Cliente não consegue comprar e processa loja!
Ola Doutores sou vendedor em uma loja de motos e sempre acompanho esse site, sei que aqui são esclarecidas varias duvidas... O que me ocorreu a pouco tempo e que numa tentativa de venda de uma moto para um cliente "ADVOGADO" eu não consegui a liberação de credito junto aos bancos e ele agora esta processando a loja por não ter conseguido comprar e conforme intimação se SENTINDO INCONFORMADO. Fatos A loja é apenas um instrumento entre o cliente e o banco, se fosse eu que liberasse o credito o brasil todo andaria de moto. O PORQUE DA NÃO LIBERAÇÃO DO CREDITO (alegação dos bancos) em questão BANCO SANTANDER E BRADESCO. SANTANDER: O cliente possuiu 2 contratos de financiamentos,1°contrato com parcela no valor de 187,00 em 24x no ano de 2007 pagando as parcelas com ate 60 dias de atraso. 2° contrato parcela no valor de 207,00 em 36x no ano de 2009 pagando as parcelas com ate 93 dias de atraso.
BRADESCO: O que os bancos falam que é uma restrição interna. Divida de cartão de credito PAGA porém com atraso de 168 dias no pagamento da fatura.
Sendo assim nenhum dos dois bancos liberaram um novo credito para o cliente (e podem apostar que isso me deixa muito triste NÃO VENDER pois vivo disso).
O cliente (advogado) INCONFORMADO por eu não conseguir vender o meu produto entrou com uma ação por danos morais contra a loja sob alegação de que ELE TEM O NOME LIMPO e não conseguiu comprar se sentiu ofendido por isso. Agora minha indignação é que se a moda pega eu to ferrado no portugues claro e eu trabalho nessa empresa a 7 anos e sempre me orgulhei em dizer aos meus clientes que NUNCA NESSE TEMPO TIVEMOS PROBLEMAS COM PROCON OU COM JUSTIÇA o que é verdade, porém agora temos uma ação por danos morais. Estou super chateado com a situação, gostaria de saber o que posso fazer nesse caso.
PS. consegui saber também que esse advogado já processou algumas pessoas pelo mesmo motivo DANOS MORAIS (6 processos) e ele é advogado a 1ano e 3meses
RODRIGO
Processar não significa processo ganho. O que não pode é a loja perder prazo para contestar ou deixar de comparecer em audiência. Problema maior será se ele aumentar os fatos, por exemplo: falar que ele foi ridicularizado pelos funcionários. Se ele narrar os fatos reais a probabilidade de ganhar é pequena.
Em defesa, a loja deverá colocar os fatos com detalhes, salientando que a não concretização do negócio deveu-se ao próprio demandante, que tem por hábito pagar com atraso e seu perfil comercial representou risco para as financeiras.
A loja não é responsável por aprovação em financiamentos, nem garante que isso se aperfeiçoe. Não houve ilicitude alguma por parte da loja e os supostos danos à personalidade do autor não decorreram da atuação desta. Aliás, a mera frustração da não consumação de um negócio não implica em danos morais, mas mero aborrecimento que integra o cotidiano.
Na verdade, salvo melhor juízo, tudo indica tratar-se de uma lide temerária.
Ola agradeço os comentários, a audiência de conciliação é dia 17/04 e eu espero que isso não de em nada. Referente a empresa a chateação não só minha, mas de todos os funcionarios é que a empresa, (o patrão), não nos trata como numeros e sim como seres humanos, da valor na mão de obra que ele tem, o mais novo funcionario tem 3 anos de casa, a surpresa dele e frustração (patrão) pelo fato,se tornou de todos nós que nos tornamos uma familia, pois possamos mais tempo juntos (trabalhando) do que com nossos próprios entes . Enfim quando isso ocorreu tive a impressão de que se tratava de uma pessoa oportunista, "UM ESBARRA EM MIM QUE TE PROCESSO" , uma pena que ainda exista pessoas assim...