Empregador se recusa a pagar
Olá, moro em São Vicente - SP e trabalhei sem registro em carteira a mais ou menos 4 meses atrás pelo periodo de 19 dias em uma empresa situada em São Paulo - SP, durante esse periodo ocorreu tudo bem, porém decidi voltar a trabalhar perto de casa devido a difícil locomoção, só que para minha infelicidade o dono da empresa se recusa até hoje a me pagar esse dias trabalhados alegando que como eu não tive vinculo com a empresa ele não tem necessidade de me pagar e devido a esse ocorrido tive diversos prejuízos, minhas dividas se acumularam, meu nome foi encaminhado ao SPC e muitas outras coisas. Gostaria de tomar uma providencia em relação ao ocorrido e gostaria de saber o que é possível se fazer em relação a esse caso. Obrigado.
Insula fênix, eu estou meio desnorteado pelo fato de eu ter procurado o sindicato, eles entrarem em contato com a empresa, a empresa dar diversas falsas declarações sobre minha situação, eles acreditarem na empresa e me deixar a ver navios.
Entrei em contato com a justiça do trabalho, eles me informaram que podem me ajudar, mas pelo que fiquei sabendo terei que abrir a denuncia em São Paulo, pois a empresa é de la e pelo fato de eu estar trabalhando e a justiça do trabalho atender denuncias somente dias de Segunda, terça e quinta das 8 as 14h, ainda não consegui comparecer lá.
Obrigado.
Eu tenho diversos emails no qual ele assume que eu trabalhei lá, porém não vai me pagar, pois não fui registrado em carteira. Eu entrei em contato com a justiça do trabalho e eles disseram que esses emails serviriam como prova. Porém o sindicato não me pediu provas, simplesmente ligou para a empresa, ouviu a versão deles e me informou que não poderia me ajudar, pois na situação que a empresa inventou ela estava certa.
Boa Noite. Trabalho em uma filial a 11 meses, em outubro descobri que estava gravida, nesse período a empresa estava em processo de mudança do CNPJ acredito. Tornando o gerente franqueado e a loja passaria para o nome dele, fizeram a rescisão de algumas pessoas e contrataram outras, e sempre me alertando que fariam o acordo comigo, aconteçe que agora em janeiro dia 8 a loja fechou eu estava em casa de atestato devido ao stresse e pressão que meu gerente fazia sob mim, acredito na intenção de me fazer pedir demição, fiquei sabendo por outra funcionaria que a loja fechou na mesma hora liguei para o gerente p/ saber como ficaria minha situação, ele disse que não me preocupasse que a minha situação estava mais garantida que a dele e que eu iria receber o salario correspondente ao mês na loja do centro que permance aberta, recebemos por quinzena, chegando dia 15 liguei pra ele, ele disse que iria falar com o supervisor e que o mesmo estaria me ligando, e nada. Liguei p/ o supervisor e o mesmo disse que não me daria satisfação nenhuma e que eu fizesse o que eu quisesse. Procurei um advogado e dia 24 de janeiro entramos com uma ação: DIREITO DO TRABALHO HONORARIOS PROFISSIONAIS LIBERACAO DAS GUIAS DECIMO TERCEIRO SALARIO PROPORCIONAL FERIAS PROPORCIONAIS MULTA DE 40% DO FGTS MULTA DO ARTIGO 467 DA CLT MULTA DO ARTIGO 477 DA CLT INDENIZACAO POR DANO MORAL CORRECAO MONETARIA JUROS A audiencia esta marcada p/ o dia 6/03 próxima semana, tem uma rede de lojas no RJ e SP. Mas estou meio receiosa, meu advogado disse que terá essa 1 audiencia e se não for feito nenhum acordo, só terá mais uma, quais as minhas chances? Tenho testemunhas das humilhaçoes por parte do gerente, a empressa também não paga inss nem fgts e estou a 2 meses sem receber e gravida de 5 meses.