CONTRIBUIÇÕES EM ATRAZO

Há 15 anos ·
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TENHO UMAS CONTRIBUIÇÕES EM ATRAZO DE 1993 ATÉ 2003, ONDE PAGUEI APENAS UMA PARCELA NO CARNÊ COMO AUTÔNOMA E NA ÉPOCA ERA SOBRE UM SALÁRIO MÍNIMO, PEDI O CÁLCULO E LEVEI UM SUSTO, POIS, TINHA SOLICITADO EM 2008 E DEU UM VALOR BEM MENOR. ELES DISSERAM QUE A LEI MUDOU EM NOV/2009, SERÁ QUE ENTRANDO JUDICIALMENTE HÁ CHANCE DE CONSEGUIR PAGAR SOBRE UM SALÁRIO DA ÉPOCA OU É PERDA DE TEMPO, POIS, ASSIM FICA DIFÍCIL. POIS, PERCO DEZ ANOS DE SERVIÇO. DESDE JÁ AGRADEÇO.

9 Respostas
Carlos R. S. Neto - Adv
Há 15 anos ·
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Rô Cunha

Se você tem menos que 65 anos perderá tempo e dinheiro.

A proposta da Dilma, já pronta para entrar em vigor logo após a posse, extinguirá a aposentadoria por tempo de contribuição.

Somente ocorrerá aposentadoria por idade: homens 75 anos e mulheres 65 anos.

att.

eldo luis andrade
Há 15 anos ·
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Gozado, eu vi num site de aposentados que seria 70 anos para homem e 65 anos mulher. De onde tiraram os 75 anos para homem. Foi só no jusnavigandi que li. Em nenhum outro site.

Carlos R. S. Neto - Adv
Há 15 anos ·
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Eldo

Seja aos 70 ou 75 anos o fato é que a Dilma está preparando às escondidas do eleitorado mudanças na Previdência que prejudicará milhões dos seus cegos/fieis eleitores.

A candidata marionete do Lula não entende nada de previdência. Vejamos:

Benefício contratual e benefício assistencial

Os desgoverno Dilma/Lula parece não fazer distinção sobre diferentes espécies de benefícios previdenciais, e joga tudo no mesmo saco.

O rombo argumentado por Dilma a que se refere? aplica-se a quais espécies? A contratual, no qual o segurado trabalhou 35 anos, pagou todas as contribuições que lhe foram EXIGIDAS?

Ou refere-se aos que recebem benefícios assistenciais, onde o segurado não contribuiu com nenhuma parcela ?

É certo que o Estado deve amparar os necessitados, mas não pode colocar no mesmo balaio todos os casos. Segurado contratual é uma coisa, segurado assistencial é outra.

A Dilma, o Lula, as "mentes brilhantes" do PT tem que explicar exatamente quais são as mudanças que fará com a previdência, ou resta esta impressão de interesses escusos retirados do eletor.

abraço.

eldo luis andrade
Há 15 anos ·
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Carlos R. S. Neto - Adv | Rio de Janeiro/Rio de Janeiro 02/10/2010 20:39

Eldo

Seja aos 70 ou 75 anos o fato é que a Dilma está preparando às escondidas do eleitorado mudanças na Previdência que prejudicará milhões dos seus cegos/fieis eleitores.

A candidata marionete do Lula não entende nada de previdência. Vejamos:

Benefício contratual e benefício assistencial Resp: Eu diria benefício previdenciário e benefício assistencial. Não existe no Regime Geral de Previdencia Social benefício contratual. É inteiramente regulado por lei. Alguém assinou um contrato com o INSS? Quanto ao benefício assistencial é o LOAS. Para quem nunca contribuiu. Só para idoso maior de 65 anos ou deficiente carente. No valor de salário mínimo.

Os desgoverno Dilma/Lula parece não fazer distinção sobre diferentes espécies de benefícios previdenciais, e joga tudo no mesmo saco. Resp: Saber, sabem. Se fizerem alguma maldade é sabendo. E achando que os outros não sabem.

O rombo argumentado por Dilma a que se refere? aplica-se a quais espécies? A contratual, no qual o segurado trabalhou 35 anos, pagou todas as contribuições que lhe foram EXIGIDAS? Resp: Não é contratual. É regido por lei. Estatutário se preferir. A lei exige 35 anos. Quem cumprir, cumpriu. Se uma nova lei passar para 40 anos de contribuição ou colocar uma idade mínima quem não conseguiu alcançar os 35 anos quando da lei submete-se a nova legislação. Se fosse contratual isto não ocorreria. Outra prova que não é contratual é que ninguém começa a contribuir porque quer. Mas porque é obrigado por lei. Começou a trabalhar tem de contribuir. O problema é que a previdencia dos trabalhadores urbanos é quase superavitária. Mas a dos trabalhadores rurais é deficitária. Este benefício é chamado previdenciário. Mas por não pagarem ou pagarem bem pouco é quase assistencial.

Ou refere-se aos que recebem benefícios assistenciais, onde o segurado não contribuiu com nenhuma parcela ? Resp: Isto eles sabem. Tanto sabem que uma das discussões no governo é justamente separar os orçamentos.

É certo que o Estado deve amparar os necessitados, mas não pode colocar no mesmo balaio todos os casos. Segurado contratual é uma coisa, segurado assistencial é outra. Resp: Segurado previdenciário é uma coisa, segurado assistencial é outra.

A Dilma, o Lula, as "mentes brilhantes" do PT tem que explicar exatamente quais são as mudanças que fará com a previdência, ou resta esta impressão de interesses escusos retirados do eletor. Resp: Amanhã vamos ver se esta discussão se dará no segundo turno. Ainda que não haja segundo turno vamos com calma. Não adianta ficar morrendo de véspera. As discussões todas serão no Congresso. E não há como esconder certas coisas. Na França querem passar a idade mínima de aposentadoria de 60 para 62 anos. E está a maior confusão. Por aumentar só 2 anos. Aqui não deverá ser diferente.

abraço.

antonio cezar pereira de andrade
Há 15 anos ·
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Eu acho que a mudança mais provável, talvez seja aquela questão ja debatida; o tal fator 85/95; que não deixa de ser mais um assalto ao trabalhador Brasileiro.

antonio cezar pereira de andrade
Há 15 anos ·
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Eu acho que a mudança mais provável, talvez seja aquela questão ja debatida; o tal fator 85/95; que não deixa de ser mais um assalto ao trabalhador Brasileiro.

Autor da pergunta
Há 15 anos ·
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Agradeço desde já as respostas recebidas.

Carlos R. S. Neto - Adv
Há 15 anos ·
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antonio cezar pereira de andrade

O que mais gera instabilidade é o silêncio da Sra Dilma.

Parece-me que ela se arrependeu do que disse aos jornais O Globo e ao Jornal O Estado de São Paulo, sem contar que a solicitação dela (Dilma) para que o IPEA prepare para vigorar já nos primeiros dias de mandato, caso ela seja eleita, as alterações na Previdência vazaram.

Vejo que a ação mais acertada que a candidata Dilma Deveria fazer seria vir a público, já que teremos 2º turno e esclarecer o que de fato está ocorrendo.

Mas o silêncio fere de morte, gera instabilidade, e quem não se lembra dovelho ditado: "Quem cala consente!"

Torcemos que a Dilma, ou melhor seu chefe, venham a público desmentir essa tremenda injustiça que está se encaminhando para com mulhões de brasileiros.

eldo luis andrade
Há 15 anos ·
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Carlos R. S. Neto - Adv | Rio de Janeiro/Rio de Janeiro 04/10/2010 15:21

antonio cezar pereira de andrade

O que mais gera instabilidade é o silêncio da Sra Dilma.

Parece-me que ela se arrependeu do que disse aos jornais O Globo e ao Jornal O Estado de São Paulo, sem contar que a solicitação dela (Dilma) para que o IPEA prepare para vigorar já nos primeiros dias de mandato, caso ela seja eleita, as alterações na Previdência vazaram.

Vejo que a ação mais acertada que a candidata Dilma Deveria fazer seria vir a público, já que teremos 2º turno e esclarecer o que de fato está ocorrendo.

Mas o silêncio fere de morte, gera instabilidade, e quem não se lembra dovelho ditado: "Quem cala consente!"

Torcemos que a Dilma, ou melhor seu chefe, venham a público desmentir essa tremenda injustiça que está se encaminhando para com mulhões de brasileiros. Resp: Espero que o fato de estar sendo discutido o que Dilma deve dizer seja só pelo fato de se enxergar no momento (ainda que no dia da eleição em segundo turno isto não se confirme) maior probabilidade de ela vir a ser Presidente que Serra. É só ela que deve falar? E Serra? O que ele pensa? Aproveitem os debates que deve haver no segundo turno. Em 2006 tanto Lula como Alckmin no segundo turno foram indagados sobre o tema. E não saiu reforma alguma. O bom do segundo turno é isto. O problema é o formato dos debates televisivos. Os que assisti só havia pergunta de candidato a candidato. Deveria ter um bloco de perguntas de telespectadores. Concordo que o mais fácil é o fator 85/95 como alternativa para quem alcançá-lo se livrar do fator previdenciário. É mais fácil para o governo (seja qual for) visto exigir apenas lei e não mudança na Constituição. E quem não tem memória ou não era nascido na época lembre-se da eleição de 1989 entre Lula e Collor. Foi afirmado que Lula eleito confiscaria a poupança. No final quem confiscou foi Collor. Hoje são aliados. Mas isto é outra história.

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