Alienação parental por parte de terceiros existe??
Gostaria de uma orientação: Sou divorciada e tenho um filho de 2 anos e 3 meses. Ele a cada 15 dias fica com o pai, mas ainda não pernoita, fica algumas horas no sabado e algumas horas no domingo. A namorada do meu ex marido está influenciando negativamente meu filho, ensinando palavras feias e a chamar a mãe de chata. não consegui gravar as vezes que meu filho falou espontaneamente para mim. O que se faz nesse caso, em que a criança está sendo prejudicada psicologicamente, visto que ele só tem 02 anos.
Vc pode pedir o estudo psico social do seu filho e daqueles que convivem com ele nos dias de visitas para confirmar suas suspeitas, e pedir a suspensão desses passeios passando a ser visita assistida enquanto o resultado desse exame nao sai. Vc pode até levá-lo a um psicólogo particular e pedir que ele faça um estudo baseado na mudança de comportamento dele pra verificar tbm, e anexar o laudo caso positivo ao seu pedido judicial. Fale com um advogado sobre isso.
Abri este tópico, mas ainda não consegui chegar a uma conclusão do melhor a se fazer. Tenho medo de entrar em uma guerra e prejudicar mais ainda meu filho. Em geral ele gosta muito de passear com o pai, volta feliz, as vezes acontece de voltar irritado, mas não são todas as vezes (prefiro acreditar que a irritação seja por excesso de estimulos do que por outro motivo, ele só tem 02 anos e o pai quer aproveitar ao maximo o tempo). Só que da ultima vez ele veio falando isso, que a mamãe é bobona, a mamãe é chata, e que foi a "tia Jé" (namorada do pai) que falou, mas foi uma vez só. Será que deixo passar, e fico só observando, ou isso pode prejudicar muito o desenvolvimento do meu filho por ser muito pequeno, coração puro, psicologico em desenvolvimento. Isso irá prejudica lo, conviver com uma pessoa que ensina e talvez esteja falando mal da mãe para ele?? Sinto que se eu deixar pra lá, não vou estar sendo uma boa mãe!! Deixando o emocional de lado, o que seria o correto a fazer nesta situação??
Ju
Se foi só uma vez, pode ser sido em alguma conversa, algo que foi perguntado ao seu filho e pela resposta dele, ouviu que vc é chata, ou até por alguma coisa que ele ouviu dos adultos. Na minha opinião, vc deve evitar conflitos. Se ele permanece com comportamento normal, (sim, é normal as vezes voltar irritado, pelo cansaço por exemplo) e esse comentário dele foi exclusivo, uma vez, fique atenta e deixe a coisa rolar. O filho gosta do pai, vai tranquilo, volta de boa, o pai ama o filho, faz questão de estar com ele, etc. Erga as mãos pro céu!! Vc já viu aqui mesmo, quantas mães querem obrigar os pais a conviver com os filhos, porque eles não tem interesse nas cças? É triste imaginar que uma cça pode ser rejeitada pelo pai! Então, amiga, deixe como está, apenas fique atenta. Continue estimulando seu filho pra conviver com o pai, continue facilitando a convivencia deles, isso é excelente pro seu filho. E parabéns pra vc, que não é uma mãe alienadora, que preza pelo convívio entre pai e filho. Boa sorte**
Alienação Parental por parte de terceiros existe sim. muitas pessoas mesmo não sendo da família podem jogar um filho/filha contra: mãe/pai/avós maternos/paternos.
Considera-se que ele fica 15 dias longe do pai e poucas horas no fim de semana é muito pouco para um pai conviver com o filho. Isso pode estar
deixando seu filho bastante frustrado porque é muito desagradável para o filho ter que dizer tchau ao pai e só vê-lo logo depois de mais 15 dias.
O que tem que ser feito?
Tente ser menos possessiva em relação ao amor de seu filho, impõe limites na educação sem ser chata, e os filhos percebem as coisas mesmo sendo bebês. Ele já deve ter percebido o clima pesado quando ele sente que vai embora de volta, e o que deveria ser feito? É tão simples como um injeção de enfermeiro:
1) estimulando seu filho pra conviver mais com o pai, e o remédio para tudo isso só tem um:
2)Guarda Compartilhada!
Isso mesmo, a Guarda Compartilhada é apontada pelos especialistas como um único remédio em casos de separação/litígio.
Lembre-se que se a lei deu amparo de Regulamentação de Visitas mais isso é um direito da criança e não do pai. Ele é pai e é a segunda pessoa a responder pelo seu filho na sua ausência, o nome dele consta no registro assim como os dos avós.
Converse com o pai da criança em sigilo e ofereça a ele uma convivência maior permitindo as pernoites primeiro para fazer um teste e ver se o comportamento da criança mudou logo depois ofereça a Guarda compartilhada se obtiver sucesso e aproveite para falar que não admite interferência de terceiros. Procure ser amiga do pai de seu filho e nunca brigue com ele na frente de seu filho, Tente se mostrar no mesmo nível que ele em relação ao seu filho, nunca se exalte mostrando ser mais poderosa, o chame em um local reservado e fale de uma maneira adulta responsável sem hostilidade.
O pai de seu filho vai entender e vai acatar e não vai dar ouvidos a terceiros se ele ama o filho não vai permitir que a namorada ou a madrasta dê pitacos na relação.Namoradas e madrastas é a coisa mais fácil de se encontrar, são substituíveis, pais e mães não!
Uma criança neste estado pode ter até mais de 50 maudrastas ou paudrastos, mais pais, mães e avós são únicos!
Ou você prefere continuar assim? A Alienação Parental vai aumentando e trazendo discórdia até saber o que se pode acontecer. Espero ter ajudado. Abraços.
e quando a mãe da criança faz contra o pai e a madrasta ?
por exemplo a mãe do meu enteado chama o pai de gordo,escroto,que ele não gosta dele,que eu não deixo o pai falar com ele,que eu tenho ciumes do pai com ela,que eu não sou amiga dela.... isso porque a criança me conta ele me pergunta e respondo normalmente morro de pena dele fico muito chateada com a mãe pode fazer isso, o que devemos fazer pelo que li pedir para defensora publica que meu marido tem um acompanhamento médico?....olha que a mãe é psicóloga ....