prejudicando seus estudos, (sendo que ele estava estudando normalmente) que ele ficava com terceiros, (sendo que estava comigo) falou que tenho outros filhos (eu só tenho ele), que eu tenho problemas psicológicos, que o meu atual marido é violento, sendo que tenho várias fotos do menino com ele brincando, o meu marido ama o meu filho muito mas que o seu próprio pai. Alegou que o meu filho corria risco de ter dengue, febre amarela, chagas, estando comigo, enfim o juiz sem me ouvir concedeu o pedido de busca e apreensão do meu filho. Eu sei que me arrependo muito de agir sempre amigavelmente até mesmo antes de entrar com o processo de reconhecimento de paternidade, várias vezes fui tentar conversar com o pai dele, o deixei para a mãe dele cuidar enquanto eu trabalhava, pois confiei, e ela cobrava para olhar o menino, sei que realmente meu filho acalmou bastante com a atenção que em escolinha não dão, mas ele é uma criança dividida entre o amor da mãe e da avó, se é que posso chamar isso de amor, na verdade não sei se ela está sendo movida por dinheiro ou por medo de ficar sozinha, eu sei que tenho medo do futuro do meu filho, dele se tornar igual ao pai e aos tios que são pessoas perdidas na vida, só se salvou a filha dela que ao invés de arrumar o marido rico que ela queria, foi morar com um rapaz que a amasse, e saiu de casa para fugir das humilhações que sofria pela mãe, o pai do meu filho nunca ligou para o menino, e só fez isso por vingança e p/ não ter que pagar essa maldita pensão que se soubesse o preço que custaria, não tinha ido atrás desse direito do meu filho, mas eu não tive mãe e nem pai por mim, tentei fazer de tudo para o meu filho não sofrer nem por falta de nada, nem de ninguém. Acabei sendo idiota demais.
Posteriormente á tudo isso um Juiz diferente marcou uma audiência de conciliação, pois abri um novo processo requerendo a guarda, com todas as provas (recibo da escolinha, exames, fotos de vários momentos felizes que graças à Deus vivemos, recibos, comprovantes de compras de mercado, partes do processo de investigação ao qual comprovam a revelia do pai e a má-fé da avó, e 14 declarações de pessoas vizinhas á ele garantindo ser uma boa pessoa e mãe, mais no dia da audiência estava o mesmo Juiz que decidiu deixar o meu filho com o pai e mais uma vez ele antes mesmo da audiência já havia expedido um despacho á favor do pai dele, alegando que seria para evitar que a criança se tornasse um joguete, a audiência durou dois minutos, sai de lá paralisada, sem acreditar, o meu advogado recorreu a decisão que está em Segunda Instância ao qual foi negado novamente para não prejudicar os estudos do meu filho, mas na própria decisão o Desembargador alega que as provas depõem contra o pai E agora estou esperando uma decisão, depois do Laudo da psicóloga e assistente social, tive o apoio da psicóloga que ouviu o meu filho, á mim, o pai, a avó paterna, as minhas irmãs e a própria ex cunhada dele que acompanhou de perto á tudo á meu favor, (o que o tio dele tentou denegrir a imagem dela dizendo á assistente em sua visita que ela também usava drogas).Mas a psicóloga conseguiu enxergar que o pai do meu filho não ter amor por ele, e o quanto fui inocente. A assistente foi contra á mim, antes mesmo de eu entrar na sala eu senti sua aspereza, Após os Laudos, na Primeira Instância, o meu advogado manifestou o fato da Assistente Social não ter vindo na minha casa e estou esperando alguma decisão, ela só foi lá e convenceu do teatro de um ex drogado limpando a casa, até os vizinhos que tenho contato estranhou essa atitude dele, a casa estava organizada pq eles sabiam da possível visita da assistente, ela inverteu palavras minhas e até acrescentou palavras que caíram sobre mim, e o meu filho manifestou ás duas, a preferência em ficar na casa da avó, para minha grande decepção, e ainda disse que o meu marido bateu nele, meu marido já chamou atenção sim, pois de castigo, mais a avó consegue aumentar na cabeça dele o fato de chamarmos a atenção dele que estamos maltratando ele. Já passei por vários estágios de sofrimento, hoje me encontro no estágio do conformismo, de uma aceitação melhor da realidade de que posso não ter o meu filho de volta, mas não vou desistir
Amo o meu filho e sempre pensei nele, só que fui muito inocente, estou pagando o preço por isso, eu sei que ele também me ama, sente minha falta, mais a influência daquela mulher é muito grande em cima dele, ela o manipula de todas as formas (até um cachorrinho ela deu á ele no intuito de dizer á ele que ele ficando comigo, ficaria sem o cachorro) ela se faz de inocente para todos, eu só posso vê-lo á cada 15 dias, aonde ele mostra muita saudade de mim, do meu marido e de casa, mais é lá que ele tem toda liberdade, até mesmo de andar á noite sozinho pela rua, eu não sei mais o que fazer, a justiça é falha, lenta e cega...
Gostaria de receber opiniões dos Srs Advogados do que poderá acontecer, o que mais posso fazer para ter o meu filho de volta, ou se diante do que relatei é melhor eu me conformar até porque já tem dez meses que estou longe do meu filho, apesar de ter um ano o processo pois o pai mesmo com a decisão na mão, esperou as férias escolares para pegar ele de mim, mais tenho medo do tempo em que está passando o Juiz prefira não modificar novamente a vida do meu filho.
Diante de tantas indagaçoes vou dizer oque eu faria se estivesse no caso:Como advogado de uma das partes procuraria sempre o acordo visando assegurar o bem estar do melhor.Nao seria justo mais gladiar entre os ex conjuges.A melhor maneira de se resolver uma discussao seja de menor ou qualquer fato atribuido em familia é buscar um acordo,existem pessoas que nao querem tais acordos,mas com uma conversa minuciosa e sempre explicando como será o desenvolvimento da prole diante dos fatos,a parte contraria sempre cede(pelo menos nos meus casos).Agora se for cabeça dura e nao ceder,cabe a nós operadores do direito,dentro da hermeneutica juridica expor a melhor situaçao encontrada para se obter exito na tao disputada lide.Porém,eu ainda sou a favor de acordo.Um acordo ponderado e justo só trara beneficios pra quem nem se quer sabe que tem dois malucos brigando entre si por ele.E ainda acham que ser advogado é facil..!
Obrigada Anderson, Luiz apesar de tudo isso eu me preocupo com o sofrimento do meu filho, eu não queria uma guarda compartilhada, mas se for o que o Juiz determinar eu vou ter que aceitar. Conversei com o meu advogado o cobrei, perguntei se era mesmo preciso esse desarquivamento, foi ai que ele me fez entender que com aquele processo ele ia provar a dificuldade que eu tive para o reconhecimento do menino, o problema é a demora para o desarquivamento. Entendi que não adianta entrar rápido com qualquer coisa e não resolver e o meu advogado ainda não me cobrou já perguntei três vezes o valor e ele ainda não cobrou, então, me resta esperar e continuar lutando, fui na escola peguei uma declaração que ele estava bem na escola, arrumei um serviço ao qual está me fazendo sentir muito bem, mas forte para lutar contra tudo isso, e vou lutar e vou conseguir tenho fé em Deus.
Vanessa,a compartilhada é uma soluçao adequada tanto para o menor quanto para vcs.Com o passar do tempo,nao havera mais essas briguinhas,picuinhas,vcs vao acabar se unindo para que o desenvolvimento da prole seja o melhor possivel.Veja,pense no bem estar do seu filho,nao pense no pai dele.O vinculo de ambos tem que ser eterno.Isso só acarretara beneficios a criança.Um pai ama o seu filho tanto quanto a mae ama,falo isso de experiencia própria pois tenho duas filhas e elas sao as coisas mais importantes.Há julgados que nao entendem que a gc,seja uma boa coisa para os ex conjuges ,pois as brigas constantes,podem influenciar no desenvolvimento da criança.Ora,e separados?E com a guarda unilateral?É aí que a tendencia ao meu ver é piorar,pois,com o convivio constante de uma das partes,é possivel uma pessoa de má fé(nao exemplificando vc)manipular a cabecinha da criança,e com isso os danos seriam piores.Consulte seu advogado,peça pra ele expor minuciosamente oque é a tao querida guarda compartilhada.Creio que futuramente voce nao se arrependerá dessa medida mais justa que o direito de familia concedeu.Boa sorte a voce.
ela jurou nunca mais deixar nenhum homem entrar na casa onde meus filhos moram, salvo depois de casada, e eu fiquei responsável pelo papel fiscalizador, e em qualquer momento que o acordo não for cumprido, entrarei com a medida.
Não entendi direito, vc esta preocupado com os namorados da sua ex ou com a integridade dos seus filhos? tb não entendi pq só depois de casada? vc faria isso? só levaria alguma mulher na sua casa quando se casasse com ela? pense melhor, acho que vc esta querendo é vigiar a vida particular da sua ex limitando-a até a arrumar um outro companheiro, seus filhos crescerão e com certeza vão entender que a mãe precisa refazer sua vida e ser feliz, após casada? e seus filhos com 20 anos e ela não se casou ainda não poderá levar um namorado para almoçar, jantar, passar um dia com eles? estranho essa sua atitude, não estou aqui para julgar ninguém, mas acho que não podemos impor a outrem o que não conseguiríamos fazer nós mesmo. Ela é muito inocente em concordar com tal fato, isso se chama chantagem e chantagem é crime. Um abç e boa sorte a todos.
É Luiz mas como vc mesmo deve ter acompanhado, eu sempre agi assim amigávelmente, pensando justamente que o meu filho sofreria se eu agisse com egoísmo, e olha ai no que resultou, eu quero ter a semana com o meu filho e os finais de semana ao invés de eu levar como sempre fazia eles vierem buscar, é isso que quero dizer, eu quero ele o mas perto de mim possível, mas não quer dizer que vou impedir de o pai estar presente na sua vida, nem tem mas como impedir isso. Obrigada abraços
Marylin, dispenso seu juízo de valor, mas por puro amor ao debate tentarei explicar novamente. Não é crível imaginar uma mãe pondo os filhos em risco eminentes, pois ao permitir que um namorado (qual não conhece direito) durma na mesma casa que meus filhos, ela os deixa vulneráveis. Não se trata de ciumes, e sim de zelo. Entendo que voce agiria de forma diferenciada, mas aí é um problema seu, de ordem moral, nao vou julgá-la. Lutarei para que meus filhos nao corram riscos, e o que voce chama de chantagem eu chamo de amor. Certamente voce não entende sobre amor ou cuidado com relação a filhos. Então nobre desconhecida, limite-se ao tema GUARDA, pois se voce for estudando do 1º período do curso de direito, saberia que o que minha ex fez, seria suficiente para eu tomar a guarda provisória das crianças. Abraços e desejo-lhe sucesso na carreira de moda.
Deixa a mulher ser feliz e seja vc tb rsrs, o amor é lindo, como vc mesmo diz, zelar pela educação dos filhos sempre, e se ela for passar uma noite num motel com o namorado? será que vc não mencionaria que ela deixou os filhos só, com desconhecidos para namorar, ou sei lá mais o q, ódio e rancor não levam ninguém a lugar nenhum. Quanto a minha atitude se fosse eu nesse caso, eu jamais aceitaria que ex desse opinião na minha vida, o nome ja é bem claro "ex" e se ex fosse bom não seria ex, seria atual. Tenha uma linda noite de sono. Abç
Irmãos, não se ocupem em retrucar uns aos outros e sim em auxiliar esta mãe desesperada que lê os comentários! Tenham misericórdia e esqueçam as contendas, a paz a todos. E quanto a você, Vanessa, continue lutando porque Deus é contigo, siga os conselhos dos advogados que aqui opinaram, a solução da guarda compartilhada realmente é uma boa saída no seu caso. A propósito, já trocou de advogado? Abraços.
Oi Cristã, obrigada...... Eu não troquei de advogado não, ele já entrou com a defesa, é que eu estava agoniada com a demora, mas deu algum problema com o processo que abri contra o pai dele, que ele sem desarquivar teve que pegar o processo direto aonde estava arquivado, mas realmente ele me convenceu que seria necessário esse processo, pois com ele que vou comprovar a dificuldade que tive em ele reconhecer o seu filho, pois não foi fazer DNA, não foi na audiência enfim, como que agora ele pede a guarda do menino. Estou trabalhando agora, mas por um apoio psicológico nessa luta, e lógico que financeiro, me sinto mas forte, mas esperançosa, e tenho fé em Deus que vou ter o meu menino devolta, só tenho medo pois a liberdade que eles dão á ele lá, poderá influenciar a cabeçinha dele, mas vou lutar, e vou ter o meu bebê devolta
Há tempos em que não escrevo aqui em busca de respostas, nem tanto por falta de tempo, mas por estar cansada de ir atrás de respostas e elas serem positivas e acontecerem ao contrário, estou aprendendo a ser muito forte com toda essa injustiça, mas ainda não aprendi a mudar as Leis do Homem, sim pois criaram a Lei MAria da Penha, mas criaram Leis que benefícia os homens que não são homens(NÃO GENERALISANDO), e que simplesmente pararam de bater em suas mulheres e usam os filhos contra, Fui a uma audiênica de conciliação com todas as esperanças de conseguir meu filho devolta, afinal fora todas as provas (recibos, exames, fotos, Boletim e Declaração da Escola), levei 14 Declarações de pessoas afirmando ser uma boa mãe. E em dois minutos de audiência o Juiz somente perguntou se haveria acordo, e confirmou a decisão de que o meu filho continuaria com o pai, sem nem ouvir eu e nem a ele, eu fiquei paralisada, estava pronta para dizer todas as verdades, mas não pude, e além disso determinou que as visitas seria de cada 15 dias do sábado às quatro até domingo ás dezoito, quando eu pensava que não ia aguentar mas, eu aguentei e cada vez me fortaleço mas, tenho que esperar estudo Social que provavelmente só será realizado ano que vem, é ano que vem está ai, eu sei, o que são mas dois meses para uma mãe, Eu estou vivendo, trabalhando, sorrindo, mas esse vazio está dentro de mim, essa revolta está sendo revertida em força, mas fica aqui uma demonstração do que é a Justiça do nosso País.
Eu queria gritar, eu queria chorar, eu queria implorar para ter o meu filho devolta, conversei com a psicóloga, e ela pareceu entender que fui injustiçada, pelo menos se convenceu que o meu filho tem toda liberdade na casa da avó, ou melhor na lan house da avó, e tem um tio que está envolvidos com drogas, ao qual a própria avó confirmou, levei a cunhada dele á meu favor para conversar com a psicóloga, mesmo assim eles tentaram de toda forma os convencerem que tenho problemas e que o meu marido é violento, eles ouviram o meu filho também, que em seu desenho na sua casinha não colocou nem eu nem o pai, nem a avó, colocou as tias dele que faz parte da ótima família que falei que cuidou dele. Connversei com a assistente social, e passei a semana inteira dentro de casa, já que sair do serviço, ela não veio, mas foi lá na casa deles, e agora acabo de ver que ela já fez já entregou os autos para o cartório, agora é esperar a Decisão do Juiz, esperar, esperar, esperar...
Oi vanessa, tudo bem? Vejo q vc está tao triste e desesperada como eu...Olha eu nao quero colocar minha historia aqui pq o pai do meu filho sempre esta na internet e pode ver...Minha história é muito parecida com a sua, tenho sua idade...Estou sem meu filho tbm, o pai dele tbm tem a guarda sem eu saber de nada e tentam impedir q eu fale ou veja meu filho, o pior é q eu ja tenho a autorizaçao do juíz para pegar e assim mesmo tentam impedir...Se vc quiser entrar en contato comigo meu email é [email protected] email podemos trocar telefone se vc quiser para conversarmos...Creio q como eu quanto mais vc desabafa mais vc quer...Chorei muito ao ler uma mensagem q vc deixou para seu filho...Como podem tem pessoas tao ruins capaz de quererem separar um filho de uma mae? Mas fica tranquila q mais cedo ou mais tarde eles vao voltar pra nós, amor de mae é sempre amor de mae, é incondicional e ninguem tira...Eu sei q é muito dificil nada conforta um coraçao de mae desesperado, mas temos q agarrar na fé em Deus q tudo vai terminar bem...Entra en contato comigo pra nós podermos conversar e ja te contarei minha história...Abraços e fé em Deus...
Eu realmente fico querendo compartilhar o que estou vivendo, queria gritar, fazer justiça, procuro outras estórias e quando encontro me emociono muito pois sei o que é sentir essa dor, mas conforto-me com o fato de o meu filho estar bem, graças á Deus.
Mas sinto dizer que perdi a esperança, vou continuar lutando, mas sem esperanças, fui no Fórum ver o parecer da assistente social e da psicóloga, e me segurei para não chorar, tremia, queria não acreditar que a assistente social ficou contra mim, Pois tenho á meu favor o parecer da Psicóloga que conseguiu perceber que o meu filho está sendo manipulado, que ele tem a sua vida sem limites, sem regras lá, exposto á uma lan house, anda de moto, sai na rua até á noite, ele demonstro estar com saudade de mim e quando me viu no corredor me deu um abraço e a psicóloga percebeu que o pai dele não o confortou, que não tem sentimentos pelo menino, enfim, mas a Assistente se convenceu antes mesmo da entrevista com ela de que sou uma péssima mãe, pois me tratou com ignorância e interpretou o meu nervoso como se estivesse mentindo e realmente não consegui ter uma boa conversa com ela, porque ela me cortava e depois colocou no relatório, palavras invertidas que cairam sobre mim e o meu filho passou o final de semana comigo todo feliz, mas no corredor na frente dela, e diante do pai dele me tratou com frieza,´ultimamente acho que diante de tanta pressão ele me trata assim na frente deles, mas quando está em casa transmite toda sua saudade, ela não conseguiu perceber que ele está sendo manipulado, que eles deram até um cachorrinho para ele para usar isso para dizer que se ele ficar comigo ele vai ficar longe do cachorro, foi até a casa da avó e se convenceu do teatro do tio viciado em drogas recuperado limpando a casa que sempre foi uma baderna, ela acreditou na conversa da avó, é lógico eu mesma demorei tanto tempo para perceber quem é aquela mulher, e achei injusto ela não ter vindo em casa, só foi na casa deles e se convenceu do teatro, e mesmo eu falando para ela que estou juntando dinheiro para comprar um apto, pois moramos em um terreno do meu cunhado, ela não colocou isso em seu relatório e ainda disse que eu estou desempregada e o meu marido não trabalha sem vínculo empregatício, o meu marido não é registrado mas nunca faltou serviço para ele já que ele trabalha como encarregado em uma construtora, e o pai do meu filho está trabalhando á poucos meses, e ela colocou que ele tem casa própria que eu saiba a casa é da mãe dele, enfim. Sei que tenho no processo fotos, tenho recibos, examesque sempre fiz nele, 14 declarações de pessoas que comprovam que cuidava dele, que era uma boa mãe, inclusive a própria ex cunhada dele conversou com a psicóloga á meu favor. Eu sei que agora é esperar pela Decisão do Juiz,mas gostaria de ter opiniões se posso ter esperanças diante de tudo que falei, queria que tivesse uma audiência em que eu pudesse falar, mas sem medo, demonstrar toda a minha revolta, pois a Justiça é cega, tudo que estou fazendo e parece que palavras sem provas falam mas alto.
Morei com o pai de meus filhos por 10 anos, dessa relação nasceram meus 3 filhos 2meninas 16, 15 anos hj e um menino de 12. Há seis anos atrás, nos separamaos pq ele conheceu uma pessoa, engravidou e casou-se com ela. soube disso através de um e-mail, qdo ele veio visitar as crianças tive a constatação dada por ele mesmo. na época ficamos maorando na casa de meus pais, eu e meus filhos que tinham 9, 8 e 6 anos. Pasei muitas dificuldades e sofri muito. ele quase não ajudava nas despesas pois vivia desempregado e como estava prestes a ser pai novamante, a situação era ainda pior. Por isso decidi trabalhar na cidade vizinha onde moro que fica a 23 km da casa d minha mãe. não tinha condições de sustentar meus filhos, pagar aluguel, por isso ficava indo e voltando todos os dias. ele nunca deu mesada para as crianças, comprava o que eles precisavam mas da maneira que ele achava melhor, e quando faltava algo, era suprido sempre por mim e por minha familia. Passou um tempo ele conseguiu um bom emprego, pedi que me ajudasse a pagar aluguel pra meus filhos morassem comigo na cidade, ele não aceitou e fui obrigada a continuar trabalhando na cidade durante a semana e finais de semana eu ficava com eles. Enquanto isso, ele chegava sempre com presentes, roupas caras, levava as crianças para passarem finais de semana em salvador, lá iam pra restaurantes caros, cinema e tudo que eu não podia proporcionar a eles. em contrapartida, o basico e essencial era sempre de minha responsabilidade. No final do ano passado, ele os levou para passar férias, ai fiquei sabendo que não voltariam mais, fiquei desesperada e fui até lá conversar c eles, que me disseram que queria morar com o pai. Este está desempregado, separou-se da esposa a qual ja tem amis dois filhos de 4 e 6 anos, está morando na casa da sua mãe com outras pessoas da familia. O que mais esta me deixando angustiada é que meus filhos estão me evitando, me tratando com indiferença, como se eu fosse um produto descartável. minha filha mais velha tirou todas as fotos minha do orkut, nunca mandou nesses tempo que esta lá, um recadinho pra mim, esta me evitando e ate me caluniando dizendo que eu não me importava com eles, que não morava com eles entre outras coisas. tenho tentado diálogo por telefone, mas é tudo dificil, pedi pra que pasassem final de semana comigo e eles sempre inventam que não podem. o que devo fazer? to sofrendo muito, choro todos os dias e não me conformo sempre os tratei bem e com carinho. as pessoas que convivem comigo estão abismadas com o quie está acontecendo. até o celular da área que moro, ele tirou das crianças, pois cok ele eu falava todos os dias. Me ajudem eu quero meus filhos de volta!!
Maria
"Filhos...se não tê-los, como sabê-los..."
O fato é, na minha opinião, pelo seu relato a alienação parental está ocorrendo largamente na cabeça de seus filhos. O problema de tudo isso, é que, lá na surdina, o pai pode ter dado entrada na reversão de guarda, alegando o que teve vontade, uma vez que os 3 podem ter se manifestado ao juiz, indicando o desejo de permanecerem com o pai, e ainda, dizendo tudo isso q vc ja sabe, convencendo assim o magistrado. Por tanto, se vc deseja tê-los novamente, não digo a guarda, pois basta eles alegarem o desejo deles e é pleito perdido pra vc na certa. Acredito que agora não seja mais com a Justiça, pois será um longo caminho de reconquista de seus filhos, não será fácil não, pois vai saber oq o pai fala pra eles a seu respeito!? Sugiro que comece a orar e pedir a Deus q te dê uma luz sobre como começar esse caminho e que tbm abra a mente e os olhos dos seus filhos, e enxerguem a verdade sobre vc. Tentar a alienação parental vc pode, mas como as crianças estão na idade de serem ouvidas, suas alegações contra o pai deles pode cair por terra. Olha mãe, dificil sua situação. Só me resta desejar boa sorte**
Oi Maria me revolto cada vez mas com a Justiça, pois diante do que estou passando cada vez mas percebo que não sou a única, mas eu estou tentando aceitar o caminho em que estou passando para poder talvez ter a vitória não em um tribunal, mas na vida, quando o meu filho crescer e entender á tudo isso. A Assistente Social pegou o processo novamente achei que ela viria em casa ou mudaria seu relatório, e até agora não entendi pois ela devolveu o processo com o mesmo relatório, parece que é só para aumentar a minha espera, agora o processo está na mão do Juiz.
Eu peguei o meu filho esse fim de semana, e brinquei, dei todo meu carinho e conversei com ele, disse á ele que achava que ele ficaria com a avó, que sabia o que ele tinha dito para assistente e para psicóloga, mas que ele ficasse despreocupado que não estou chateada com ele, que quero o bem dele, mas que estarei sempre aqui, que o amo e estou fazendo o que posso para ter ele junto á mim.
Eu estava o pegando no horário errado pois na audiência assinei o termo e não prestei atenção, e o pai disse que eu tinha que pegá-lo as 16hs do sábado, só agora que fui olhar o processo que vi que ele estava errado, avisei o meu filho e o pai dele me ligou dizendo que não ia deixar eu pegar ás 10 hs, eu disse que faria um boletim de ocorrência, sei que cheguei lá e o meu filho já estava me esperando.
Então Maria o que quero dizer é que vc tem o seu direito mesmo que seje apenas de ter visitas deles, e tente se aproximar deles sendo mas amiga do que mãe, ao invés de esperar a demonstração de amor deles por vc, mostre o seu amor á eles.
Abraços fica com Deus, tenha forças, nãe desista...