Os pais não podem saber da vida dos filhos enquanto estão sob a guarda das mães?
Hoje meu enteado começou na creche. Meu marido mandou uma mensagem ontem p/ mãe do bebê perguntando se estava tudo em ordem, que horas ela iria levar o pequeno e se precisava de alguma coisa. Sabe o que ela responde? "Por que vc quer saber? Vc não vai lá e se for, vou dizer que vc quer sequestrar ele. Vc só pode ver o menino no dia que o juiz determinou". Oras, o que meu marido queria era apenas saber se precisava de algo, ele trabalha e não poderia mesmo estar no horário da entrada, mas como se preocupa, queria saber do primeiro dia de creche do filho! Ele respondeu que por ser o pai tem o direito de saber o que acontece com o filho, já que não pode conviver com ele todos os dias. Ela respondeu que infelizmente ele é o pai e que não é para sequer ir até a creche pedir informações da criança, porque ele está proibido de saber qualquer coisa da criança. Isso pode? Meu marido não pode conversar nem com a diretora da escolinha para saber como está o desenvolvimento do filho?
Pois bem, olhando alguns tópicos aqui no fórum, achei essa frase:
"E pior q aind existem advogadozinhos q tenta ajudar esses tipos de pai, se q so pq ajudou colocar no mundo pode ser chamado de pai!!!".
Assim como tem um monte desses tipinhos de mulher por aí que só pq pariu pode ser chamada de mãe! Não se pode generalizar!! Tem mto homem que faz um trabalho mto melhor que mtas que se acham mães por aí!
O que acontece, e isso está provado com um monte de depoimentos e pedidos de ajuda aqui no fórum é que os exemplos de mamães gostam mesmo é de acusar os homens, falam horrores, se sentem humilhadas por terem sido abandonadas e colocam o ego ferido acima do bem estar das crianças! Quem disse que o convívio com o pai não é bom? A mãe? huahauhauhauahuahu Só porque quer! Se não for bom, com o tempo a criança vai dizer, assim como dizer se o convívio com a "mãezinha" protetora também não é bom, se for o caso.
Por que não tomam cuidado na hora de se deitar com os homens? Tem pílula, camisinha, pomada, pílula do dia seguinte! É tão simples! Depois que engravidam querem os filhos só para elas alegando que o pai é um canalha, não presta, não sabe cuidar, etc. Essas "mulheres" confundem que se o homem foi um canalha com elas, não necessariamente serão com os filhos!
E se querem os filhos só para si, não entrem na justiça! Nem conta pro pai da criança nem p/ criança! Diz que é filho do espírito santo!!!!!!! Aí o filhinho será só de vcs, mamães maravilhosas, perfeitas e dedicadas!!!!
Insula, a audiência ainda não aconteceu. O que meu marido tem é uma liminar, pois sem esta ele não poderia nem chegar perto da criança. Não tomo as dores do meu marido. Nós dois participamos do fórum, assim como vocês todos. Somos leigos, então pedimos ajuda para esclarecer nossas dúvidas. Da próxima vez vou pedir para ele mesmo escrever e assinar, aí ninguém vai ficar dizendo que estou tomando as dores dele... quanta diferença!!! Todos os comentários colocados aqui foram pensados juntos, ele e eu. Nossas dúvidas são as mesmas!!! Se não tivéssemos dúvidas não escreveríamos aqui. Quando conseguimos conversar com nosso advogado, nem postamos nada.
"Seu homem poderia ter procurado conhecer melhor a mulher com quem ele estava se deitando (SEM CAMISINHA !!!!!)". Pois é... "meu homem" não conhecia mesmo essa mulher, pois ela aceitou ir pra cama com ele sem nem saber o nome dele direito, e ele também. Ela não é ex-namorada nem ex-mulher, apenas uma garota com quem ele ficou um noite depois de uma balada. E nessa noite, infelizmente, a famigerada camisinha furou. E não precisa dizer que é uma desculpa esfarrapada porque não é. Existem duas testemunhas. Um outro casal que estava no mesmo quarto... é... estavam fazendo uma suruba! Se o outro cara que estava junto não fosse conhecido do irmão dessa mulher, ela dificilmente encontraria meu marido e ele não saberia que é pai. Saíram uma noite e dessa noite nasceu uma criança. Inclusive, o teste de dna foi feito pq até o outro cara ficou na dúvida se o filho não era dele.
Pois é Insula, ele mirou e acertou, bem acertado, e hoje nós temos uma criança em nossas vidas. Digo nossa porque é para a nossa casa que ele vem todos os domingos, sou eu quem troca a fralda e dá de comer, é para mim que ele corre quando não consegue as coisas com o pai, mostra o dodói e é irmão do meu filho. Mesmo algumas pessoas achando que madrasta ainda é a bruxa malvada da história e que não deveria se "meter", eu participo da vida dessa criança e apoio meu marido em suas decisões. O que ninguém percebe é que a relação entre madrasta/padrasto/enteado, deve ser tão saudável quanto a relação pai/mãe/filho. Hipocrisia!!! Não vou meter o bedelho na educação desse menino, pois ele tem mãe! Mas como tudo é conversado aqui em casa, automaticamente tudo o que meu marido faz por um, faz pelo outro, a mesma atitude que tem com um, tem com o outro, então é a mesma educação que os dois recebem dentro da nossa casa. Então, sim, tomo as dores do meu marido!
Não, meu marido não reclama! A época de reclamar já foi. Hoje ele luta pelos direitos do filho, de conviver com o pai, mesmo a mãe sendo uma alienante. Quando isto aconteceu ontem, não conseguimos falar com o advogado, e a "curiosidade" em saber se meu marido pode ou não participar da vida escolar do filho foi tão grande que acabei recorrendo ao fórum... não é p/ isso que serve??? Marcamos hora com nosso advogado ainda para esta semana, mas foi bom saber de algumas pessoas que sim, ele pode participar e a mãe não pode proibir! Obrigado a todos que responderam a pergunta.
Meu marido plantou, mesmo que sem planejar, mas ainda não vai colher, cara Insula. Pois a criança ainda é muito novinha para entender o que está acontecendo. Mas quando estiver maior, ele vai, SOZINHO, saber e entender tudo. Ninguém vai precisar dizer nada. Vai saber quem é o pai e a mãe dele. E se Deus quiser, vai se tornar um homem decente, mesmo com uma mãe que não permite o filho de conviver com o pai. Quem vai colher é a mãe...
Novamente, agradeço a todos que responderam. Hoje meu marido conversou com a diretora da escolinha que marcou para conversar com ele e, pasmem, comigo também!!!! (segundo ela é mto importante que a companheira do pai esteja presente, principalmente porque "ajuda a estreitar os laços") na quinta-feira. Ela disse que o interesse do pai é positivo e que somente com uma ordem judicial apresentada pela mãe é que pode impedir o pai de obter qualquer tipo de informação sobre o rendimento escolar do filho.
Abraços
Ao meu ver, é o seguinte, essas discordâncias, são normais, ninguém pensa igual, essa ai que tu falou Insula que deveriam pensar antes de ter filhos e tal, não funciona, as pessoas mudam com os filhos, os sentimentos de proteção aumentam, porem concordo com o fato de não ficarem disputando, a frase "ceder e arrumar um meio termo em PROL DO INTERESSE da CRIANÇA" que é o segredo da guarda compartilhada!
O que deixa de acontecer bastante pq as pessoas poem suas vaidades, interesses, machismos, feminismos, traumas dentro das "discussões".
Até pq para mim pelo menos trato assim, tenho a guarda dos meus filhos, mas todo e qquer problema que eu tenha, ou interesse, rotinas, levo até ao pai deles, pois ambos temos que ter conhecimento sobre a criança, sempre deu certo, não que não tenha tido, discordâncias, ai deixamos para pensar e retomar o assunto em outro momento, esse tempo, faz com que pense em outras formas!
abço
PFA, em relação essa fato " "meu homem" não conhecia mesmo essa mulher, pois ela aceitou ir pra cama com ele sem nem saber o nome dele direito, e ele também", é que o ser humano apesar de ter saido das cavernas há muito tempo ainda se guia pelas reações animalescas.
Transar com desconhecidos é coisa pra doido. Camisinha furar é risco. Ele assumiu (mesmo que inconsciente) esse risco.
Lamentável.
Joana Aflita;
Vejo o seu posicionamento em relação ao pai do seu filho como uma grande "desculpa esfarrapada". Parece que a senhora está a tentar enganar a si própria. Já pensou em ter ajuda psicológica?
O fato dos pais discordarem em alguns pontos da criação não significa que a guarda compartilhada seja impraticável. Se pensarem no bem da criança, sempre encontrarão uma forma de se entenderem.
"o filho passar o dia inteiro na rua, sem camisa e descalço, se alimentando e até dormindo na casa de vizinhos, enquanto ele está num bar com os amigos tomando sua sagrada cerveja do fim de semana"." A senhora já ouviu falar em vitamina «S»? Pergunte ao pediatra do seu filho que ele lhe explica o quão necessária é esta vitamina para um crescimento saudável. Por outro lado, repense a sua vida. Não me leve a mal, mas o seu ex está a aproveitar, enquanto a senhora está aí a procura de chifre em cabeça de cobra. Vá viver a sua vida, quando a criança estiver com o pai, simplesmente desliga, vai curtir, passear, tomar sorvete, ir ao cinema, etc., caso a criança volte com uma virose, apenas pense que isto poderia ter acontecido com qualquer um e que as viroses tem o seu lado bom: testa os anticorpos.
Boa sorte!
Cumprimentos
como as coisas são... lembro que qdo minha filha iniciou na creche, eu precisava levar cópia do Rg e comprovante de endereço dos responsáveis por buscar a criança na creche. Pedi pra ele e expliquei a finalidade e ele se negou. Não sei o que ele achou que eu iria fazer... por 2 anos e meio eu fui a unica responsável por levar e busca-la, se passasse mal e não pudesse ir não tinha mais ninguém. Aí no meio do ano passado ele entrou com regulamentação de visitas e um dos pedidos era poder pegar a filha na creche. Irônico não?
Apesar o juiz não conceder eu permiti. Levei lá o rg dele e deixei ele autorizado. sabe quantas vezes em 8 meses ele buscou a filha na creche? Uma!!!!
Na frente do juiz, o coitado do pai que queria participar da vida da filha e era impedido, e na realidade....
Bom, não é o caso narrado no inicio do tópico, mas existem casos e casos. Nem toda mãe é alienante e nem todo pai é presente e bonzinho!
Não é facil PFA , nossa, tem dias que tenho vontade de torcer o pescocinho do Sr. mas faz parte!
PFA, vou ver se as minhas experiencias podem te ajudar :), no seu caso eu agiria da seguinte forma:
-tu falar que ele tem mãe :), otimo tem mesmo!! -qual a tua parte nessa historia - tratar bem como teu filho, (eu pelo menos, sempre tratei assim, se o meu filho gosta da esposa dele, otimoooooo!! Ela gosta dele TBÉM) (essa é a maior referencia para uma mãe! para qquer um eu creio!)
mas mantenho uma política aki em casa, meu atual, é AMIGO do meu filho do primeiro casamento! Ele não pode alterar a voz, bater(nem pensar, ta na rua na mesma hora!), nem tentar corrigir.
Se ha algum "problema" me fala, eu resolvo, se meu filho realmente estiver errado, pq eu ouço meu filho tbém, vou corrigir, pq sempre deixei claro, ele tem pai! (Politica do respeito!)
E sempre foi assim, ele meu marido atual é um otimo amigo dele, trata como o teu, todos da mesma forma em carinho, presentes e atenção, mas eu sou a mediadora!
E mais não gosto que ele fale do pai do meu filho, (por mais que o único contato obrigatorio com ele é o nosso filho), não admito.
- Pois é pai do meu filho, e pai e mãe tem seu devido respeito na minha Hierarquia!, mas para todos aqui, quem manda sou EU aqui em casa, depois ele (marido) com nossos filhos.
-Pq é o teu marido que tem que mediar a tua relação com o BB, e ele resolve as coisas com ela! Deixa ele resolver diretamente sempre, pode apoiar , legal isso é parceria!
No caso como ela ex quer alienar, simples gente, tem sim todo direito de saber tudo sobre a escola, saúde e comportamento, ela pode não falar, mas é por ai mesmo! Vai na escola ( coloca na agenda o telefone do pai para contato) no meu filho é assim( todos os dados são meus e do pai dele) independente de quem preenche a tal agenda!
E mais vcs não precisam dela diretamente para ver o BB, é isso mesmo! vai la escola, fala com diretora, tu faz parte sim pois tbem tem contato com a criança, como colaboradora direta!,
Do médico deixa ela ciente que ela tem que avisar sim em relação a saúde!
Não te estressa se ele tiver que ir com ela no médico, diz pra ele ir, avisa ela que ele quer ir, se ela não quiser pede o telefone da médica, pede para a médica passar um laudo para ele ficar a par da situação, normalmente elas passam sem problemas!
Não quer falar por telefone com ela manda email, é documento usado das conversas, pode ser usado no processo.
Eu sei que tu fica com raiva, das atitudes dela, mas o melhor que tu pode fazer, é trazer a paz para essa criança, nunca falar da mãe, tentar sempre contornar a situação, se viu algo que achou estranho, fale para o teu marido e ele resolve com ela!(pode ser por email, que da tempo para respirar...rrsrs)
Qto a cuidados diferentes de vcs, não adianta! Cada pessoa é de um jeito! passei isso muito com a minha filha e a avó - não dava banho pq estava frio,...rrsrsrs...no começo me estressava, mas depois...ela chegava eu dava banho e pronto! :) todos felizes!
Tomara que tenha dado alguma idéia boa para vcs, pelo menos comigo tem dado certo!
Abç
Insula... "Eles tem de crescer e virar adultos!!!" Concordo com vc mais uma vez... mas infelizmente sabemos que nem todo mundo tem a maturidade necessária para se criar um filho... Nunca concordei em colocar 4,5,6 filhos no mundo e criar como 'batateiro', ou seja, de qualquer forma, tenho apenas um filho, que de fato não foi planejado. Amadureci muito com a chegada dele, antes tambem tinhas as minhas cervejadas sagradas, mas com a chegada dele, mudei da água para o vinho. Não puxando a sardinha, mas é fato que a maioria das mulheres amadurecem com a materindade, enquanto isso acontece com a minoria dos homens.
Elisete... Se 'aproveitar' for beber até cair em todos os fins de semana, chegando ao ponto de vomitar e urinar nas calças, obrigada, prefiro ficar aqui dentro de minha casa e cuidando do meu filho. "caso a criança volte com uma virose, apenas pense que isto poderia ter acontecido com qualquer um e que as viroses tem o seu lado bom: testa os anticorpos. " Se o problema fosse uma simples virose, eu agradeceria à Deus, mas e se meu filho volta machucado? ou pior, eu tenho que ir buscá-lo em um hospital ou ainda num caixão, pq o pai o deixou entrar num rio sem colete? Exagero? Quem sabe... mas como confiar em um pai que já lhe propos "se vc abrir mão da pensão, pode dizer a ele que eu morri"? Será que uma guarda compartilhada cabe nesse caso?
Não sou contra ela, e tb acho que é a melhor solução para o bem da criança, desde que haja um pensamento no mínimo. Se o pai dele fosse maduro e responsável o suficiente, eu adoraria que tivesse essa ajuda dele nas decisões... mas esperar o que de um pai que voltou para o estado de origem, por vontade própria, nunca mais voltando para visitar o filho e ligando a cada 3 meses para falar com ele?
Abraços..
Oi Jucyane!
Com certeza suas dicas são muito válidas! Na verdade, mh relação com a mãe do bebê é bem "normal", sei lá se posso dizer isso. Nos cumprimentamos e por vezes se há alguma recomendação, ela passa p/ mim e se há algo que é preciso dizer, passo p/ ela também. Tento ser o mais neutra possível e mostrar p/ ela que gosto e me importo com o nenê. Acho que talvez isso possa tranquilizar ela, saber que eu gosto e vou cuidar bem de seu filho. Me ponho no lugar dela. Sei que não é fácil ver seu filho sair com o pai acompanhado de outra mulher. Mas não há nada que ela possa fazer. Mesmo porque sempre estarei ao lado de meu marido, assim como sempre estive. Não tenho raiva dela, mas sim das atitudes dela. O que não entendo é porque ela tem uns surtos às vezes e fala e faz besteira. Ela age como se o filho fosse só dela, mas quando convém abre a boca pra dizer que meu marido é o pai. Que nem ontem. Não tinha necessidade de proibir e omitir informações do meu marido. Mesmo porque ele trabalha o dia inteiro e moramos em regiões diferentes da cidade, não tem como ir buscar o filho. O que ele quer, justamente por não conseguir passar mais tempo com o menino é saber se tudo está bem. Foi o primeiro dia de creche do bebê, estava preocupado se estava tudo em ordem, se precisava de alguma coisa. Não precisava desse tipo de atitude. E é isso que não dá p/ entender. E esse tipo de coisa é constante. No ano novo ela foi viajar, não avisou e quando meu marido disse que ela podia ter avisado porque ele ia buscar o filho em outro dia ela disse que não é obrigada a deixá-lo ver o filho aos domingos, que ela está sendo boazinha... Às vezes fica parecendo que ela não quer que se crie laços, que meu marido tenha contato com o filho, que se importe. Ele inclusive me disse uma vez que acha que talvez ela não quisesse um pai presente, que ele apenas pagasse a pensão e que deixasse o filho p/ lá. Assim poderia falar mal dele e ela ficar como a mãe batalhadora, aquela que fez de tudo pelo filho sem a ajuda do pai... É complicado... Mas enfim... Enquanto está conosco, sei bem da minha posição, não interfiro, mas nem preciso, meu marido e eu temos a mesma concepção de educação. Isso que vc disse de conversar por e-mail, é o que temos feito. Tudo é conversado por mensagem de texto ou e-mail. Isso foi na verdade orientação do próprio advogado. Se ela não fosse tão complicada, tudo seria mais fácil, mesmo porque ela teria mais ajuda e não ficaria sobrecarregada. Meu marido é maluco pelo filho, e qualquer um ficaria. Ele é uma criança doce, carinhosa. Meu marido até chegou a brincar ontem, quando ela mandou a mensagem. Ele disse que da próxima vez é p/ eu mandar a mensagem. É capaz de ela responder melhor e com mais educação rsrs Vai entender...
Obrigada novamente pelas dicas!!!! Abs!
A guarda compartilhada realmente só funciona quando os pais conseguem se comunicar, quando entendem que o filho é o que mais importa. No caso do meu marido isso não vai dar certo, pelo menos enquanto a mãe continuar jogando pedras no caminho.
Insula, a guarda compartilhada pode ser solicitada a partir de quantos anos da criança? Nosso advogado pediu na regulamentação das visitas o fim de semana a cada quinze dias, mas acho o bebê ainda tão novinho p/ dormir em outra casa, ficar tanto tempo longe da mãe. Mesmo os pais se dando bem, não é necessário que a criança já seja um pouco mais velha p/ poder viver nessa guarda compartilhada? Uns 5 anos talvez?
Eu entendo perfeitamente, o Sr la é assim, inconstante, e isso deixa a pessoa insegura, muito ja fui boba, pq não via a tal maldade, porem ela aparece, e foi bom, confiava muito na palavra, e agora entendo que tudo no papel! Agora a justiça é meu caminho da roça!
Sou correta e justa, pelo menos tento ser, tudo coloco no papel!!!
Aprendi!!!
Podemos acertar fora, mas la que legalizo, antes ficava confiando e não deu certo mais, depois de muitos anos, pq engravidei!! O orgulho e vaidade vieram a tona! Enquanto eu sempre estava ali! Otimo! Sentimentos de posse!
Boa sorte, sendo justa e sincera, querendo o bem as pessoas não nos atingem!
Abço e boa sorte!!
Guarda compartilhada nãoé guarda alternada. A justiça já entende que alternar lares faz mais mal do que bem a criança que precisa de rotina (tudo sempre igual) para se desenvolver com equilibrio.
Guarda compartilhada é compartilhar tudo que diz respeito ao filho comum, como a escola, os cursos, procedimentos médicos, viagens com amigos, etc.
Na unilateral se o filho quiser ir para uma colonia de férias basta a autorização do genitor guardião, se o filho quiser colocar piercing ou tatuagem, basta a autorização do genitor guardião,...etc e etc
Para a guarda compartilhada não tem idade minima. Para pernoites é necessário previsão em sentença caso não exista acordo entre as partes, e normalmente é lá pelos 2 anos de idade tendo já a criança convívio com o genitor visitante.
Eu não me importo mesmo tendo guarda unilateral, de manter o pai a par de tudo em relação ao filho, respeito a parte dele, importante para ele o filho saber que existe duas pessoas por ele e mantem sim autoridade e responsabilidade!
Para mim é fundamental, só não aceitei a compartilhada pq ele não é uma pessoa que possa ter! Nem a juiza concordou por ver como ele era, pq é o modelo que temos!
Eu sou a favor! quem sabe não terminaria com essas possibilidade de alienadores!
A minha irmã possui diferente, sábado é dela e o domingo do pai, todos os finais de semana! fora alguns dias da semana eles vão 2x para o pai!
E tbém concorda da necessidade e importância!
Acho que o maior receio das mães, são as pernoites, nunca tive esse problema, se bem que comecei ele ja tinha 3 anos, então não foi um problema, mas confio sim que um homem possa cuidar de um filho que nem uma mãe, não nascemos com manual e se temos condições de cuidar eles tbém tem!!! (eles se viram!!!...heheh)
E aprendem igual!!!!e para mim eles até amadurecem! Acho otimoooo!! hehehe
A alternada passa meses(ou mês) com o outro né? por isso não aconselham!
abço