Olá pessoal!

Preciso de ajuda... Estou no 8º semestre e ainda não defini o tema da minha monografia. Como iniciei um estágio na Defensoria Pública do Estado na Conciliação, penso em abordar algo neste sentido. Poderiam por gentileza, sugeri algum tema neste sentido.

Agradeço a todos , pois estou apreensiva .

Grata

Respostas

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    Causidico Sexta, 30 de março de 2012, 17h17min

    Boa tarde! o ideal é que voce trabalhe um tema que voce goste, seja util agora ou depois e que tenha bastante material de consulta.

    Como está na Defensoria, poderia trabalhar como a população atendida está tendo acesso a justiça.

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    Maria Simone Segunda, 02 de abril de 2012, 9h52min

    Bom dia!

    Obrigada pela dica! Bom, estou iniciando na parte de Conciliação , onde ocorre atendimentos relacionados à Família. (Alimentos/divórcio/regulamentação de visitas etc ).

    Se puderem mencionar outra sugestão, agradeço!

    Grata

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    Maria Simone Segunda, 02 de abril de 2012, 9h52min

    Bom dia!

    Obrigada pela dica! Bom, estou iniciando na parte de Conciliação , onde ocorre atendimentos relacionados à Família. (Alimentos/divórcio/regulamentação de visitas etc ).

    Se puderem mencionar outra sugestão, agradeço!

    Grata

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    pensador Segunda, 02 de abril de 2012, 10h03min

    Sugestões:

    Conciliação e efetivação (ou não efetivação) de direitos.

    Conciliação ou bom senso? Civilidade tutelada pelo judiciário.

    Qual o limite do conciliador?

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    Wioleta Segunda, 16 de abril de 2012, 17h13min

    Olha eu estou fazendo esse tema, masi estou achando muito complicado, porque os livros que encontrei falam mais em mediação que conciliação, o pior é agente escrever uma coisa que todo mundo ja disse, mas como se estivessemos falando pela primeira vez!!!! isso é terrorismo!!!!!! boa sorte!!

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    pensador Segunda, 16 de abril de 2012, 17h20min

    "(...) Eu apoio a futura estagiariocracia sem exigir cargos ou favores. Já ofereço, desde já, a minha biblioteca para o nouveau régime. Ela pode ser expropriada. Vamos melhorar o ensino jurídico brasileiro. Tenho uma lista enorme de livros a indicar. Bons autores. Nenhum deles trará as lições de autores como Dworkin, Habermas, Gadamer, Rui Barbosa, Pontes de Miranda, Heleno Fragoso, Alexy, Kelsen, etc, de “orelha” (aqui, cada leitor pode fazer a sua lista – não quero polemizar nessas simples referências). Nada de pequenos resumos. Fora com as vulgatas. Vamos estudar de verdade. No novo regime, o direito será encarado como um fenômeno complexo. Portanto, não haverá mais espaço para “literatura piriguete” (quer algo mais fácil que “piriguete”?) Também na pós-graduação (mestrados e doutorados) não mais serão feitas dissertações ou teses sobre temas monográficos como “agravo de instrumento”, “o papel do oficial de justiça”, “reflexões sobre os embargos infringentes”; “(re)pensando o artigo 25 do Código do Consumidor – uma visão critica”; “um olhar sistêmico sobre a progressão de regime” ou “execução de pré-executividade: reflexões à margem”... (permitam-se as licenças poéticas).

    Sim, tudo mudará. Os estudantes não mais serão enganados pelo professor que só sabe dar aula usando Power Point e fica lendo o que está nesse “pauerpoint” (observação: se o professor insistir, passará a remeter o material via email para os alunos, que poderão ficar em casa lendo aquilo que, até então, ele lia para eles no pauerpoint...). PS: antes que alguém se atravesse (ou se irrite), registro: sim, eu valorizo bastante as novas tecnologias... Só acho que não podem ser um fim em si mesmo. O instrumento não substitui o saber.

    No nouveau régime, será proibido ao professor ficar lendo o artigo do código para os alunos e, em seguida, “explicar” – fazendo caras e bocas - o que “dizem as palavras da lei...”. Será proibido invocar coisas metafísicas como “a vontade da norma” (como sabemos, “norma” só tem vontade se for uma senhora que convidamos para jantar). Sugeri isso para a pauta da Estagiariocracia porque essa discussão me é muito cara. De há muito.

    Também não haverá mais a invocação do “espírito do legislador” e não haverá mais perguntas “inteligentes” como “o que o legislador quis dizer aqui”? (neste caso, sempre haverá um aluno – espião do regime – que entregará um celular pré-pago ao professor sugerindo-lhe que ele mesmo, o mestre, ligue para “o legislador” e pergunte...)."

    Trecho retirado de:
    http://www.conjur.com.br/2012-abr-12/senso-incomum-tomada-poder-pelos-estagiarios-regime

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    Maria Simone Quarta, 18 de abril de 2012, 21h24min

    Pensador, mais uma vez, obrigada pelas dicas! Bom, o tema " Qual o limite do Conciliador ?", diante do que estou vivenciando na rotina do meu estágio o referido tema tem me instigado . Gostaria , se possível, algumas dicas de leitura.

    Grata

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    Desconhecido Terça, 04 de novembro de 2014, 11h33min

    Olá pessoal estou no 9° período, e também estou nesta mesma dificuldade para escolher um tema em relação a conciliação, gostaria de algumas sugestões para que possa ter uma base. Obrigada!

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