Os pais não podem saber da vida dos filhos enquanto estão sob a guarda das mães?

Há 13 anos ·
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Hoje meu enteado começou na creche. Meu marido mandou uma mensagem ontem p/ mãe do bebê perguntando se estava tudo em ordem, que horas ela iria levar o pequeno e se precisava de alguma coisa. Sabe o que ela responde? "Por que vc quer saber? Vc não vai lá e se for, vou dizer que vc quer sequestrar ele. Vc só pode ver o menino no dia que o juiz determinou". Oras, o que meu marido queria era apenas saber se precisava de algo, ele trabalha e não poderia mesmo estar no horário da entrada, mas como se preocupa, queria saber do primeiro dia de creche do filho! Ele respondeu que por ser o pai tem o direito de saber o que acontece com o filho, já que não pode conviver com ele todos os dias. Ela respondeu que infelizmente ele é o pai e que não é para sequer ir até a creche pedir informações da criança, porque ele está proibido de saber qualquer coisa da criança. Isso pode? Meu marido não pode conversar nem com a diretora da escolinha para saber como está o desenvolvimento do filho?

Pois bem, olhando alguns tópicos aqui no fórum, achei essa frase:

"E pior q aind existem advogadozinhos q tenta ajudar esses tipos de pai, se q so pq ajudou colocar no mundo pode ser chamado de pai!!!".

Assim como tem um monte desses tipinhos de mulher por aí que só pq pariu pode ser chamada de mãe! Não se pode generalizar!! Tem mto homem que faz um trabalho mto melhor que mtas que se acham mães por aí!

O que acontece, e isso está provado com um monte de depoimentos e pedidos de ajuda aqui no fórum é que os exemplos de mamães gostam mesmo é de acusar os homens, falam horrores, se sentem humilhadas por terem sido abandonadas e colocam o ego ferido acima do bem estar das crianças! Quem disse que o convívio com o pai não é bom? A mãe? huahauhauhauahuahu Só porque quer! Se não for bom, com o tempo a criança vai dizer, assim como dizer se o convívio com a "mãezinha" protetora também não é bom, se for o caso.

Por que não tomam cuidado na hora de se deitar com os homens? Tem pílula, camisinha, pomada, pílula do dia seguinte! É tão simples! Depois que engravidam querem os filhos só para elas alegando que o pai é um canalha, não presta, não sabe cuidar, etc. Essas "mulheres" confundem que se o homem foi um canalha com elas, não necessariamente serão com os filhos!

E se querem os filhos só para si, não entrem na justiça! Nem conta pro pai da criança nem p/ criança! Diz que é filho do espírito santo!!!!!!! Aí o filhinho será só de vcs, mamães maravilhosas, perfeitas e dedicadas!!!!

78 Respostas
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Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Olá Renato Casado!

Li seu posto sobre guarda compartilhada e começo a achar que realmente seria a melhor opção se ambos os genitores estivessem realmente preocupados com o bem estar dos filhos. Entretanto, vejo o caso do meu marido, em que a mãe da criança não dá informações sobre o bebê, omite ou até distorce fatos. Semana passada fomos conversar com a diretora da escolinha e fomos recebidos por ela e pela coordenadora pedagógica. Logo de cara descobrimos que meu marido foi pintado de demônio e que eu já estava falada na escolinha. Enfim, a mãe da criança levou a liminar para a diretora ver e disse que meu marido estava proibido de ir até a creche e de obter qualquer tipo de informação. A diretora disse então que conversou com ela, explicou que a escola pode e deve dar todas as informações sobre o bebê se o pai solicitar e que ele tem todo o direito de participar das reuniões e saber do desenvolvimento do filho. Que se ela tem algum problema, que resolva com ele, que não envolva a escola nessa briga, que somente com um documento judicial que proíba o pai de ter essas informações é que a escola se cala. Ela disse então que vai providenciar esse documento... Fico imaginando que mentira ela vai inventar agora para conseguir esse documento... ... ... Enfim, a diretora e a coordenadora encerraram a conversa dizendo que acharam a atitude dele muito positiva em se interessar como está sendo esta fase de adaptação do filho, de saber como será de agora em diante na escolinha, da preocupação com o desenvolvimento dele. Não é qualquer pai que faz isso. Acho que isso tudo não seria necessário se ela não tratasse essa situação toda como uma guerra, porque não é, e se ela continuar assim, a única pessoa que vai sair perdendo é o bebê. No domingo quando pegamos o pequeno, perguntei para a mãe sobre a escolinha, ela disse muito por cima que foi horrível, que a criança só chorou e que quando ela chegava p/ buscá-lo parecia que ele ia morrer de felicidade. Disse também que está sendo muito difícil p/ ela ficar longe do filho, mas que ela vai superar isso... Eu fiquei com cara de paisagem e achei melhor entrar no carro... Da próxima vez vou formular melhor a pergunta "como foi o dia DELE, não o SEU"... Talvez as coisas melhorem assim que sair a decisão do juiz... Pensando mais a fundo, se o juiz optasse pela guarda compartilhada, ela se veria obrigada a compartilhar as informações e quem sabe a relação melhoraria... É esperar p/ ver. Obrigada a todos!!!!! Abs!

MSF F
Advertido
Há 13 anos ·
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Bom, eu no ultimo sábado, depois de muito pensar, resolvi ter uma conversa com a mãe da minha enteada. Semana passada fomos ao conselho tutelar eu e meu esposo, relatar algumas coisas que minha enteada anda falando da mãe, coisas preocupantes, e pra nossa surpresa a mãe tbm tinha ido lá no dia anterior, e tbm relatou coisas que a pequena diz lá, coisas preocupantes tbm, além disso disse algumas mentiras. Tudo isso desgasta muito a gente, meu esposo fica louco quando vê as mentiras dela. Depois de um sermão na igreja dado por uma psicologa, eu cheguei a conclusão que precisava levantar a bandeira branca, e precisava conversar com essa mãe, as coisas tem que mudar. Então liguei pra ela no sábado pra tentar marcar um encontro, pra conversarmos, eu, ela e a psicologa, que aceitou participar da conversa e ser mediadora. A mãe não aceitou conversar comigo pessoalmente, alega que quem tem que conversar com ela e o pai da filha dela, e então começamos uma conversa ali, pelo telefone mesmo. Eu pedi perdão a ela, se algum dia fiz algum mal a ela, se ela acha que alguma coisa de ruim que aconteceu na vida dela, seja culpa minha, que ela me perdoe. Que eu estava secando por dentro, com tantas desavenças, e tantas mentiras, que pelo bem da filha dela, queria tentar viver em paz, viver de forma pacifica. Pedimos ao conselho tutelar que encaminhe todos ao psicologo, que seja feito um acompanhamento familiar, com todos os envolvidos, eu disse a mãe, que a filha sofre, que ela já se sente objeto de disputa entre os pais, e que não tem que ser assim. Estamos no meio de um processo, a pressão na cabecinha dela é grande, pode ser que a mãe ganhe a guarda, e pode ser que não, e eu disse a ela, que de uma forma ou de outra, temos que achar um meio de viver pacificamente, pelo bem da pequena, e pelo nosso bem tbm. Ficamos 1 hora no telefone, apesar de ela alegar que não tinha que resolver nada comigo, e que eu não respondo pela filha dela, chegamos a um denominador comum. Eu disse a ela, que tudo é um processo, e que se nem ela e nem o pai baixam a guarda, que seja eu então a começar, decidimos tentar ser colegas entre "aspas", todo e qualquer problema tentaremos resolver entre nós primeiro, antes de levar ao conselho, decidimos tbm que ela precisa a gente cede, nós precisamos e ela cede tbm. Ela reclamou muito, que queria participar mais da vida da filha, e sou eu quem vai dar brecha pra isso, tudo com o consentimento do pai, poque ele tbm está de acordo com essa decisão, segunda começa a aula da pequena, e ela reclamou que não podia nem participar do 1º dia de aula da filha, e então eu a convidei, pra ir junto comigo levar ela na escola, nós duas, as duas mães, no mesmo carro acompanhando ela no 1º dia de aula, e espero que segunda as 7:30 da manhã ela esteja em frente a minha casa. Quero mudanças, não quero passar minha vida inteira nesse inferno, nessa disputa, se nenhum dos dois baixam a guarda, eu decidi começar, sei que é um processo, pode dar certo e pode não dar, mais eu to fazendo minha parte, e sei que se der certo, logo todos estarão de dando bem, e a pequena vai ficar feliz da vida em ver que os pais não se odeiam mais. Enfim...acho que é isso...

Renato
Há 13 anos ·
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MSF e PFA,

Se vocês prestarem atenção, todos os casos que envolvem guarda tem um único objetivo, qual seja o de "ganhar a guarda". Para conseguir este objetivo o ser humano é capaz de acabar com a vida do próprio filho. Note que a intenção é boa uma vez que todos acham que estão mais aptos para criar os filhos e neste sentido, têm claro que mentir é apenas uma maneira de garantir que o filho esteja com quem pode ser melhor pra ele, no caso, eles mesmos.

A compartilhada acaba com a vontade de "ganhar a guarda" e por óbvio, diminui e muito a necessidade de manter guerra. Se eu não terei a guarda sozinho em nenhuma hipótese, perde o sentido manter guerra por algo que jamais terei.

Mesmo que exista guerra no começo a tendência é que as forças diminuam e se acabe buscando a paz. Parece que é o que está acontecendo no caso da MSF.

Em regra o Estado só intervem na vida das pessoas quando há "guerra", pois, em caso de paz, ninguém busca o Estado. Se você não tem doenças, não sabe como é o SUS, se pode pagar escola particular, não sabe como são as públicas, se tem harmonia com o ex jamais buscará um juiz para intermediar.

Com isto, pensar em compartilhada apenas em caso de paz, chega a ser incoerente. É exatamente na guerra que o Estado deve dizer aos pais que devem compartilhar, sob pena de perder a guarda. Tudo que relata a PFA, se fosse compartilhada a guarda e a mãe soubesse que este comportamento a faria perder o direito de ter a filha por perto, com certeza ela já teria mudado.

Posições contrárias à compartilhada em casos assim só fazem com que o alienador tenha mais força. Ele impõe a guerra e fica com a guarda. O absurdo dos absurdos.

Lembremos, o Estado só entra em caso de briga. Imagine a lei maria da penha que só valesse para casais que são bem, como seria?

Me apresente um caso de muita briga, mas muita mesmo e imponha-se a compartilhada sob pena de perda do direito de ver o filho e veremos se passados 2 meses esta briga resistirá. Imponha a um alienador restrições caso não se ajeite com o outro genitor e veremos por quanto tempo ele segue com isto.

Agora, se pra este mesmo alienador, você disser que a compartilhada só serve em caso de harmonia, pronto, você lhe deu toda a munição que queria para seguir neste inferno e, claro, quem sofre é a criança.

Abraços.

FILHO COM MULHER DESCONHECIDA
Há 13 anos ·
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Pais de verdade, interessados na saúde e bem estar não apenas físico, mas psicológico, deveriam se unir, e não trocarem farpas usando uma criança. Existem um monte de adultos malucos por aí, porque não tiveram apoio, não tiveram imagem de pai e de mãe equilibrados... Porque não pensam antes de fazer um filho? Antes de dar como pai ou mãe aquela pessoa que já apresenta vários defeitos? Uma pessoa com quem temos dificuldade de conversar num namoro, muito dificilmente será boa de conversa depois quando o assunto for algo tão tenso como a guarda de um filho, obrigações com as crianças... Infelizmente muitas mulheres e homens não são maduros suficientes pra colocar suas mágoas de lado e tentar dar o suporte necessário à uma criança que PRECISA tanto DO PAI QUANTO DA MÃE. A imagem de ambos é importante. Prefiram conversar GENTE!! Esqueçam o passado, conversem, conversem sempre... Tentem sempre, se coloquem no lugar do outro... Não tentem fazer com que eles se coloquem no SEU lugar, tentem demonstrar que se importam com a opinião do outro, não permitam que PAI, MÃE, AMIGA, IRMÃ... Dê opinião, principalmente se for pra colocar mais lenha na fogueira! Seus filhos, foram confiados a vocês por Deus, pra os que não acreditam em Deus... Seus filhos foram confiados a vocês pelo Universo, pela Natureza... Por Vontade de vocês... Independente das circunstâncias.... Foi escolha de AMBAS as partes SE ARRISCAREM a ter um filho com A PESSOA ERRADA... Agora não adianta querer achar mais defeitos ou ficar se lamentando... Tentem manter o menor nível, mas tentem manter algum, de diálogo com a pessoa com quem vocEs tiveram um filho, se surpreendam, independente do motivo, a entender o lado do outro... Dê uma chance pra o outro provar que não é tão mesquinho... Dê a oportunidade de seus filhos crescerem, se não com uma família normal, cercada por adultos responsáveis que juntos tentarão educar e tornar esta criança um adulto digno, feliz, realizado e que não terá uma família bagunçada, desestruturada, cheia de conflitos e brigas!

correto
Há 13 anos ·
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Renato casado,

Concordo com todos esses pontos colocado por você e, que esta lei se entranhe em nossa cultura o quanto antes.

abraço.

MSF F
Advertido
Há 13 anos ·
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Dr. Renato

Já guerreamos muito, a praticamente 4 anos, desde de os primeiros meses de vida dessa pequena, os pais lutam pra ver quem pode mais, quem passa mais tempo com ela, ela já sofreu demais. De todos os sofrimentos que ela já passou, isso incluindo agressão física de um padrasto, nenhum é maior do que crescer vendo os pais se odiarem, ver que não passa de um objeto de disputa, e é isso que quero mudar, ela já completou 4 anos, já começa a entender o drama de sua vida, começa a entender a disputa dos pais, começa a se sentir dividida, tendo as vezes que escolher entre um e outro, e eu não quero que seja assim. Eu disse a mãe dela, que daqui algum tempo, caso as coisas continuem do jeito que estão, a justiça vai concluir que nenhum dos dois tem capacidade pra cuidar dessa criança, e aí ela e o pai vão ter que ver a filha ser levada pra um abrigo, e eu sei que isso pesou na consciência dessa mãe. Pode ser que em meio a esse processo, seja sugerido pelo juiz a guarda compartilhada, e quem sabe ate lá, as coisas estando mais amenas, e a mãe vendo que pode sim participar da vida da filha, ambos não aceitem a guarda compartilhada?? Sei que não vai ser fácil, como foi dito pelo Sr. quem quer a todo custo conseguir a guarda usa de meios sujos, mente, e esse momento de paz pode não durar.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Pois é... disputa, ódio, guerra dentro de uma situação onde só deveria existir amor... Mas enfim, não dá mais p/ chorar o leite derramado, ficar lamentando ter tido um filho com a pessoa errada, mesmo porque, pelo menos na situação do meu marido, foi uma baita irresponsabilidade dos dois, pois nem namorados eram (saída de uma noite só...). O fato é que existe uma criança que não tem culpa de nada e que não merece sofrer as loucuras causadas pelos pais. Eu espero realmente que a mãe do meu enteado volte a si e tenha mais noção em relação às atitudes dela. Ela age como se quisesse o menino apenas p/ ela. Nem a liminar ela respeita. Continua dizendo que está sendo boazinha em deixar meu marido pegar o filho aos domingos, que tem pena de ver ele sofrendo pelo menino... Que quando ela tiver compromisso ele não vai ver o filho... Assim como a MSF F também tento dialogar com a mãe, estabelecer uma relação neutra. Mas é difícil ter que engolir as mentiras.

Renato Casado, na guarda compartilhada, o genitor que não detém a guarda tem livre acesso ao filho, certo? Mas e se de alguma maneira, BEM ARTICULADA, quem tem a guarda impede esse acesso? Imaginemos a situação em que o pai quer ver o filho, mas a mãe alega que já havia marcado um compromisso com a criança, uma festinha de aniversário aqui, uma visita aos familiares lá, um passeio em algum parque, enfim. Como proceder para que isto não aconteça, e se ocorrer, como resolver?

Abs.

Insula fênix
Suspenso
Há 13 anos ·
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PFA, se ambos os pais querem o bem de seu filho, ambos irão se combinar. Nada impede do pai ir na tal festinha (que pode ser muito verdadeira) do amigo do filho. Ou esse pai se julga com mais DIREITOS que o filho??? O filho dele tem de abrir mão da vida social que ele já tem, das amizades, de ir na festa de um amiguinho só porque o pai quer naquele exato dia estar com o filho???

O mesmo se aplica ao passeio no parque. A mãe proibe terminantemente do pai ir ao parque onde o filho vai????

Contudo, se existe DE FATO um atitude em dificultar as visitas (o pai não pode julgar que o filho deve ficar à sua disposição; "VISITA" é antes de tudo direito da criança, não do pai), como ao longo de 30 dias o pai não conseguir estar com o filho, então ele deve procurar o advogado dele e relatar os fatos para que se tomem as medidas cabíveis, como abrir um processo por alienação parental.

Se o pai acredita que poderá ter acesso livre ao filho, ele então pode assumir a guarda compartilhada com tranquilidade. Mas se ele não consegue se dar com a ex, ele deve pensar se não seria mais garantido ter a visita previamente combinada e ajustada em sentença.

Renato
Há 13 anos ·
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PFA,

Se houver impedimento de fato por parte de qualquer um dos genitores o ideal é sempre o diálogo. Não estou falando daquele diálogo no momento em que ocorre, mas depois. Ocorreu? Vá pra casa, esfrie e cabeça e volte depois tentando alertar ao genitor o quanto isto é ruim pra criança. Se isto não resolver, em último caso procure um advogado e mova ação de alienação parental.

Importante que esta ação não visa apenas a perda da guarda, sendo possível medidas inibidoras, como perda de uma parte do tempo com a criança por exemplo.

Se não pode pagar advogado, cuidado com a defensoria pública. Esta gente ganha por processo e amam, claro, um novo processo. Para ganhar a merreca que ganham com ações deste tipo incitam a briga entre os casais.

É rotineiro entrarem com ação de divórcio, outra ação de guarda e mais uma de regulamentação de visitas. Tudo caberia em um processo só, mas renderia somente um honorário, e este povo não se preocupa com a criança e os pobres que os procuram.

Nunca recomendo a defensoria pública porque sei o pardieiro que é. Busque antes de tudo o consenso e se não for possível, mova ação de alienação parental. Se tiver sorte encontrará um juiz que saiba o quão nefasto é isto ( e hoje em dia muitos sabem) terá respostas muito mais rápidas do que imagina.

Abraço.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Obrigada Renato Casado!!!!

Na verdade são apenas dúvidas minhas, pois a audiência da regulamentação de visitas ainda não ocorreu, mas por conta de algumas atitudes da mãe da criança, fiz a pergunta.

Meu marido não poderá pegar o filho no outro domingo, ele tem uma conferência referente ao trabalho dele, e por isso mandou uma mensagem com antecedência para a mãe da criança perguntando se ele poderia pegá-lo no sábado ou em algum outro dia que fosse mais conveniente. A resposta foi curta e grossa: "Se não pode pegá-lo no horário que o juiz estipulou, então o problema é seu". Paciência, ficaremos 2 semanas sem ver o pequeno.

Insula, os exemplos que dei são suposições, mas que de um certo modo já aconteceram conosco.

"PFA, se ambos os pais querem o bem de seu filho, ambos irão se combinar"

Nem sempre, principalmente quando um acha que é o "dono" do filho.

"Nada impede do pai ir na tal festinha (que pode ser muito verdadeira) do amigo do filho".

E meu marido vai aparecer aonde? Vc tem o endereço? A mãe informou? Ela é obrigada a dar essas informações? Pois bem, a mãe se recusou a contar aonde era a creche do bebê... meu marido teve que ir até a diretoria de ensino p/ tentar achar o lugar!!!

"Ou esse pai se julga com mais DIREITOS que o filho??? O filho dele tem de abrir mão da vida social que ele já tem, das amizades, de ir na festa de um amiguinho só porque o pai quer naquele exato dia estar com o filho???"

Nossa, pra quê tudo isso Insula???? Primeiro, o bebê só tem 1 ano e 9 meses. A vida social do bebê e as "amizades" dele se resumem aos dois priminhos, filhos de minha cunhada, e agora os coleguinhas da creche (que ele iniciou na semana passada). Ele não convive com mais nenhuma criança. Não, esse pai provavelmente não se julga com mais direitos, mas se é sempre impedido de estar com o filho por conta de desculpas esfarrapadas que são sim mentiras, ele tem o direito de buscar ajuda judicialmente. Não se trata do que o pai quer, Insula, mas sim do direito do filho também estar com o pai. E se este direito estiver sendo negado por conta das mentiras da mãe, é preciso saber como proceder.

"O mesmo se aplica ao passeio no parque. A mãe proiíe terminantemente do pai ir ao parque onde o filho vai????"

Nós ainda não temos bola de cristal e nem telepatia avançada, então não temos como descobrir a qual parque a mãe está levando a criança. E mesmo que soubéssemos, p/ quê causar mais confusão? P/ quê aparecer de supetão e dar motivos p/ mãe brigar? Se a mãe não quer a presença do pai, o melhor é não causar! E se nem conversando chega-se a um acordo, então é preciso saber o que fazer.

Minhas dúvidas e questionamentos se referem caaaaaaaaaaaaaaaso haja guarda compartilhada, como proceder se percebemos que a mãe está dificultando o relacionamento pai-filho, coisa que já é vivenciado.

Muita coisa ainda pode acontecer, e espero que não haja surpresas desagradáveis, ma é preciso sim estar preparado p/ tudo. E só porque é lindo na teoria que ambos os genitores tenham que visar o bem estar dos filhos, infelizmente não é o que ocorre na realidade. E apesar de muita gente ainda pensar que o pai é sempre o vilão da história, no caso do meu enteado a mãe dele é a antagonista.

Renato Casado, já havíamos percebido essa "falha" na defensoria pública por conta de amigos que já haviam nos alertado, por isso acionamos nosso advogado. Mesmo assim as coisas demoram muito né? O pedido de regulamentação de visitas foi feito na última semana de setembro do ano passado, mas já prevendo que a audiência demoraria, o advogado pediu uma liminar que foi concedida na primeira semana de novembro. Entretanto, como a mãe não concordou que o pai levasse o filho p/ passear, entrou com a defesa pedindo o cancelamento da liminar, mas o juiz manteve. Assim somente no segundo domingo de dezembro meu marido conseguiu finalmente estar com o filho. Já já estaremos em março... e nada de audiência. Pode até ser que o juiz dê a decisão sem audiência... Mas é tudo muito demorado... até agora 5 meses... Se não fosse a liminar, até hoje pai e filho não se conheceriam...

Abraços!

Insula fênix
Suspenso
Há 13 anos ·
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" Nós ainda não temos bola de cristal e nem telepatia avançada, então não temos como descobrir a qual parque a mãe está levando a criança. E mesmo que soubéssemos, p/ quê causar mais confusão? P/ quê aparecer de supetão e dar motivos p/ mãe brigar? Se a mãe não quer a presença do pai, o melhor é não causar! E se nem conversando chega-se a um acordo, então é preciso saber o que fazer.

Minhas dúvidas e questionamentos se referem caaaaaaaaaaaaaaaso haja guarda compartilhada, como proceder se percebemos que a mãe está dificultando o relacionamento pai-filho, coisa que já é vivenciado."

PFA, assim como vc conjecturou, tmb conjecturei.

Se esse pai quer a guarda compartilhada terá de ser homem o bastante, e o digo no sentido da dignidade, do equilibrio, para transpor as peiticas nascidas de um relacionamento neurótico com a ex. e enfrentar o dragão sem medo, sem histeria, para asim poder estar com o filho.

ISSO é guarda compartilhada. Não é COMPARTILHAR O FILHO.

Jucyane
Há 13 anos ·
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Um caso que ocorreu:

parte 1 e parte 2 ok

A parte 1 assim como a parte 2 tinham um modelo exato de compartilhada como sitados, sendo que a parte 2 resolveu sentir ciumes(coisas externas a criança) e entrou na justiça e disse que a parte 1 não queria ficar com o filho e a prova era exatamente o numero de vezes que ele parte 2 tinha ficado com o filho!(além do estipulado judicialmente)

A justiça viu a parte 1 como ruim sim e agora terá que provar que era um acordo verbal que mantinham etc.

E a parte 1 tinha a guarda unilateral, mas acreditava que a compartilhada era a melhor opção e em conversa amigável decidiram tentar, até acontecer isso e a parte 1 se ver na situação de que tudo que fazia, acreditando em uma "justiça justa", fossem entender exatamente como estamos abordando aqui!

Mas não foi visto desta forma.

Então será que ainda é preciso tbém haver uma reforma nos conceitos de alguns magistrados?

O que vcs acham?

qual é a melhor forma de resolver isso? (Ideal a forma mais amigável possível acredito eu, porem como fazer isso?)

Pq o foco é a criança, tirar ela da rotina nemmm pensar, fora de hipótese, e ai?

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Insula, meu marido e eu conversamos muito a respeito da guarda compartilhada, que para nós, até alguns dias atrás, era uma novidade. O fato é que não basta um apenas querer a paz para que este tipo de guarda dê certo. É preciso que os dois queiram. E se não quiserem por bem, a justiça tem que interferir sim. Hoje pela manhã, novamente meu marido tentou conversar com a mãe da criança, explicou que tem um compromisso profissional, que ele precisa ir a esta conferência e por conta disso não poderá pegar o filho. Disse que ele vai buscar no sábado se for o caso, no período e horário que ela escolher. Novamente a resposta: "Eu não tenho nada a ver com os seus compromissos profissionais. Se está atrapalhando os dias de visita ao nosso filho, é melhor que você mude de emprego. Mas não vá atrasar a pensão... senão já sabe né? E pára de mandar mensagem. Se você não pode vir no horário que o juiz deu na liminar, você não vai ver seu filho. PONTO". Meu marido já está conformado, não verá o filho. No dia da audiência mostrará esta e todas as outras mensagens alienantes da mãe da criança. Meu marido não é uma pessoa estressada, nervosa e pensa muuuuito antes de agir. Às vezes até demais. Minha preocupação, e acredito também ser a de muitas pessoas que estejam vivendo situação parecida, é como fazer com que uma pessoa como a mãe do meu enteado entenda que está prejudicando o filho.

Já chegamos a conclusão que essa neurose da mãe da criança é pelo fato de não ser a ex, como mencionado por vc. Ela saiu com meu marido e dessa única saída engravidou. Quando descobriu que seria mãe, procurou meu marido com a intenção de ficar junto com ele. Só que ele e eu já estávamos juntos. Ele disse que não ia terminar comigo e que depois do teste de DNA, se comprovado a paternidade, iria assumir tudo, da maneira que está fazendo desde que o teste deu positivo. O problema é que ela ficou indignada de ter que ser mãe solteira, disse p/ as amigas que ele tinha é que ter dado um pé na minha bunda! "Onde já se viu, vai ser pai e vai ficar com a outra?". Não sou a outra. Sou a mulher que apareceu na vida dele uma semana depois da transa deles, e que estou com ele até hoje. Depois do fatídico dia, meu marido e ela nunca mais se viram. Somente depois de quase 3 meses, quando ela comunicou a gravidez. O que ela esperava? Que ele se jogasse nos braços dela, feliz pela notícia que seria pai do filho de uma mulher com quem transou uma vez? Ele nem sabia se ela saía com outros caras, se tinha namorado, nada. Quando ele disse que queria o teste de DNA ela ficou maluca. Disse que ele estava duvidando da palavra dela, que estava acusando ela de mentirosa. Mesmo aqueles caras que são casados, ou tem um relacionamento estável muitas vezes duvidam e pedem o exame. Como achar um absurdo que meu marido pedisse o teste p/ uma mulher com quem ele nunca teve nenhum tipo de relacionamento, só sexual?

Esse é o problema. Temos todas as mensagens postadas em redes sociais que ela me acusa de ser a destruidora de famílias, fala mal do meu marido, inclusive diz que ele só paga a pensão porque ela coloca a polícia na porta dele. Tudo mentira. Meu marido tem todos os comprovantes. No dia da audiência de alimentos ela passou um carão porque ela colocou no processo que havia uma relacionamento sério entre eles e que ele duvidou da palavra dela. O que ela não contava é que o amigo do meu marido, que também foi fazer a suruba no tal dia, testemunhou. E ele contou tudinho pro juiz... Ela não sabia aonde se esconder. Até o irmão dela parece ser mais sensato. Já pediu milhares de vezes para ela parar de agir como uma criança mimada e birrenta, chorando pelo brinquedinho novo. Muitas vezes na nossa frente, quando meu marido vai pegar o filho e ele às vezes fica choramingando, ela agarra o filho nos braços e diz que é melhor meu marido não levar nesse dia, e coisa e tal. O irmão dela uma vez, praticamente arrancou o sobrinho dos braços dela p/ dar pro meu marido. Ainda disse p/ parar com essa palhaçada!

Às vezes acho que ela é bipolar. Tem momentos que ela fala comigo numa boa, me passa se o bebê está doente ou não, na hora que pegamos ele, mas tem momentos que ela age como uma maluca! Ainda não consegui entender essa mulher. Por isso acho difícil uma guarda compartilhada dar certo com uma pessoa assim. Eu entendi que não é compartilhar o filho, Insula. Mas me diga você como agir diante de situações como essa, tendo que lidar com uma pessoa neurótica como ela?! Se ela tivesse motivos para não querer a presença de um pai agressivo, viciado, maluco, é até compreensível. Mas as razões dela para não querer o pai por perto são outras, pessoais, de mulher, não de mãe.

Insula fênix
Suspenso
Há 13 anos ·
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Tmb acho que é necessário que ambos adultos pensem no bem do filho para que a guarda se dê compartilhada.

O problema é que essas pessoas maiores de 18 anos hajam como adultos, e mais ainda é que queiram igualmente o bem do filho, mas o bem da criança acima do bem deles próprios. O que é raro de acontecer.

Se há pais (mãe/pai) que mesmo vivendo em grupo familiar, mantendo o relacionamento, morando de baixo do mesmo teto, nem sempre pensam no bem do filho, o que dirá que está afastado, distanciado do filho, ou mesmo junto ao filho sabendo que pode através da criança atingir o outro.

Não creio que impôr a compartilhada irá melhorar alguma coisa para a criança, a mais importante dac situação. Poderá no máximo afagar alguns egos, atingir a vaidade de outro, contrariar o ex, mas ajudar a criança quando o ex casal é neurótico ou mal caráter .......dificil, hem!!!

A não ser que fosse previsto punição para qualquer das partes que colocasse a criança em risco ou mesmo causasse qualquer perturbação a ela. Sendo todos submetidos a visitas frequentes e incertas dos assist. sociais.

MAs isso seria beirar a perfeição. Se até denuncias de maus tratos a criança nem chegam a ser averiguadas, e quando o são, chegam a ser minimizadas (alguém lembra das 2 crianças que conseguiram ser levadas ao CT e que da avaliação da justiça concluiu-se que eles estavam inventando os maus tratos, depois de liberados para retornar a casa do pai e madrasta, eles foram mortos pelo casal??).

Jucyane
Há 13 anos ·
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Eu lembro deste caso Insula, algo que seria importante sempre que os pais tivessem problemas deste tipo de guarda e etc, a justiça determinasse que fosse feito terapia, ia ajudar muito, pois os psicólogos tem capacidade suficiente para fazer essas mediações.

Pela saúde psicológica da crianças.

Terapia é a melhor coisa, se observarmos normalmente são pessoas que tinham famílias doentes e essas ações doentias são hereditárias e muitas delas acreditam que estão certas, com uma mediação sem duvida ajudaria muito!

Renato
Há 13 anos ·
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PHA,

O fato de que ela recorreu da decisão que deu ao seu marido o direito de visitas é prova de que ela dificulta o convívio entre eles. Pelo que notei vocês não querem a guarda, apenas aumentar o contato. Peça a compartilhada e vejo as chances como sendo muito boas.

Se ela descumpre o direito de visitas é como eu já disse, aleguem alienação parental, porque pelo visto vocês pegaram um juiz muito bom e ele vai saber defender os interesses da criança.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Pois é Insula, é o que eu sempre digo, os pais esquecem que serem "pais" vem antes de serem "homens ou mulheres". Não existe ex-pai, ex-mãe, ex-filho. É preciso enxergar a situação de um ponto de vista muito neutro p/ pensar se determinada atitude vai prejudicar ou ajudar o filho. É o que não acontece na maioria dos casos. Concordo que até mesmo dentro de famílias constituídas hajam disputas, um genitor usando um filho contra o outro, quem dirá de pais que não estão juntos e não se dão bem.

Também concordo com você que impor a compartilhada pode não ser a melhor alternativa, a não ser que haja uma fiscalização mais acirrada, com acompanhamento de assistentes sociais, punição. Aí sim, o relacionamento poderia se tornar menos agressivo e a disputa ser minimizada. Mas no Brasil? Enfim... ... ... Mas com certeza a compartilhada é a melhor opção PARA OS FILHOS.

Renato Casado,

Quando ela recebeu a notificação, ficou doida, disse que jamais permitiria que meu marido levasse o bebê, que se ele quisesse conviver com o filho teria que frequentar a casa dela (e eu jamais teria contato com o pequeno).

Nós não almejamos a guarda porque meu marido e eu trabalhamos horas irregulares e viajamos muito a trabalho. Além desse fato não contar a nosso favor, seria uma maldade muito grande tirar o bebê dos cuidados da mãe para deixá-lo nas mãos de uma babá... Apesar das doideiras dela, ela cuida muito bem dele, tem um amor gigante e nós sabemos que o pequeno também é muito apegado a ela. O que queremos sim é aumentar o tempo de contato, pois 3 horas por domingo é muuuuuuuuuuito pouco. Na maioria das vezes que pegamos o bebê, assim que o colocamos no carro ele dorme e continua dormindo, estando no parque, shopping, em nossa casa, em qualquer lugar. São poucas as vezes que ele está acordado e disposto. Aí sim ele brinca e interage com meus sobrinhos. Se o juiz conceder o domingo inteiro já será maravilhoso!!!

Vamos conversar com nosso advogado sobre solicitar a guarda compartilhada. Já anexamos o BO e as mensagens. Espero que esse juiz realmente vise o bem da criança e não caia nas mentiras da mãe.

Aliás, ultimamente tenho testemunhado muitos pais que estão conseguindo a guarda dos filhos por conta das "alienações" das mães. Como vocês vêem isso? São realmente as mães que estão ficando mais, como direi, "emotivas" (e por conta disso fazem coisas absurdas), ou os pais mais responsáveis e os juízes estão olhando para eles com outros olhos? Até pouco tempo atrás os pais não tinham vez. Inclusive uma reclamação do meu marido foi no dia da audiência de alimentos. Antes da audiência, passaram por uma conciliadora. Era uma mulher, e durante o tempo em que estiveram na sala dela, meu marido não conseguiu falar quase nada, e o pouco que conseguiu dizer era rebatido pela conciliadora. Nosso advogado saiu da sala xingando, pois como seria possível conciliar a situação se era visível a preferência da conciliadora em atender os desejos descabidos da mãe em relação à pensão? A situação mudou assim que entraram na sala do juiz, que fez questão de ouvir os dois lados e ainda deu vários puxões de orelha na mãe da criança, pois percebeu que era muito intransigente. Enfim...

Abraços.

Renato
Há 13 anos ·
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PHA,

A regras da natureza (a maior de todas as forças) que deixam claro que filhos em tenra idade são muito mais ligados à mãe. Soma-se o fato de que culturalmente o homem nunca teve muita disposição para estar com os filhos. Os tempos estão mudando, mulheres trabalham mais, homens assumem tarefas domésticas e querem estar mais com os filhos. É um fenômeno social que leva tempo.

Claro que o judiciário acompanha este fenômeno e manteve por anos esta visão distorcida de que filhos ficam com as mães sob qualquer hipótese. Para solidificar esta tese foram criadas várias teorias que infelizmente prosperaram no direito de família, que é um ramo do direito notadamente frequentado em sua maioria por advogados que estão em início de carreira.

Este ramo do direito paga pouco e isto não é minha opinião, é apenas um fato. Assim, quando o advogado já possui uma certa experiência é normal que abandone este ramo e vá buscar outro que lhe pague melhor. Fosse um ramo bem remunerado estas teorias não vingariam. Como, via de regra quem atua nesta seara são defensores públicos (gente que, repito, ganha por processo e ganha pouco), pra eles, debater afundo os assuntos os faria perder tempo e dinheiro.

É por isto que durante anos a tese de que mães podem se mudar pra onde quiserem com os filhos sem avisar aos pais, era aceita. É por isto que se diz que não se retira filho da mãe. Ora, se o que se busca é o melhor pra criança e, se o processo diz que o melhor é mudar a guarda, esta máxima perde sentido.

Impor a compartilhada é bom? Claro que não. O ideal é que ele seja consensual, mas, notemos que o que se deve analisar não é se é bom e sim, se é menos danoso. É menos danoso impedir que uma alienadora siga atuando do que impor-lhe que mude seu jeito de ser? Claro que sim.

O que inibe o crime é a punição. Quando a "punição" é a guarda unilateral é óbvio que se está incentivando o crime. Crime este, que pra mim é hediondo, porque quem faz mal pro próprio filho não pode ser alguém que seja interessante para a sociedade.

No seu caso, acho que a compartilhada é o melhor caminho. Esta mãe precisa sentir a força do Estado para que deixe de atormentar a vida do filho. Se o Estado não agir ela seguirá o que sempre fez. É uma luta dura? Talvez a maior que o ser humano possa travar. Mas e daí? Deixaremos nosso filhos a mercê disto?

Pra quem acha que a guerra que você está travando é somente de vocês vai um alerta. Há estudos científicos que provam que crianças vítimas de alienação parental se tornam adultos inseguros, pouco confiáveis, que inventam estórias e passam a ser mentirosos compulsivos (mentem para si mesmos para esconder o que seus próprios pais lhes fizeram), 78% da população carcerária brasileira cresceu sem a presença ou do pai, ou da mãe.

São dados alarmantes e que no final da história, alguém que ainda ache que isto é um problema somente seu pode vir a ser sogro, funcionário, amigo, genro, etc de alguém que foi vítima de alienação parental.

Se uma criança desta no futuro vier a se casar com seu filho ou sua filha a probabilidade de que faça o mesmo com seu filho ou filha é enorme. Daí, você vai descobrir que na verdade o problema é de todos nós.

Em um país em que milhões de pessoas ligam para participar do BBB, mas poucos se preocupam com a alienação parental o futuro é preocupante.

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