Visita do pai
Boa tarde. Tenho um filho de 2 anos e 8 meses, na ação de alimentos, guarda e regulamentação de visitas que ajuizei em desfavor do pai, ficou acordado que ele visitaria a criança a cada quinze dias, do meio dia as 18h00. Porém, logo ele pediu para que eu levasse a criança até a cidade onde ele mora, uma vez por mês, justificou o pedido e tudo bem. Não acertamos isso judicialmente. A cidade fica a 80 km de onde moro. Porém, tenho um amigo que o pai não gosta, diz detestar e ele soube que meu filho adora esse amigo, o que o deixou indignado e me ligou dizendo que vai entrar com uma ação para ter a criança todo final de semana ou pelo menos uma semana a cada mês. Ocorre que a criança nunca conviveu com ele, a visita é assistida, ele mora com o pai e esporadicamente vai a casa da mãe, não tem como ele cuidar. Expliquei o que advogada nos explicou na época, de que a criança é nova para ficar sozinha com ele, que tem a rotina da escola e da própria vida dela, teria que se feito uma adaptação, porém ele não concordou. O fato é que ele não tem realente muito cuidado com a criança, qdo fiquei grávida me desprezou e qdo a criança estava com 2 meses de vida, disse que estava tentando se acostumar com ela. Foi uma gravidez indesejada por ele e por toda a familia dele, fui desprezada, não tive auxilio e qdo a criança nasceu ele se demitiu do emprego, tive que aguardar um ano até ele se empregar e poder ajuizar a ação. Minha pergunta é... se ele ajuizar essa ação, ele realmente conseguirá ficar todos os finais de semana, ou uma semana por mês com a criança? Mesmo sendo visita assistida e a criança não ter convivido com ele? Tem alguma relevância o fato do pai ter pedido para ver a criança uma vez por mês? Sou obrigada a recebe-lo em minha casa ou posso levar a criança em algum lugar para ele ver? Sou obrigada a levar a criança na casa dele? Estou aguniada, não consigo me imaginar um dia sequer longe do meu filho... Obrigada.
Tiego Pedro,
Mais do mesmo. Vestido com sua túnica de apaziguador vem disseminar o que não existe. Faz uma leve alusão a mim ao final do seu texto pelego mas monta sua oração em tudo que não fiz.
"Se foi um erro da parte da senhora Alexsandra ter o filho com o homem que ela diz não ser um bom pai não vem ao caso"
Em nenhum momento falei sobre com quem ela teve filho, isto pouco me importa.
Se eu sei ler, minha primeira resposta (assim como as outras) não teve ataques à pessoa que pergunta. Ela sim, me respondeu que homens não prestam (afirmações que oportunamente você finge não ter lido para não se manifestar e não ser obrigado a ser taxado de ..... Homem.
Disse que duvido que ela repita sua tese sobre os homens na frente do juiz. Isto é ofender? Sim, repito, duvido que ela digo isto pra um juiz. Quero ver quando o juiz perguntar porque ela quer não quer o pai perto do filho se ela vai dizer: Porque homem não presta.
Estes são os fatos em conjunto com seu peleguismo. Se ela se sentiu "ofendida"com isto sugiro que dê seu contato para que me acionem judicialmente. Quem sabe seu bom mocismo não faz mais honorários.
Sobre seu português sofrível, nada falarei, se até hoje não comprou uma gramática, é sinal que se sente bem com ele.
Prezado Renato Solteiro, eu não disse que homem não presta, me referi aos homens como pessoas frias, usei o termo ignorante, tudo no sentido de que os homens são insensíveis. Se vc é tão culto assim, sugiro qdo ler, interpretar melhor o texto. Porém, vc fez insinuações maldosas sim, e até diz ter certeza que não falarei isso na frente de um juiz, tenha certeza de que falarei sim, que acho os homens frios, insensíveis, tenha ctza que falarei, não coloque palavras onde não existe. Claro que não posso generalizar, existem sim, poucos, muito poucos homens que são extremamente legais, responsáveis e excelentes pais, o que infelizmente não posso dizer o mesmo do pai do meu filho. Não generalizo, me referi exclusivamente aos homens que fizeram comentários machistas. Isso vc tem que pelo menos reconhecer.
Alexssandra...
Uma orientação: Não é jurídica tá, porque não sou advogada, e provavelmente na justiça vc vai ter que concordar que seu filho passe mais tempo com o pai. Então uma orientação pessoal. Esqueça o passado, as magoas, pense no seu filho, na convivência dele com o pai, ele não pediu pra vir a esse mundo, e tbm não pediu pra que vc e o pai se odiassem. Seu filho vai crescer feliz, e realizado se souber que vc e o pai, tentam se dar bem, releve se o pai tem ciumes, vc tbm terá um dia, e se ele tem ciumes é porque tem amor pelo filho. Aceite que ele possa passar mais tempo com o filho, direitos são iguais, e perante o juiz pai e mãe tem os mesmos direitos, acredite.... E pense que um dia vc pode faltar, e se esse filho tiver um pai presente, ele vai ter em quem se apoiar, e se esse pai não foi o pai que vc queria até hj, tente mudar isso, dê a ele oportunidades de ser um pai melhor. Vc é uma mãe muito dedicada, e sei que vai querer sempre o melhor pro seu filho, então esqueça as magoas, e comece a pensar no futuro do seu filho, ele merece ter um pai presente, e vai cobrar isso. Espero ter ajudado. Quando oferecemos um sorriso, fica bem mais fácil receber outro em troca.
Obrigada MSF F, só deixa eu esclarecer uma coisa. Leia com atenção: que acho que ninguém leu, ou entendeu até agora. Ontem eu liguei pro pai e disse a ele pra voltarmos ao acordo antigo, disse a ele pra vir ver o filho a cada quinze dias, que eu não levaria mais a criança até ele, e sabe o que ele respondeu? "Não, quero uma vez por mês e vc traz ele, eu aviso, mando uma msg qdo eu puder ver ele, daí vc me diz qto vc vai gastar par vir aqui, que eu mando o dinheiro"
Será que agora vc entende o pq estou assim? Eu quiz voltar aos termos antigos, ele não quer, então eu não posso acreditar que ele realmente queira ter o menino fins de semana, seja alternado ou não. Tenho pra mim, que ele ameaçou entrar com a ação de ter os fins de semana, por capricho, para me deixar mal, o que conseguiu, me deixar preocupada.
Acabei de falar com o advogado, o qual iria cuidar disso tudo, ele entrou contato com o pai para resolvermos isso, o advogado respondeu que ele disse; "deixe assim, qdo ele crescer um pouco mais a gente ve como fica"
Agora estou aliviada, pq foi só uma ameaça e mais uma prova de que o filho é alvo para me atingir, da parte dele. Será que vc concorda com o que to achando? Será que alguém agora consegue entender que eu não to bombardeando ninguém, que eu estava apenas aflita, pois ninguém melhor do que eu pra saber da história? Grata.
Uma mensagem a todos.
Quero agradecer a todos que da forma que cada um achou melhor, comentou sobre meu problema.
Acabei de falar com o advogado que cuidaria dessa situação, ele iria chamar o pai de meu filho para fazermos um acordo, ou retornar ao acordo anterior, o que fosse melhor, porém o advogado me disse o seguinte:
"Falei com ele, mas ele disse que é pra deixar do jeito que tá, que uma vez por mês vc levando o menino tá bom, que quando ele crescer mais, a gente ve como fica"
Desculpe-me o transtorno, agradeço a todos o interesse de ter comentado, mesmo que alguns comentários tenham sido de forma dura, pouco educada, insinuações, demonstração explícita de um machismo, enfim...algumas coisas não precisavam ser ditas, criticadas, nem ofensivas.
Agora estou mais calma e tranquila, e espero que vcs, agora tenham a compreensão de que não sou eu quem não quer aproximação de pai e filho.
A única coisa que não quero é relacionamento falso com meu filho, só pq paga pensão, a qual começou a ser paga após ação judicial, pq antes não pagava, não é sinônimo de que ele quer o filho perto. Se eu estiver errada no meu posicionamento, peço aos críticos perdão pelo meu posicionamento, mas que pelo menos respeitem o que eu acho.
Obrigada a todos.
Alexssandra,
Se eu entendi bem, o que eu disse que te ofendeu tanto, foi: DUVIDO que você diga isto pro juiz. Sim, eu continuo duvidando que você diga pro juiz que homens são seres hipócritas e tudo que você escreveu. Você deu sua opinião sobre o pai de seu filho, sobre os comentaristas, sobre a família do pai do seu filho e não se disse uma julgadora dos outros, agora, eu digo que duvido que você diga isto pro juiz e eu é que sou julgador?
Aprenda uma coisa e ensine isto pro seu filho: Nem todo mundo que fala o que queremos ouvir nos quer bem. Traficantes elogiam, donos de prostíbulos elogiam, traficantes de órgãos elogiam, advogados que querem seu dinheiro elogiam, homens que querem só sexo elogiam, etc, etc e etc.
Nunca quis o seu mal. Nem te conheço e tenho mil coisas mais importantes pra fazer do que vir aqui agredir quem não conheço. Se reler tudo que eu disse verá que em nenhum momento te ataquei. Não quis saber com quem você fez filho, se o amigo é namorado, se Deus está do seu lado. Releia o que eu disse e perceberá que somente me manifestei sobre o direito sagrado que pai e filho têm de estar juntos.
Se isto é te ofender, me perdoe, mas eu seguirei ofendendo um monte de gente, inclusive pseudo advogados que veem aqui dizer que eu ofendo os outros. Filho tem o direito de ter o pai por perto.
"Mas ele não procurou o filho quando nasceu".
Se tivesse ficado 30 anos sem ver o filho isto não muda o direito deles de estarem juntos e nem eu, nem você, nem o troca gramática pelego que tentou te defender das agressões que não sofreu, vamos mudar isto.
"ah, mas ele não estava na gravidez, sumiu na gravidez, sumiu depois que nasceu". Isto é um problema seu com ele, é direito do filho ter o pai por perto. Se o pai não quis antes é uma pena, mas se ele quer agora, ainda que seja por birra você deveria agradecer a Deus, porque há milhares de casos de filhos que morrem sem conhecer os pais.
Existe uma campanha nacional para os filhos conhecerem os pais, até o fantástico fez algo neste sentido. Se eu te ofendo com isto, saiba que me sinto muito feliz em ser taxado por ofensor. Seja ofensor da mãe, do pai ou dos nada doutores que não me erram nunca.
Dr. Renato. Não aludo a V.sª em momento algum de meu comentário. Não tenho nada contra sua pessoa. Em verdade, contra ninguém aqui do fórum. Minha serenidade não se trata de túnica de apaziguador... fui ensinado a ser assim: educado. Não vejo lobos em peles de cordeiros, não estou sempre armado contra possíveis pessoas mal informadas de seus direirtos.
Em nenhum momento falei sobre com quem ela teve filho, isto pouco me importa. Em nenhum momento disse que o senhor disse isto. Ou disse?
Se o senhor sabe ler? Sim, sabe. Tanto que percebeu que a pergunta da consulente foi: Minha pergunta é... se ele ajuizar essa ação, ele realmente conseguirá ficar todos os finais de semana, ou uma semana por mês com a criança? Mesmo sendo visita assistida e a criança não ter convivido com ele? Tem alguma relevância o fato do pai ter pedido para ver a criança uma vez por mês? Sou obrigada a recebe-lo em minha casa ou posso levar a criança em algum lugar para ele ver? Sou obrigada a levar a criança na casa dele? Estou aguniada, não consigo me imaginar um dia sequer longe do meu filho... Obrigada. . Sabe ler até demais, respondeu mais do que ela perguntou.
Quanto a ela ter dito que homem não presta, o senhor se magoou? A carapuça serviu? Ela, sim, vai dizer ao juiz todos os motivos que achar convenientes para o bem de seu filho. Não, Doutor, não prestarei meu contato a ela para que possamos acioná-lo judicialmente. Nem poderia, não sou advogado ainda, lembra? Lembra também do ridículo debate que tiveram vós dententores do saber linguístico/etimológico? Usei de ironia ao dizer estar aguardando a correção gramatical, porem não esperava que a resposta viesse de sua pessoa, mesmo porque seu português é bem apurado(sem ironia desta vez).
“peleguismo”. Doutor, é um enorme prazer ter um debate com sua pessoa. Mas, não perca tempo com um rapaz iniciante na carreira jurídica e veterano na arte de tratar bem aos outros... seria até desproporcional discutir com o senhor. Aprendo muito com suas publicações, apenas não concordo com o ar de arrogância que é deixado nelas. Advogados tem lá esta fama! Meu português não é tão sofrível assim, doutor, apenas deixei margem para a ironia do fim do texto. Sei que o senhor percebeu isto e, repito, é um prazer discutir com sua pessoa... em verdade, é um bom treino. Abraços.
Passo por uma situação parecida, porém o pai que está em Portugal a estudo e neste tempo não verá mais o filho quer q pra eu deixar levar meu filho pra casa dele, se eu não deixar ele cortará tudo, usando o menino como moeda de troca. Péssimo. Porém, no último fim de semana que ele veio visitar por concidência ele chegou atrasado uma hora, hora que chegou meu namorado, nosso filho fez maior choradeira querendo ficar cmg e com meu namorado q tava com o filho dele, afinal criança gosta de ter outra criança pra brincar... Mas desda visita ele mudou o acordo de boca que ele daria td e a família dele apenas vinha visitar... Ele sendo funcionário público pediu licença sem vencimento, disse q só dará os 20% e que não dará mais plano e nem a creche. E ainda q entrará com alienação parental, nunca o impedi de ver tanto q na sexta antes de viajar na segunda ( ofereci o fds q era meu mas ele preferiu ver sexta uma hora apenas depois do trabalho) ele viu nosso filho... Sinceramente, tenho pena que vejo q o rancor e a mágoa de eu ser a mãe do filho dele ainda está encronhada... Pq ele não queria ser pai na época apenas quando tivesse 50 anos... Eu tbm não queria ser mãe não, mas assumi td e terei que assumir essa nova fase... Posso até executar ele pq tava acordado judicialmente 20% e os auxílios em prol da menor serem descontados normalmente...mas sei q um dia ele poderá usar de q foi preso por minha culpa e isso jamais! Prefiro me rasgar toda ficar sem nada pra mim e dar o que posso. E dar o principal dignidade. Ensinar que devemos ajudar usn aos outros e assumir os erros que cometemos. Mas sinceramente, viva sua vida, pq dps vc poderá ficar sozinha... E vc acha injusto seu filho ter "te abandonado"
Ok. Renato. Respeito sua opinião. E embora vc duvide de mim, é um direito seu, tenha certeza que se necessário fosse, falaria para um juiz sim. Qto a ensinar meu filho, tenha certeza também que dou um bom ensinamento a ele, jamais falei mal de qq pessoa a ele, jamais vou afastar dele, pessoas que ele queira bem, não quero afastá-lo do pai, e acho que isso vc não compreendeu... eu só queria saber do que eu poderia fazer, quais as alternativas, pq o pai de meu filho,a cabei de ficar sabendo, não quer ver o menino a cada 15 dias, ele insiste em ser uma vez por mês, e eu que leve o menino para ele ver, no dia que ele puder. Assim, dessa forma simples...parecendo festa. Que não vai entrar com ação alguma, que qdo o menino crescer, veremos como fica. Dá pra vc me entender agora? Pq eu fiquei tão nervosa? Será que dá p vc ver que não sou eu quem não quer o menino próximo dele? Ontem eu tentei falar com ele, pra ele vir ver o menino a cada quinze dias, ele disse não, que entraria com a ação. Hj o advogado me ligou, ligou há pouco tempo e me deu a notícia que ele não vai entrar com a ação, que deixe tudo do jeito que está. Vc acha justo eu me preocupar, ficar nervosa e depois ver que era capricho, picuinha dele? Mas está tudo bem, certamente não mudarei sua opinião a meu respeito, e nem a respeito da situação. Só quero que entenda, que quero o melhor para meu filho sim, não quero que ele passe fim de semana com uma pessoa que muito provavelmente não lhe dará atenção e deixará a criança se sentindo abandonada, pensando que até eu o abandonei. Não quero que o pai use a criança dessa forma, apenas para me afetar, e é o que ele consegue...será que vc consegue perceber, que depois dessa atitude dele, a criança pouco importa para ele? Se estou errada, me desculpe, é o que eu penso, pelo menos o que eu estou pensando agora. Mas pelo menos acabou, por tempo indeterminado,acabou minha preocupação, ele não vai entrar com ação alguma, só reforçou o que eu penso, que definitivamente, nosso filho não é assim tão importante pra ele. Peço apenas a vc, que respeite minha opinião, meu sentimento exagerado de amor pelo meu filho. Só isso.
2Marc..agradeço suas palavras... estou vivendo minha vida, do jeito que eu acho digno e certo, eu escolhi, optei em não me relacionar com ninguém, acho que isso não tem nada de anormal, tenho algumas amigas, poucos amigos homens, meu irmão mora comigo, tenho minha família, emprego , meu filho tão amado e isso me faz feliz! Se eu ficar sozinha depois? Não irei nunca culpar meu filho pelas opção de vida que escolhi. tenha certeza disso. Espero que vc tenha melhor sorte daqui pra frente e sinceramente desejo que tudo se resolva em relação ao que vc relatou. Abraço.
Tiego,
O Senhor alude sim. Alude porque como alguns outros comentaristas deste fórum, concorda com tudo que digo, mas de alguma maneira me acham arrogante. Deixam esta impressão passar por cima dos fatos e não perdem a oportunidade de, seja implicitamente ou de forma clara insinuar que sou uma pessoa culta, que ajuda os outros mas tem um que de "prepotente".
Sobre este "ar superior" que pelo visto você identificou tenho a dizer que a comunicação tem muitas facetas e a escrita é a que menos é capaz de falar sobre o "ar"das pessoas. Professor universitário que sou, tenho o "defeito" de saber ler e interpretar. Irrita que este meu interpretar seja tão claro. Até reconheço que há formas mais amenas de dizer a mesma coisa e que eu definitivamente não domino estas amenidades, daí a ser arrogante, vai uma montanha.
É usual que algumas pessoas (você, pela segunda vez) me repitam a pergunta do consulente, como se estivessem a me dizer: Olha, ela só quer saber isto.
Se ela só quer saber isto Tiego, era só ligar pro advogado, o que ela quer é apoio pra uma decisão sem nexo. Mas façamos um esforço para acreditar e respondamos o que ela "quer saber".
"se ele ajuizar essa ação, ele realmente conseguirá ficar todos os finais de semana, ou uma semana por mês com a criança?"
Resposta: Talvez sim, talvez não.
"Mesmo sendo visita assistida e a criança não ter convivido com ele? Tem alguma relevância o fato do pai ter pedido para ver a criança uma vez por mês? Sou obrigada a recebe-lo em minha casa ou posso levar a criança em algum lugar para ele ver? Sou obrigada a levar a criança na casa dele?"
Resposta: Talvez sim, talvez não.
Qualquer resposta diferente desta é mentirosa. Pronto, Tiego Educado. Se qualquer advogado disser sim ou não pra qualquer pergunta desta é mentiroso. Ele não tem os autos e muito provavelmente jamais os terá.
Sendo assim, Tiego educado, na minha opinião (sim, eu tenho direito a uma) o melhor que os advogados, estudantes e pessoas alheias ao Direito podem fazer é tentar ajudar a esclarecer para o consulente que ele deve primar pelo bom convívio do filho com o pai.
Aqui, no Núcleo de Práticas Jurídicas e no estádio de futebol, quando alguém lhe perguntar algo e você responder o que ele não quer ouvir é muito provável que ele se sinta ofendido. O ser humano é assim.
Se eu me senti ofendido quando ela disse que homens não prestam? Se a carapuça me serviu? Eu poderia lhe contar a fábula que deu origem à expressão "a carapuça serviu" mas não o farei, só lhe adianto que ela só cabe onde há citações que preservam a exceção, no caso ela disse de forma genérica, sem exceções, logo, a carapuça não cabe aqui, no texto.
Me senti ofendido sim, assim como todas as mulheres se sentiriam se eu dissesse que as mulheres não prestam, o que é bem diferente de dizer que algumas mulheres não prestam, e aqui caberia carapuça. Não tente passar um intelecto flagrantemente faltoso.
"Ela, sim, vai dizer ao juiz todos os motivos que achar convenientes para o bem de seu filho."
Não menino educado, ela não vai dizer que homens são hipócritas na frente do juiz, porque até os advogados de porta de cadeia sabem que se ela disser isto, perde não a regulamentação de visitas, mas a guarda.
"Aprendo muito com suas publicações, apenas não concordo com o ar de arrogância que é deixado nelas. Advogados tem lá esta fama!"
Aqui sim caberia a carapuça. Em que pese a frase parecer genérica, o modal "tem lá esta fama" dá o entendimento de exceção. Com este seu modal, posso dizer que esta carapuça não me serve.
Deve ser este meu jeito insuportável de colocar os pingos nos IS que te passa esta impressão. Também deve ser esta sua escrita enviesada, sempre enfatizando sua educação que me deixa claro que você tenta se passar pelo educado e eu, o culto arrogante. Façamos assim, você fica aí com seu texto de quem defende os ofendidos que não são ofendidos por mim e eu fico aqui com minha arrogante mania de lhe mostrar que você é só um repetidor de palavras agradáveis para esconder seu sarcasmo peleguista.
Alexssandra,
Você deve estar muito nervosa mesmo, porque eu não consigo identificar em que trecho do que escrevi eu disse que você estaria de picuinha. Não consigo ver onde eu disse que você quer afastar o filho do pai.
Eu disse que você quer mantê-los perto, desde que seja sob o seu domínio, na sua casa ou em um lugar onde você saiba. Aliás, isto eu apenas repeti o que você mesma disse. Sobre isto eu disse que você deveria incentivar que eles ficassem juntos e de preferência longe de você. Sim, porque eles precisam ter a vida deles sem você.
Foi aí que te ofendi? Foi aí que faltou minha educação? Façamos assim, você fica aí com sua mágoa com minha falta de educação (?) e eu fico aqui, exatamente onde estava antes de tentar lhe dizer que pais e filhos devem estar juntos e que se eles não se viram por um, dois, três ou quarenta anos, todos deveriam lutar para que se vissem e vivessem uma relação só deles, sem as mães por perto. Devo ser um homem muito mal educado por pensar assim.
Infelizmente não sou como o Tiego que foi muito bem educado para dizer coisas que as pessoas gostam de ouvir.
Alessandra,
Pare agora, leia desde o começo cada post para seu caso . Observe as suas respostas.
Estamos apenas querendo fazer vc enxergar uma realidade que se NAO for hoje , amanha vai acontecer:
Fique calma: deixe o pai se manifestar , deixe ele fazer pelo filho o que ele tem direito .. Esqueça do Ele foi, ele fez... Ele, ele...ele...
Sendo bem objetiva: NAO importa quais foram os motivos do pai mudar as visitas, se ele está enciumado de vc ou do filho... Ótimo! De repente será o caminho dele aprender a amar e cuidar do filho!!!
Esqueça do passado, aqui pra nós é um progresso o pai estar sendo atraído a cuidar e estar mais próximo do filho...
Nos queremos o SEU BEM MENINA... Que resistência é essa!!!!??
Quanto mais vc resiste , mais persistirá a realidade.
Espere pra ver....