Artigo 5° x Proibição do casamento gay
O artigo 5° da constituição federal retrata que todos temos direito à liberdade e igualdade. Pergunto a vocês: Não é anticonstitucional a proibição do casamento gay, já que coloca estes em uma falta de liberdade e igualdade perante o restante da sociedade?
Você quer reduzir a vida de Jesus a nada, sem nenhum utilidade ou ensinamento?
E também, se você ler o item sete, que eu escrevi acima, a intepretação leva em consideração o problema, o particularismo, e é em situações semelhantes que podemos buscar uma tradição, e não em qualquer coisa. Eu não faço milagres.
“Houve uma época, é claro, em que nós cinco não conhecíamos um ao outro... Ainda não conhecemos um ao outro, mas aquilo que é possível e tolerável para nós cinco possivelmente não será tolerado por um sexto. Em todo caso, somos cinco e não queremos ser seis... Longas explicações poderiam resultar que o aceitássemos em nosso círculo, de modo que preferimos não explicar e não aceitá-lo...” (Franz Kafka, Amizade. Apud Bauman).
ateu-deista - pois que lhe resta 1 por cento de crença ou dúvida -, com todo respeito não entende nada de Dízimo. Mas antes:
"Você não é uma entidade isolada, mas uma parte única e insubstituível do cosmo. Não se esqueça disso. Você é uma pessoa essencial do que-bra-cabeça da humanidade.
Epicteto, A arte de viver"
Vamos aprender um pouquinho:
A VERDADE SOBRE O DÍZIMO
O que é dízimo? Imediatamente você poderá imaginar: Dez por cento dos meus rendimentos para os cofres da igreja. Mas, Deus ainda exige que pratiquemos alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois do sacrifício de Cristo para remir o homem do pecado? Vamos conhecer a verdade que envolve esse MITO chamado dízimo, que está sendo levado aos fieis de forma desvirtuada, por muitos pregadores.
Porem, antes de iniciarmos o nosso estudo, vamos à consulta aos dicionários da língua portuguesa, sobre o nosso assunto:
Dízimo: A décima parte.
Dízima: Contribuição ou imposto equivalente a décima parte dos rendimentos.
Como podemos observar, dízimo é a décima parte de qualquer coisa, exceto dos seus rendimentos. Porque a fração equivalente a dez por cento dos rendimentos chama-se dízima.
Porque então os pregadores pedem dízimo? A confusão começa por aí, porque na lei de Moisés, a qual foi por Cristo abolida (Hebreus 7.12,18,19), o dízimo nunca foi dinheiro para o cofre da igreja, os dízimos aos levitas eram dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e da procriação de animais que nasciam no campo em um determinado período. Resumindo: O dízimo era alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos:
Deuteronômio 14.24 a 27: E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo.
Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe que não os possa levar, Ele instrui, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali fazer habitar o nome do Senhor Deus.
Portando amados, se o dízimo fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar vender o que já era espécie.
O dízimo na lei de Moisés nunca foi oferecido da forma como está sendo feito, porque o dízimo foi destina para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje não há mais entre nós a personagem representativa do levita.
Então alguém irá apontar para Malaquias 3.10 para justificar que fora ordenado ao dízimo ser levado para casa do tesouro. Isso não muda nada, a finalidade do dízimo continua sendo a mesma, ou seja, prover o sustento aos levitas e amparar o órfão e a viúva.
Se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5 a 12 e Neemias 12.44 a 47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar o dízimo a casa do tesouro. A palavra diz: Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento?
Mantimento: Aquilo que mantém, provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc.
Ainda em II Crônicas 31.13 a 19, a lei menciona que o quinhão dos dízimos era partilhado às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor. Hoje o dízimo está sendo direcionado para o líder da igreja ou à cúpula de uma organização religiosa, onde ninguém mais sabe a que fim se destina esse montante. Enfim, o dízimo não foi criado para assalariar o dirigente da igreja ou para prover as despesas pessoais desses, nem tão pouco destinado a realizar obras missionárias ou mesmo construir templos.
No Antigo Testamento, o rigor da ordenança do dízimo era a garantia do mantimento em abundância. Pagava-se o dízimo para ser recompensado materialmente, mas Jesus Cristo em sacrifício vivo, pagou o mais alto preço pela nossa libertação, com o seu próprio sangue, para que recebamos a paz, a graça e a oferta da vida eterna.
No Evangelho de Cristo, Ele nos ensina que não precisamos mais pagar o dízimo para garantir as necessidades cotidianas de coisas materiais (alimento, vestimenta, etc.), Jesus priorizou a buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas (Mateus 6.25-33).
E para recebermos as bênçãos e a graça do Senhor ninguém precisa pagar mais nada (Mateus 10.7-10) porque é Ele quem nos dá a vida, a respiração, e todas as coisas (Atos 17.25).
OS DÍZIMOS ANTES DA LEI
O DÍZIMO DE ABRAÃO - Gênesis 14.18-20: Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele abençoado.
O DÍZIMO DE JACÓ - Gênesis 28.20-22: Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo-lhe dar o dízimo de tudo quanto ganhasse se em sua jornada fosse por Ele protegido e abençoado.
Em ambos os acontecimentos, não há registro na Palavra do Senhor que tenha havido ordenanças ou determinação para que se dessem o dízimo. Especificamente nesses casos, os dízimos foram oferecidos de forma voluntária, espontânea, ou por voto, em retribuição e agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas.
Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-los como regra geral de doutrina na igreja, com o propósito de receber bênçãos e salvação, em nome de uma lei que fora por Cristo abolida.
O DÍZIMO PELA LEI
Números 18.21, 24, 26: O pagamento do dízimo foi ordenado pela lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.
Deuteronômio 14.29: Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.
Está na palavra, o dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de caridade aos necessitados, hoje é empregado para outros fins, diverso daquele que o Senhor ordenou.
Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem todo tributo dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a caridade ou amor ao próximo, é algo muito profundo, individual e intransferível, é uma obra entre você e o Senhor teu Deus (Mateus 6.1-4).
Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24) com a finalidade de manter os filhos de Levi que administravam o ministério nas tendas das congregações, os quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24”b”), o Senhor declarou que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.
Como também fora ordenado as demais tribos de Israel, que dizimassem aos Levitas, o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam nenhuma herdade. Hoje, a situação está a revés da palavra, os trabalhadores, a maioria deles assalariados, ofertam o dízimo para os que vivem sem trabalhar, e em abundância de bens.
O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO
No Evangelho de Marcos 16. 15, 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.
Observem que o Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Foi para isso que Ele deu a sua vida. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento? Porque então o homem persiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo, abolidas? Pregar a velha aliança é mutilar o Evangelho de Cristo, e sobrecarregar as ovelhas do pesado fardo que Cristo levou sobre si.
No Evangelho de Cristo Ele nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar, a jejuar (Mateus 6.1-18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém nas duas únicas vezes que Ele referiu-se aos dízimos, foi com censura. Vejamos:
Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé;deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.
Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimássemos, porque Ele disse: Deveis fazer estas coisas. Vamos buscar o entendimento espiritual na palavra do Mestre:
Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4).Portanto, viveu Jesus na lei, reconheceu-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade de cumprir a lei. Vejamos:
Mateus 5.17,18: Disse Jesus: Não cuideis que vim abolir a lei e os profetas, mas vim para cumpri-la, e, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
E verdadeiramente o Senhor cumpriu a lei, visto que foi circuncidado aos oito dias, foi apresentado na sinagoga (Lucas 2. 21-24), assumiu o seu sacerdócio aos trinta anos (Lucas 3.23, Números 4.43, 47), curou o leproso e depois o mandou apresentar ao Sacerdote a oferta que Moisés ordenou (Mateus 8.4, Levíticos 14.1...), e cumpriu outras formalidades cerimoniais da lei.
Porém, quando Cristo rendeu o seu Espírito a Deus (Mateus 27.50,51), o véu do templo rasgou-se de alto a baixo, então passamos a viver pela graça do Senhor Jesus, encerrando-se ali, toda ordenança da lei de Moisés, sendo abolido o Antigo e introduzido o Novo Testamento, o Evangelho da graça e salvação.
O que precisamos entender de vez por todas que Cristo não veio a ensinar os Judeus a aperfeiçoar a Velha Aliança, Ele disse: Um novo mandamento vos dou (João 13.34), e se a justiça provem da lei, segue-se que Cristo morreu em vão (Gálatas 2.21).
Em Mateus 5.20 disse Jesus: Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.
Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos) que cumprissem a lei de Moisés, lei que ordena o pagamento do dízimo. Nós porém, para herdarmos o reino dos céus, não podemos de forma alguma voltar no ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, com hipocrisia, mas precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida. A Graça do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento humano.
A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se ao dízimo, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9-14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem religioso, que jejuava duas vezes por semana e dizia ser dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor.
Hoje não é diferente, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo exemplificou que no Evangelho não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.
A ABOLIÇÃO DOS DÍZIMOS
Hebreus 7.5: E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.
Observe, a palavra afirma que Moisés deu uma lei ao seu povo, a qual é direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações, os quais têm ordem segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11:
Hebreus 7.11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).
Hebreus 7.12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei.
Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra do Senhor assegura que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei (Hebreus 7.5), Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei (Hebreus 7.11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7.12), porque se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levíticos (pelo qual o povo recebeu a lei), qual a necessidade do Senhor enviar outro Sacerdote? A palavra não deixa sombra de dúvida que não só o dízimo, mas toda a lei de Moisés foi por Cristo abolida. Mudou o Sacerdócio, necessariamente, mudou também a Lei.
Se hoje, usarmos essa lei que fora direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio do Senhor Deus e aplicada ao povo, ela torna-se ilegítima, porque os pastores de hoje não são sacerdotes levitas, e Jesus afirmou que a lei e os profetas duraram até João (Lucas 16.16), e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz mudança na lei (Hebreus 7.12).
Portanto, apenas esses três versículos (5,11,12) do capítulo 7 da carta aos Hebreus, é o suficiente para entendermos a abolição de toda lei, e não falarmos mais em obras mortas como dízimo na era da Graça do Senhor Jesus.
AQUI TOMAM DÍZIMOS HOMENS QUE MORREM
A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo dos fieis, vem incidir sobre o versículo 8 do Capítulo 7 da Carta aos Hebreus, observem o porquê:
Hebreus 7.8: Aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.
Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que morrem, ali aquele que se testifica que vive (alusão ao Rei Melquisedeque).
No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. O Senhor Jesus Cristo disse que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimo homens que morrem, no que está legitimado no Evangelho de João 11.26, onde disse Jesus: Todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender que, os que tomam o dízimo não creem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrem os que assim procedem, tomando o dízimo do povo, voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida.
Diante da Palavra de Deus, até onde recebemos entendimento, dar e receber dízimo é obra morta, ou seja, obra da justiça da Lei do Velho Testamento.
Crer e viver por essa prática é estar sem a graça de Deus, pois assim explica a Bíblia. Estar sem a graça de Deus, é estar morto.
Certamente que, sem Cristo e, cumprindo e se justificando pela lei, qualquer homem ainda não tem a vida eterna, tanto o que dá e, também, o que recebe o dízimo. Pois a Palavra afirma que nenhuma alma será justificada diante d’Ele pelas obras da lei (Romanos 3.20,28 –Gálatas 2.16).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
No Evangelho de Cristo, não há ordenança para se tomar o dízimo ou para se cumprir qualquer outro rito da lei. Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o seu Evangelho, ordenou amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite. Em Mateus 10.42 o Senhor mandou dar pelo menos um copo de água fria. Para o mancebo rico Ele mandou vender tudo e dar aos pobres (Mateus 19.21); e quando Zaqueu lhe disse que daria até a metade de seus bens aos pobres, Ele não confirmou a necessidade desse procedimento (Lucas 19.8, 9), disse apenas: Zaqueu, hoje veio salvação a esta casa.
Muitos saem em defesa do dízimo afirmando: Mas o Dízimo é bíblico (Número 18.21 a 26). Certamente, como também é bíblico: a circuncisão (Gênesis 17.23 a 27), o sacrifício de animais em holocausto (Levíticos Capítulos do 1 até 6.8 a 13), a santificação do sábado (Levíticos 23.3), o apedrejar adúlteros (Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22), etc. É bíblico, mas pela ordenança da lei que Moisés introduziu ao povo.
Então porque hoje não cumprem a lei na sua totalidade, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo? Querem o dízimo porque é a garantia de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das igrejas.
O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é uma grande divisão existente na palavra, separando a Velha Aliança do Novo Mandamento do Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação (I Coríntios 15.1, 2). Porém hoje, qualquer esforço para voltar a lei de Moisés que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício do cordeiro de Deus e reconstruir o muro por Ele derrubado (Efésios 2.13 a 15).
Apocalipse 5.9: Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, e línguas, e povos, e nações.
Portanto irmãos, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou o mais alto preço, com o seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens (I Coríntios 7.23).
O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias: Primeiramente, pela contribuição dos que arcam com essa pesada carga tributária.
Outra presunção vem por parte dos que são beneficiados pelos dízimos, esses incorrem no erro pela ausência de entendimento espiritual da palavra de Deus não diferenciando a lei de Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais, com a Graça e a verdade do Senhor Jesus Cristo, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente na desobediência à palavra do Senhor.
Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, foi por Cristo abolida, pelo seu sangue na cruz do Calvário: (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18, 19).
Gálatas 5.14: Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amaras ao teu próximo com a ti mesmo.
fonte: http://www.cristoeaverdade.net/cristo/index.php/joomlaorg/82-dizimos
slpj, dízimo não é fé, dizimo é dar a décima parte do que possui, está no velho testamento, pessoas tinham mantimentos e animais...
Fé é o que pastores dizem que se você dizimar terá em dobro ou na lhe faltará ou, ainda, é para obra de Deus.
Eu não sigo placa de Igreja e sempre pensei, até agora, que o dízimo servia para manter a Igreja e salário de Pastor, visto que ele, maioria, tem família para sustentar, não via nada escuso nisto, mas creio que o pastor Carvalho o qual é o autor do texto por mim colado na página anterior e do qual extraí alguns trechos abaixo, leia, pense e analise.
Eu li todo o texto ele está fundamentado e é eloquente, assim contactei o Pr Carvalho por e-mail e ele indagando como então uma Igreja sobrevive, compra sede própria ou paga alugureres de seus templos. Ele me respondeu, entretanto crei que é particular e vou até pedir permissão a ele para revelar suas explicações, eu as entendi.
Mas ainda minha convicção acerca do dízimo não é concreta, posso mudar.
O dízimo na lei de Moisés nunca foi oferecido da forma como está sendo feito, porque o dízimo foi destina para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje não há mais entre nós a personagem representativa do levita.
No Antigo Testamento, o rigor da ordenança do dízimo era a garantia do mantimento em abundância. Pagava-se o dízimo para ser recompensado materialmente, mas Jesus Cristo em sacrifício vivo, pagou o mais alto preço pela nossa libertação, com o seu próprio sangue, para que recebamos a paz, a graça e a oferta da vida eterna.
No Evangelho de Cristo, Ele nos ensina que não precisamos mais pagar o dízimo para garantir as necessidades cotidianas de coisas materiais (alimento, vestimenta, etc.), Jesus priorizou a buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas (Mateus 6.25-33).
O DÍZIMO DE ABRAÃO - Gênesis 14.18-20: Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele abençoado.
O DÍZIMO DE JACÓ - Gênesis 28.20-22: Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo-lhe dar o dízimo de tudo quanto ganhasse se em sua jornada fosse por Ele protegido e abençoado.
Em ambos os acontecimentos, não há registro na Palavra do Senhor que tenha havido ordenanças ou determinação para que se dessem o dízimo. Especificamente nesses casos, os dízimos foram oferecidos de forma voluntária, espontânea, ou por voto, em retribuição e agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas.
Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-los como regra geral de doutrina na igreja, com o propósito de receber bênçãos e salvação, em nome de uma lei que fora por Cristo abolida.
Deuteronômio 14.29: Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.
Está na palavra, o dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de caridade aos necessitados, hoje é empregado para outros fins, diverso daquele que o Senhor ordenou.
O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO
No Evangelho de Marcos 16. 15, 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.
Observem que o Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Foi para isso que Ele deu a sua vida. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento? Porque então o homem persiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo, abolidas? Pregar a velha aliança é mutilar o Evangelho de Cristo, e sobrecarregar as ovelhas do pesado fardo que Cristo levou sobre si.
No Evangelho de Cristo Ele nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar, a jejuar (Mateus 6.1-18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém nas duas únicas vezes que Ele referiu-se aos dízimos, foi com censura. Vejamos:
Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé;deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.
Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, foi por Cristo abolida, pelo seu sangue na cruz do Calvário: (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18, 19).
Gálatas 5.14: Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amaras ao teu próximo com a ti mesmo.
fonte: http://www.cristoeaverdade.net/cristo/index.php/joomlaorg/82-dizimos
slpj 26/06/2013 22:28
"O dízimo é uma questão de fé!
Lembrando que a entrega da décima parte do que era produzido foi entregue à Deus por Abraão e Jacó antes da Lei de Moisés"
O DÍZIMO DE ABRAÃO:
Uma das principais retóricas dos beneficiários do dízimo para manter essa falácia é a iniciativa do profeta Abraão em dizimar antes da lei, mas essa obra de Abraão não poderá ser sustentada para justificar a permanência do dízimo no tempo da graça, observe que antes da lei Abraão guardou o sábado, antes da lei Abraão praticou a circuncisão, antes da lei Abraão sacrificou ao Senhor, mas esses atos de fé exercido por Abraão são ignorados pelos pregadores, os quais buscam apenas o que lhes é rentável.
Melquizedeque não cobrou e nem exigiu o dízimo de Abraão, também não foi devolução porque e não era fruto da terra, e sim os despojos da guerra. Observe que Abraão dizimou uma única vez, e esse ato foi por fé e gratidão pela vitória alcançada.
Mas ao lermos o capítulo 7 da carta aos Hebreus, conhecemos a reprovação do Senhor aos que ainda recebem o dízimo, porque saiu dos lombos de Abraão, que o fez por fé, hoje é tomado por avareza
E nesse capítulo (7 da carta aos Hebreus), está decretado também a abolição de toda lei do Antigo Testamento, mas para não ficarmos confuso, a Palavra da ênfase na abolição exclusiva do dízimo.
Pr carvalho
Paz
Eu só iria acreditar que ninguém deveria dar o dízimo, se estivesse escrito na bíblia diretamente, respeito suas colocações como conhecedor da palavra, mas são apenas interpretações.
Quando digo que dizimo é uma questão de fé, é porque entendo que eu não dou o dízimo, apenas devolvo a Deus, pois é Ele que me sustenta e nunca me deixou faltar nada, eu apenas creio que está no salmo 23, Deus está no controle de nossas vidas, não prego sobre o dízimo, mas sei que que ele será usado para que a igrejas (templos) sejam abertos para as novas ovelhas, por isto estamos crescendo na face da terra.
Sua colocação: (FÉ)
"Observe que Abraão dizimou uma única vez, e esse ato foi por fé e gratidão pela vitória alcançada"
Eu não creio no que os pastores dizem, creio na palavra de Deus, por isto levamos a nossa bíblia ao culto, se pregar alguma coisa que a bíblia não confirma, É HERESIA, por isto estou há 29 anos servindo a este Deus, já ví muitos pastores caírem por tentar forçar aos membros acreditarem naquilo que eles interpretam e acham não tendo bases bíblicas para tal.
OBS> Certa vez, vi uma pessoa colocar um "despacho" em uma encruzilhada, ele fez o ritual e deu as costas, logo a seguir, veio um mendigo pegou a cachaça que ele havia colocado no despacho e bebeu tudo, a pessoa olhou para traz e viu que ele havia bebido tudo, mas não falou nada.
A pessoa que fez o despacho, fez o que havia de ser feito, era para entidade que eles acreditam, gastou um bom dinheiro naquilo!
Nós temos um Deus dono do ouro e da prata, Ele abre portas e etc... e não abrimos por muitas vezes a mão, sabendo que Deus é o que nos sustenta, quando ofertamos e dizimamos, não fazemos barganha com Deus, mas cremos que tudo vem Dele, o diabo não nos dá nada e não temos parte com ele. Só o fato de Deus nos dá a saúde para estar aqui escrevendo, já é uma bênção, quantos neste momento estão em leitos em hospitais morrendo, sofrendo e junto com suas famílias. Não vamos levar nada deste mundo, devemos colaborar para que o evangelho cresça e vidas sejam alcançadas, é DEUS que conhece o coração, A MAIOR OFERTA DA BÍBLIA NÃO FOI DE DAVI, COM TONELADAS DE OURO E PRATA E ETC..., mas foi o da viúva pobre, que Jesus narra, havia muitas pessoas ofertando, mas Jesus atentou para aquela mulher, não sabemos o nome dela, mas está escrito o seu ato e Jesus fez questão de relatar.
Fique na paz!
Cabramaxo,
É muito perigoso fazer julgamento
O texto em que se refere o pr. carvalho em mateus 6:25 ao 33, continuando o sermão da montanha no Cap. 7:1 a 5. fala do julgamento e dos hipócritas.
Todos nós prestaremos conta a Deus, se "pastores" estão se enriquecendo ilicitamente, é problema dele com Deus, vamos olhar para Cristo, ninguém poderia cumprir os 10 mandamentos, no antigo Testamentos, somente Cristo cumpriu, nunca houve pecado nele, por isto Ele é o único que temos como referência para sermos salvos.
slpj eu sempre cri que o dízimo é você dar a décima parte do seu salário à Igreja a qual se congrega e na minha humilde opinão´serve ele para sustentar a Igreja de um modo geral, ou seja, manter pastores, diáconos, presbiteros e custear um missionário que venha a pregar na igreja o mesmo vale para um pastor de fora vir pregar na igreja que congregamos, enfim, pagar contas, construir novos templos et cetera.
No entanto, a pouco tempo venho me comunicando com um irmão que se chama J.A.C., por questão de discrição menciono-o com sigla.
Ele se apresenta um evangélico sem título eclesiástico e sem teologia, apenas um servo de Deus.
Com tudo devemos ter discernimento pois é requisito primordial para não abraçar teorias do mal, pois sabemos que na terra o maior conhededor da palavra de Deus é o satanás e ele usa pessoas para espalhar suas teorias que parecem ser a favor de Deus mas na verdade é enganador é o que ele, satanás, faz de melhor, ou seja enganar.
Então todo cuidado é pouco, tenho lido e relido o texto do irmão JAC, titulado "A verdade sobre o dízimo"
Ele é bem eloquente, trasparente, claro e fundamenta sua tese na bíblia, citando livros, capitulos e versículos que comprovam o que vai discorrendo.
Vou colar aqui em baixo, inclusive com o site dele, um pequeno trecho de uma conversa que tivemos, leia com atenção e biblia na mão:
O DÍZIMO É BÍBLICO? Sim, com certeza, como também é bíblico os sacrifícios em holocaustos, o guardar o sábado, a circuncisão... porem, fazem parte da lei de Deus que foi introduzida ao povo pelo profeta Moisés, mas hoje, não somos mais servos de Moisés, vivemos tempo da Graça e somos discípulos de Cristo, onde ninguém precisa pagar mais nada, porque Ele mesmo já pagou o mais alto preço pelo sacrifício do seu próprio sangue. Alem do que a Lei Mosaica é muito mais, o dízimo é parte de um conjunto de leis que Deus deu ao seu povo, ela é composta de todo o código de leis, formado por 613 disposições, ordens e proibições, então os defensores do dízimo deveriam cumprir rigorosamente toda lei, e não somente o que lhes interessa. E manter essas ordenanças no tempo da graça é contraditar o Evangelho, desacreditar a Palavra do Senhor, e ensinar os seus seguidores o caminho do pecado e da morte. Porque a Palavra na carta aos Gálatas 5.1 e 4, assegura que se continuarmos nos justificando pela lei, separados estamos de Cristo, confira: - Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, não vos torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão. - Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. O DÍZIMO DE ABRAÃO: Uma das principais retóricas dos beneficiários do dízimo para manter essa falácia é a iniciativa do profeta Abraão em dizimar antes da lei, mas essa obra de Abraão não poderá ser sustentada para justificar a permanência do dízimo no tempo da graça, observe que antes da lei Abraão guardou o sábado, antes da lei Abraão praticou a circuncisão, antes da lei Abraão sacrificou ao Senhor, mas esses atos de fé exercido por Abraão são ignorados pelos pregadores, os quais buscam apenas o que lhes é rentável. Melquizedeque não cobrou e nem exigiu o dízimo de Abraão, também não foi devolução porque e não era fruto da terra, e sim os despojos da guerra. Observe que Abraão dizimou uma única vez, e esse ato foi por fé e gratidão pela vitória alcançada. Mas ao lermos o capítulo 7 da carta aos Hebreus, conhecemos a reprovação do Senhor aos que ainda recebem o dízimo, porque saiu dos lombos de Abraão, que o fez por fé, hoje é tomado por avareza E nesse capítulo (7 da carta aos Hebreus), está decretado também a abolição de toda lei do Antigo Testamento, mas para não ficarmos confuso, a Palavra da ênfase na abolição exclusiva do dízimo. COMO MANTER A OBRA SEM OS DÍZIMOS E OFERTAS?
Primeiramente havemos de considerar que desde o princípio, o dízimo não foi criado para manter a obra do Senhor, mas para suprir as necessidades dos levitas que não tinha parte nem herança na terra prometida, e também para sustento do estrangeiro que estava às portas do povo de Deus, para auxilio aos órfãos e as viúvas (Deuteronômio 14.29). Porem, essa ordenança era designada os povos do Antigo Testamento. Mas hoje, vivendo o tempo da graça, o Senhor Jesus deixou o exemplo legado pelos seus apóstolos, e a forma como devemos realizar a evangelização descrita a partir do livro de Mateus 10.6-15, ao ordená-los para obra: IDE, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel; e, indo, pregai, dizendo: É chegado o Reino dos céus... DE GRAÇA RECEBESTE, DE GRAÇA DAI. Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos; nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão, porque digno é o obreiro do seu alimento. Esta é a receita para se fazer a obra de Deus, e quem assim ordenou foi o próprio Jesus Cristo, e qualquer que fizer a obra arrecadando dinheiro dos irmãos, estará contraditando a Palavra do Senhor Jesus, porque os apóstolos exemplificaram através da igreja primitiva a reunir-se nas casas, justamente para não gerar despesas, para que a obra não venha sobrecarregar aos irmãos. Esses prédios que se veem hoje por aí rotulados como “igreja”, não passam de enganação porque a luz do Evangelho hoje, a igreja de Cristo assim se constitui: Individualmente, o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, todos os templos juntos formam um corpo, e Jesus Cristo é a cabeça desse corpo. Ou seja cada servo é um membro do Corpo de Cristo, cuja cabeça é o Senhor Jesus. Essa é a igreja do Senhor Jesus, até a sua vinda para arrebatá-la para a Nova Jerusalém. Leia o estudo bíblico completo: Como manter a obra sem dízimos e ofertas? A IGREJA DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO: Irmão cabramaxo, a Palavra do Senhor alerta que não deixemos de congregar, porque se não congregarmos acabamos por esfriar na fé, por isso precisamos reunirmos com os irmãos, o que não quer dizer absolutamente que tem que ser nas instituições religiosas que o homem apelidou de “igreja”, porque esse princípio adotado pelas “igrejas denominacionais” em confinar os fieis num local, onde somente uma ou pouquíssimas pessoas ditam ensinamentos, doutrinas e regras e os demais absorvem, é uma afronta ao Evangelho de Cristo, porque no princípio a igreja primitiva iniciada pelos Apóstolos não era assim, os homens santos de Deus pregavam nas casas dos irmãos, ruas, praças, praias, onde quer que estivessem, ali era anunciado a Cristo vivo, e até a sombra dos Apóstolos faziam maravilhas, porque o Espírito Santo era com eles. A religiosidade não salva, o que salva é o arrependimento, a conversão, o nascer de novo, ser lavado e remido no sangue do nosso Redentor, e isso não é pregado nas igrejas. Observe que, Sempre que conhecemos um irmão, a primeira pergunta dirigida um ao outro é: Qual a sua igreja? Outros dizem: Eu vou ou eu fui a igreja. Isso está ocorrendo porque o povo não consegue ver a igreja de Cristo sem prédio, e sem a estrutura física e sem a figura do "pastor", as ovelhas sentem-se perdidas. Mas na carta aos Efésios 5.32, a palavra faz uma menção interessante que não poderá passar desapercebido diante dos nossos olhos espirituais, e assim descrito: Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja. É sobre esse grande mistério que vamos meditar, sob a dispensação do Espírito Santo do Senhor, à luz do Evangelho, para o discernimento da igreja de Cristo, porque hoje, a igreja de Cristo assim se constitui: Individualmente, o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, todos os templos juntos formam um corpo, e Jesus Cristo é a cabeça desse corpo. Ou seja cada servo é um membro do Corpo de Cristo, cuja cabeça é o Senhor Jesus. Essa é a igreja do Senhor Jesus, até a sua vinda para arrebatá-la para a Nova Jerusalém. Leia o estudo bíblico completo: O conceito de igreja no Novo Testamento Leia também: O salario do pastor REDE SOCIAL: Irmão cabramaxo, muito nos alegramos pela sua participação nesta singela obra, por essa razão aproveito esta rica oportunidade para lhe convidar à participar da nossa Rede Social Cristã, hoje com mais de mil afiliados, a qual é fechada ao público, e a afiliação se consuma somente através de convites, e tudo que é postado só é publicado depois de passar pelo nosso crivo. Nesta Rede Social Cristã, você poderá postar mensagens, vídeos, fotos, convidar amigos, fazer comentários, interagir com os demais irmãos da comunidade, e apreciar um riquíssimo conteúdo de mensagens e vídeos motivados com inspiração espiritual. Estamos lhe enviando um convite, esperamos que aceite e compartilhe conosco. E para conhecer melhor a obra, disponibilizamos abaixo os link das pastas contendo todos dos estudos bíblicos do site www.cristoeaverdade.net para sua apreciação, os quase são: Dízimos, ofertas e prosperidade Doutrinas Anti-Bíblicas Estudos Bíblicos Sermões Irmão cabramaxo, caso a nossa resposta não seja suficientemente satisfatória, continuamos ao seu inteiro dispor para falarmos do infinito de Deus que excede a todo entendimento. Continue conosco e ajude-nos a espalhar essa semente, o Evangelho de Cristo, e use o conteúdo deste site livremente, o direito autoral é do Céu. Louvai ao Senhor A paz do Messias, nosso Redentor, a você e a todos sobre sua casa.
A lei diz "direitos e deveres iguais"sendo assim um homem pode entrar no banheiro feminino?Seria inconstitucional estacionamento para idoso,por isso existe leis para reger isto oficialmente casamento é entre homem e mulher ,porem o stf avançou sua responsabilidade e deu a chamada"nova interpretação" nada mais é do que usurpar o poder de legislar.