QUANDO CAUSADOR FOGE EM ACIDENTE DE TRÂNSITO
Amigos, necessito de uma orientação... Meu pai foi envolvido em um acidente de trânsito, onde um motoqueiro atingiu seu veículo, causando grande estrago... O motoqueiro fugiu do local, sem dar qq informação de como encontrá-lo... Através da placa do veículo, meu pai chegou até o proprietário, que mostrou cópia do recibo de venda do veículo, com assinaturas e data corretas; comentado que sabe que o veículo está em estado irregular tanto na documentação, quanto nos impostos. Penso que este não possui mais responsabilidade sobre o veículo. O comprador do veículo não passou o mesmo para seu nome, e ainda vendeu para um terceiro, que foi o responsável pelo acidente... O que está causando enorme dificuldade de localizá-lo... Meu pai ainda está fazendo tentativas de contactá-lo, mas além de ter ficado clara a intenção de não se responsabilizar pelo ato, corremos o risco de não o encontrarmos... Assim sugerí que de posse de um B.O. procure o juizado especial e faça uma petição... Mas quem ele colocará como requerido ? Desculpe, apesar de acadêmico, ainda não possuo experiência, então recorro ao que puderem ajudar... Obrigado,
Trata-se de uma moto que possui 3 proprietários.
O Primeiro, que vendeu o veículo e possui os recibos de compra e venda.
O Segundo, que comprou do primeiro, e não efetuou a transferencia para seu nome. Logo, ele não tem documentação legal para comprovar a transferencia da propriedade do veiculo.
O Terceiro, que causou o acidente, e não é possivel localiza-lo.
Como você possui o B.O. e provavelmente existem testemunhas do acidente, sugiro entrar com uma ação de indenização para receber o valor das despesas com o conserto do veículo, indicando como Requerido o segundo proprietário, que, legalmente, é o responsavel civil pelos danos causados por bem de sua propriedade.
Sugiro ainda que obtenah copias do documento de compra e venda do primeiro proprietário, para facilitar a intrução do processo no JEC, já que a instrução no procedimento especial é limitada.
Abraços,
Bruno Torreira